sábado, 23 de maio de 2009


Já faz algum tempo que a expressão “Gestão de Equipes de Alto Desempenho” está em moda no mundo organizacional. Infelizmente, em muitas empresas, há mais discurso do que prática. Sobre isso nosso entrevistado afirma que é na Bíblia que as empresas deveriam buscar um modelo de alto desempenho.

Hothir Marques Ferreira tem currículo e experiência para falar sobre o assunto. É formado em Administração de Empresas pela PUCCAMP e tem MBA em Recursos Humanos pela USP. Além disso, participou de programas da OIT – Organização Internacional do Trabalho em Turim na Itália e em Genebra na Suíça. São mais de 20 anos de experiência acumulada em Recursos Humanos.

Atualmente ele é o Gerente de Recursos Humanos do Instituto Presbiteriano Mackenzie e Presbítero na Igreja Presbiteriana da Vila Mariana em São Paulo, onde é relator do processo de Planejamento Estratégico.

Como você define o conceito de gestão de equipes?

Hothir - Em uma visão cristã e de maneira sucinta é uma forma de servir por meio de ações que influenciem outros também a servir, estimulando-os a somar competências e esforços no alcance de resultados que beneficiem a coletividade. Mas não podemos ignorar a natureza humana. Inevitavelmente temos que lidar com a vaidade, poder e conflitos de interesse, entre tantos outros.

Qual a diferença básica encontrada na gestão de equipes em igrejas e em outras organizações?

Hothir - O serviço na igreja é voluntário, portanto, à primeira vista, desprovido de ênfases próprias do mundo corporativo, como a busca de dinheiro e poder. Não sem razão as empresas têm investido e estimulado seus colaboradores a se envolverem com ação social e serviço voluntário, também como forma de experimentar relações menos competitivas. Neste aspecto a gestão de equipes tende a ser menos complexa nas igrejas.

Que boas práticas de desenvolvimento de equipes nas empresas podem ser utilizadas nas igrejas?

Hothir - Aquelas que podemos observar na própria Bíblia por meio de uma leitura mais acurada: o senso de serviço e responsabilidade, a valorização dos outros, de seus dons e competências, a cooperação e o trabalho em equipe.

O conceito de “equipes de alto desempenho” pode ser aplicado ao contexto eclesiástico?

Hothir - Pode sim. A Bíblia registra vários casos de “equipes de alto desempenho”. Veja a história de Neemias na reconstrução dos muros de Jerusalém, Jesus e seus discípulos, o Apóstolo Paulo e seus pares nas viagens missionárias. Todos eles alcançaram no seu tempo resultados que contribuíram para mudar o curso da história e da vida de milhares. Penso que podemos inverter a pergunta da seguinte forma: As experiências de “equipes de alto desempenho” registradas na Bíblia podem ser aplicadas ao contexto corporativo?

De que maneira as relações pessoais interferem no desempenho de uma equipe? E quanto ao líder da equipe? Qual o papel a ser desempenhado nas relações entre os integrantes?

Hothir - O desempenho é reflexo direto das relações entre os membros da equipe. Se elas são tensas, ele é baixo e, conseqüentemente, o resultado é insatisfatório. O líder tem que conciliar esforços para o alcance de resultados e de relacionamentos equilibrados. Ele deve ser sensível e, na hipótese de tensão, agir com sabedoria no intuito de restabelecer a harmonia que, como dito, é fundamental para o resultado.

Quais os aspectos mais importantes para que se consiga atuar em equipe?

Hothir - Paulo, no capítulo 12 da carta aos Romanos, nos exorta a renovar a mente e, versículos à frente, indica atitudes para isto nos relacionamentos: o amor sincero, a honra ao outro, o empenho para viver em paz. Penso ser importante também a celebração de conquistas, compartilhada com a equipe, mesmo as pequenas, como demonstração de gratidão a Deus e de uns para com os outros. Isto pode animar e afinar relacionamentos, maximizando desempenho e resultados.

Que estratégias ou ferramentas você aconselharia para pastores que desejam desenvolver líderes de ministério que atuem em equipe?

Hothir - Além dos comentários da questão três, penso que também é importante ser sensível na percepção e estímulo de pessoas ao exercício de seus dons e competências, desenvolver líderes, desafiar equipes na reflexão e ações para alcance de outros no complexo mundo pós-moderno. As técnicas podem ser de gestão participativa e trabalho em equipe, planejamento estratégico e ferramentas que estimulem a inovação e a criatividade.
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

Abuso espiritual

Abuso espiritualEntrevista com Marília Camargo CésarPublicado em 30.03.2009

Quando a fé se deixa manipular, pessoas viram presas fáceis de toda sorte de abuso. A confiança autêntica e sincera em Deus é gradualmente substituída pela submissão acrítica aos desmandos de lideranças despreparadas. É esta relação doentia que a jornalista Marília Camargo César desvenda em seu primeiro livro.
Ao lidar com feridas não cicatrizadas, em seu debut literário, a autora revela a urgência de um novo tipo de liderança, não autocrática, e de um novo membro, mais confiante em Deus e menos dependente do pastor local, a fim de que o espaço da igreja seja saudável, criativo e curador.

Nossa entrevistada é jornalista, com passagens pela TV Globo, principais jornais de economia do Brasil e Il Sole-24 Ore, maior jornal de economia e negócios da Itália. Colabora atualmente com o Valor Econômico.

Qual o tema central de “Feridos em nome de Deus”?

Marília - O livro narra histórias de cristãos que estão muito machucados emocionalmente e tiveram a sua fé abalada pelo convívio com líderes abusivos, que passaram dos limites em seu relacionamento com seus liderados. São histórias, acredito, com as quais muitos poderão identificar-se, porque o problema do abuso espiritual parece espalhar-se pela comunidade dita evangélica no Brasil.

Para quem ele foi escrito?

Marília - Eu escrevi o livro, em primeiro lugar, para mim mesma. Porque eu precisava de respostas. Eu não conseguia entender por que amigos que, antes eram tão próximos de seus pastores, de uma hora para outra passaram a detestá-los e a falar mal deles. Eu precisava entender o que tinha dado errado naquele convívio. Mas entendo que o livro também foi escrito para esses irmãos feridos, como uma espécie de registro de suas experiências, e para líderes religiosos, que podem se ver retratados nas histórias.

Por que escrever um livro que trata de um assunto tão delicado para a igreja evangélica atual? É uma espécie de autobiografia?

Marília - Não, não é uma autobiografia, embora eu conte alguns detalhes de minha experiência de fé. Creio que decidi escrever por ver o estado em que ficaram esses irmãos. O abuso pastoral levou muitos deles à lona, eles perderam o chão. Passaram a questionar a fé, a estrutura da igreja – o que não deixa de ser uma boa coisa – a veracidade da Bíblia e a autoridade pastoral de forma generalizada. A maioria só conseguiu recobrar o fôlego depois de receber a ajuda de terapeutas.

Como se deu o processo de pesquisa para o livro, você entrevistou outras ovelhas feridas?

Marília - Fiz muitas entrevistas pessoais com os feridos e também com pastores isentos, que analisam o fenômeno do abuso espiritual à luz de suas experiências pessoais e da Bíblia. Entrevistei também psicólogos, filósofos e sociólogos para dar maior profundidade à análise do problema.

Quais foram os seus sentimentos ao colocar no papel sua própria experiência e de tantas outras pessoas?

Marília - Houve dias em que fiquei muito triste ao relembrar como era o convívio fraterno em nossa antiga igreja e o pouco que tinha restado dele. Houve entrevistas em que eu chorei junto com os feridos e fiquei morrendo de raiva dos fatos que estavam vindo à tona. Eu não acreditava no absurdo daquelas histórias. Eu me senti incrivelmente indignada e não entendia como aquelas pessoas, todas adultas e instruídas, tinham concordado em sofrer tais humilhações, em nome de Deus, e ainda assim permanecer caladas.

A igreja brasileira tem crescido muito nos últimos anos. Você vê alguma correlação entre esse fato e o aumento nos casos de feridos? Qual o principal fator que leva as pessoas a se ferirem?

Marília - Sim. O crescimento numérico dos ditos evangélicos e de pastores sem uma boa formação bíblica, ética e cultural colabora muito com isso. Creio que o tipo de teologia que está se pregando atualmente, que se concentra nas páginas do Antigo Testamento e delas tira lições distorcidas ou meias-verdades, é um fator importante para a disseminação do abuso.

A seu ver, existe solução para o problema? O que a igreja evangélica brasileira deveria fazer para que os fiéis não mais fossem feridos?

Marília - Não tenho todas as respostas, penso que dificilmente alguém as terá. Eu apenas aprendi, depois de muito ouvir as pessoas, feridas ou não, que buscar maturidade espiritual e assumir responsabilidades pelas próprias decisões de fé ajuda muito a evitar o abuso. Parar de procurar a ajuda de gurus evangélicos também. Como diz o Eugene Peterson, “as pessoas adoram ver o pastor brincar de Deus”.

Entrevista gentilmente cedida pela Editora Mundo Cristão. Para reprodução autorizada os interessados deverão entrar em contato direto com a editora. Foto: Ana Paula Paiva (Valor Econômico)

Educando os próximos líderes




O nome dela é praticamente desconhecido do público em geral, no entanto, poucos pais nunca ouviram falar do seu programa: Supernanny. Outra informação que poucos têm é que a educadora Cris Poli também é evangélica e congrega na Igreja Palavra Viva em São Paulo.

Cris Poli é argentina e dedicou 40 anos à educação infantil. Atuou como professora de algumas das mais respeitadas escolas de Buenos Aires até se mudar para São Paulo e aplicar seus conhecimentos em colégios da capital paulista. Formou-se em Educação pelo Instituto Nacional Superior del Profesorado en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernandez, de Buenos Aires, na Argentina. No Brasil, fez Licenciatura em Letras Inglês-Português na USP.

Nesta entrevista exploramos a importância da relação dos pais com Deus, de que forma isto tem impacto no desenvolvimento da liderança já na infância e também a responsabilidade das igrejas neste assunto.

Quais estão sendo os maiores desafios na educação de filhos da última década?

Cris - Colocar limites, estabelecer uma rotina adequada à idade e exercer a verdadeira autoridade que os pais devem ter. Tudo isso dentro da correria do dia-a-dia e do pouco tempo que os pais têm para estarem com os filhos.

Que diferenças você observa nas visitas a lares cristãos e não-cristãos?

Cris - Não tenho encontrado muitas diferenças. Quando os pais solicitam a presença da Supernanny eles estão desesperados porque não conseguiram educar seus filhos da forma adequada. Nessa situação não existem diferenças.

O que os pais cristãos deveriam fazer para ajudar seus filhos a desenvolverem um relacionamento ativo com Deus ainda crianças?

Cris - O relacionamento com Deus se ensina através do exemplo diário que os filhos vêm nos pais. Se os pais têm esse relacionamento ativo com Deus e vivem essa comunhão de maneira sincera, diariamente, os filhos irão a desenvolver esse relacionamento naturalmente. Provérvios 22:6 diz "Ensina à criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele."

Que conselho daria aos pais e mães cristãos, que desejam formar não somente pessoas, mas principalmente futuros líderes na igreja e na sociedade?

Cris - Os líderes cristãos devem ter o caráter formado nos princípios da Palavra de Deus. Esse caráter deve ser modelado desde a primeira infância através da leitura da Bíblia e da vivência dos fundamentos ali desenvolvidos. Uma criança educada dessa maneira com certeza irá se destacar já entre os amiguinhos, na igreja, na escola, ou seja, onde ela estiver. Ser cristão significa ser um pequeno Cristo, e um pequeno Cristo, com certeza será um líder na sociedade onde ele atuar.

De que forma você avalia a maneira que as igrejas têm lidado com as crianças em seus espaços?

Cris - As crianças devem ter seu espaço para poder trabalhar com as outras da forma adequada e de acordo com a idade deles. Dizer que "as crianças atrapalham" ou deixar que sejam excluídas das programações das igrejas é não entender o verdadeiro chamamento de Cristo para elas. A Palavra não deixa dúvidas: "Deixai vir a mim as crianças porque delas é o Reino de Deus".

Como a igreja pode contribuir com os pais na formação cristã de seus filhos e oportunizar o desenvolvimento de dons e ministérios já na infância?

Cris - A igreja deve ter um ministério para crianças onde seja desenvolvido um trabalho em unidade com os pais através de palestras, workshops e reuniões onde eles possam receber orientações sobre como educar seus filhos e realizar um trabalho paralelo na igreja e nas casas. Família e igreja devem trabalhar em unidade na educação cristã das crianças.

Se pudesse voltar no tempo, o que teria feito diferente na educação dos seus próprios filhos que teria contribuído no desenvolvimento de características de liderança desde cedo?

Cris - Gostaria de ter tido o encontro com Jesus na minha infância e que meus filhos tivessem tido esse encontro também na infância. A minha conversão foi já adulta, casada e com três filhos adolescentes. Graças à misericórdia de Deus, toda minha família se converteu rapidamente e nossas vidas foram profundamente transformadas a partir disso.

Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com














Dentro de pouco tempo, um governo cruel, perverso e totalitário, mas com um discurso impecável de paz, amor e fraternidade, tomará conta do planeta Terra. Nada pode impedir que isso aconteça. Os Estados Unidos, depois de um colapso repentino e misterioso, serão impotentes, um mero peão no desenrolar dos acontecimentos. Mas será que essa transformação será provocada pelos lendários Trilateralistas? Não! A conspiração é muito maior do que isso e poderosa demais para ser controlada pelos Trilateralistas.
Há muitos rumores alarmistas de que importantes líderes políticos de Washington estariam envolvidos numa conspiração para trair os interesses nacionais dos Estados Unidos. Esses homens, todos membros ou ex-membros da Comissão Trilateral e/ou do Conselho de Relações Exteriores (CFR, em inglês), estariam trabalhando lado a lado com certos líderes comunistas importantes numa conspiração internacional para estabelecer um governo mundial [...]. Não há dúvida de que esses relatos têm um fundo de verdade. Mas as pessoas invariavelmente exageram quando se referem aos Trilateralistas e ao pessoal do CFR, parecendo atribuir onisciência e onipotência aos “internacionalistas”.

De fato, membros de várias organizações políticas importantes, tanto nos EUA como no exterior, fazem parte de uma conspiração internacional para estabelecer um governo mundial. Mas será que isso é tão ruim assim? De que outra forma pode haver uma paz mundial justa e duradoura? Com certeza, um governo mundial não seria considerado algo ruim, mas sim a maior esperança de se evitar um holocausto nuclear. Porém, muitos argumentam que esse governo só poderia ser estabelecido através do sacrifício de liberdades preciosas para o Ocidente [...].
Em vários de seus livros, H. G. Wells parece ter previsto com precisão assustadora os passos que levarão ao surgimento do futuro governo mundial. Embora defendesse um socialismo internacional benevolente, ele não tinha ilusões com relação ao Comunismo, que rejeitou com estas palavras:

na prática, vemos que o Marxismo [...] recorre a atividades perniciosamente destrutivas e [...] é praticamente impotente diante de dificuldades materiais. Na Rússia, onde [...] o Marxismo foi testado [...] a cada ano fica mais claro que o Marxismo e o Comunismo são desvios que se afastam do caminho do progresso humano [...]. O principal erro dessa teoria é a suposição simplista de que pessoas em situação de desvantagem se sentirão compelidas a fazer algo mais do que a mera manifestação caótica e destrutiva de seu ressentimento [...]. Nós rejeitamos [...] a fé ilusória nesse gigante mágico, o

Anunciando Yeshúa, o Messias do Mundo




Anunciando Yeshúa, o Messias do Mundo
Um visionário chamado Miquéias apresentou a promessa que veio do verdadeiro D´us:
Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Portanto os entregará até o tempo em que a que está de parto tiver dado à luz; então o resto de seus irmãos voltará aos filhos de Israel. E ele permanecerá, e apascentará o povo na força do Senhor, na excelência do nome do Senhor seu Deus; e eles permanecerão, porque agora ele será grande até os fins da terra.
if (window['tickAboveFold'])
{window['tickAboveFold'](document.getElementById("latency-4728505743406246555")); }
http://www.youtube.com/watch?v=QfK2T97xiXc

Parece que a família vai para o museu antes da minha previsão:

ESTADAO.COM.BR
Plano prevê livro com temática homossexualTexto traz 50 ações para assegurar direitos iguais na diversidade sexualLígia Formenti, BRASÍLIA O Governo quer que sejam incluídos nos livros didáticos a temática de famílias compostas por lésbicas, gays, travestis e transexuais. Ainda na área da educação, recomenda cursos de capacitação para evitar a homofobia nas escolas e pesquisas sobre comportamento de professores e alunos em relação ao tema. Essas são algumas das medidas que integram o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), documento firmado entre representantes de 18 ministérios.
O Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos LGBTO texto traz 50 propostas, que deverão se transformar em política de governo até 2011. São medidas em diversas áreas. Na saúde, o grupo prevê acesso universal a técnicas de reprodução assistida a LGBTs em idade fértil, recomenda o fim da restrição imposta a essa população para doação de sangue e garante que companheiros do mesmo sexo sejam incluídos como dependentes em planos de saúde. Na área da Justiça, pede que travestis e transexuais condenados à prisão sejam encaminhados para presídios femininos, em vez dos masculinos, como ocorre. "É um marco na busca da garantia dos direitos e cidadania", afirmou ontem o secretário de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, durante o lançamento do plano.
O documento foi desenvolvido a partir da 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho. Desde então, integrantes da sociedade civil e representantes do governo passaram a discutir as medidas mais importantes para a garantia dos direitos desse grupo. Das propostas apresentadas, algumas estão em andamento. É o caso do reconhecimento da união civil de casais do mesmo sexo e da criminalização da homofobia.
Projetos com essas propostas tramitam no Congresso. "Se elas não forem aprovadas neste governo, serão no futuro. É só questão de tempo", avaliou Vanucchi. No caso da transferência de travestis e transexuais para presídios femininos, há ainda um longo caminho a percorrer. "A proposta foi aceita, avaliada como possível pelo Ministério da Justiça. Agora, estudos serão realizados para colocar a proposta em prática", afirmou Eduardo Santarelo, do Programa Brasil sem Homofobia da Secretaria Especial de Direitos Humanos. Toni Reis, presidente da organização não-governamental ABGLT, acredita que esse plano será um valioso instrumento para a conquista da cidadania plena do grupo. "Em sete países, ser gay é motivo para pena de morte", explica. Para ele, entre as medidas mais importantes está a prevenção da homofobia nas escolas.
"E isso tem de ser feito com capacitação, muita pesquisa e discussão." A próxima tarefa, em sua avaliação, é garantir a execução das propostas. Parte delas dependerá de recursos que, de acordo com Vanucchi, serão procedentes de cada ministério onde a ação deverá ser realizada. Entre as propostas apresentadas pelo plano para evitar a homofobia estão a criação de uma comissão intersetorial para atuar com redes de TV. O objetivo é evitar que, em programas de auditório e humorísticos, sejam veiculadas cenas de discriminação por gênero ou orientação sexual. O plano também prevê classificar como inadequadas para menores obras com conteúdos homofóbicos. Para o secretário, a medida está longe de apresentar qualquer traço de censura. Segundo ele, a medida integra a política de classificação indicativa, de apontar o que é próprio ou não para ser assistido por crianças.
PRINCIPAIS PROPOSTAS
Educação:
Apoiar cursos sobre diversidade sexual para mestres; incluir o tema nos livros didáticos
Comunicação:
Classificar como inadequadas para menores obras com conteúdo homofóbico; fazer campanhas de valorização LGBT Família: Permitir que casal homossexual adote filhos; criminalizar a homofobia; permitir que o contribuinte inclua o parceiro como dependente Justiça: Encaminhar a presídio feminino transexuais e travestis Saúde: Extensão do direito à saúde suplementar ao companheiro Programas: Criar políticas de crédito e reforma agrária voltadas para a população LGBT Turismo:
Incentivar o turismo para paradas gaysFonte:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,governo-quer-livro-didatico-com-tematica-homossexual,371327,0.htm

terça-feira, 12 de maio de 2009

DIVÓRCIO É PERDA!

É comum cristãos olharem irmãos divorciados como fracassados, cuja vida cristã não era verdadeira, que não tiveram fé suficiente para estabelecer uma vida conjugal feliz. A vida conjugal tornou-se um critério predominante para avaliar a fé e a qualidade da comunhão com Deus. Por outro lado, não se dá a mesma atenção à qualidade da educação que os pais dão aos filhos.
Podemos ver muito mais a ação da fé e da comunhão com Deus de um casal na maneira como educam seus filhos. Precisamos considerar que nem sempre o divórcio é um aviso de má qualidade da fé. Para muitos implicados, o divórcio é uma perda, às vezes mais dolorosa que uma viuvez. Muitos divorciados têm mais dificuldades em começar uma nova vida do que os viúvos. A dor provocada pelo divórcio não pode ser compartilhada, dividida e anulada, o divorciado a carrega sozinho enquanto viver.
O divórcio é uma perda que jamais será reparada, mesmo que a nova vida seja boa. Diante desse fato atualmente tão comum no meio cristão, vale lembrar que Jesus também suportou uma dor semelhante em relação ao Pai.Crucificado, Jesus não esboçou nenhum lamento pelo que lhe faziam, embora tenha sido cruelmente torturado, mas manifestou sua dor e seu sofrimento quando bradou em alta voz: "Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?" (Mt.27:46). Separar-se de Deus, ainda que brevemente, foi algo que Jesus não tinha experimentado desde a eternidade. A unidade entre Deus e Jesus foi rompida e ele estava só.
Todavia, a profunda dor do abandono trouxe uma eterna reconciliação entre Deus e nós.A separação foi tremendamente dolorosa para Jesus e é também para nós. Que o amor de Deus, que agora habita em nós graças ao momentâneo abandono sofrido por Jesus, nos ajude a amar sem julgamento os irmãos que sofreram perda com a separação, e os console e fortaleça. O verdadeiro amor nos separa do julgamento e nos aproxima de quem vive abandonado.
Publicado originalmente no livro "Pão Diário", da Rádio Trans Mandial.
Este problema tem crescido virtiginosamente na nossa sociedade moderna, acredito que um dos fatores predodminante são:
A falta de dialago dos conjuges e suas vaidades emocional de logo poder está ao lado de uma outra(o) parceiro.
Muitas veses o relacionamento é feito simplismente em aparecias corporal, facial ou financeiro. com o passar dos dias as adversidades e problemas sufocam o esse relacionamento, que como não tem raizes profundas não conseguem se manter firme.
mas Deus tem um proposito e quer ajudar as familias a superarem essas possiveis perdadas, depende exclusivamente da casal.
Pr. Marcelo Farias.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

RETRATO DE MÃE


Sempre, em toda a Terra,o amor e as virtudes das mães foram decantadas por escritores, poetas e cantoresem livro, verso ou canção...Cada mãe de per si traçou o seu retrato.Retrato bom ou ruimRetrato de mãe que gerou no ventreou mãe que gerou no coração...Trouxe à luz, deu à luz – foi mãe.

A história nos mostra retratos de mães que foram rainhas, mártires, políticas, escritoras, heroínas...Catarina – A GrandeMônica - mãe de Santo Agostinhoe tantas outras...Grandes mães que nos inspiram, encorajam;elevam a categoria de mães!
A Bíblia, por sua vez, nos revela retratos de mãesQue foram humildes, perseverantes, corajosas, fiéis...Grandes mães que nos confortam, ensinam...Exemplos vivos que dignificam a categoria das mães!

Em Ana, vemos um retrato das cores amenas da paciência e esperança.Durante anos a fio pediu a Deus por um filho.Deus atendeu sua prece e lhe nasceu Samuel, e ele foi profeta.
Eunice, em seu retrato ressaltam as cores fortes da sabedoria e energia.Soube conduzir seu filho pelos caminhos que o levaram à integridade.E a ser um jovem pastor. Timóteo foi fiel a Jesus.
Maria, belo retrato de cores vivas que nos transmite abnegação e alegria.Mulher simples e humilde, mas a quem coube o privilégio de acalentar nos braços, como mãe,Jesus, o Filho de Deus.

Paciência, esperança, energia, sabedoria, abnegação, alegria!Quantas cores para o coração...Que toda mulher saiba usá-las para pintar seu retrato como mãe.Que sejam verdadeiras obras-primas, cheios de vida, expressão, perfeição.Que cada filho reconheça nele verdade, amor, perdão...para que assim sejaUm lindo retrato de mãe!

Rio, 25/04/1986
Por: Psic. Elizabete Bifano

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Simulação mostra como ficará mulher que teve rosto transplantado


Imagens recém-divulgadas mostram como deve ficar, ao final de tudo, o rosto da americana Connie Culp, que passou por um transplante de face nos Estados Unidos -- primeiro procedimento do tipo naquele país.


Os médicos não garantem que ela ficará com esse visual, mas essa é a expectativa, caso a recuperação da cirurgia se dê da melhor maneira -- o que não é de modo algum garantido. Ela e outras pessoas que passaram por versões desse procedimento pioneiro vão enfrentar dificuldades para controlar a rejeição dos tecidos faciais pela vida toda.Para esses pacientes, vale a pena o risco.


Afinal, o novo rosto é a única chance de voltar a se alimentar normalmente, de conseguir falar ou mesmo de aparecer em público sem provocar repulsa em outras pessoas.Culp, 46, teve a face destruída em 2004 por um tiro disparado pelo próprio marido. Ela só conseguiu voltar a comer alimentos sólidos, como pizza, frango e hambúrguer, no último mês de janeiro. E também ressaltou as sérias dificuldades sociais ligadas à sua deformidade.


“Quando ver alguém com o rosto desfigurado, não julgue essa pessoa, porque você nunca sabe o que aconteceu com ela”, declarou Culp em entrevista coletiva. "Precisamos do nosso rosto para poder encarar o mundo", ecoou a médica Maria Siemionow, que participou do procedimento. O procedimento, inédito nos EUA, foi realizado na Cleveland Clinic, em Ohio. Culp recebeu, além da face de uma pessoa morta não-identificada, também o osso do nariz e partes da arcada dentária superior, destruídos pelo tiro.