quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

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Pastores e seus devere


Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Atos 20.28
Nenhuma igreja poderá funcionar sem dirigentes para dela cuidar. Logo, conforme Atos 14.23, congregação local, cheia do Espírito, buscando a direção de Deus em oração e jejum, elegiam certos irmãos para o cargo de presbítero ou bispo de acordo com as qualificações espirituais estabelecidas pelo Espírito Santo em 1 Tm 3.1-7. Na realidade é o Espírito que constitui o dirigente da igreja. O discurso de Paulo diante dos presbíteros de Éfeso (20.17-35) é um trecho básico quanto a princípios bíblicos sobre o exercício do ministério de pastor de uma igreja local.
Propagando a fé
Um dos deveres principais do dirigente é alimentar as ovelhas mediante o ensino da Palavra de Deus. Ele deve ter sempre em mente que o rebanho que lhe foi entregue é a congregação de Deus, que ele comprou para si com o sangue precioso do seu Unigenito(cf. 20.26; 1 Co 6.20; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9).
Em 20.19-27, Paulo descreve de que maneira serviu como pastor da igreja em Éfeso; tornou patente toda a vontade de Deus, advertindo e ensinando fielmente os cristãos efésios (20.27). Daí, ele poder exclamar: estou limpo do sangue de todos (20.26). Os pastores de nossos dias também devem instruir suas igrejas em todo o desígnio de Deus. Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2) e nunca ministrar para agradar os ouvintes, dizendo apenas aquilo que estes desejam ouvir (2 Tm 4.3).
Guardando a fé
Além de alimentar o rebanho de Deus, o verdadeiro pastor deve diligentemente resguardá-lo de seus inimigos. Paulo sabe que no futuro Satanás levantará falsos mestres dentro da própria igreja, e, também, falsários vindos de fora, infiltrar-se-ão e atingirão o rebanho com doutrinas antibíblicas, conceitos mundanos e idéias pagãs e humanistas. Os ensinos e a influência destes dois tipos de elementos arruinarão a fé bíblica do povo e Deus. Paulo os chama de lobos cruéis, indicando que são fortes, difíceis de subjugar, insaciáveis e perigosos. Tais indivíduos desviarão as pessoas dos ensinos de Cristo e as atrairão a si mesmos e ao seu evangelho distorcido. O apelo veemente de Paulo (20.28-31) impõe uma solene obrigação sobre todos os obreiros da igreja, no sentido de defendê-la e opor-se aos que distorcem a revelação original e fundamental da fé, segundo o NT.
A igreja verdadeira consiste somente daqueles que, pela graça de Deus e pela comunhão do Espírito Santo, são fiéis ao Senhor Jesus Cristo e à Palavra de Deus. Por isso, é de grande importância na preservação da pureza da igreja de Deus que os seus pastores mantenham a disciplina corretiva com amor (Ef 4.15), e reprovem com firmeza (2 Tm 4.1-4; Tt 1.9-11) quem na igreja fale coisas perversas contrárias à Palavra de Deus e ao testemunho apostólico (20.30).
Líderes eclesiásticos, pastores de igrejas locais e dirigentes administrativos da obra devem lembrar-se de que o Senhor Jesus os têm como responsáveis pelo sangue de todos os que estão sob seus cuidados (20.26-17, cf. Ez 3.20,21). Se o dirigente deixar de ensinar e pôr em prática todo o conselho de Deus para a igreja (20.27), principalmente quanto à vigilância sobre o rebanho (20.28), não estará “limpo do sangue de todos”. Deus o terá por culpado do sangue dos que se perderem, por ter ele deixado de proteger o rebanho contra os falsificadores da Palavra.
É altamente importante que os responsáveis pela direção da igreja mantenham a ordem quanto a assuntos teológicos doutrinários e morais na mesma. A pureza da doutrina bíblica e de vida cristã deve ser zelosamente mantida nas faculdades evangélicas, institutos bíblicos, seminários, editoras e demais segmentos administrativos da igreja (2 Tm 1.13,14).
A questão principal aqui é nossa atitude para com as Escrituras divinamente inspiradas, que Paulo chama a “palavra da sua graça” (20.32). Falsos mestres, pastores e líderes tentarão enfraquecer a autoridade da Bíblia através de seus ensinos corrompidos e princípios antibíblicos. Ao rejeitarem a autoridade absoluta da Palavra de Deus, negam que a Bíblia é verdadeira e fidedigna em tudo que ela ensina (20.28-31) (ver 1 Tm 4.1; 2 Tm 3.8). A bem da igreja de Deus, tais pessoas devem ser excluídas da comunhão (2 Jo 9-11).
A igreja que perde o zelo ardente do Espírito Santo pela sua pureza (20.18-35), que se recusa a formar posição firme em prol da verdade e que se omite em disciplinar os que minam a autoridade da Palavra de Deus, logo deixará de existir como igreja neotestamentária”.

Autores: Vários
Fonte: Bíblia de Estudo Pentecos,

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

QUE RESPONDAM OS PACIFISTAS


Você sabia que Israel se retirou da faixa de Gaza em 2005 esperando o fim das agressões e, em retribuição, o Hamas tomou aquele território e intensificou o ataque contra o sul de Israel?

Você sabia que, desde 2001, o Hamas já lançou mais de 6000 (seis mil) foguetes contra o sul de Israel? Foram 80 (oitenta) foguetes num só dia na semana passada.Tente viver num lugar onde chovem 80 foguetes num dia.

Você sabia que o único objetivo desse grupo pacifista chamado Hamas é matar o maior número de judeus e destruir Israel?Eles nunca moveram uma palha para tentar melhorar a vida dos habitantes de Gaza. Tudo que fizeram foi transformar o lugar em depósito de munição e base

de lançamento de foguetes contra civis israelenses.

Você sabia que os humanistas do Hamas estão atirando em qualquer um que demonstre apoio às tropas israelenses?

Você sabia que Israel, comprometendo o elemento surpresa tão caro em operações desse tipo, dá avisos aos civis de Gaza para que fujam das áreas que serão atacadas?

Você sabia que Israel oferece tratamento

médico aos palestinos feridos nos ataques? Que outro país acolhe em seus próprios hospitais os feridos em território inimigo?

Você sabia que o Hamas instala seus depósitos de armas DELIBERADAMENTE em escolas, apartamentos e mesquitas de Gaza para provocar o maior número possível de civis mortos?

Você sabia que os bravos combatentes do Hamas estão se escondendo em hospitais de Gaza?O Hamas usa seu próprio povo como escudo humano. Eles não hesitam em matar crianças e enfermos se isso tiver utilidade na guerra da propaganda. É assim que emocionam os idiotas úteis ao redor do mundo, esses tipos que passaram 8 anos cegos e surdos para o que acontecia ao sul de Israel e, da noite para odia, viraram pacifistas ferrenhos. Com seus apelos histéricos contra a famosa "reação desproporcional", esses demagogos apenas disfarçam a satisfação íntima de imaginar Israel em ruínas.


Sarah Behar I will rejoice in the Lord... He will make me walk on my high hills... Hb 3:18,19.


Eu fico constrangido ao ver centenas de homens e mulheres perdendo suas vidas, não sou a favor de guerra, pois as mesmas só trazem destruição e tristeza, por outro lado é inadimissivel usarem crianças, idosos e mulheres para alcançar objectivos sordidos, defendo qualquer cidadão dentro do principio de legitimidade em defender sua casa, património ou pátria, temos que defender com honra e se for preciso com a vida. Jesus deu o maior exemplo, quando com seu sangue defendeu a igreja para a presenta-la a Deus pura e sem macula. sou contra o sensacionalismo e a midia que tenta denegrir a imagem de quem quer que seja...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

POR QUE DEVO PERDOAR

Mt 18.23-35

“E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas” (Mc 11:25).
“Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4:32).
“Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também” (Cl 3:13).
“Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”(Rm 12:20,21).
“Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo” (Tg 2:13).
“E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás;...” (2 Co 2:10).
Philip Yancey em seu livro Maravilhosa Graça diz: “O perdão é a única alternativa que pode deter o ciclo da culpa e da dor, interrompendo a cadeia da ausência de graça.]
Quando me sinto ofendido, posso imaginar uma centena de motivos contra o perdão. Ele precisa aprender uma lição. Não que incentivar o comportamento irresponsável. Vou deixá-la em banho-maria por um tempo; vai-lhe fazer bem. Ela precisa aprender que suas atitudes têm conseqüências. Fui ofendido — não preciso dar o primeiro passo. Como posso perdoar se ele nem mesmo está arrependido? Eu controlo meus argumentos até que aconteça alguma coisa que derrube a fortaleza do orgulho dento de mim. Ai o milagre do perdão começa a ser processado.
A palavra ressentimento significa literalmente “sentir de novo”... Ressentimento pode significar: arrancar a casta de modo que a ferida nunca sara...
A história de um casamento que se desintegra por causa de um sabonete:
Era obrigação da mulher manter a casa em ordem, inclusive na responsabilidade da provisão de toalhas, papel higiênico e sabonete no banheiro. Um dia ela esqueceu de colocar o sabonete no banheiro, um esquecimento que o seu marido classificou exageradamente: “Estive tomando banho por quase uma semana sem sabonete”, e ela o negou com vigor. Embora fosse verdade que realmente tinha esquecido, o orgulho estava em jogo e ela não voltaria atrás. Durante os sete meses seguintes eles dormiram em quartos separados e comeram em silêncio. “Mesmo depois que ficaram idosos e plácidos”, escreve MARQUEZ, tinham muito cuidado em tocar no assunto, pois as feridas mal cicatrizadas poderiam começar a sangrar de novo como se tivessem sido infligidas ontem”. A pergunta é: Como pode um sabonete acabar com um casamento? Porque nenhum dos parceiros foi capaz de dizer: “Chega. Isto não pode continuar. Sinto muito. Perdoe-me”.
Françóis Mauriac, conta em seu trabalho “Ninho de Víboras” uma história de um velho homem que passa as ultimas décadas de seu casamento dormindo no corredor. Uma brecha se abrira há trinta anos porque o marido não havia demonstrado bastante preocupação quando a filha de cinco anos de idade ficou doente. Agora, nem o marido nem a mulher queriam dar o primeiro passo. Todas as noites ele espera que ela se aproxime, mas ela não aparece. Todas as noites ela fica acordada esperando que ele se aproxime, e ele não aparece. Nenhum dos dois vai interromper o ciclo que começou há vários anos. Nenhum dos dois se abrem para perdoar.
Em suas memórias de uma família realmente desarranjada, Mary KArr conta a história de um tio do Texas que continuou casado, mas não falava com a esposa há quarenta anos, desde um briga por causa do quanto ela gastava com o açúcar. Um dia ele pegou uma serra e dividiu sua casa exatamente no meio. Pregou tábuas nos lados cortados pela serra e empurrou uma das metades para trás de um bosque de pinheiros no mesmo terreno. São dois, marido e mulher, vivendo o resto de seus dias em casas separadas.
Um talento equivale a trinta e cinco quilos de ouro ou prata. Dez mil talentos equivalem a trezentos e cinqüenta mil quilos de ouro ou prata . (Uma divida impagável.) Todos os impostos da Judéia, Beréia, Sarnaria e Galiléia durante um ano eram de oitocentos talentos. Dez mil talentos representavam todos os impostos da nação por treze anos.
Somos confrontados por Deus, precisamos prestar contas da nossa vida a Ele. Somos pesados na balança justa de Deus.
A falta de perdão:
1. É sinal de ingratidão a Deus (v.32)
2. Desperta a ira de Deus (v.34)
3. Gera profunda tristeza às pessoas (v.31)
4. Aprisiona tanto o ofensor como o ofendido (vs. 3034)
5. Produz flagelo (v. 34) Quem não perdoa não tem paz. Quem não perdoa adoece.
6. Fecha as portas das misericórdias de Deus (v. 35) Quem não perdoa não recebe o perdão de Deus (Mt 6:14,15).
Assim:
• Não podemos carregar no coração o peso da mágoa.
• Não perdoar me aprisiona ao passado e exclui todo potencial de mudança. Assim, transfiro o controle ao outro, meu inimigo, e me condeno a sofrer as conseqüências do erro.
• A única coisa mais difícil do que o perdão é não perdoar.
• O perdão é a faxina do coração, é a cura das memórias amargas, é a amnésia do amor.
• Quem se fecha para o perdão, se fecha para a comunidade da fé.
• Quem não perdoa como Deus perdoa, se fecha para a vida de Deus.
• O perdão de Deus é: completo, final e constante.
• O perdão zera as contas do passado e restaura relacionamentos.
A parábola do Filho Pródigo nos ensinas pelo menos três lições sobre como deve ser o nosso perdão, e o padrão é o perdão do Pai. Primeiro: nos ensina que o perdão cancela o passado por mais horrendo que ele tenha sido. O Pai mandou tirar os trapos sujos de lama de seu filho e colocar nele um traje novo. Quando as pessoas olhassem para ele não veriam nenhum vestígio da sua miséria passada. Isso é perdão. Quem perdoa não fica revivendo as histórias passadas.
Segundo: com a parábola Jesus nos ensina que o perdão restaura a pessoa caída e lhe devolver a dignidade. O Pai mandou colocar um anel no dedo do filho. Ele não era escravo e sim filho. O filho queria ser apenas um escravo, mas o Pai restaurou-lhe a filiação, a dignidade. O Pai não apenas cancelou o seu passado, mas restaurou o seu presente. Isso é perdão...
Terceiro: a parábola nos ensina que o perdão abre as portas para a celebração da reconciliação. O Pai não apenas recebeu o filho de volta, mas festejou o seu retomo. No NT, a palavra grega mais comum para o perdão significa, literalmente, soltar, jogar para longe, libertar-se. O perdão oferece uma saída — É a oportunidade que se dá ao outro de começarem outra vez. Disse Solzhenitzyn, nós diferimos de todos os animais. Não é a nossa capacidade de pensar, mas a nossa capacidade de nos arrependermos e perdoar que nos toma diferentes. Só os seres humanos podem realizar esse ato antinatural, que transcende a implacável lei da natureza.
Pr. Josué Gonsalves

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Bons pais corrigem erros, pais brilhantes ensinam a pensar


Este hábito dos pais brilhantes contribui para desenvolver: consciência crítica, pensar antes de reagir, fidelidade, honestidade, capacidade de questionar, responsabilidade social.

Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os filhos a pensar. Entre corrigir erros e ensinar a pensar existem mais mistérios do que imagina nossa vã psicologia.
Não seja um perito em criticar comportamentos inadequados, seja um perito em fazer seus filhos refletirem. As velhas broncas e os conhecidos sermões definitivamente não funcionam, só desgastam a relação.
Quando você abre a boca para repetir as mesmas coisas, detona um gatilho inconsciente que abre determinados arquivos da memória que contêm as velhas críticas. Seus filhos já saberão tudo o que você vai dizer. Eles se armarão e se defenderão. Conseqüentemente, o que você disser não ecoará dentro deles, não gerará um momento educacional. Este processo é inconsciente.
Quando seu filho erra, ele já espera uma atitude sua. Se o que você diz não causa um impacto na sua emoção, o fenômeno RAM não produzirá um registro inteligente, e, conseqüentemente, não haverá crescimento, mas sofrimento. Não insista em repetir as mesmas coisas para os mesmos erros, para as mesmas teimosias.
Às vezes, insistimos anos a fio dizendo as mesmas coisas, e os jovens continuam repetindo as mesmas falhas. Eles são teimosos e nós, estúpidos. Educar não é repetir palavras, é criar idéias, é encantar. Os mesmos erros merecem novas atitudes.
Se nossos filhos fossem computadores, poderíamos repetir a mesma reação para corrigir o mesmo defeito. Mas eles possuem uma inteligência complexa. Diariamente, pelo menos quatro fenômenos lêem a memória e, em meio a bilhões de opções, produzem milhares de cadeias de pensamentos e inúmeras transformações da energia emocional. Não é objeto deste livro estudar os quatro fenômenos que lêem a memória; aqui apenas os citarei: o gatilho da memória, a janela da memória, o autofluxo e o "eu", que representa a vontade consciente.
A personalidade das crianças e dos jovens está em constante ebulição, porque nunca se interrompe a construção de pensamentos. É impossível parar de pensar, até a tentativa de interrupção do pensamento já é um pensamento. Nem ao dormir interrompemos os pensamentos, por isso sonhamos. Pensar é inevitável, mas pensar demais, como estudaremos, gera um desgaste violento de energia cerebral, prejudicando drasticamente a qualidade de vida.
Não seja um manual de regras
Os computadores são pobres engenhocas comparados à inteligência de qualquer criança, mesmo das crianças especiais. Mas insistimos em educar nossos filhos como se fossem aparelhos lógicos que precisam apenas seguir um manual de regras. Cada jovem é um mundo a ser explorado. Regras são boas para consertar computadores. Dizer "faça isso" ou "não faça aquilo", sem explicar as causas, sem estimular a arte de pensar, produz robôs e não jovens que pensam.
Creio que 99% das críticas e das correções dos pais são inúteis, não influenciam a personalidade dos jovens. Além de não educar, elas geram mais agressividade e distanciamento. O que fazer? Surpreendê-los!
Pais brilhantes conhecem o funcionamento da mente para educar melhor. Eles têm consciência de que precisam ganhar primeiro o território da emoção, para depois ganhar o anfiteatro dos pensamentos e, em último lugar, conquistar os solos conscientes e inconscientes da memória, que é a caixa de segredos da personalidade. Eles surpreendem a emoção com gestos ímpares. Deste modo, geram fantásticos momentos educacionais.
Os pais podem ler durante décadas minha teoria, as idéias de Piaget, a psicanálise de Freud, as inteligências múltiplas de Gardner, a filosofia de Platão, mas, se não conseguirem encantar, ensinar a pensar e conquistar o armazém da memória dos seus filhos, nenhum estudo terá aplicabilidade e validade.
Surpreender os filhos é dizer coisas que eles não esperam, reagir de modo diferente diante dos seus erros, superar as suas expectativas. Por exemplo: seu filho acabou de levantar a voz para você. O que fazer? Ele espera que você grite e o castigue! Mas, em vez disso, você inicialmente se cala, relaxa e depois diz algo que o deixa pasmo: "Eu não esperava que você me ofendesse desse jeito. Apesar da dor que você me causou, eu amo e respeito muito você." Após dizer essas palavras, o pai sai de cena e deixa o filho pensar. A resposta do pai abalará os alicerces de sua agressividade.
Se você quiser causar um impacto enorme no universo emocional e racional dos seus filhos, use de criatividade e sinceridade. Você conquistará os inconquistáveis. Se aplicar esses princípios no trabalho, tenha certeza de que você envolverá até os colegas mais complicados. Entretanto, não é apenas com um gesto que você garantirá a conquista, mas através de uma pauta de vida.
Se você educa a inteligência emocional dos seus filhos com elogios quando eles esperam uma bronca (Goleman, 1996), com um encorajamento quando eles esperam uma reação agressiva, com uma atitude afetuosa quando eles esperam um ataque de raiva, eles se encantarão e registrarão você com grandeza. Os pais se tornarão assim agentes de mudança.
Bons pais dizem aos filhos: "Você está errado." Pais bri­lhantes dizem: "O que você acha do seu comportamento?" Bons pais dizem: "Você falhou de novo." Pais brilhantes di­zem: "Pense antes de reagir." Bons pais punem quando os filhos fracassam; pais brilhantes os estimulam a fazer de cada lágrima uma oportunidade de crescimento.
Geração do hambúrguer emocional
A juventude sempre foi uma fase de rebeldia às convenções dos adultos. Mas a atual geração produziu um feito único na História: matou a arte de pensar e a capacidade de contestação da juventude. Os jovens raramente contestam o comportamento dos adultos. Por quê?
Porque eles amam o veneno que produzimos. Eles amam o sucesso rápido, o prazer imediato, os holofotes da mídia, ainda que vivam no anonimato. O excesso de estímulo gerou uma emoção flutuante, sem capacidade contemplativa. Até seus modelos de vida têm de ter um sucesso explosivo. Querem ser personagens como artistas ou esportistas que, do dia para a noite, conquistam fama e aplausos.
Os jovens vivem a geração do "hambúrguer emocional". Detestam a paciência. Não sabem contemplar o belo nas pequenas coisas da vida. Não lhes peça para admirarem as flores, os entardeceres, as conversas singelas. Para eles tudo é uma chatice. As críticas dos pais e dos professores são insuportáveis, raramente eles as ouvem com atenção.
Como ajudá-los? Saia do lugar-comum. Uma das coisas mais importantes na educação é levar um filho a admirar seu educador. Um pai pode ser um trabalhador braçal, mas, se encanta seu filho, será grande dentro dele. Um pai pode ser grande no meio empresarial, ter milhares de funcionários, mas, se não encantar seu filho, será pequeno em sua alma.
Seja um mestre da inteligência, ensine-os a pensar. Deixe-os fotografar a pessoa brilhante que você é. Será que este clamor encontrará um eco?
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Extraído do livro:
"Pais Brilhantes, professores fascinantes
Augusto Cury


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Descubra em que Fase você está em seu Casamento


Casamento tem suas fases. Segunda Maggie Scarf, existem basicamente cinco fases no casamento.

§ Fase do encantamento, quando esta enamorado do outro. É quando o casal se sente plenamente realizado e absolutamente preenchido pelo outro. Nesta fase o amor é cégo. Há uma nutrição constante do vínculo. A sensação é de completude e totalidade.

§ Fase do desencantamento, des-idealização. É a fase da confrontação das expectativas irreais do casamento. É quando começamos a ver as diferenças entre as imagens que construímos do outro e os seus lados sombrios no cotidiano. Na fase da conquista, da sedução, a gente só mostra o lado ensolarado de nossa personalidade. As sombras, as fraquezas, as feridas emocionais, os medos ficam escondidos. Mas sempre chega o momento em que as coisas que estavam debaixo do tapete aparecem à luz do dia. É nesta fase que muitas pessoas se desesperam na tentativa de mudar o outro, a fim de que ele corresponda à imagem idealizada. Você não aceita como ele é.Neste momento as pessoas são capazes de qualquer coisa: sufocam, oprimem, chantagiam, ameaçam, castigam-se mutuamente.

§ Fase do "crescei e multiplicai-vos", quando a mulher se dedica aos filhos pequenos e o homem está se afirmando profissionalmente, consolidando sua carreira. É a fase onde há o perigo de perder o parceiro de vista dentro do casamento. O homem mergulha no trabalho e a mulher é engolida pelo cuidado com a casa e as crianças e, muitas vezes, tembém com sua própria definição profissional. Essa tensão drena todas as energias do casal. É uma época onde os dois engavetam frustações, magoas e raivas do passado. Se o casal nesta fase, não buscar em Deus saída, com certeza o fim será o aprofundamento de emoções negativas que já estavam emergindo no fim da fase de encantamento. Sendo assim, o relacionamento pode estagnar, encalhar e virar uma prisão insuportável. Os momentos de desencantamento são muito dolorosos porque envolvem doses inevitáveis de frigidez emocional. Essa é a hora de buscar ajuda externa.

§ Fase do questionamento e redefinições. É a fase onde os parceiros questionam o vínculo, fazem um balanço da ligação. Aqui está a grande oportunidade de o casal se libertar dos ressentimentos e frustrações em relação ao conjuge. Para alcançar essas mudanças implica enfrentar um processo trabalhoso que pode, em compensação, dar lugar a vitória de Deus na relação, ternura, cuidado com o outro e à identificação. Quando não há esforço e interesse em mudar a situação, o resultado final é o divórcio emocional ou a convivência amarga em um casamento morto.

§ Fase de reintegração quando os filhos já estão adultos e o casal pode se redescobrir e se reaproximar. Quando os dois, marido e mulher, conscientes do que significa "casamento", conseguem superar as fases difíceis e seguir juntos, pode-se chegar a um momento de integração. Podemos dizer que os dois atingiram o equilíbrio entre a individualidade e a intimidade. Não existe mais disputa sobre o quanto é meu, quanto é seu e quanto é nosso, o que há é companheirismo, compromisso de amizade e comunhão.

É claro que as fase não são rígidas, com tempos definidos e sequências predeterminadas, com uma necessariamente seguindo a outra. Mas são momentos que todos os relacionamentos atravessam, com maior ou menor intensidade. Eu chamaria essas fase de estações, primavera, verão, outono e inverno.

A pior doença de Uma Pessoa


Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora dedicava-se a ensinar sua filosofia para os jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-ataca com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, aumentando sua fama de vencedor.
Todos os estudantes manifestaram-se contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendeu inclusive seus ancestrais.
Durante horas, fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: “Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?”
“Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?” – respondeu um dos discípulos.
“O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos” – disse o mestre – “Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo”.