quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes



O messias virou Herodes. Obama assina ordem presidencial para exportar aborto no mundo inteiro
A esquerda mundial está pulando de alegria. Os promotores do aborto receberam um presente importante e multimilionário. Obama assinou, apenas 3 dias depois de sua posse, uma ordem presidencial para permitir a exportação do aborto no mundo inteiro.
Nos procedimentos de aborto, que são permitidos nos EUA durante todos os nove meses de qualquer gravidez, bebês em gestação são dilacerados vivos por instrumentos cirúrgicos, esmagados ou até mesmo envenenados com soluções de sal, que lhes dão a agonia de sofrer lenta queimação até o último minuto de vida. Tortura nunca mais? Para os bebês em gestação, não. Não no governo obâmico, que já providenciou a exportação e financiamento dessa tortura aos inocentes do mundo inteiro.
No governo obâmico, compaixão só para terroristas
A esquerda, que tem horror da pena de morte para assassinos, porém adora-a para bebês em gestação, aprovou a decisão de Obama. Agora, terroristas estão a salvo de torturas em interrogatórios militares. Para que possam obter a mesma misericórdia de Obama, que agora acha que tem nas mãos o poder de decidir a vida e a morte, os bebês em gestação precisarão conquistar a classificação de terroristas. Sem isso, eles não terão chance.
Lula e todos aqueles que lutam pela aprovação do aborto no Brasil estão contentes. Afinal, o impacto internacional da decisão de Obama incluirá inevitavelmente o Brasil.
A decisão presidencial dele, que ordena a canalização e o financiamento de milhões de dólares do governo dos EUA para organizações envolvidas na promoção e realização de abortos, afetará diretamente o bolso dos trabalhadores americanos, que serão obrigados a sustentar esse investimento colossal no derramamento de sangue inocente. O mundo todo sofrerá as consequências, onde no nome da "liberdade de escolher" o governo socialista de Obama está impondo sua vontade pró-aborto, doa a quem doer.
Nem todo presidente americano tinha essa propensão de gastar dinheiro público no aborto. Ronald Reagan, que foi o primeiro presidente dos EUA a escrever um livro evangélico contra o aborto, instituiu a Política da Cidade do México, que proibia o governo americano de financiar o aborto nos outros países. No passado ele era do partido de Obama, abandonando-o por ver suas políticas como na contramão das necessidades das famílias. Ao contrário de Obama, que é famoso pelo apoio ao aborto, Reagan se tornou mais conhecido por defender publicamente os valores da família e por ser contra o aborto.
Apesar de ter sido assistida por cerca de 37,8 milhões de pessoas em 2009 — com a mídia americana e internacional espetacularmente aos seus pés —, a posse de Obama não é a maior de todos os tempos. Em audiência, a posse dele perdeu para a de Reagan, que — mesmo sem a messiânica cobertura midiática que Obama recebeu — atraiu cerca de 41,8 milhões de telespectadores em 1981.
Por que o público americano mostrou mais interesse em Reagan do que Obama? Se Obama parasse de apoiar o aborto, certamente ele receberia muito mais apoio do povo americano.
Em 16 de janeiro de 2009, 77 membros do Congresso dos EUA pediram a Obama que não revogasse a Política da Cidade do México. Os deputados Doug Lamborn e Joe Pitts disseram: "Nestes tempos econômicos difíceis, o povo americano não gostaria que financiássemos organizações que estão tentando exportar o aborto no mundo inteiro". Apesar da grave crise econômica e dos pedidos desses deputados, Obama assinou o financiamento multimilionário. Apesar de tantas necessidades mais urgentes da população mundial, ele deu preferência ao aborto.
Uma "mudança" antigaObama, que ganhou a eleição usando o lema da "Mudança", comprova que, sem Jesus, mudança é impossível. Há décadas o partido dele tem uma agenda obsessiva de aborto. Com a vitória de Obama, a única "mudança" é que o aborto agora será promovido de forma mais agressiva nos outros países.
Obama prossegue o legado de Bill Clinton, outro presidente que defendia o aborto. Como é que uma autoridade que defende o assassinato de inocentes pode ter uma vida íntegra? Não pode. Não é surpresa, pois, que o governo de Clinton tenha sido marcado por muitos escândalos, inclusive famosos casos sexuais de Clinton com várias mulheres.
Ele, que era considerado "campeão" na defesa do "direito de as mulheres interromperem a gravidez", foi acusado até de estupro. Ele tinha então suas razões para apoiar o aborto.
Contudo, não faltou uma voz para repreendê-lo.
Em 1994, com a idade avançada de 83 anos, Madre Teresa de Calcutá, convidada para uma reunião presidencial de oração, abriu a boca, enquanto pastores e outros líderes religiosos permaneceram em silêncio. Ela cobrou Clinton publicamente pelo pecado do aborto. É desnecessário dizer que ele nunca mais a convidou para tais reuniões de oração — onde o que predominava era a adulação. Mas o recado foi dado. Ninguém se lembra das mensagens e orações dos outros líderes cristãos, mas o testemunho dela ficou na história.
Os pastores convidados de Clinton evitavam repreendê-lo, para não atrapalhar uma sonhada conversão dele. Afinal, deve-se orar pelas autoridades. Assim, eles oravam suas orações — e ele nunca se converteu. Mas uma mulher humilde deixou seu testemunho e marca, que valeram mais do que as palavras suaves, bonitas e vazias de um exército de pastores.
Hoje, celebridades evangélicas sentam-se à mesa com Obama, para celebrar a vitória do primeiro presidente afro-americano. Mas celebrar um homem que segue a linhagem pró-aborto e pró-homossexualismo de Clinton? Celebrar o que?
A linhagem de AcabeObama também segue a linhagem do rei Acabe, que promovia a adoração ao deus Baal. Não que ele adore Baal, mas a adoração a esse deus envolvia o sacrifício de bebês recém-nascidos e a prostituição homossexual. Qualquer semelhança com o governo de Obama (ou com o governo de Lula) é mera coincidência?
Os novos reis Acabes, tanto nos EUA quanto no Brasil, querem a promoção mundial do sacrifício de bebês recém-nascidos e da prostituição homossexual. Eles falam de mudança, mas nada mudou, depois de milhares de anos desde o primeiro Acabe. A diferença é que o Brasil tem um Acabe pobre e os EUA têm um Acabe rico, que pode provocar prejuízos muito maiores às nações.
Em passado recente, os socialistas pregavam incessantemente contra o "imperialismo americano". Agora que o imperialismo pró-aborto de Acabe chegou, eles escolhem o silêncio. Acabe — isto é, "mudança" — chegou ao governo americano.
O mundo precisa de mudança. O mundo deseja mudança. Mas tudo o que o mundo consegue obter são Acabes, que prometem "liberdade de escolha", mas produzem sacrifício de bebês recém-nascidos e prostituição homossexual.
"Prometem liberdade, mas eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina". (2 Pedro 2:19)
Clinton é prova disso. No meu livro O Movimento Homossexual, publicado há dez anos pela Editora Betânia, eu denunciei Clinton e sua promoção do homossexualismo e aborto, pois as decisões dele afetavam não só os EUA, mas também o mundo, inclusive o Brasil.
Enquanto líderes evangélicos participantes das reuniões de oração de Clinton calavam, ele trabalhava em sua agenda de aborto e homossexualismo.
Enquanto líderes evangélicos celebram o primeiro presidente afro-americano, Obama trabalha em sua agenda de aborto e homossexualismo.
Com Clinton ou Obama, Madre Teresa não se calaria nem celebraria. Ela morreu em 1997, porém onde estão hoje os cristãos verdadeiros para — em vez de celebrarem ou calarem — chorarem diante de Deus e darem continuidade a corajosos testemunhos diante dos Acabes?
Ela fez a parte dela diante de Clinton. Façamos a nossa diante de Obama.
Fonte: www.juliosevero.com
*Texto adaptado


domingo, 22 de fevereiro de 2009

Ninguém precisa mentir para crescer na vida, diz pastor durante pregação no XI Encontro


O pastor e escritor Paulo Solonca disse, durante sua ministração no XI Encontro Para a Consciência Cristã, que “Ninguém precisa mentir para crescer na vida”. Ele baseou sua mensagem no texto de Jó 1:8, onde Deus dá testemunho de Jó, dizendo que “ninguém há na terra semelhante a ele (Jó), homem sincero e reto, temente a Deus e que se desvia do mal”.Ao falar sobre ética cristã, o pastor Paulo Solonca afirmou que o povo de Deus precisa ser íntegro e reto e, acima de tudo, temente ao Senhor. Segundo ele, a falta ética não compensa. - Meus irmãos, Deus está precisando de homens íntegros, retos e que temam a Ele -, avisou aquele pastor.Infelizmente, disse ele, o que está faltando é seriedade nos negócios feitos pelo povo de Deus. Muitos não pagam Imposto de Renda. Outros botam 20 reais de combustível no carro e pedem uma nota de 100 reais. Em seguida, o pastor Solonca afirmou:- Os íntegros permanecerão de pé. Por isso, aprendam a falar somente o que é verdadeiro, porque Jesus Cristo é a verdade. E nós somos filhos do Altíssimo – disse.Para o pastor Paulo Solonca existem muitos empresários que não pagam bem seus empregados, não declaram impostos nem cumprem integralmente suas responsabilidades como empregador. “Isso é falta de ética”, disse. E concluiu:- A igreja precisa voltar a acreditar no Deus que prega. Nós precisamos ser éticos sempre!Da Redação

A medida da maturidade espiritual é o amor, afirma pastor durante palestra na Consciência Cristã





A medida da maturidade espiritual é o amor, afirma pastor durante palestra na Consciência CristãDurante palestra proferida dentro do Encontro Para a Consciência Cristã, na tarde deste domingo (22), o pastor Washington Rangel – RJ, afirmou que “a medida da maturidade espiritual é o amor”. Ele falava sobre homossexualidade dentro do 1º Encontro de Pessoas que Vivenciaram a Homossexualidade, que atraiu um excelente público.
Ao falar de sua experiência com a homossexualidade, o pastor Washington Rangel disse que existem dois ingredientes de fundamental importância para a recuperação de uma pessoa que esteja convivendo com a homossexualidade. Que essa pessoa aceite viver em submissão ao Senhorio de Cristo e estar vinculado ao corpo de Cristo (igrejas, irmãos da comunidade). O resultado disso, segundo ele, é o crescimento que vem de Deus.
Após ouvir inúmeras indagações a respeito de comportamentos, de pessoas que têm trejeito, de pessoas que foram abusadas ou rejeitadas por conta de sua opção sexual, o pastor Washington Rangel esclareceu que uma pessoa pode até aparecer com trejeito, contudo isso não significar confirmar que ela seja homossexual. E deixou vários conselhos sábios para a igreja que pretende ajudar a homossexuais.
Ele afirmou que a igreja deve acolher os homossexuais e importar-se sinceramente com eles como pessoas que têm valor. Ser paciente e encorajar os homossexuais a buscar apoio num grupo de companheiros que lutam pelo desejo de seguir a Cristo. E, ao dirigir-se diretamente aos participantes da palestra, ele afirmou:- Sejam amigo, mesmo que você não disponha de um grupo de apoio. Não os trate como sendo somente homossexuais, mas seres humanos, como é a intenção de Deus. Faça-os ver que ser homossexuais não é tudo para eles -, exortou Washington.Ele ressaltou que “devemos mostrar aos homossexuais que há outras necessidades que somente Deus pode satisfazer por meio da sua comunidade”.Por último, o pastor Washington Rangel afirmou que os heterossexuais não precisam ter medo dos homossexuais.- A amizade faz mais do que tudo. Isso reforça nossa identidade e nos afirma como homens de verdade -, concluiu.
Da RedaçãoConferir as fotos do XI Encontro