terça-feira, 30 de setembro de 2008

Familia Obra prima de Deus

MPE
Marcelo Produções e Eventos
Apresenta: “Projeto Programa Familia Obra Prima de Deus.”



A família é projeto que nasceu no coração de nosso Pai Celestial, quando falamos dessa benção para a sociedade, estamos tratando de pessoas que juntas formam grupos, povos, etnias e culturas na qual denominamos de famílias. E salutar que todos que compõem esta instituição tenham sua estrutura embasada no bom relacionamento que gerem boas atitudes nos quais produzam frutos de equilíbrio e bem estar. Todavia a família vem sofrendo por crises diversas aponto de externar seu pedido de socorro (Salmo 46).
O problema é que poucos se interessam por seus gritos, outros não dão a atenção necessária. Por esse motivo a situação vem tomando proporções gigantescas fugindo do controle. ( Deus é o Bom Samaritano - Lucas 10.30-37).
Outro mal que contaminou a sociedade é a corrida pela sobrevivência nos tempos modernos, tornando - a fragilizada; colocando em risco a sua existência. Hoje a família não passa de mercadoria nas mãos de mercenários, onde não tem compromisso com a preservação da moral, respeito, amor e acima de tudo a Paz.
Sem a existência da família, a sociedade esta fadada ao fracasso. Não apenas a preservação do Eco sistema como: Fauna, flora é de suma importância, toda via sem a família não há vida. Precisamos de pessoas evoluídas, defensores da verdade, que ajudem outros a superar os conflitos existenciais. Projetos de valorizarão precisam ser desenvolvidos. Quando temos a família estruturada, temos uma nação forte, sociedade feliz.
Agradeço a Deus por seu apoio e credibilidade em nosso projeto, onde respaldados no vínculo maior que é o amor. Podermos proporcionar momentos para o fortalecimento de muitos lares, através de entrevistas em diversas áreas, com pessoas habilidosas, envolvidas como intercessores. Aos entrevistados, Pastores, empresários, e em especial aos ouvintes nosso principal alvo.
“Abençoarei os que te abençoarem, a amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”. (Gênesis. 12.3).

Pr. Marcelo Farias.
Dulcinéa Farias.

Projeto: Família obra Prima de Deus. De Segunda ás sextas feiras de 14 ás 15 : 00hs, e as Sextas feira de 21 ás 22: 00hs.
Radio Ariús FM. 87.9
www.radiosnaweb.net/familia
“ Diariamente das 08 as 17 horas”
Fone: (083) 3331-5744 ou 8858 - 2047 - Campina Grande - Paraíba
Email- pr.marcelofarias@gmail.com
http://www.pastormarcelofarias.com.br/
www.pastormarcelofarias.blogspot.com

Adolecencia um periodo Critico

A adolescência é definida cronologicamente como o período compreendido entre 10 e 19 anos, no qual acontecem grandes mudanças físicas e psicológicas. Entre 10 e 14 anos haveria o surgimento dos caracteres sexuais secundários e, entre 15 e 19 anos, a finalização do crescimento e desenvolvimento morfológicos (OPAS,13 1995). Se a gravidez acontece nessa fase, o nascimento da criança ou a opção do aborto ocorrem em um período de transformações intensas. Torna-se cada vez mais claro que a gravidez na adolescência é primariamente um problema social que pode acarretar conseqüências médicas (Hollingworth e Kreutner,11 1980).
Filhos de mães adolescentes tendem a sofrer mais negligência ou abusos (OPAS,13 1995) e correm maior risco de serem dados em adoção (Pinotti e Silva,14 1987) que os filhos de mães com mais idade. Uma mãe adolescente corre o risco de maior mortalidade por complicações obstétricas e no parto, toxemia gravídica e partos prematuros, principalmente naquelas sem assistência pré-natal (Pinotti e Silva,14 1987; Fraser et al,9 1995). Complicações da gravidez, parto e puerpério apresentam-se como a principal causa de morte na faixa de 15 a 19 anos, especialmente pelos estados hipertensivos, infecções puerperais, hemorragias e abortos (Siqueira e Tanaka,17 1986; Scholl et al,15 1994).
Nos EUA existiam cerca de 16% de mães adolescentes entre 1979 e 1980 (Wegman,22 1983), aumentando rapidamente até o final da década e declinando a partir de 1991 até 1997 (Ventura et al,21 1998). No Brasil, em 1996, a percentagem de meninas entre 15 e 19 anos que já iniciaram a vida reprodutiva, seja porque estavam grávidas ou se tornaram mães, foi de 18%, sendo 20% na zona rural e 13% da zona urbana. Estimou-se que 20% de todos os nascidos vivos nos últimos cinco anos foram de mães adolescentes (BEMFAM,2 1997). Em Ribeirão Preto, entre 1968 e 1970, esse valor foi de 11,7% (Teruel et al,19 1975) e, dez anos depois, em 1978 e 1979, foi de 14,1% (Bettiol et al,5 1992). Os riscos de agravos à saúde perinatal ¾ como baixo peso, prematuridade, multiparidade, atenção médica, pré-natal inadequado e hábito de fumar ¾ estavam mais relacionados com a classe social à qual a adolescente pertencia, do que propriamente com as características biológicas desta faixa etária (Bettiol,4 1990).
O objetivo do presente trabalho é comparar a prevalência de gravidez na adolescência e analisar variáveis sociobiológicas relacionadas ao binômio mãe-filho entre duas coortes de mães adolescentes do Município de Ribeirão Preto, SP, em 1978-1979 e 1994.

MÉTODOS
Duas coortes de recém-nascidos foram estudadas em Ribeirão Preto, SP: uma durante um ano, de junho de 1978 a maio de 1979, e outra durante quatro meses, de maio a agosto de 1994. Em ambos os inquéritos foram entrevistadas todas as mães que deram à luz a recém-nascidos vivos, logo após o parto. As entrevistas foram realizadas em todos os hospitais que tinham serviço obstétrico, 8 unidades em 1978/79 e 10 em 1994, que atendiam a mais de 98% dos nascimentos ocorridos no município. Em 1994 coletaram-se dados referentes a todos os nascimentos vivos de 4 meses consecutivos pois a análise prévia dos dados de 1993 mostrou que não houve sazonalidade na distribuição dos nascimentos, nem de algumas variáveis importantes, como taxas de baixo peso ao nascer e idade materna no parto, por exemplo (Bettiol et al,6 1998). As recusas e fichas incompletas corresponderam a menos de 5% do total de nascimentos nas duas amostras. A seleção das participantes e a coleta dos dados foram padronizadas nos dois inquéritos para garantir a comparabilidade dos dados. Detalhes da metodologia encontram-se em publicações anteriores (Barbieri et al,1 1989; Bettiol et al,6 1998).
Para o presente estudo foram selecionadas as entrevistas de mães procedentes de Ribeirão Preto, que tiveram parto único, com idade inferior a 20 anos, divididas em 2 grupos etários, de 13 a 17 anos e 18 a 19 anos. As variáveis e categorias estudadas foram: situação conjugal (com companheiro - com ou sem vínculo civil ou religioso, e sem companheiro), escolaridade baixa (sim, menos de quatro anos de freqüência à escola sem considerar os anos de repetência, e não), atividade remunerada (sim, quando desempenhada atividade com remuneração, mesmo que fosse desempenhada no próprio lar, e não), hábito de fumar (sim, se consumido diariamente ao menos um cigarro, e não), número de consultas no pré-natal (nenhuma, 1 a 4, 5 ou mais), tipo de assistência ao parto (pública, incluindo aquelas cobertas pela seguridade social ou atendidas em instituições estatais gratuitas em 1978-79 e usuários do SUS em 1994 e privada, incluindo as que têm plano privado de saúde, do tipo pré-pagamento ou que pagaram diretamente pelos serviços utilizados), baixo peso ao nascer (sim, peso menor que 2.500 g, e não), tipo de parto (normal, cesáreo ou fórceps), prematuridade (sim, menos de 37 semanas de gestação, e não).
Na análise estatística utilizou-se o teste do qui-quadrado, empregando-se o nível de significância de 0,05.

RESULTADOS
Foram estudadas 943 mães adolescentes de 1978/79 e 499 de 1994. Observou-se aumento no percentual de mães adolescentes, de 14,1%, em 1978/79, para 17,5%, em 1994 (p<0,05). href="http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102000000200006#figura#figura">Figura). Devido a essa diferença, analisou-se a distribuição das variáveis nos dois inquéritos, separadamente para as faixas etárias de 13 a 17 anos e de 18 e 19 anos.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

10 DICAS PARA AQUECER SUA VIDA SEXUAL

Sem muita preocupação com conceitos psicológicos, apresentamos a seguir algumas dicas para você aquecer sua vida sexual sem ferir os princípios cristãos e entristecer ao Criador do homem e da mulher. Leia com seu cônjuge e procurem colocar em prática.
Passeando por uma livraria na sala de embarque de um aeroporto, deparei-me com uma quantidade de livros que estimulam a imaginação sobre o relacionamento sexual. Tratam-se de livros destinados tanto a homens quanto a mulheres e que contém promessas implícitas de felicidade já em seu título: “Como enlouquecer um homem na cama”; “Como enlouquecer uma mulher na cama”; “120 maneiras de fazer amor...”; etc.
Entretanto o que observei ao folhear os referidos livros, é que todos partem do mesmo pressuposto: que o prazer sexual é algo meramente fisiológico, glandular e que, com a devida estimulação, pode-se chegara um nível de satisfação jamais imaginado.
O grande equívoco dos autores é que o prazer sexual restringe-se ao biológico. Esta é apenas UMA dimensão do prazer sexual e, por incrível que pareça, a mais básica e fundamental das dimensões, alcançável por quaisquer animais ‘inferiores’ da zoologia.
A sexualidade humana tem dimensões que ultrapassam em MUITO o nível fisiológico, embora o mesmo de forma alguma deva ser desprezado ou menos valorizado. Entendo que o principal órgão sexual do ser humano é o seu cérebro. Prova disto é que basta um homem fechar os olhos e imaginar uma cena sexual que ele já tem capacidade de ter uma excitação em seus órgãos genitais.
Bem, qual a implicação deste fato? A principal dela é que o prazer sexual é intensificado pela nossa imaginação. Isso é facilmente comprovado quando vemos a enorme quantidade de dinheiro que é movimentada pelos chamados “disk-sexo” e pelos sex-shops e outras formas de investimento na imaginação, mesmo que baseados em pura perversão muitas vezes (como os instrumentos de sado-masoquismo que prometem intensificar o ‘prazer’).
Partindo do princípio que a nossa mente é a principal responsável por nosso prazer sexual, podemos enfatizar algumas dicas para incrementar este prazer ao modelarmos nossas mentes nesta direção:
DICA 1:
Solidifique o vínculoPara se ter prazer numa relação, a pessoa precisa estar o mais relaxada possível. As tensões conspiram contra a obtenção de um alto grau de prazer. Assim o quanto mais relaxado se puder estar durante a relação, mais efetivo será o prazer alcançado. Embora em alguns veículos de mídia se afirme que pessoas que tiveram relações casuais em um elevador ou em um banheiro de restaurante tiveram intenso prazer, o que na verdade ocorre é que tais pessoas confundem o prazer sexual com a ansiedade e que o que elas tiveram é uma descarga intensa de ansiedade pela circunstância como ocorreu o ato sexual e confundem o alívio da ansiedade com prazer.
Para estar relaxado é preciso ter uma confiança plena no outro e isso acontece na medida que o vínculo que se tem é sólido. Ter uma relação estável, duradoura, de aberta confiança é de extrema importância para estar relaxado durante o relacionamento sexual e poder entregar-se plenamente ao outro, desfrutando assim de maior prazer.
DICA 2:
Mantenha uma comunicação abertaUm outro elemento importante para se incrementar o prazer no relacionamento sexual é o conhecimento do outro. Saber o que agrada e o que desagrada o outro, quais são as formas como o outro espera que você se aproxime e inicie o relacionamento sexual e quais são os eventuais que o outro tem acerca da sexualidade, são elementos de vital importância na construção da intimidade e estas coisas só se obtém através de uma comunicação aberta e transparente. Sem esta comunicação haverá sempre uma “pressuposição de conhecimento” podendo gerar muitos equívocos ou ainda uma desconsideração do outro.
Muitos casais não conseguem conversar sobre sua intimidade e acreditam que o outro deva saber tudo sobre ele(a), como se o outro tivesse uma ‘bola de cristal’ e assim vão levando uma vida sexual medíocre por falta de conhecimento do outro e de diálogo sobre a sexualidade, ou limitam a sexualidade apenas à dimensão fisiológica, desfrutando de um prazer muito limitado e acreditando que é o máximo que podem alcançar.
DICA 3:
Esteja presente emocionalmenteIsto tem a ver com o interesse pelo outro como pessoa integral e não somente pela genitália do outro. Casais que desenvolvem um alto grau de interesse um pelo outro entendem que no ato sexual não estão apenas usando o cônjuge como um objeto de satisfação de seus desejos sexuais, mas que o sexo transcende a isso – como expressão complementar de um afeto profundo.
Quando o outro é apenas usado – como se fosse um objeto que eu jogo fora depois de não precisar mais – o máximo que a pessoa vai conseguir é um orgasmo fisiológico. E alguns acreditam que não se pode conseguir mais que isso na relação sexual. É como se estivessem fazendo sexo com uma prostituta, que regula o tempo e que não tem o menor interesse em você como pessoa – você vale pelo que pode pagar, nada mais que isso.
Numa relação sexual onde se está presente emocionalmente, o outro é pessoa na relação e os interesses do outro são importantes. Há um desejo de agradar o outro (que é mútuo) e não apenas de usar o outro e nesta mutualidade o prazer se intensifica.
DICA 4:
Desenvolva um alto grau de preocupação pelo outroDe certa forma este item está relacionado com o anterior. Para um desfrute intenso da relação sexual é necessário se estar atento e preocupado com o outro. O outro deve ser a pessoa mais importante em sua vida – acima de filhos, pais ou qualquer outra pessoa.
Saber de detalhes do dia-a-dia, das frustrações e alegrias, das angústias e necessidades do cônjuge leva a uma sintonia fina com o mesmo e um sentimento de unidade relacional que facilita o entregar-se plenamente no momento da relação. Quando se tem a liberdade de entrega plena na relação, com a redução de todas as tensões, ansiedades e medos de ser usado, com certeza se desfruta de uma maior intensidade de prazer.
DICA 5:
Assegure um clima de confiança e fidelidadeSem um clima de confiança não há verdadeira entrega. Ninguém se entrega plenamente ao outro se não puder confiar totalmente nesta pessoa. Isso está intimamente relacionado com os demais itens acima, em especial com a transparência na comunicação.
Em minha experiência de mais de 25 anos como terapeuta de casais e de famílias, tenho observado que quando se convive intimamente com outra pessoa, não se consegue esconder algo dela por muito tempo. Quando se tenta esconder algo, a relação se desestabiliza através de pequenos sinais e vai criando um clima de desconfiança, culminando na descoberta do que estava se tentando esconder – mesmo que isso leve algum tempo: às vezes anos – mas SEMPRE é descoberto. Isso acaba gerando DOIS problemas: o primeiro é o fato que se tentou esconder e o segundo é a tentativa de esconder propriamente dita.
Desta forma, através de uma comunicação transparente, eliminam-se as fantasias da “grama mais verde do vizinho”, pois esteja certo que quando a grama do vizinho parece mais verde, o principal motivo é que você não soube cultivar bem a sua!
DICA 6:
Crie um ambiente “erótico” permanenteNão se deve confundir erotismo com pornografia. Um ambiente erótico permanente não significa assistir filmes pornográficos com o cônjuge, nem ir a boates de strip-tease. O que quero dizer com um ambiente erótico permanente é que não se pode estar o dia todo indiferente ao outro e à noite querer ter relações sexuais.
Pelo contrário, deve-se manter a eroticidade saudável de troca de abraços e beijos durante todo o tempo. Mesmo nos dias em que não se deseje manter relações sexuais. Isso vai assegurando ao outro que ela(e) é importante e desejável todo o tempo e não apenas quando eu ‘preciso satisfazer meus desejos’.
Há casais que acham que abraçar e beijar deve ser SEMPRE um preâmbulo da relação sexual – nada mais falso que isso! Abraços e beijos são expressões de ternura e carinho e devem estar presentes o tempo todo no relacionamento do casal. Quando isso não ocorre o relacionamento se empobrece. Além de ser um excelente referencial para os filhos, dando-lhes a segurança que seus pais se amam e que vão permanecer juntos cuidando deles – assim eles tem o mínimo de preocupações para limitar o desenvolvimento de todas suas potencialidades.
DICA 7:
Seja criativoA criatividade é um quesito importantíssimo no relacionamento conjugal. Falo da criatividade nos mais diversos aspectos. Seja criativo desde planejar um passeio a pé na vizinhança ou o preparar um almoço juntos, até a criatividade de um presente inesperado para comemorar o dia do nada!
A rotina não-criativa pode ser esmagadora para o relacionamento conjugal. Isso não significa que é necessário mudar as rotinas todos os dias. O que é necessário é incrementar detalhes nas rotinas. Por exemplo: pode-se arrumar a “mesa do jantar” do sábado no chão da sala e desfrutar de um piquenique ‘indoor’ com toda a família, só para variar um pouquinho.
DICA 8:
Divirtam-se juntosHá casais que fazem de seu relacionamento um diálogo de velório. Só falam de problemas, doenças, quem morreu ou quais dívidas precisam ser pagas. Jamais riem juntos ou contam algo engraçado que lhes aconteceu durante o dia.
Para divertir-se juntos não é preciso ir ao cinema ou ao teatro toda a semana, nem fazer maravilhosas viagens de férias. É preciso desenvolver um senso de humor que esteja presente todos os dias nas pequenas coisas. Rir de si mesmo e do outro nas trapalhadas que todos cometemos no cotidiano torna o ambiente familiar mais relaxado e a intimidade mais espontânea – além de produzir serotonina, um neurotransmissor responsável por sentimentos de bem-estar. E quando nos sentimos bem, temos mais disposição para a relação sexual.
DICA 9:
Cultive a ternuraMostre a seu cônjuge que seu interesse não é só no corpo dele ou dela, mas na PESSOA integral! A ternura se manifesta em pequenas expressões, em olhares ternos, em gestos de solidariedade e apoio. Não é tão importante fazer longas declarações de amor quanto secar uma louça ou separar documentos para a declaração do imposto de renda para ajudar a pessoa a quem se ama.
São gestos que denotam que você se preocupa efetivamente com o bem-estar do outro e que deseja ver o outro feliz nas várias dimensões da vida. Um andar de mãos dadas na rua, um colocar o braço ao redor do ombro do outro durante o sermão na igreja, uma palavra de muito obrigado por uma ajuda necessária – são todos gestos de ternura que fortalecem o vínculo e favorecem a entrega total ao outro, incrementando o prazer no momento da relação sexual.
DICA 10:
Seja SensualExistem casais que tornaram a relação sexual uma rotina tão aborrecida que nunca desfrutam de um prazer verdadeiro. Acham que depois de alguns anos de casado já não precisam se arrumar para agradar o outro esteticamente – especialmente os homens são campeões de relaxamento neste quesito.
A sensualidade não passa por vestir fantasias com máscaras ou apetrechos como a mídia às vezes veicula, mas passa sim pelo cuidado com si mesmo ao relacionar-se com o cônjuge.
Nisso é MUITO importante o asseio pessoal! Nenhum cônjuge vai ser despertado ao prazer da relação se o outro estiver fedendo a suor ou chulé! Deve-se tomar um bom banho, colocar um perfume atrativo (não demasiado, nem enjoativo), usar vestimentas bonitas – não o velho pijama de flanela com o joelho esgarçado, escovar os dentes para um hálito agradável, enfim ter os cuidados que se tinha quando saíam para namorar quando se conheceram.
Também é importante o cuidado com a saúde pessoal. Não um hedonismo (culto ao corpo), mas um cuidado saudável para mostrar-se atraente ao outro. Há pessoas que depois que se casam pensam que não precisam mais cuidar da aparência porque isso já não é importante ao outro e então engordam 50, 60 quilos, não cuidam dos cabelos ou das unhas, enfim vão relaxando de uma forma geral e acabam adoecendo de várias maneiras e causando um afastamento do outro.
Não é preciso ir à academia malhar todos os dias, mas creio que manter-se em bom estado de saúde e em certa forma física, dentro de parâmetros aceitáveis para a idade que se tem são bons promotores de proximidade relacional e de saúde sexual do casal.
ConclusãoTalvez alguns leitores estejam decepcionados com o conteúdo do artigo pois esperavam, quem sabe, algumas sugestões de formas diferentes de se manter relações sexuais ou mesmo posições excitantes do tipo Kama Sutra, porém estou convicto, após 25 anos como terapeuta de casais, que o que REALMENTE gera um profundo prazer no relacionamento sexual transcende EM MUITO à dimensão fisiológica do ato em si e tem relação com a unidade mais profunda – uma unidade de alma – que vincula, relaxa e permite uma entrega incondicional, e esta sim está na base de um verdadeiro desfrute entre o casal!
Carlos “Catito” Grzybowski é psicólogo, terapeuta familiar. É Mestre em Psicologia. Autor de vários livros, entre os quais: “Macho e Fêmea os criou: celebrando a sexualidade” e “Como se livrar de um mau casamento” – Editora Ultimato. Coordenador de EIRENE do Brasil

O SEXO NOS PRIMEIROS MESES DE CASAMENTO

SEXO NOS PRIMEIROS MESES DE CASAMENTO
Por: Clicia Sathler Santos

A vida sexual do casal, nos primeiros meses de casamento pode não ser da maneira como imaginaram antes de se casar.O sexo no casamento é prazeroso e saudável. Não importa quantos anos de casamento, o casal estará sempre descobrindo e aprendendo algo novo na intimidade sexual.
Essa intimidade, descobertas e aprendizado inicia nos primeiros dias e meses do casamento. Esse tempo é importante para iniciar um padrão.Quando no início Deus criou Adão, Ele disse: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e o corresponda” (Gn 2:18 ).Aprendemos aqui que o sexo no casamento vem para acabar com a solidão... “Não é bom que o homem esteja só!”.O relacionamento sexual não é um “fim”, e sim um “meio” que Deus pensou para uma profunda intimidade entre o casal. É o relacionamento mais profundo de alma que o ser humano pode experimentar. Porém os primeiros relacionamentos sexuais, para alguns casais, podem ser frustrantes. Tanto o homem quanto a mulher, antes do casamento, criam expectativas, sonhos e ideais que podem não serem reais na prática sexual do casal.É normal que casais sintam uma mistura de “alegria e frustração”. Alegria e felicidade por estarem desfrutando uma relação sexual sem culpa e aprovada debaixo da bênção de Deus, e frustração por não estarem vivenciando o sexo como imaginaram e idealizara, em suas mentes, antes do casamento. Pode ser bom para alguns casais “abaixarem suas expectativas” e gastarem esse período inicial de casamento conhecendo mais profundamente um ao outro na área da sexualidade. Da mesma maneira como no namoro e noivado o casal se empenha em conhecer os gostos, temperamento, objetivos, paixões, sonhos, princípios, valores, áreas fracas e fortes do outro; depois do casamento o foco pode ser mais direcionado para o conhecimento sexual de si mesmo e do cônjuge. Isso porque no casamento é possível conversar sobre o sexo e praticá-lo. Esse ciclo de “comunicação aberta e prática sexual” é saudável e o casal formará seu padrão peculiar de relacionamento sexual. Este ciclo saudável de diálogo sincero e exposição do que sente, do que gosta e não gosta deverá ser uma prática do casal até que a morte os separe.O casal nunca cessará de aprender sexualmente um com o outro. Logo nestes primeiros meses de casamento a vergonha deve ser eliminada, que flua uma comunicação e um profundo conhecimento. Junto o casal pode combinar alguns objetivos a serem alcançados em curto e médio prazos em seu relacionamento sexual. Aqui algumas sugestões:
1 - Invistam em compreender as diferenças sexuais do homem e da mulherEste é um tempo muito apropriado para o casal ler livros direcionados nesta área da sexualidade. O objetivo é descobrirem e explorarem como cada um responde ao prazer. Veja algumas diferenças:O Sexo para o HomemÉ uma necessidade física. Ele recebe diariamente hormônio chamado “testosterona” na corrente sagüinea, o que faz com que os homens não precisem de muito tempo ou esforço para terem exitação. Por terem este hormônio correndo nas suas veias o homem facilmente fica excitado e tem ereção.O Sexo para a MulherÉ uma necessidade mais emocional do que física. A mulher não recebe testosterona como o homem em suas veias. Ela não tem uma excitação tão rápida como o esposo. A mulher responde sexualmente com carícias, palavras, atitudes bondosas, cheiro e explorando os pontos erógenos de seu corpo. Orgasmo femininoAqui cabe entender que a mulher não necessariamente terá orgasmo em todas as relações sexuais. Recebo muitos casais para atendimento com essa queixa. O esposo fica frustrado quando sua mulher não alcança o orgasmo em uma relação. A mulher não tem essa necessidade física de sexo como o homem. Ela pode se sentir feliz e realizada com um ato sexual sem um orgasmo. Isso porque o sexo para mulher envolve emoções. Para ela é prazeroso a intimidade, os carinhos, as palavras, o estar juntos numa relação de amor. A mulher é orgasmica sim, e tem necessidade dele, porém existem variações hormonais mensalmente no corpo feminino que faz com que alguns dias ela não desejará ter um orgasmo, e em outros dias desejará ardentemente. Comunicação e respeito entre o casal é importante para que essas diferenças não os distanciem porém os aproximem e supram as necessidades sexuais de cada um, que podem não serem iguais. Observe se a necessidade sexual de seu cônjuge, naquele dia, está mais relacionada com físico ou com emocional e tenham relação sexual suprindo e respeitando-se mutuamente. Lembre que o sexo não é um “fim”.O casal nos primeiros meses do casamento precisa ter uma comunicão aberta em relação ao sexo e explorarem as diferenças aprendendo assim como funcionam e repondem melhor ao prazer.
2 - Observem se o esposo tem “controle ejaculatório”Uma porcentagem considerável de homens são ejaculadores precoce. Rapidamente, depois da introdução do pênis na vagina de sua esposa ele ejacula, e a relação pode durar menos que três minutos. Isso é frustrante tanto para o homem quanto para a mulher e será um empecilho para a esposa experimentar orgasmo. A mulher necessita mais tempo. Conversem sobre isso. Se o casal detectar essa disfução ejaculatória não precisa ficar preocupado porque existem exercícios fáceis e em pouco tempo o homem pode adquirir um controle ejaculatório. Procure um profissional que tenha especialização em sexologia e faça o tratamento que é simples e fácil.
3 - Procurem ter privacidadeA casa e mais diretamente o quarto do casal deve ser um local seguro e salvo de interrupções. Tenham uma porta que possa ser trancada. Se assegurem que ninguém vai entrar e que não há pessoas ouvindo o que se passa com o casal no quarto. A certeza da privacidade dará segurança interior para a esposa se entregar ao ato sexual. Um dos empecilhos do prazer sexual é a distração da mente. Tanto o homem quanto a mulher precisam ter concentração sexual. Devem se permitir vivenciar intensamente o momento sexual juntos sentindo as carícias sem distrações e temores. A concentração sexual precisa ser treinada e aprendida. A segurança da privacidade facilitará esse processo.
3 - Evite comparaçõesAssim como cada um de nós somos únicos, cada casal é único também em seu estilo de relacionamento conjugal e sexual. Não é saudável comparar ou querer que aconteça com você o que acontece com outros. Através do ciclo saudável, que vimos acima, de comunicação e prática, formem o estilo e freqüencia sexual de vocês. Até mesmo artigos de revistas precisam ser lidos e analisados com cuidado. Já atendi casais que estavam vivendo uma vida sexual frustrada por terem lido algo que não conseguiam aplicar em sua relação. Por exemplo: Um marido pode vivenciar a realidade de uma esposa que não suporta que ele acaricie ou toque em sua vagina com a mão, enquanto outro casal vivencia a realidade de uma esposa que só consegue excitação quando seu esposo toca e acaricia sua vagina com a mão. Cuidado, porque nem tudo se aplica a todos. Descubra o estilo de vocês.
4 - Não exponha suas intimidades sexuais para amigos ou parentesSe perceber algo que não está achando bom ou normal busque orientação de algum profissional que pode ser um psicólogo, sexólogo, ginecologista, urologista ou até mesmo ter esclarecimento através da leitura de um bom livro. Existem livros escritos por médicos, psicólogos cristãos que são excelentes recursos para os casais.
5 - Não neguem sexo um ao outroApós o casamento o casal jamais deve negar sexo para seu cônjuge, como punição por alguma situação não resolvida. O casal que conhece Cristo como Salvador pessoal tem todas possibilidades de serem pessoas mais felizes sexualmente. Deus deseja isso para seus filhos. Ele nos criou e além da sabedoria humana que podemos adquirir com aprendizagem deste mundo que vivemos, podemos contar com as revelações do próprio Deus ajudando o casal a se ajustarem sexualmente. A Palavra de Deus orienta em 1 Corintios 7: 10 “Todavia aos casados, mando não eu, mas o Senhor, que a mulher não se aparte (sexualmente) do marido”. Eu ouço muito esposas dizerem que estão dando “cobertura espiritual” ao marido com oração, também “cobrindo-o” com cuidado da casa, comida, roupa lavada e passada”. Isso é ótimo!! Mas jamais deixem de dar “cobertura sexual” também ao homem com quem se casou. É mandamento bíblico de quem nos criou e nos conhece melhor que nós mesmos. Leiam 1Corintios 7:1-14. Explorem as verdades contidas nesse texto e façam destas verdades a base de sua vida sexual.

PONTO G


Os brasileiros deram boas risadas no ano passado com algumas frases do nosso presidente Lula. Ele já tinha falado que sua mãe tinha nascido analfabeta (a minha também), e que tinha perdido três eleições. Uma delas, segundo Lula, perdeu porque descobriu que uma parcela da sociedade não tinha votado nele. A mais jocosa foi quando recebeu o presidente dos EUA, George Bush. Ao comentar as relações entre o Brasil e EUA e o fracasso das negociações na chamada Rodada de Doha, afirmou: “"Já conversamos muito ao longo dos últimos meses e estamos andando. Andando com muita solidez para encontrarmos o chamado "ponto G" para fazer um acordo. Estou convencido disso".No ano passado, Lula já tinha afirmado que todo mundo gostava de sexo e que o desejo sexual era uma necessidade puramente física.Não quero usar as pérolas do nosso presidente para cair no campo da política, e discutir sobre a última afirmação, mas apenas para iniciar o artigo sobre o tal do Ponto G.
Por que Ponto G?O nome, Ponto G, existe, em homenagem ao médico alemão Ernst Gräfenberg. Esse médico fisiologista tornou-se famoso pelos estudos dos órgãos genitais femininos. Em 1950 publicou um livro que descrevia a existência de uma outra zona erógena importante na parede vaginal, próxima a uretra. Em 1981, os médicos John C. Perry e Beverly Whipple voltaram a discutir e compartilhar com a comunidade cientifica os estudos de Gräfenberg. Deram o nome a tal zona erógena de Ponto de Gräfenberg ou Ponto G. Segundo descreveu Gräfenberg, trata-se de uma zona erógena que quando bem estimulada conduz a elevados níveis de estimulação sexual levando, junto com o clitóris, a orgasmos intensos.Na comunidade científica sua existência ainda não é aceita de forma unânime. Uns concordam com Gräfenberg, de que existe realmente o Ponto G. Outros ginecologistas criticam a teoria da existência do tal ponto.
Se existe realmente, onde fica?Aqueles que acreditam da existência afirmam que essa zona erógena se localiza numa área da vagina extremamente sensível, localizada na parede anterior, cerca de 2 a 5 cm de sua entrada.No ponto G essa textura da parede seria um pouco mais espessa, mais grosseira, mais ou menos como a de uma amêndoa.Segundo relatos de algumas mulheres que descobriram ter o Ponto G afirmam que o orgasmo é de tal maneira intenso que chegam a molhar a cama, devido a quantidade de fluido/liquido produzido e escoado. Esse líquido seria diferente da urina, na cor e no cheiro, caracterizando o que muitos chamam de ejaculação feminina. A teoria da ejaculação feminina também é Ernst Gräfenberg.E se você mulher, não encontrar o seu Ponto G?Como já foi afirmado os ginecologistas e fisiologistas divergem sobre o tema. As próprias mulheres que são médicas ginecologistas e sexólogas divergem se existe ou não. Umas não adotam a existência, outras acham que Ernst Gräfenberg estava certo, tanto por descrição cientifica, como por descobrir o seu próprio Ponto G.A questão é não ficar muito preocupada com o tema. Se existe ou não. Se deseja, explore o seu corpo.Numa relação sexual, estimule o marido a tentar descobri-lo. Conversem sobre as sensações experimentadas.Se não sentir nada de novo, não esquente a cabeça. Explore o que já foi descoberto e é até possível ser visualizado, como é o caso do clitóris. Esse sim, existe e está lá para você e seu marido verem e explorarem com delicadeza e amor.Uma outra orientação, para a felicidade e realização sexual do casal, é a afetividade, o amor e a compreensão que deve existir mutuamente, além de explorar a sensualidade para atrair um ao outro para a relação sexual.Lembre-se que Deus fez o seu corpo e de seu marido para que ambos sintam todo o prazer que o sexo oferece, no contexto do casamento (Hb 13.4), com ou sem o Ponto G (1 Co 7.3,4).

Por: Gilson e Elizabete Bifano

CARINHO E RESPEITO

Na cultura oriental sabe-se que o idoso é o membro da família detentor de sabedoria e profundo respeito. Conselhos são solicitados a ele, que possui não somente uma soma de anos, e sim valores, experiências e sabedoria que guiam os mais jovens nos desafios e caminhos que a vida proporciona.Ora parece-lhes tão simples conhecer de antemão o caminho que deverá ser percorrido, os alertas que devem estar atentos, as adversidades que vão encontrar, pelo simples fato de acreditarem e confiarem em seus antecessores. E o mais importante: lhe são gratas. Dignificam o idoso até seus últimos momentos. E nós, o que aprendemos com os nossos? Nos servem de conselheiros? Os respeitamos como merecem?Creio que não. Nossa sociedade, a julgar por tudo aquilo que temos visto, tem outro olhar diante da terceira idade. O idoso muitas vezes acaba ocupando um status de improdutivo. Não trabalha mais, como se nosso mercado de trabalho lhes oferecesse chances dignas para produzir. Ultrapassado e, não precisa ser adulto para taxá-lo desta maneira, basta tê-lo na sua sutil presença. Quantas vezes já ouvimos: “O vovô está caducando...” ou “No seu tempo dele era diferente! Isso já era”.Obviamente que também sabemos que existe conflito de gerações nos lares, mudanças de hábitos, de tecnologias, mas lhes pergunto o respeito, os bons costumes, os sentimentos também saíram de moda?Popularmente diz-se que o ser humano aprende com a dor. Diferente dos orientais, a maioria de nós despreza tamanha oferta de saber. Prefere arriscar-se mais, correr mais, a escutar preciosas lições. Fica claro, neste ritmo desenfreado em que preferimos culpar nosso estilo de vida, a correria do dia a dia e afazeres para ganhar a vida do que culpar-nos por tamanha indiferença.Hoje, tudo que queremos na área médica, especialmente na Geriatria é o envelhecimento com qualidade de vida. Falamos em prevenção de doenças, avanços nos tratamentos, mas como conseguiremos curar o mal da solidão e do abandono que aflige mais de 15 % desta população? Com certeza chegou a hora de educar-nos e a nossos filhos. Mostrar-lhes que aquelas rugas não assinalam apenas dias e dias de vida, mas que sabe de luta para estarmos aqui. Sim, não nos esqueçamos que por causa deles estamos aqui.Vamos compreender que muitas vezes o andar mais vagaroso, as mãos trêmulas e sua voz com tons mais baixos não significam fraqueza, mas sinais que neste momento precisam ser mais abraçados do que podem abraçar. De que já perderam muito, muitas pessoas que ainda lhe são caras, que por isso esta família talvez seja tudo aquilo que ele ainda tem, e isso significa muito. Sejamos capazes de entender que nossos idosos ainda podem ser úteis, talvez não mais com força ou oferecendo quantias monetárias, mas com conselhos, com afetos a nossos filhos, cuidando das pequenas coisas que podem fazer em nossos lares.É difícil sensibilizar pessoas. Mas apenas pense como gostaria de ser tratado por seus filhos na sua terceira idade. Não esqueça que o seu exemplo esta sendo observado e será repetido por eles.
Dra. Roberta da Silva - CRMRS 27659 - Médica especializando em Geriatria.

Terceira Idade


QUANDO O SOL VOLTA A BRILHAR
Por: Antonio Luiz Macêdo
Penso que o escritor do livro de Eclesiastes deve ter tirado uma soneca quando Deus colocou no seu coração um versículo que, infelizmente, ele não escreveu: há tempo para adolescer, e tempo para envelhecer.
A palavra envelhecer traz no seu conteúdo um sentido pejorativo de imprestabilidade e descartabilidade. Esquecemos e a sociedade também esquece que atrás daqueles cabelos brancos esconde-se vivência, sabedoria e, sobretudo... sonhos.
A marginalização, a exclusão, o despejo de idosos em casas de acolhimento, desalojam dos seus corações carentes e querentes, as esperanças mais remotas de sonhar.
A terceira idade clama, grita e espera pelo seu carinho e atenção. Os asilos estão cheios de idosos vazios, vazios de tudo, vazios de nada, vazios de Deus. Uma palavra de ternura, um gesto de amor, uma demonstração de afeto – coisas tão simples! – transfigurarão as suas vidas marcadas, sentidas e sofridas pela dor e o abandono. A noite dos seus instantes é mais escura do que a própria escuridão, porque as estrelas do seu céu não brilham mais.
Quando o sol volta a brilhar, os desencantos tornam-se encanto; a tristeza torna-se alegria, e ressurge das sombras um idoso que exclama com o Eclesiastes: “há um tempo para abraçar, um tempo para acolher, um tempo para amar”. E o sonho voltará. E ele será feliz.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Crak um caminho sem volta

Uma “escalada social” que vem ocorrendo nos últimos anos preocupa as polícias que atuam no Rio Grande do Norte. O crack, droga sintética produzida com a borra da cocaína, aos poucos, aumenta sua área de abrangência e começa a ser consumida também por jovens da classe média natalense. Os atrativos imediatos são dois: o preço da "pedra", muito mais baixo que uma "trouxinha" de maconha, por exemplo, e o alto poder alucinógeno da droga.A primeira apreensão de crack no Estado foi em 1994. "Foram apenas 200 gramas. Mas, Na época, isso chamou muita atenção", lembrou um agente da Polícia Federal que participou da apreensão. De lá para cá, o número de apreensões cresceu geometricamente, chegando a uma média de quatro por mês somente no RN. A maior das apreensões foi registrada no ano passado, quando, de uma só vez, a PF localizou 44 kg do entorpecente.
Divulgação

O crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e já começa a produzir seus efeitos.
Historicamente, o crack sempre foi ligado à periferia das grandes cidades. O mesmo quadro se repetia em Natal. "Mas já soubemos de casos de jovens de classe média que, por estarem sem uma quantia maior de dinheiro, ou apenas por quererem experimentar a droga, acabaram comprando e consumindo o crack", falou o delegado Paulo Henrique Oliveira Rocha, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Federal.O perigo da experimentação se dá pelo fato do alto poder de dependência que o crack tem. Especialistas dizem que os efeitos produzidos no usuário são basicamente iguais ao da cocaína, porém muito mais intensos. Causa irritabilidade, depressão e paranóia, algumas vezes levando o usuário a ficar violento. Afeta a memória e a coordenação motora, provocando um emagrecimento acentuado, debilitando o organismo como um todo. Atualmente, é a droga que mais causa devastação no organismo do usuário.O crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e já começa a produzir seus efeitos: forte aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremor muscular e excitação acentuada, sensações de aparente bem-estar, aumento da capacidade física e mental, indiferença à dor e ao cansaço.Mas se a droga leva apenas 15 segundos para chegar ao cérebro e começar a produzir estes efeitos, estes também tem um curto período de duração: cerca de 15 minutos. A cocaína endovenosa, por exemplo, produz as primeiras reações em 3 a 5 minutos, com duração que varia entre 30 e 45 minutos.Esta característica talvez explique o poder que esta droga exerce sobre seus usuários. A compulsão para o uso do crack (a chamada fissura) é muito mais poderosa que a desenvolvida pela cocaína aspirada ou injetada.Segundo a polícia, o crack hoje figura como a principal substância entorpecente consumida em Natal. "Esse 'posto' sempre foi ocupado pela maconha. Mas hoje, baseado em estatísticas, podemos afirmar que pertence ao crack", disse uma fonte.Embora esteja nessa "escalada social", o crack ainda é encontrado com maior freqüência e consumido em bairros periféricos. "Aqui em Natal, o crack está na zona Oeste, nas Rocas, em Mãe Luíza, nos bairros mais afastados da Zona Norte e, principalmente, na Vila de Ponta Negra", disse o delegado Paulo Henrique Rocha.Essa predominância na periferia também leva a outro dado: a relação entre o crack e o aumento de registros de crimes nessas localidades. Isso é explicado pelo ciclo vicioso criado pela droga: o jovem rouba para comprá-la e, quando está drogado, pratica mais crimes. Ainda há um outro resultado: o crescente número de assassinatos por conta de dívidas decorrentes do tráfico. Esta realidade é mais freqüente justamente entre os usuários de baixa renda.Cidade consumidoraAo contrário do que ocorre com outras drogas, Natal não está na rota do tráfico internacional de crack. A cidade é tida como um dos pontos finais do tráfico desse entorpecente, figurando como "cidade-consumidora". Desde o registro da primeira apreensão, a Polícia Federal chegou a estourar três laboratórios onde a droga era produzida. "Eram locais, afastados da cidade, onde a pasta base de cocaína era desdobrada no crack. Mas já faz tempo que isso não é registrado no Estado", falou o delegado federal Paulo Henrique Oliveira Rocha.Mas a maior parte do crack consumido no RN vem da Bolívia ou da Colômbia. De lá, segue geralmente para São Paulo, de onde é trazido para o Estado por "mulas".O delegado Paulo Henrique Rocha desmentiu o mito de que, para cada quilo de droga apreendido pela polícia, pelo menos outros dez chegariam ao destino final. "Isso não passa de conto popular. Claro que a não conseguimos apreender tudo, até porque as pessoas continuam consumindo droga. Mas não é essa quantidade toda de droga que passa sem ser apreendida".Ele falou que a Polícia Federal vem desempenhando a atribuição dela, mas ressaltou a importância que a sociedade como um todo tem no combate ao tráfico de drogas. "Estamos fazendo a nossa parte, mas é preciso que a família, a igreja, a escola e toda a sociedade esteja envolvida nessa luta". Ele disse que a PF disponibiliza o telefone 194 para o recebimentos de denúncias sobre drogas e assegurou que a identidade do denunciante é preservada.
O crack
A drogaAo contrário da maioria das drogas, o crack não tem sua origem ligada a fins medicinais: ele já nasceu como uma droga para alterar o estado mental do usuário. Pequenas pedras de formatos irregulares, fumadas em cachimbos na maioria das vezes improvisados. O crack é uma mistura de cocaína em pó, convertida em alcalóide por um álcali (amônia ou bicarbonato de sódio). Recebeu este nome porque faz um pequeno estalo na combustão quando fumado. Mais barato que a cocaína, produz um efeito forte que dura muito pouco tempo, aumentando o consumo rapidamente e encarecendo a dependência. Em Natal, uma pedra de crack custa, em média, R$ 5.Os sintomasO comportamento do usuário de crack muda rápido e intensamente. Ele vai mal na escola (ou a abandona), tem um sono altamente perturbado, emagrece muito, isola-se dos outros e começa a apresentar sintomas de paranóia. Acha que está sendo seguido ou que caiu alguma pedra de crack no chão. Também fica apático, introvertido. A cocaína age ainda sobre as pupilas dos olhos, podendo dilatá-las. O tratamento Depende do estado de cada paciente. Vai do tratamento ambulatorial até a internação domiciliar ou em clínicas especializadas. A sua principal dificuldade, segundo o dr. Ronaldo Laranjeira, é a "fissura", a vontade que o usuário sente de usar a droga. A fase inicial é a mais difícil, e dura, geralmente, uma semana. O jovem só é considerado totalmente reabilitado depois de dois anos de abstinência. O material utilizado para o consumo desta droga é o cachimbo, normalmente produzido artesanalmente com uma lata de refrigerante com um furo na lateral para inserção do canudo por onde a fumaça será aspirada, colocando-se a pedra de crack no orifício superior da lata por onde o refrigerante é bebido. Copos de água mineral com tampa de papel de alumínio também são muito utilizados.

Uso de droga sintética supera cocaína e heroína

09/09/08
Uso de droga sintética supera cocaína e heroína

O Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC) advertiu nesta terça sobre o perigo de encarar os entorpecentes sintéticos como "inofensivos", e assegurou que seu consumo já supera o da cocaína e heroína juntas.A UNODC, com sede em Viena, apresentou nesta terça seu estudo de 2008 sobre os estimulantes do grupo anfetamínico, como o ecstasy.O documento indica que o número de pessoas que consumiram este tipo de estimulantes pelo menos uma vez durante os últimos 12 meses supera o número dos que usaram cocaína e heroína.No total, a produção anual deste tipo de substâncias é de 500 toneladas, e gera um negócio de US$ 65 bilhões.O relatório destaca que embora o consumo tenha se estabilizado nos países desenvolvidos, a situação piorou no Sudeste Asiático e Oriente Médio.Em Bangcoc, onde apresentou o estudo, o diretor da UNODC, o italiano Antonio Maria Costa, alertou para o perigo de estas drogas serem vistas como "inofensivas".O diretor da UNODC afirmou que o consumo dos estimulantes do grupo anfetamínico é responsável por "paranóias, problemas renais e hemorragias internas".O estudo da ONU indica que os países latino-americanos, que tradicionalmente centraram a luta antidroga no controle da cocaína, "não perceberam como uma grande ameaça a produção, consumo e tráfico destes estimulantes".Para lutar contra a expansão desta droga, a ONU lançou o programa "Smart", com o objetivo de melhorar a atual falta de informação sobre estes estimulantes e aumentar a capacidade dos Governos de reunir e dividir informação sobre o grupo anfetamínico.
Fonte: EFE

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

7 Fatos a cerca da união

7 Fatos a cerca da união

A união é um princípio bíblico que devemos praticar incondicionalmente.quando estamos com a vantagem,nós enfatizamos a união; quando estamos em desvantagem, a consideramos uma opção.
Quando eu era apenas um obreiro, nem sempre queria contribuir com a união da igreja porque tinhas minhas próprias idéias e opiniões. Mas quando cheguei a dirigir uma igreja como pastora, descobri que a união era de suma importância e que todos deviam conserva – lá
A união deve ser praticada por todos na igreja por causa dos seguintes fatos:

A união é um dos principais desejo de Jesus, a cabeça da igreja.
Na sua oração intercessora, ( em João. 17, Jesus pediu ao pai que todos cressem Nele fossem um da mesma forma que Ele e o pai são um. Assim , o nosso testemunho de união convenceria o mundo de que Jesus veio salvar as pessoas, porque não nos compartamos como o mundo se comporta.

A união é uma forma que o reino de Deus funciona.
Em Efésios 4.4-6, Paulo fala que há um só corpo ( Igreja), um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, e um só Deus e pai. São elementos do reino de Deus que funciona em união.

Ela é um dos principais resultados do processo de maturidade.
Segundo Efésios. 4. 11- 16 ( a unidade da fé). O crente que quer dividir, em vez de unir, não é crente maduro.

A união é alcançada pela operação do Espírito Santo em nosso meio.
Em atos. 15 a igreja enfrentou sua primeira divisão, mas a liderança buscou a direção do Espírito, um acordo foi alcançado e a união da igreja foi preservada porque “na verdade, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós ( v. 28 )

A união é mantida quando procuramos guardar a unidade do Espírito pelo vinculo da paz .
Esta unidade já foi dada pelo Espírito, mas temos que fazer nossa parte andando com toda a humildade, mansidão, longanimidade e suportando uns aos outro em amor. ( efésios. 4. 1-3).

É através da união que a igreja consegue crescer e se fortalecer.
Quase 120 irmãos estavam reunidos no mesmo lugar, isto fortaleceu não apenas as doutrinas dos apóstolos, como também sua fé, eram vistos sinais, prodígios e maravilhas, devemos ser cooperadores, somos membros do corpo de cristo, esta realidade é demonstrada quando nascemos de novo. ( At 2.1,42 – 47; 1co. 12.12 – 27)
A união traz um sabor de alegria e realização aos irmãos que estão unidos.
O Salmo 133 demonstra, de forma bem clara, que a mesma alegria que o sacerdote sentia quando era ungido para assumir o seu cargo é o que os irmão unidos sentem.

Fonte de pesquisa. EETAD. Escola de Educação teológica.
Pr. Marcelo Farias
Coordenador Adj. Área Leste. 83. 3331-5744 e 8858-2047
Aconselhamento e palestrante na Area da Familia

Ezequiel 37 |


1VEIO sobre mim a mão do Senhor, e ele me fez sair no Espírito do Senhor, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos.
2
E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos.
3
E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor Deus, tu o sabes.
4
Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.
5
Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis.
6
E porei nervos sobre vós e farei crescer carne sobre vós, e sobre vós estenderei pele, e porei em vós o espírito, e vivereis, e sabereis que eu sou o Senhor.
7
Então profetizei como se me deu ordem. E houve um ruído, enquanto eu profetizava; e eis que se fez um rebuliço, e os ossos se achegaram, cada osso ao seu osso.
8
E olhei, e eis que vieram nervos sobre eles, e cresceu a carne, e estendeu-se a pele sobre eles por cima; mas não havia neles espírito.
9
E ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao espírito: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam.
10
E profetizei como ele me deu ordem; então o espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo.
11
Então me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; nós mesmos estamos cortados.
12
Portanto profetiza, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel.
13
E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu.
14
E porei em vós o meu espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor.
15
E outra vez veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
16
Tu, pois, ó filho do homem, toma um pedaço de madeira, e escreve nele: Por Judá e pelos filhos de Israel, seus companheiros. E toma outro pedaço de madeira, e escreve nele: Por José, vara de Efraim, e por toda a casa de Israel, seus companheiros.
17
E ajunta um ao outro, para que se unam, e se tornem uma só vara na tua mão.
18
E quando te falarem os filhos do teu povo, dizendo: Porventura não nos declararás o que significam estas coisas?
19
Tu lhes dirás: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu tomarei a vara de José que esteve na mão de Efraim, e a das tribos de Israel, suas companheiras, e as ajuntarei à vara de Judá, e farei delas uma só vara, e elas se farão uma só na minha mão.
20
E as varas, sobre que houve- res escrito, estarão na tua mão, perante os olhos deles.
21
Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra.
22
E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles, e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos.
23
E nunca mais se contaminarão com os seus ídolos, nem com as suas abominações, nem com as suas transgressões, e os livrarei de todas as suas habitações, em que pecaram, e os purificarei. Assim eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus.
24
E meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor; e andarão nos meus juízos e guardarão os meus estatutos, e os observarão.
25
E habitarão na terra que dei a meu servo Jacó, em que habitaram vossos pais; e habitarão nela, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre, e Davi, meu servo, será seu príncipe eternamente.
26
E farei com eles uma aliança de paz; e será uma aliança perpétua. E os estabelecerei, e os multiplicarei, e porei o meu santuário no meio deles para sempre.
27
E o meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
28
E os gentios saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles para sempre.

Um mundo em Ruinas

-”Não dá mais para entender a família como fruto do casamento entre homens e mulheres”, diz diretora de assuntos jurídicos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) de São Paulo, ao tratar sobre financiamento para casais homossexuais
-A brutalidade na China contra seus cidadãos continua, mas o mundo ignora, pois está de olho nos eventos olímpicos. Há intensa perseguição contra religiosos e todos os demais que lutam em prol da liberdade. Vale a pena acompanhar tal competição, onde nos bastidores sabe-se que a crueldade avança ? »
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Pornografia, Infanticídio, Pedofilia, Prostituição, Homossexualismo e Aborto: os frutos da sociedade pós-moderna.
Escrito por redação do Holofote em 11 Agosto, 2008
“De maneira que o anormal virou normal e o normal virou o anormal. De maneira que tudo o que importa ser, ter ou fazer é relativo”.
Vivemos sob a égide de uma sociedade, onde os valores – sejam eles, individuais ou sociais – cada vez mais, trazem em si o resultado da deturpação moral pela qual a humanidade tem passado nas últimas décadas.
Temos vivido uma completa inversão de valores, de tal modo que não sabemos mais quais as balizas que o comportamento humano deve ou precisa ter num contexto social.
Não temos mais modelos ou padrões. Tudo é relativizado, como se o ser relativo fosse a panacéia do viver em sociedade. Não temos mais referenciais. Não sabemos mais distinguir entre o certo e o errado, entre o belo e o feio, entre a verdade e a mentira, entre o falso e o verdadeiro, entre o honesto e o desonesto, entre o bem e o mal, entre o corrupto e o incorruptível.
E pior que tudo isso: tentar estabelecer um padrão de comportamento, onde balizas, como essas, sejam bem fincadas – como fizeram nossos bisavós, avós e, alguns, pais (digo alguns, porque muitos, já impregnados pelos valores da pós-modernidade, esqueceram o bom caminho em que andaram e a boa prática das primeiras obras) – é ser um ser humano “démodé”, “oldfashioned”, retrógrado, ultrapassado, preconceituoso (como se queira denominar).
Porque, como dizem os que assim pensam, agem e falam: “tudo é relativo”, “tudo depende do ponto de vista”, “o que para você é certo, para mim pode não ser”, como se o ser humano, individualmente, fosse a medida de todas as coisas.
E, aliás, foi, exatamente, porque o ser humano se colocou como a medida de todas as coisas que chegamos ao atual estágio social: a pós-modernidade.
Não queremos avançar no tema, porque vamos fazê-lo a partir da próxima semana, numa nova série de artigos para este veículo de comunicação. Mas, preliminarmente, já podemos dizer que: se vivemos essa crise de valores, essa crise de paradigmas, onde o relativismo cultural nos esmaga, onde o egocentrismo é a mola mestra e propulsora das nossas ações individuais e sociais, onde importa viver a vida, tão-somente, como ser individual, onde o que vale é apenas o prazer pelo prazer – o hedonismo – é porque o ser humano fincou as suas balizas no lugar errado, qual seja: em si mesmo.
O homem não é, em si mesmo, a medida de todas as coisas. Esse tem sido o grande erro da humanidade. E os frutos dessa visão equivocada da existência do ser humano, enquanto ser individual e social estão aí nas esquinas, nas cidades, nas televisões, nas instituições, onde quer que exista um agrupamento de pessoas.
Da força do ser humano, nasceu a sua fraqueza. O “em si mesmo” tornou o ser humano um “dependente”, um ser sem expectativa, sem ideal, sem propósito eterno, porque o que vale é o “carpe diem” e a satisfação diária dos “meus interesses pessoais”, custe o que custar.
E quando eu satisfaço os interesses que estão no meu coração eu vou em busca de outros interesses. E assim a vida passa, sem propósito existencial nenhum. A sociedade pós-moderna enlaçou o ser humano na sua própria fraqueza, no seu próprio egoísmo, no seu próprio hedonismo.
E o resultado de tudo isso é a deturpação moral em que vivemos, a letargia social na qual nos encontramos e o individualismo exacerbado que cultivamos e ensinamos aos nossos filhos.
Mais ainda: como conseqüência desse agravo moral e dessa falta de balizas, de modelos, de padrões de conduta, desse relativismo comportamental, de modo que não conseguimos mais identificar o que é o bem e o que é o mal, o que temos é o aumento indiscriminado das mazelas do comportamento humano.
Felizmente, há, AINDA, os que não se renderam aos valores pagãos da pós-modernidade. Mais, especificamente, em algumas instituições e organizações sociais percebemos que, ainda, existem homens e mulheres preocupados com o futuro da humanidade, o bem-estar social e o bom comportamento humano.
Pensamos que é fulcrados nisso que as igrejas evangélicas e católicas em Sergipe têm se unido num movimento histórico em defesa dos valores da vida e da família, contra toda essa sorte de mazelas comportamentais que a mídia brasileira insiste em patrocinar diuturnamente (é só pensarmos nos exemplos da Rede Globo – e os seus “7 pecados capitais”, ou suas “duas caras” e da Rede Record que, em comerciais, incentiva o aborto), como sendo práticas normais e que edificam as pessoas.
Desse modo, estará sendo lançada em 26 de outubro, das 14 às 17 horas, no plenário da Assembléia Legislativa do Estado de Sergipe, a Jornada Nacional em defesa da Vida e da Família.
Tal Jornada é uma iniciativa da Frente Parlamentar Evangélica, composta por 44 Deputados Federais e 2 Senadores da República Federativa do Brasil, e percorrerá as capitais do Brasil, insurgindo-se contra os Projetos de Lei que tramitam no Congresso Nacional e que vão de encontro aos valores basilares da Vida e da Família.
Os temas abordados nessa Jornada nacional são, exatamente, alguns dos principais frutos comportamentais da sociedade pós-moderna, quais sejam: a pornografia, o infanticídio, a pedofilia, a prostituição, o homossexualismo e o aborto.
Os preletores do evento serão: - PORNOGRAFIA: Profº Cláudio Rufino - Líder da Campanha Nacional de Combate a Pornografia, escritor com mais de 10 obras publicadas na área, Pr. da Assembléia de Deus do Rio de Janeiro - INFANTICÍDIO: Professora e Lingüística Márcia Suzuki, presidenta do Movimento ATINI - Voz Pela Vida, palestrante internacional do tema, (já esteve inclusive na ONU falando sobre o assunto), é também missionária da JOCUM (www.vozpelavida.blogspot.com) - HOMOSSEXUALISMO - Júlio Severo - Pesquisador e escritor, autor do livro “O Movimento Homossexual” (Editora Betânia) e de diversos artigos em sites, jornais e revistas do mundo inteiro. (www.juliosevero.blogspot.com) - PEDOFILIA - Dra. Rozangela Justino - psicóloga, pesquisadora e escritora com especialização em psicodrama e presidente da ABRACEH - Associação de Apoio ao Ser Humano e a Família (www.abraceh.org.br) - ABORTO - Dr. Paulo Fernando - Advogado e escritor, líder da Associação Nacional Pró-Vida e Pró - Família no Brasil, movimento ligado à Igreja Católica(www.providafamilia.org.br) - PROSTITUIÇÃO: Henrique Afonso - Deputado Federal, professor Universitário de filosofia e Pastor Presbiteriano no Estado do Acre.
A participação de Evangélicos e Católicos no debate de questões sérias como essas é de suma e vital importância para o futuro da nossa sociedade e nos demonstra que, felizmente, a letargia social em que estamos imersos ainda não atingiu a todos.
Tentando contribuir nesse sentido é que, da nossa parte, a partir da próxima semana, vamos tentar desconstruir os ideais e valores que fundamentam a chamada pós-modernidade, a era da cultura humana e social na qual estamos imersos.
Fonte: VINACC (em 2007)

Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Deus está morto, uma 'realidade' irreal

Autor: Robson T. FernandesEm Paris, uma determinada pessoa escreveu, num muro, a seguinte expressão: "Deus está morto! assinado: Nietzsche". Outra pessoa, respondeu, no mesmo muro: "Nietzsche está morto! assinado: Deus".As implicações contidas nessa expressão, que pode se caracterizar como uma de duplo sentido, vão além do simples fato, se é que pode se chamar de simples, de mostrar que Deus não existe - uma tentativa secular almejada pelos ateus.Suas implicações trazem complicações sociais graves, e acima disso, trazem complicações de âmbito pessoal e existencial.Lembremo-nos da frase escrita pelo filósofo bíblico, Salomão, em Provérbios no capítulo 9 e versículo 10: "O temor do Senhor é o princípio da Sabedoria".Em certa ocasião Dostoievski falou: "se Deus está morto, tudo é permitido".Podemos, entretanto, matar a Deus em nossas consciências, porque na verdade, quem decide conscientemente satisfazer seus desejos pecaminosos possui, no seu interior, o mais árduo desejo de matar a Deus, se assim o fosse possível. Como sabemos dessa impossibilidade, resolvem matá-Lo em seus corações.Isso pode ser, facilmente, constatado pela sociedade atual, que perdeu o senso de pecado.A sociedade russa, realidade contemporânea mais próxima de nós, é um exemplo mais do que claro dessa realidade. Há muito difundiram um humanismo secular, raiz do ateísmo, e hoje colhem os frutos da árvore que plantaram. Há muito venderam uma imagem irreal para o ocidente, contudo, a máscara caiu. Há muito defenderam uma ideologia, que foi absorvida por algumas sociedades, e penetrou no coração de alguns indivíduos, trazendo-lhes nada mais que a frustração.Ao procedermos a uma análise social global, chegaremos a conclusão, irredutível, de que as sociedades mais organizadas e melhor estruturadas, são aquelas que possuem um Deus presente, respeitado e, acima de tudo, verdadeiro.Ao desejarmos realizar uma reforma social, para a construção de um mundo melhor, seja ele, pessoal, político e social, devemos, ao que propõe a Filosofia, iniciar uma reforma pela consciência humana.A afirmação de Nietzsche torna-se paradoxal, pois, se Deus morreu é porque esteve vivo, e sendo eterno não pode morrer.Por outro lado, tal afirmação foi feita por um homem que aos 45 anos de idade viera a sofrer de insanidade mental. Sua insanidade, entretanto, pode ser aproveitada se atentarmos para o que Deus representou na sociedade européia e o que a mesma o estava tornando, no final do século XIX. Deus estava morrendo no coração da sociedade.Com toda a controvérsia criada, percebemos, então, que não foi Nietzsche que disse tal frase, mas um louco. Entretanto, o louco não fez uma afirmação filosófica, mas um discurso de ficção.A afirmação constitui-se do raciocínio de que nós conseguimos matar a Deus. Na verdade nos fazemos, dessa maneira, semideuses. A isso, Nietsche chama de grande façanha, contudo, uma façanha grande demais para nós, supostos assassinos.Nietzsche chega a firmar: "Não deveríamos nós mesmos tornarmo-nos deuses simplesmente para parecermos dignos dela?"Ao proceder dessa forma, esse é o primeiro passo para que alguém chegue a se tornar um super-homem.A sociedade tem cometido o erro de racionalizar o sobrenatural, e pensar que não se encontram respostas para as argumentações freqüentes.Ao ser atacado pelos ferozes inimigos, atrozes assassinos, Garcia Moreno (ex-presidente do Equador) gritou: "Deus não morre!".Robson Tavares Fernandes - membros da Igreja Cristã de Nova Vida. É bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional). Pesquisador da VINACC na área de Apologética, professor do Curso de Teologia da Igreja Batista da Palmeira, CBA (Curso Básico de Apologética) e ITESMI (Instituto Teológico Superior de Missões), palestrante do Encontro para a Consciência Cristã, Simpósio Criacionista da Paraíba, Seminário Criacionista da Alagoas; além de ministrar palestras em igrejas, escolas e universidades.
Contato:cristovira@bol.com.brrtf75@bol.com.br
Via VINNAC http://www.conscienciacrista.org.br
Postado por Jairo Costa às 5:48:00 PM

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

E QUANDO O AMOR ACABA?

Há algum tempo fui procurado por uma mulher que estava disposta a deixar seu marido. Seu agumento foi simples, claro e decisivo: “Não há mais amor”. De fato, temos que admitir que quando a relação chega nesses termos a convivência fica mesmo difícil, uma vez que o que deve dar legitimidade à relação conjugal deve ser, de fato, o amor. Sei que há muitos motivos que podem levar o amor a sucumbir no coração de um homem ou uma mulher pelo seu cônjuge. Motivos que podem até mesmo (sejamos justos!) justificar isso. Entretanto, há algo que vale refletir, em se tratando desse assunto.Primeiro, precisamos fazer uma distinção clara a respeito da diferença entre amor e paixão. Alguns confundem paixão com amor, e quando a paixão se acaba acham que o amor também morreu. A paixão é um sentimento inicial que surge avassaladora e involuntariamente. O coração do apaixonado pulsa mais forte apenas pela lembrança da pessoa que é alvo dessa paixão. O apaixonado pode ficar sem dormir, perder a fome e ter estímulos que seriam impensáveis em outras situações. Porém, a paixão não é um sentimento confiável, uma vez que se fundamenta no que não é real. Para o apaixonado, o outro não tem defeitos. E quando os tem, são desconsiderados. O apaixonado só é capaz de visualizar as virtudes, de forma que as falhas não são percebidas. Outro elemento também, é que ela, a paixão, tem prazo de validade. E esse prazo tem vida curta, uma vez que não pode resistir a uma convivência profunda e ao conhecimento honesnto do outro. É como “fogo de palha”, que da mesma forma que vem, também se vai. Apresenta-se de forma avassaladora, mas quando submetido à prova da vida e da convivência logo se esvai. O fato é que ela, a paixão, é que leva ao casamento. Todo casamento, em condições normais, começa na paixão. Entretento, com o casamento é criado o ambiente necessário para o surgimento do amor, pois agora haverá convivência, comunicação de vida, conhecimento honesto e verdadeiro do outro. Agora o coração não pulsará mais tão forte, nem se perderá o sono ou a fome. O sentimento é de estabilidade emocional. O fogo da paixão encontrou-se com seu fim. Por conta disso, muitos acham que não amam mais. Mas, o que houve foi que a paixão começou a dar lugar ao amor. Ou pelo menos à possibilidade de o amor nascer de fato. O que ocorre de verdade é isso: “a paixão leva ao casamento, e o casamento leva ao amor”. O fim da paixão não determina o fim do amor, mas a possibilidade do seu início.Outro aspecto importante que devemos refletir é que, mesmo que o amor de alguém por seu cônjuge venha de fato morrer (e, creia, isso é possível!), ainda assim isso pode ser revertido, pois o amor tem poder de auto-regeneração. Mas para isso, é necessário vontade e trabalho. Diferentemente da paixão, que nasce involuntariamente, o amor é voluntário. Ele exige o querer. Para que ele cresça é necessário a disposição da vontade. Enquanto a paixão só vê as virtudes, o amor considera os defeitos e decide, voluntariamente, “aceitar apesar de”. O amor não é ilusório, agindo como se não houvesse defeitos. Antes, é realista, pois vê claramente as falhas, mas consegue sobrepujá-las e aceitar o outro mesmo assim. Alguns desistem de amar porque perceberam defeitos que antes lhes eram ocultos. Mas isso é lógico. A paixão oculta os defeitos. É agora que o amor terá condições de prevalecer, pois amar a perfeição não define mérito. Então, mesmo que o amor tenha se acabado, ele pode renascer, pois se houver vontade ele pode se regenerar. Ele tem poder para isso. Faz parte de sua essência, pois vem de Deus, e tudo o que é de Deus tem poder de renascer. Já percebeu que mesmo nos desertos podem rebentar mananciais? Já percebeu que mesmo em meio a pedregais pode brotar uma flor? Já percebeu que a vida pode brotar forte e viçosa nos lugares mais impróprios? Pois é, o amor também é assim. Se você quiser ele pode renascer.E, por fim, é importante dizer que Deus trabalha em favor daquele que o busca, mesmo quando a vontade se acaba. Isso porque, como acabei de falar, para que o amor renasça é necessário a vontade. Entretanto, devemos ser realistas ao entender que normalmente quando o amor se acaba, acaba-se também a vontade de que ele renasça. Certa vez alguém me falou: “O amor se acabou. Agora, mesmo que eu possa voltar a amar não quero mais”. Quanto a isto, quero dizer algo. Tenho que admitir que há casos em que, de fato, se justifica o amor se acabar. Não podemos ser insensíveis ao ponto de não compreendermos determinadas circunstâncias e situações. Há casos em que infelizmente temos que compreender a decisão de não se amar mais. Entretanto, também preciso dizer que em linhas gerais o propósito de Deus é a restauração do amor. E mesmo em situações graves o amor pode e deve prevalecer. Assim, a vida se enche de significado, pois se percebe vitoriosa e se restaurando em nome do amor. Deus fez assim conosco. Devemos repartir isso com o outro, principalmente o cônjuge. O fato é que o compromisso de quem se propôs ma dividir a vida com alguém é com o casamento. Quem se casa tem um compromisso vital com o casamento. Portanto, deve lutar por ele, mesmo nos momentos em que ele estiver esmorecendo. E Deus quer ajudar-nos nisso. Portanto, se seu amor se acabou e você não tem disposição nem mesmo de querer, peça a Deus e Ele vai trabalhar no seu querer. É desejo dEle a retauração do amor.Dito isto, concluo que o fim do amor não precisa determinar o fim da vida conjugal. Se você quiser o amor poderá renascer ainda mais forte e vigoroso do que antes por mais áspero e ressequido que seja o terreno, pois o amor é de Deus, e o que é de Deus jamais se aniquila. Se você quiser, isso poderá acontecer. Mas se você não quer mais, dobre os seus Por: Pr. Jease Costajoelhos e peça a Deus e Ele vai restaurar o seu querer, e o amor vai prevalecer, e a vida vai se renovar, e no deserto do seu coração vai rebentar um manancial de vida.
Por: Pr. Jease Costa

37 COISAS QUE VOCÊ DEVE DIZER AO SEU CÔNJUGE

Casamento feliz é um porto seguro onde podemos relaxar e nos recuperar das tensões do dia-a-dia. Precisamos ouvir coisas positivas de nosso companheiro ou companheira. Da mesma forma que eu reuni alguns amigos para relacionarem uma lista do que NÃO se deve dizer ao cônjuge, eles também sugeriram o que gostariam de ouvir.
Belo trabalho!
Você é maravilhoso(a).
O que você fez foi muito bom.
Você está deslumbrante hoje.
Eu não me completo sem você.
Você está em primeiro lugar na minha vida, antes dos filhos, da carreira, dos amigos, de tudo.
Estou feliz por ter-me casado com você.
Você é o(a) meu (minha) melhor amigo(a).
Se tivesse de começar tudo de novo, eu me casaria com você.
Como quis ter você ao meu lado hoje!
Senti sua falta hoje.
Não consegui parar de pensar em você hoje.
É bom acordar a seu lado.
Você sempre será o meu amor.
Adoro ver o brilho em seus olhos quando você sorri.
Como sempre, você está com uma ótima aparência hoje.
Eu confio em você.
Eu sempre posso contar com você.
Você faz com que eu me sinta bem.
Estou muito orgulhoso(a) por ter-me casado com você.
Sinto muito.
O erro foi meu.
Do que você gosta?
Em que você está pensando?
Quero ouvir com atenção.
Você é muito especial.
Não posso imaginar viver sem você.
Eu gostaria de ser um(a) companheiro(a) melhor.
O que posso fazer para ajudar você?
Ore por mim.
Estou orando por você hoje.
Eu aprecio cada momento que passamos juntos.
Obrigado(a) por me amar.
Obrigado(a) por me aceitar.
Obrigado(a) por ser meu (minha) companheiro(a).
Você torna meus dias mais brilhantes.

AMOR NO CASAMENTO


AMOR NO CASAMENTO
Por: Gilson Bifano
Uma das histórias mais dramáticas de vida conjugal registrada na Bíblia é, sem dúvida, a de Oséias e Gomer.Gomer, como registra a Bíblia, foi infiel ao profeta e se prostituiu, chegando ao ponto de se tornar escrava (Os 3.2).Quando leio a história desse casamento, a expressão que mais me chama a atenção está registrada em Oséias 3.1, onde Deus diz o seguinte ao profeta traído: “Vá, trate novamente com amor sua mulher, apesar de ela ser amada por outro e ser adúltera. Ame-a como o Senhor ama os israelitas”. Amar é uma decisão que Deus deseja que tomemos todos os dias.Foi por isso que Deus ordenou a Oséias amar sua esposa. Se queremos construir um casamento que funcione é preciso que entendamos que o amor é um sentimento, fruto de uma decisão que tomamos, diariamente. Amar é um verbo de ação que devemos conjugar todos os dias. Todos os dias, ao acordar, devemos olhar para nossa esposa ou para nosso esposo e dizer: “Hoje vou amar essa mulher, esse homem, a despeito de qualquer coisa, pois essa é a vontade de Deus para minha vida conjugal”.Por que o amor entre muitos casais termina? Porque os cônjuges, ou um deles, decidiram deixar de amar.O parâmetro do amor que o marido deve ter para com sua esposa é o de Cristo em relação à Igreja.O padrão do amor que o esposo deve cultivar para com sua esposa não é o que vemos nos filmes ou nos romances, mas o mesmo que Cristo demonstrou na cruz de calvário. Como é esse amor? É um amor que não mede esforço para satisfazer as necessidades da esposa. Cristo, para demonstrar seu amor para com a Igreja, se entregou integralmente por ela (Ef 5.25).Uma outra característica desse modelo é que se trata de um amor que nutre, que alimenta (Ef 5.29).Também se trata de um amor cuidadoso. Um marido que deseja se espelhar no amor de Cristo deve cuidar de sua esposa, não apenas no aspecto físico, mas emocional e espiritual.Embora Efésios 5.25-32 tenha sido escrito diretamente para os maridos, os princípios podem, perfeitamente, ser aplicados ao amor da esposa para com o marido.O amor deve ser demonstrado no dia a dia da vida conjugal.O apóstolo Paulo em 1Coríntios 13.4-7, descrevendo o amor, alerta que ele é paciente. Você tem sido paciente em relação ao cônjuge? O amor é bondoso. Você, marido, tem procurado fazer coisas boas para sua esposa? O amor não inveja. Você, esposa, tem estado feliz com as conquistas de seu marido em alguma área de sua vida? O amor não se orgulha. Marido, você tem sido humilde em reconhecer seus erros e tem pedido perdão por suas falhas? O amor não maltrata. Você tem maltratado seu cônjuge com alguma palavra rude, com atitudes grosseiras? O amor não se ira facilmente, não guarda rancor. Podemos, como marido e mulher, ter nossas rusgas, mas não podemos deixar que a ira se aninhe em nosso coração e nasça o ódio. O amor tudo suporta. Para viver num casamento que funciona é preciso que sejamos tolerantes com as manias ou com as teimosias do nosso cônjuge. Todos nós temos nossas manias e esquisitices. Para viver bem no casamento é preciso minimizar essas coisas e maximizar as virtudes do outro.
AMOR NO CASAMENTO
Por: Gilson Bifano
Uma das histórias mais dramáticas de vida conjugal registrada na Bíblia é, sem dúvida, a de Oséias e Gomer.Gomer, como registra a Bíblia, foi infiel ao profeta e se prostituiu, chegando ao ponto de se tornar escrava (Os 3.2).Quando leio a história desse casamento, a expressão que mais me chama a atenção está registrada em Oséias 3.1, onde Deus diz o seguinte ao profeta traído: “Vá, trate novamente com amor sua mulher, apesar de ela ser amada por outro e ser adúltera. Ame-a como o Senhor ama os israelitas”. Amar é uma decisão que Deus deseja que tomemos todos os dias.Foi por isso que Deus ordenou a Oséias amar sua esposa. Se queremos construir um casamento que funcione é preciso que entendamos que o amor é um sentimento, fruto de uma decisão que tomamos, diariamente. Amar é um verbo de ação que devemos conjugar todos os dias. Todos os dias, ao acordar, devemos olhar para nossa esposa ou para nosso esposo e dizer: “Hoje vou amar essa mulher, esse homem, a despeito de qualquer coisa, pois essa é a vontade de Deus para minha vida conjugal”.Por que o amor entre muitos casais termina? Porque os cônjuges, ou um deles, decidiram deixar de amar.O parâmetro do amor que o marido deve ter para com sua esposa é o de Cristo em relação à Igreja.O padrão do amor que o esposo deve cultivar para com sua esposa não é o que vemos nos filmes ou nos romances, mas o mesmo que Cristo demonstrou na cruz de calvário. Como é esse amor? É um amor que não mede esforço para satisfazer as necessidades da esposa. Cristo, para demonstrar seu amor para com a Igreja, se entregou integralmente por ela (Ef 5.25).Uma outra característica desse modelo é que se trata de um amor que nutre, que alimenta (Ef 5.29).Também se trata de um amor cuidadoso. Um marido que deseja se espelhar no amor de Cristo deve cuidar de sua esposa, não apenas no aspecto físico, mas emocional e espiritual.Embora Efésios 5.25-32 tenha sido escrito diretamente para os maridos, os princípios podem, perfeitamente, ser aplicados ao amor da esposa para com o marido.O amor deve ser demonstrado no dia a dia da vida conjugal.O apóstolo Paulo em 1Coríntios 13.4-7, descrevendo o amor, alerta que ele é paciente. Você tem sido paciente em relação ao cônjuge? O amor é bondoso. Você, marido, tem procurado fazer coisas boas para sua esposa? O amor não inveja. Você, esposa, tem estado feliz com as conquistas de seu marido em alguma área de sua vida? O amor não se orgulha. Marido, você tem sido humilde em reconhecer seus erros e tem pedido perdão por suas falhas? O amor não maltrata. Você tem maltratado seu cônjuge com alguma palavra rude, com atitudes grosseiras? O amor não se ira facilmente, não guarda rancor. Podemos, como marido e mulher, ter nossas rusgas, mas não podemos deixar que a ira se aninhe em nosso coração e nasça o ódio. O amor tudo suporta. Para viver num casamento que funciona é preciso que sejamos tolerantes com as manias ou com as teimosias do nosso cônjuge. Todos nós temos nossas manias e esquisitices. Para viver bem no casamento é preciso minimizar essas coisas e maximizar as virtudes do outro.

Como a terra será destruída?

Bíblia fala de novos céus e nova terra: "Como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer..." (Isaias 66.22); "Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça" (2 Pedro 3.13); "Então vi um novo céu e uma nova terra, pois já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe" (Apocalipse 21.1) "Faço novas todas as coisas" (Apocalipse 21.5). Logo, céu e terra passarão. A Bíblia ensina haver três céus: o primeiro, significando a atmosfera que circunda a Terra (Oséias 2.18); o segundo, o céu das estrelas (Gênesis 1.14-18); e o terceiro, também chamado Paraíso, é a habitação de Deus e de todos os salvos (Filipenses 1.23). O "FOGO" será o principal elemento a ser usado por Deus no derramamento de seus juízos sobre a Terra e na destruição de corpos celestes. Vejamos: "Os céus e a terra se guardam para o fogo" (2 Pedro 3.7) "Os céus em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão" (2 Pedro 3.12) "O Senhor virá em fogo, e os seus carros como um torvelinho, para tornar a sua ira em furor, e a sua repreensão em chamas de fogo. Porque com fogo e com a sua espada entrará o Senhor em juízo com toda carne, e os mortos do Senhor serão multiplicados" (Isaias 66.15-16). "Diante dEle um fogo consome, atrás dEle uma chama abrasa "(Joel 2.3). Leia: Hebreus 10.26-27; Joel 2.30; Apocalipse 20.9; 2 Tessalonicenses 1.6-8; Lucas 17.29-30 Que Deus nos abençoeRenovado

Quanto vale um louvor?

A indignação que estou sentindo neste momento, me leva a escrever este texto. Quanto vale um louvor? Esta pergunta tem muitas respostas e argumentos, mas será que realmente é necessário cobrar uma quantia exorbitante para louvar o nosso Deus. Esta semana liguei para determinado empresário, para saber quanto custaria para que determinado Ministério comparecesse a um evento que será realizado por nossa Igreja, e fiquei espantado, indignado – poderia usar muitas outras expressões – e irritado com o absurdo que ouvi. Ele teve a coragem de falar que o Ministério está “bombando”, uma expressão maravilhosa para quem se propõe a representar um Ministério de Louvor que tem um trabalho tão abençoado por Deus, e mandou a seguinte frase: “fica em R$ 5.000,00 todo o grupo, técnicos e transporte”. Isso mesmo – vou escrever por extenso para que vocês não duvidem – cinco mil reais. Quando comecei este texto, afirmei que a pergunta que dá nome a este, tem muitas respostas e argumentos, até entendo que aquele Ministério, estudou, se dedicou para chegar a um nível quase perfeito, mas estamos falando de louvar o nome do Senhor. Ou será que eles estão achando que vamos fazer um grande show, com milhares de pessoas, e que cada vez mais eles vão ficar conhecidos e famosos, e dar cada vez autógrafos? Será essa a intenção? Não vou ser hipócrita de dizer que gostaríamos que nosso evento tivesse uma grande quantidade de pessoas, e que estas mesmas pessoas ficassem felizes com a presença de um Ministério tão abençoado, se convertessem, ou então voltassem para os pés do Senhor, já que este é lugar de onde nunca deveriam ter saído, e que com isso pudéssemos arrecadar uma boa quantia para aplicarmos na obra da casa de Deus e em nosso projetos sociais, sim gostaria. Mas aquele que se dedica a louvar o nome do Senhor, não tem que colocar um empresário para cuidar de sua “carreira”, mas sim alguém que entenda as circunstâncias espirituais e materiais de determinados convites. Dessa forma agiria com sensatez e assim cresceria espiritualmente, sendo assim estariam ajudando aqueles que, por muitas vezes, só não conseguem atingir mais vidas por não terem esse tipo de ajuda. Aproveitando quero dizer que o empresário em questão ainda faz uma promoção, isso mesmo, leve dois e pague o segundo com desconto. Vou explicar, é que um levita – para não usar a expressão cantor – empresariado por ele, vai lançar seu Cd um mês antes do nosso evento, então para aproveitar a carona do Ministério que seria contratado, nós pagaríamos a passagem dele mais R$ 1.000,00, a título de despesa (“cachê”). É uma pena vermos que o nome do Senhor está sendo usado para promover eventos, cantores (levitas), bandas (ministérios) e até igrejas, como vemos por aí - lembrando que haverá no Maracanã o evento Show da Fé -.Desde de quando a fé faz show? O máximo que podemos dizer é que sermos cheio do Espírito Santo é “show”, e que Deus dá “show” no inimigo. O nome do Senhor é algo maravilhoso, apenas soletrar o nome dele é algo que devemos fazer com respeito, admiração, amor, e muitos outros sentimentos que traduzam a Paz que Ele nos dá. Os Ministérios e os Levitas da casa do Senhor, podem cobrar o quanto quiserem para se apresentar, mas soaria melhor, mesmo que cobrando as quantias absurdas que cobram, se falassem que estão cobrando uma oferta de R$ 5.000,00. Paro por aqui, pois já falei sobre o que acho de tal atitude. Agora fico aguardando a opinião daqueles que fazem e daqueles que vão aos shows. Deus abençoeLuiz Otavio Medeiros

Quando o pastor tropeça

Por que muitos fiéis se decepcionam com a vida cristã, quando pastores se envolvem em escândalos? O pastor Charles, que batizou os filhos da Dona Lúcia, sempre serviu de referência como um pregador fiel da Palavra de Deus. Ele era visto como um homem calmo, leal a sua esposa e guardião da moral cristã em sua comunidade. Dona Lúcia não perdia um culto ministrado por Charles. Ela tinha certeza da unção que regia o pastor. Afinal, um homem que pregava daquela maneira tão inspirada, só poderia mesmo ter um relacionamento íntimo e fiel com Deus. No entanto, o inesperado aconteceu. O pastor Charles foi flagrado em adultério, num motel barato de uma cidade vizinha. Quando ficou sabendo do ocorrido, Dona Lúcia não pôde acreditar na notícia. Sua decepção foi enorme. Não conseguia mais confiar em líderes cristãos como antigamente. Seu amor esfriou e, movida pelos comentários críticos de amigos e familiares não-cristãos, acabou se afastando da Igreja. O relato acima é fictício, mas não é nada do que já não tenha acontecido com vários pastores e fiéis do Brasil e de vários outros países. A edição deste mês da revista norte-americana Chistianity Today mostra na reportagem “Devastated by an Affair” (Devastado por um caso) o impacto devastador sobre os membros de uma igreja, quando um líder evangélico comete algum pecado, principalmente relacionado a vida sexual.De acordo com o editor Joe Maxwell, responsável pela pesquisa jornalística, o escândalo sexual é o tipo de tropeço menos tolerado pela Igreja. Ele revela que os membros chegam a ser mais tolerantes com erros relacionados a roubos, fraudes, entre outros. Não que estes também não sejam capazes de destruir a confiança dos fiéis, mas nenhum tem o poder de devastação semelhante a do adultério.O jornalista descreve que, depois do choque inicial e o sentimento de traição, vários problemas emocionais foram relatados na vida dos fiéis, tais como:Raiva e depressão em relação a maioria das igrejas;Desconfiança de outros pastores;Simpatia ou antipatia irracional pelo pastor afastado;Questionamento pessoal da fé cristã ou da fé que move a Igreja;Dificuldade de se relacionar com o novo pastor eleito;Desentendimento com outros líderes da igreja.É um estado emocional em que todo tipo de confiança foi quebrado. Nils Friberg – professor de psicologia da Universidade de Bethel e pastor da igreja Batista em New Brigthon, Minnesota – diz que há uma supervalorização dos pastores por parte dos membros. “Em suas preleções, o pastor guarda uma posição que leva os membros a um estado espiritual mais elevado e, quando acontece um evento escandaloso, tudo parece que não era real. Apenas uma mentira, um convencimento por palavras”, explica.Além disso, Nils Friberg explica que, quando o escândalo vem à tona, há um sentimento de que Deus está distante. “O pensamento que ocorre é o de desapontamento até mesmo com Deus. Porque os relatos mostram que a impressão que fica nesses eventos é a de que Deus estava ausente no momento em que o pastor caiu. Então, na constante batalha do bem contra o mal, parece que o mal saiu vitorioso”, analisa.O que diz a Palavra de DeusEsta forte ligação está no fato de que o pastor lida com a vida intima dos membros da igreja. Entre os depoimentos apurados pela Chistianity Today estão frases do tipo “foi este homem que batizou meus filhos”; “este pastor ministrou um culto no enterro da minha mãe”; “foi ele quem deu conselhos para o meu casamento”.É importante ressaltar quais orientações podem ser encontradas na bíblia. Em primeiro lugar, é importante lembrar do que o Senhor revelou em Jeremias 17.5. “Assim diz o Senhor: maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!”. Outra observação importante é que devemos ser imitadores somente de Cristo. I Coríntios 4.16. “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores”;Efésios 5.1. “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados”;Filipenses 3.17. “Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”.Até a proxima irmãosBruno Barreira
Quando Deus encontra em um coração verdadeira adoração, tem prazer em mover sua mão. Alegra-lhe mudar circunstâncias, curar, manifestar seu poder, romper cadeias, abrir portas que estão fechadas. A adoração que muda a vida e flui, é aquela que é fruto de um coração onde o Senhor esta entronizada.E uma adoração que muda a gente triste. Eu era um drogado que perambulava pelas ruas de Porto Alegre, meu único prazer eram as drogas e a música triste. Tornei-me um hippie, e andava cada vez mais triste e arruinado. Quando o Senhor veio a minha vida e fez seu trono em meu coração, transformou o Asaph triste em um Asaph alegre. A adoração em nossa vida muda a tristeza em alegria, nos faz gente feliz. A palavra do Senhor no Salmo 16 diz: "Em sua presença há plenitude de gozo".A adoração transforma as pessoas em prisão em pessoas livres. Deus quer adoradores livres em sua presença, não somente para cantar e levantar as mãos no santuário, ou dançar na presença do Senhor, mas, sim para viver com intrepidez a vida de Cristo. A vida de adoração nos leva a viver com liberdade a vida de Jesus em uma sociedade perdida. Quando a presença do Senhor é palpável em nossos corações não podemos ficar calados, temos que proclamar, temos que falar, temos que viver, temos que pregar a toda criatura.Quando vivemos uma vida de adoração na presença de Deus, vamos ver como a Palavra de Deus se cumpre em nossa vida. Quando as pessoas nos vêem viver uma vida de adoração em meio as crises, políticas, financeiras, seguramente se perguntarão o que acontece conosco. Que existe em nossa vida. E vão querer o mesmo. Vão ansiar esta vida.Esta vida irmãos não é algo somente para nós, sim para todo o corpo de Cristo. Cada um de nós é chamado a viver uma vida verdadeira de adoração na presença do Senhor como filhos amados, comprometidos com seu reino, com sua Palavra e com sua verdade."Vem a hora e a hora já chegou: estamos vivendo à disposição desta hora.Oremos: Senhor, eu quero viver uma vida constantemente na tua presença, ter em meus lábios teu louvor e um novo cântico, gerado pelo teu Espírito Santo em meu coração. Quero que teu espírito renove minha mente, que muitas vezes esta conformada com o mundo, e influenciada pelas coisas do mundo. Transforma-me pela renovação da minha mente para ter um culto genuíno e verdadeiro na tua presença, culto racional, de lábios que confessam teu nome. Ensina-nos a viver a verdadeira adoração na tua presença. Amém. Deus abençoeAsaph Borba

Você sabia que...? (Levitas)

Levi foi o terceiro filho de Jacó. Lia, sua mãe lhe colocou esse nome porque achava que com o terceiro filho Jacó se aproximaria dela. Os descendentes de Levi foram tomados por Deus em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel para servirem no Tabernáculo e depois no templo. Nm. 3:6, 9,12.Hoje levitas para alguns são as pessoas que estão no louvor. Para outros são as que estão ligadas à arte e para outros são todas as que se envolvem no trabalho da igreja. O Levita foi constituído para estar próximo a Deus. Para oferecer-se ao Senhor o tempo todo.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

AMOR E LIBERDADE

AMOR E LIBERDADE

Por: Psic. Alexandra Guerra Castanheira

“A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe”. (Pv. 29.15 – NVI)“Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entrevistaram 6417 jovens de 10 a 20 anos para descobrir como anda o consumo de álcool entre eles. Concluíram que 20% dos meninos e 15% das meninas, entre 10 e 12 anos, haviam ingerido álcool nos últimos 30 dias. Entre 13 e 15 anos o percentual aumentou: 43% dos garotos e 40% das meninas tinham consumido bebidas alcoólicas. Quatro em cada dez adolescentes começam a beber antes dos 15 anos.”A primeira pergunta que fiz ao ler essa estatística foi: - Por quê?Por que tantas crianças estão se entregando compulsivamente à comida, às drogas, ao álcool, ao sexo?Será a liberdade excessiva dada pelos pais?Tanto a super-proteção, como à liberdade em excesso causam grandes prejuízos para o ser humano. E como é fácil cairmos em extremos!Crianças precisam de amor e liberdade na dosagem certa para que possam crescer com estabilidade mental e emocional.Fomos ensinados que, se amamos alguém, devemos tentar prendê–lo, protegê–lo de tudo e de todos, como se pudéssemos ser Deus e controlar alguma coisa. Na tentativa de resguardar, dominamos e sufocamos a semente do autogoverno na infância.“A sociedade estimula nossa dependência psicológica de muitas pessoas a partir dos pais. E a autonomia também começa exatamente dos pais. Por isso, tantos choques na adolescência dos filhos, seres dependentes, ensaiando os primeiros passos na escolha da própria vida e os pais insistindo em mantê–los crianças controladas e escravas dos desejos paternos. Naquelas famílias onde o valor da autonomia é bastante considerado e onde se sabe da sua importância para o sucesso e felicidade do filho, o movimento no sentido da liberdade é bem visto e não significa confronto com a autoridade de ninguém. Nessas famílias, o espaço de cada pessoa é respeitado, toleram-se as diferenças e há privacidade. Os pais reconhecem que a partir de determinada idade os filhos devem lutar pelos seus interesses e devem criar um mundo social de amizades e atividades fora de casa, não significando com isso, abandono. Nas famílias autoritárias, ao contrário, o valor da liberdade é substituído pela proteção, pelo apego (ciúme) e pela obediência. Os pais tomam como ofensa pessoal o filho desejar ir a uma festa com os colegas ao invés de ficar numa reunião familiar. Todos são obrigados a partilhar o tempo todo e toda privacidade é malvista.” (Antonio Roberto – parte do artigo publicado no Jornal Estado de Minas, em 17/08/2003).Alguns pensam que dar liberdade é deixar a criança entregue a si mesma. “Deixe o menino fazer o que ele quer!”, “Não discipline, não corrija; a criança pode ficar traumatizada!” Mas a Bíblia nos manda ensinar, corrigir. “Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo.” (Pv. 13.24 – NVI. Veja também Provérbio 10.13; 22.15;23.14;26.3;29.15) Isso quer dizer colocar limites, pois só assim poderemos ser realmente livres. Reconhecer nossos limites nos possibilita viver a liberdade em relação ao outro.Corrigir não é espancar. Esse é um dos abusos que as crianças sofrem. O mau uso do poder, como todo excesso, só traz prejuízos. Quando isso acontece, a correção é feita sem amor, ou na hora errada, para descarregar a raiva. Isso não é disciplinar. Disciplinar é “conversar sobre; perder o direito de...”. É fundamental que haja compreensão por parte da criança, da razão da disciplina, para que ela possa mudar seu comportamento. O medo, as críticas, a coerção geram mais problemas. Muitas vezes mudamos nossa atitude devido ao medo e à culpa tão usados na educação, infelizmente. No entanto, não mudamos nossa mente, nossos valores. Então, aquelas antigas atitudes tendem a voltar, nos deixando frustrados e tristes. A “psicologia de fundo de quintal”, como é conhecida pelos mineiros, é um exemplo do uso do medo e da culpa na tentativa de educar. Quem nunca ouviu a mãe dizer: Menino, se você pular da janela vai virar ladrão”, “Se você falar mentiras seu nariz vai crescer”. “O bicho-papão vai te pegar”. Seria muito mais eficaz explicar à criança a consequência de tais atos. Se uma boa conversa não resolver, a própria criança descobrirá os efeitos de suas ações, à medida que for crescendo. Em último caso, usamos a vara, com amor, calma, longe de expectadores e no lugar apropriado – no “bumbum”. Detalhe: se não doer mais naquele que está corrigindo,é porque há algo de errado. Pois, de acordo com a Bíblia, toda disciplina, no momento, dói em ambas as partes.“Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hb 12.11 – NVI).Equilibrar amor e liberdade é fundamental. Mas como conseguir isso? Tenha ânimo e esforce – se, seja forte e corajoso, porém com a direção do Senhor. O esforço humano se dissipa sem a orientação de Deus. “Senão for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.” (Sl. 127.1 - NVI).Filhos são como flechas. Flecha talvez não seja uma figura de linguagem atualizada, mas todos nós sabemos do que se trata. Provavelmente já vimos uma em algum filme, e sabemos bem para que serve: Para ser lançada em direção ao alvo. “Os filhos são heranças do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles!” (Sl. 127.3-5 – NVI).Nossos filhos não são propriedade nossa, não nos pertencem! São da vida! Deus os colocou em nossa aljava para que os preparemos para serem lançados em direção ao alvo. Este é o objetivo: lançá–los... e não, prendê–los. Pois, para que serve uma flecha, senão para ser lançada?Crianças são como sementes, que devem ser lançadas ao solo para produzir. A semente, se guardada, não germina. A semente lançada germina e reproduz: a dez, cinqüenta e a cem por um; dependendo do solo. Crianças são flechas. Você é o guerreiro. Prepare suas flechas, com amor e liberdade, para serem lançadas ao alvo.************Alexandra Guerra CastanheiraFormada em teologia pelo ICN e graduada em pedagogia pela UFMG. Autora do livro “Infância: O Melhor Tempo Para Semear” da Editora Betânia. Trabalha atualmente na gestão do Colégio Cristão VER, escola da Missão V.E.R. Ministra palestras e desde 1996 trabalha com a formação de pais, líderes e educadores no Brasil e nos USA. É pastora na Comunidade Batista


Por: Psic. Alexandra Guerra Castanheira
“A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe”. (Pv. 29.15 – NVI)“Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entrevistaram 6417 jovens de 10 a 20 anos para descobrir como anda o consumo de álcool entre eles. Concluíram que 20% dos meninos e 15% das meninas, entre 10 e 12 anos, haviam ingerido álcool nos últimos 30 dias. Entre 13 e 15 anos o percentual aumentou: 43% dos garotos e 40% das meninas tinham consumido bebidas alcoólicas. Quatro em cada dez adolescentes começam a beber antes dos 15 anos.”A primeira pergunta que fiz ao ler essa estatística foi: - Por quê?Por que tantas crianças estão se entregando compulsivamente à comida, às drogas, ao álcool, ao sexo?Será a liberdade excessiva dada pelos pais?Tanto a super-proteção, como à liberdade em excesso causam grandes prejuízos para o ser humano. E como é fácil cairmos em extremos!Crianças precisam de amor e liberdade na dosagem certa para que possam crescer com estabilidade mental e emocional.Fomos ensinados que, se amamos alguém, devemos tentar prendê–lo, protegê–lo de tudo e de todos, como se pudéssemos ser Deus e controlar alguma coisa. Na tentativa de resguardar, dominamos e sufocamos a semente do autogoverno na infância.“A sociedade estimula nossa dependência psicológica de muitas pessoas a partir dos pais. E a autonomia também começa exatamente dos pais. Por isso, tantos choques na adolescência dos filhos, seres dependentes, ensaiando os primeiros passos na escolha da própria vida e os pais insistindo em mantê–los crianças controladas e escravas dos desejos paternos. Naquelas famílias onde o valor da autonomia é bastante considerado e onde se sabe da sua importância para o sucesso e felicidade do filho, o movimento no sentido da liberdade é bem visto e não significa confronto com a autoridade de ninguém. Nessas famílias, o espaço de cada pessoa é respeitado, toleram-se as diferenças e há privacidade. Os pais reconhecem que a partir de determinada idade os filhos devem lutar pelos seus interesses e devem criar um mundo social de amizades e atividades fora de casa, não significando com isso, abandono. Nas famílias autoritárias, ao contrário, o valor da liberdade é substituído pela proteção, pelo apego (ciúme) e pela obediência. Os pais tomam como ofensa pessoal o filho desejar ir a uma festa com os colegas ao invés de ficar numa reunião familiar. Todos são obrigados a partilhar o tempo todo e toda privacidade é malvista.” (Antonio Roberto – parte do artigo publicado no Jornal Estado de Minas, em 17/08/2003).Alguns pensam que dar liberdade é deixar a criança entregue a si mesma. “Deixe o menino fazer o que ele quer!”, “Não discipline, não corrija; a criança pode ficar traumatizada!” Mas a Bíblia nos manda ensinar, corrigir. “Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo.” (Pv. 13.24 – NVI. Veja também Provérbio 10.13; 22.15;23.14;26.3;29.15) Isso quer dizer colocar limites, pois só assim poderemos ser realmente livres. Reconhecer nossos limites nos possibilita viver a liberdade em relação ao outro.Corrigir não é espancar. Esse é um dos abusos que as crianças sofrem. O mau uso do poder, como todo excesso, só traz prejuízos. Quando isso acontece, a correção é feita sem amor, ou na hora errada, para descarregar a raiva. Isso não é disciplinar. Disciplinar é “conversar sobre; perder o direito de...”. É fundamental que haja compreensão por parte da criança, da razão da disciplina, para que ela possa mudar seu comportamento. O medo, as críticas, a coerção geram mais problemas. Muitas vezes mudamos nossa atitude devido ao medo e à culpa tão usados na educação, infelizmente. No entanto, não mudamos nossa mente, nossos valores. Então, aquelas antigas atitudes tendem a voltar, nos deixando frustrados e tristes. A “psicologia de fundo de quintal”, como é conhecida pelos mineiros, é um exemplo do uso do medo e da culpa na tentativa de educar. Quem nunca ouviu a mãe dizer: Menino, se você pular da janela vai virar ladrão”, “Se você falar mentiras seu nariz vai crescer”. “O bicho-papão vai te pegar”. Seria muito mais eficaz explicar à criança a consequência de tais atos. Se uma boa conversa não resolver, a própria criança descobrirá os efeitos de suas ações, à medida que for crescendo. Em último caso, usamos a vara, com amor, calma, longe de expectadores e no lugar apropriado – no “bumbum”. Detalhe: se não doer mais naquele que está corrigindo,é porque há algo de errado. Pois, de acordo com a Bíblia, toda disciplina, no momento, dói em ambas as partes.“Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados.” (Hb 12.11 – NVI).Equilibrar amor e liberdade é fundamental. Mas como conseguir isso? Tenha ânimo e esforce – se, seja forte e corajoso, porém com a direção do Senhor. O esforço humano se dissipa sem a orientação de Deus. “Senão for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.” (Sl. 127.1 - NVI).Filhos são como flechas. Flecha talvez não seja uma figura de linguagem atualizada, mas todos nós sabemos do que se trata. Provavelmente já vimos uma em algum filme, e sabemos bem para que serve: Para ser lançada em direção ao alvo. “Os filhos são heranças do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles!” (Sl. 127.3-5 – NVI).Nossos filhos não são propriedade nossa, não nos pertencem! São da vida! Deus os colocou em nossa aljava para que os preparemos para serem lançados em direção ao alvo. Este é o objetivo: lançá–los... e não, prendê–los. Pois, para que serve uma flecha, senão para ser lançada?Crianças são como sementes, que devem ser lançadas ao solo para produzir. A semente, se guardada, não germina. A semente lançada germina e reproduz: a dez, cinqüenta e a cem por um; dependendo do solo. Crianças são flechas. Você é o guerreiro. Prepare suas flechas, com amor e liberdade, para serem lançadas ao alvo.************Alexandra Guerra CastanheiraFormada em teologia pelo ICN e graduada em pedagogia pela UFMG. Autora do livro “Infância: O Melhor Tempo Para Semear” da Editora Betânia. Trabalha atualmente na gestão do Colégio Cristão VER, escola da Missão V.E.R. Ministra palestras e desde 1996 trabalha com a formação de pais, líderes e educadores no Brasil e nos USA. É pastora na Comunidade Batista