quinta-feira, 16 de abril de 2009

EPIDEMIA DE DIVÓRCIOS




Uma epidemia se abateu sobre o Brasil nos últimos 23 anos. É a epidemia de divórcio.A taxa de divórcios no Brasil subiu 200% entre 1984 e 2007, segundo dados da pesquisa "Estatísticas do Registro Civil 2007", divulgada, no dia 4 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE). No período, o índice passou de 0,46 divórcio para cada grupo de mil habitantes para 1,49 divórcio por mil habitantes.
isso significa que para cada quatro casamentos acontece um divórcio.Estamos em plena epidemia de divórcio e não nos damos conta dos prejuízos para a família e para a sociedade de um modo geral.Estudos mostram que o divórcio traz impactos negativos sobre as pessoas diretamente envolvidas. Crianças de 5 a 8 anos geralmente demonstram uma tristeza pelo divórcio dos pais e freqüentemente experimentam um declínio do rendimento escolar, só para citar um prejuízo.
Adolescentes que vivenciem o divórcio dos pais são mais propensos a depressão, raiva intensa ou com comportamentos rebeldes e desorganizados.
O divórcio, já que a natureza, para muitos, é mais importante que a família, também causa prejuízo ao meio ambiente. Com o aumento de separações aumenta também no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água.Não existe, o que chamam de “ bom divórcio”.
Divórcio é sempre prejudicial para as pessoas, famílias e sociedade.
A igreja, como mordoma das coisas criadas por Deus, não pode se omitir frente a epidemia de divórcio.Que atitudes, então, a igreja deve adotar?Primeiro, deixar claro que o divórcio contraria o plano de Deus para a família. Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, autoridade máxima sobre nossa vida, temos que pregar sobre a indissolubilidade do casamento. Precisamos, como igreja, impregnar os crentes com princípios bíbli

Segundo, preparar as pessoas, que ainda não se casaram, para uma vida conjugal feliz, sem pensarem na possibilidade de divórcio. Muitos jovens crentes já estão se casando com a idéia de divórcio, quando o primeiro conflito surgir. Precisamos trabalhar mais com jovens preparando-os para o casamento. Isso sem mencionar um trabalho sério com noivos.Terceiro, precisamos ajudar os casais nos seus conflitos, especialmente nas áreas financeira, relacionamento com a família de origem e sexualidade.
Essas três áreas do casamento são mais sensíveis a problemas de relacionamento.
Como igreja, precisamos capacitar os casais resolverem os conflitos que cotidianamente aparecem na relação conjugal.Quarto, precisamos estar mais atentos ao aconselhamento preventivo. Se sabemos que o nascimento do primeiro filho causa um impacto na relação do casal, devemos nos antecipar na ajuda dos pais de primeira viagem. Muitos divórcios acontecem após o nascimento do primeiro filho.
Quinto, a igreja precisa trabalhar mais a idéia da prática da mentoria e do discipulado conjugal. Sexto, os advogados crentes, como membros do corpo de Cristo, devem exercer um papel mais cristão no exercício da profissão.Sétimo, a igreja deve se cercar e apoiar-se em profissionais da psicologia que realmente crêem que um casamento à beira do divórcio, pode ser recuperado.

Aconselhamento e terapia de casal são ações distintas. Muitas outras ações poderiam ser lembradas, mas se começarmos com as alistadas acima já estaremos cooperando com Deus na estabilidade e no fortalecimento da família.

terça-feira, 7 de abril de 2009

SE EU FOSSE VOCÊ

Se eu fosse você” é um filme simples, mas com um enredo muito interessante, que aborda de forma leve e descontraída temas que dizem respeito a realidade do dia-a-dia do casamento. Parabéns para o cinema brasileiro!O objetivo deste texto não é o de fazer uma análise crítica do filme, mas tomá-lo como ponto de partida para traçarmos algumas considerações quanto a dinâmica da vida a dois.Por que as pessoas se casam? As pessoas se casam por vários motivos. Em geral dizem que é por conta do amor. O amor é lindo! Mas quando observamos alguns que na época do namoro e noivado viviam como dois pombinhos e que depois, no casamento, vivem entre “tapas e beijos”, nos perguntamos: Que amor é esse? Misericórdia!Na época do namoro e do noivado o amor tende a anular as diferenças e realçar as semelhanças. É comum ouvirmos de alguns casais de noivos, pombinhos apaixonados, prontinhos e doidos para chegar a noite de núpcias, a expressão: “Nós nos completamos! Nascemos um para outro!” Que romântico!A idéia da complementaridade no casamento tem sua raiz no mito Aristofânico. Mito este que diz que no início homem e mulher formavam um único corpo com os membros duplicados, e com os rostos e as genitálias em posições opostas. A divisão surge em conseqüência de um castigo imposto por
Zeus que se sentiu ofendido ou ameaçado com a visita inesperada deste ser perfeito, mas muito esquisito. Assim, homem e mulher foram separados de uma união mais do que perfeita. Além de terem sido separados foram colocados em lugares distantes. Desta maneira estavam fadados a passar o resto da vida procurando um pelo outro. Que Deus é esse? Como dizem alguns crentes: “Tá amarrado!”.Mas não é assim que alguns entendem o casamento, como uma unidade de partes diferentes? Será que é isso mesmo? O que diz a Bíblia?O texto bíblico deixa claro que Deus criou o homem e depois a mulher – não se tratando, portanto, de uma divisão, mas de uma união. Deus criou a mulher e disse que ela seria ajudadora, “... como se fosse a sua outra metade.” (Gen. 2: 18 - NTLH).
Essa tradução nos remete ao mito aristofânico da complementaridade. Afinal de contas, o casamento é ou não é uma relação de complementaridade? Digo: não é!Aceitar a posição de complementaridade no casamento implica em aceitar o mito do casamento perfeito. Por outro lado, o entendimento da complementaridade no casamento legitima a argumentação daqueles que buscam o divórcio dizendo: “Não nos encaixamos!” Tal atitude é como devolver uma peça hidráulica, por exemplo, dizendo que ele não se encaixou na pia. Essa é uma visão utilitarista do casamento. Lamentavelmente esta tem sido a visão de alguns hoje, bem exemplificada na piada que diz: “sabe por que ele se separou da esposa? É que ele trocou uma de quarenta por duas de vinte!”.
A primeira mulher, Eva, foi formada a partir de uma porção que Deus tirou de um dos lados de Adão, na altura da costela. Depois que Deus formou Eva, com todos os contornos e curvas, Adão desperta do sono. Imagina a cena. Ele abre os olhos e leva um susto com o que vê. Esfrega os olhos como forma de certificar-se que não está dormindo e vê aquela mulher formosa, cheia de graça, na sua frente. Logo sente-se atraído por ela. O coração bate mais forte. Os hormônios agitam o seu corpo e ele faz a primeira declaração de amor que encontramos na Bíblia, dizendo: “... Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada.” (Gen. 2: 23).
Há quem diga que no caso de Adão era pegar ou largar. Ainda bem que ele pegou! Aqui estamos nós!Respeitando-se as devidas proporções podemos dizer que a história do encontro desse primeiro casal tem uma certa semelhança com a história de muitos encontros hoje. De repente os olhares se cruzam, surge uma atração que é mais do que física, o coração bate mais forte e a química acontece. Uma campainha toca lá dentro e a convicção e logo vem a confirmação: “é ele!”, “é ela!” “Achei minha princesa!”, “Encontrei o meu príncipe!” Logo os dois acabam se casando sob o manto imaginário do conto de fadas que diz: “e viveram felizes para sempre!”.Já dizia a minha avó que para conhecer uma pessoa só comendo um quilo de sal com ela. Quanto tempo um casal precisa para consumir um quilo de sal? Levando-se em consideração o fato de que no início do casamento são apenas duas pessoas para comer, e acrescentando a isso a dificuldade natural em acertar o tempero da comida, o que os levará a recorrer ao restaurante ou aos pratos semiprontos. Então acho coerente dizer que para gastar um quilo de sal o casal vai precisar de mais ou menos uns seis meses. Quantos casamentos terminam antes do primeiro ano?No casamento a rotina do dia-a-dia, o stress de trabalhar muito e ganhar pouco, o cuidado com os filhos, a divisão nada igual das tarefas da casa acabam colocando em xeque a tão propalada semelhança de antes. Esse é o momento em que as semelhanças cedem espaço para as diferenças. É quando o desencanto vai aos poucos quebrando o encanto, e o ambiente vai ficando pesado, repleto de queixas, ressentimentos, mágoas, discussões e acusações.
Mas tem que ser assim: sair de um extremo e ir para o outro? Sem dúvida que não!No livro “Os opostos se atraem”, John Drescher diz que: “Quase sem exceção as pessoas se casam com seus opostos em matéria de temperamento e estrutura psicológica”. Acrescenta, citando o Dr. Joseph Wheelright, que “as pessoas se casam com outras pessoas que jamais sonhariam ter como amigos.”. Drescher conclui que as diferenças psicológicas oferecem o sentimento de um pertencer ao outro, promove a união mais íntima, e mostra que precisamos do outro para sermos completos.
O problema é que o outro não nos completa. Imagina uma pessoa completa! O nosso entendimento sobre o casamento não é o da união de duas metades diferentes, mas o de uma construção diária. A construção do casamento não se dá tão somente pela semelhança, mas de uma forma muito especial pela dessemelhança constitutiva que há entre marido e mulher, dois sujeitos, duas pessoas com temperamentos diferentes, modos de ver diferentes, manias diferentes, reações diferentes frente aos problemas da vida.
No filme o autor pontua essas diferenças valendo-se da expressão “Os homens são de Marte, mulheres são de Vênus”, título do famoso livro de John Gray, um ex-monge, casado e fino observador do relacionamento humano.No texto “O par e o ímpar na conjugalidade”, Medeiros diz que: “Faz parte de uma certa temática dos casais o ‘formar um’. Este ‘formar um’, contrariamente ao que se possa pensar, não é desde uma complementaridade, no sentido das duas metades que se juntam, conforme o mito aristofânico. Esse ‘formar um’ coloca-se na direção da construção de um Um ...”.Casamento é isso, os dois trabalhando e investindo na construção de UM casamento.Construção difícil. Muito difícil! Mas não impossível. Dentre tantos recursos que temos para essa difícil tarefa de construirmos UM casamento a partir das diferenças citamos a fé em Deus.O salmista expressa isso quando diz: “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; ...” (Sl. 127: 1)
A fé em Deus é um recurso valioso para vários aspectos da vida, em especial para a construção de um casamento sob um terreno firme, que não cede frente as tempestades, que supera os ciclos e as fases que todo casamento comporta. A não aceitação da singularidade do casamento, a partir da diferença estrutural entre o homem e a mulher, somado as características pertinentes a cada um enquanto sujeitos, acaba promovendo a ação de desqualificação e anulação do outro. O casamento então passa a ser uma “Batalha de dois, num ringue de arroz”. Casamento não é isso!Entendo que a proposta do filme é a de mostrar a incoerência que há quando no casamento um tenta mudar o outro.
A maneira criativa que o autor encontrou para demonstrar isso foi através da inversão de papéis. No último diálogo do filme os protagonistas riem de tudo o que aconteceu com eles, da idiotice de um querer mudar o outro, e concluem: - “ Esse é um problema que nunca vai ser resolvido” - “É porque não é um problema que tenha solução. Porque na verdade não é nem mesmo um problema.” – Dizem juntos: “É a vida!”Então, como cantava o poeta Gonzaguinha: “Viver, e não ter a vergonha de ser feliz / Cantar e cantar e cantar / A beleza de ser um eterno aprendiz / Ah meu Deus eu sei, eu sei / Que a vida devia ser bem melhor e será / Mas isso não impede que eu repita / É bonita, é bonita e é bonita
Por: Pr. Ailton Desidério.

quinta-feira, 2 de abril de 2009









Amados irmãos! Graça e paz no nome de Jesus,
Deus abre portas aonde não há portas, esta é uma verdade que tenho vivido a cada dia desde que sai do interior da Paraíba atendendo ao chamado de Deus para me preparar para trabalhar como missionária entre mulheres muçulmanas.
Estou em São Paulo a 3 anos, neste tempo tive a oportunidade de fazer a faculdade de pedagogia, o seminário teológico e vários cursos na área de estética e agora em março darei inicio ao curso de inglês. Todo este preparo é necessário como estratégica para eu poder entrar em um país muçulmano, onde é proibida a pregação do evangelho.
Este mês de Fevereiro estive visitando o Paraná com a intenção de apresentar meu projeto a algumas igrejas para que estas possam fazer parceria com minha igreja e juntas possam me enviar ao campo.
Deus também me deu a oportunidade de pregar para um grupo de crianças em uma das igrejas, confesso que foi uma experiência gratificante, porque muitas se entregaram a Jesus.

Louvo a Deus por todo apoio em oração que vocês tem me dado e rogo que vocês sigam comigo neste processo com o objetivo de levar o evangelho aos confins da terra.
Motivos de Oração:
· Igrejas parceiras para o meu sustento;
· Pela agencia PMI, para uma possível parceria;
· Pelo meu aprendizado do Inglês;
· Pelos meus estudos na faculdade e no seminário;
· Por minha família que esta na Paraíba;
· Por força, animo e sabedoria.
Deus os abençoe,
Paula Cristiane.
Vamos apoiar essa jovem que esta apredendendo para ir ganhar almas em lugar hostil, simplismente por amor a Jesus. o que vc puder abençoala, Deus te recompensará em dobro.
Caixa economica Ag: 2928 - Op: 013 - Conta Poupanca: 7434-1

Eis o Cordeiro de Deus! Ele é a nossa Páscoa...







João Batista disse: “Eis O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”
Deus falou a Moisés: "E Eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde homens até animais e sobre todos os deuses do Egito farei juízos: Eu o Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra Egito. E este dia vos será por memória e celebra-lo-eis por festa ao Senhor, em todas as vossas gerações: este é um estatuto perpétuo". Êxodo 12:12 a 14.
Essa foi a ordenança de Deus a Seu povo, por ocasião da saída do Egito. O sangue do cordeiro livrou os filhos de Deus da morte. O anjo da morte passou e onde havia o sangue no umbral da porta ele não feriu ninguém.
Depois de 1300 anos, na Páscoa, Jesus se entregou para ser morto e como o Cordeiro Pascal, derramou o seu sangue para livrar da morte todos os que através Dele viessem a Deus. Aquela era a mais importante de todas as comemorações da Páscoa. Houve trevas sobre a terra, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram e mortos ressuscitaram (Mat. 27: 52 e 53).
E o mais importante da Páscoa, é que nela Jesus ressuscitou dos mortos. Ele não ficou na sepultura, mas saiu dela trazendo as chaves do inferno e da morte. "Pela morte Ele aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, (aniquilou) o diabo"(Heb.2:14). Ele entrou na sepultura como Cordeiro Pascal e saiu como “Leão da Tribo de Judá”!, Ressurrecto!, Vitorioso!, Triunfante!.


Anjos, Arcanjos e Querubins e o próprio Deus , todos esperavam por aquele momento!. Foi a maior festa no mundo espiritual.
É na páscoa que recebemos nossa maior vitória como filhos de Deus!
Muitos líderes religiosos morreram e seus restos mortais continuam no túmulo; mas o túmulo de Jesus está vazio. Aleluia!
"Porque Cristo, a nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa,...com os pães ázimos da sinceridade e da verdade". I Coríntios:5:7. Comemoremos pois, a verdadeira Páscoa.
Que todos tenham uma Feliz Páscoa!, com o Senhor Jesus, o Cordeiro Pascal!

Com carinho de seus irmãos e amigos,
Maurício Picarelli e Magali Picarelli.