domingo, 20 de setembro de 2009

Como Possoa ajudar


Como ajudar a intenção dessa página é orientar as pessoas que convivem com alguém que sofra de pânico a agir de maneira adequada para auxiliar na sua recuperação. Aqui você encontrará algumas dicas básicas e essenciais para entender melhor esse problema e saber até que ponto e de que maneira ajudar.

Nunca menospreze o problema

A síndrome do pânico não é frescura, bobagem ou loucura. Nunca diga a uma pessoa que apresenta sintomas de pânico que ela não tem nada demais ou que é fraqueza dela. A síndrome do pânico é um problema real que deve ser levado a sério. É importante saber que a pessoa já sofre o bastante com os sintomas da doença, fazê-la se sentir fraca ou pertubada mentalmente é muito cruel e absolutamente desnecessário. A pessoa não é fraca nem covarde, apenas está

o doente e precisa de ajuda

Não exerça nenhum tipo de pressãoSe uma pessoa com esse problema diz que não tem condições de fazer algo é porque realmente não tem. A síndrome do pânico não impede o paciente de perceber suas limitações com relação à doença. Não fique insistindo pra ela sair ou desencanar; acredite, ela quer muito isso, mas não está em condições de enfrentar algumas situações sem ter


uma crise ou mal-estar. Tenha muita calma.

Evite formas de incentivo grosseiras ou agressivasEvite tentar incentivá-la "dando um empurrãozinho" ou um "chacoalhão", esperando que assim ela reaja. A pessoa está certamente muito sensibilizada e esse tipo de incentivo pode soar como uma agressão para ela, pois certamente se sentirá fraca diante dos outros. Gritar ou dizer certas coisas em tom muito entusiástico para provocar uma reação pode atrapalhar mais do que ajudar.
Evite contar histórias trágicas ou de enfermidades para quem tem esse problemaEm geral, durante o período de crises, a pessoa fica muito suscetível a incorporar sintomas às suas crises, tem medo de ter a mesma doença que ouviu falar ou de sofrer um acidente como "aquele que aconteceu com a vizinha..."

Mantenha a calma durante as crises

Embora seja difícil, procure manter a calma se a pessoa tiver uma crise. Se você não se abalar , mostrar que está por perto para ajudá-la e conseguir acalmá-la, dar segurança, dificilmente ela terá outra crise perto de você. Se você se envolver no desespero do paciente, dificilmente poderá ajudá-lo. As crises podem demorar um pouco, mas elas passam.
Evite tratar quem tem o problema como um coitadinho
Qualquer ser humano se sente inferiorizado quando sentem pena dele. Cuide da pessoa com confiança em sua recuperação e não como se ela fosse uma vítima das circunstâncias.
Jamais indique medicamentos por conta própria ou por experiências de terceiros
Deve-se sempre consultar um psiquiatra para saber qual o tratamento mais indicado para cada caso.
Seja paciente com a pessoa e consigo mesmoÉ preciso ter muita paciência e não é nada fácil entender o que se passa nessa situação. Por isso, se você se sentir impotente ou incapaz de entender e ajudar, saiba que isso é bastante comum. Você jamais deve se sentir um inútil por não poder resolver o problema.

A melhor ajuda que você pode dar é manter a calma e confiar muito na recuperação da pessoa, mostrando sempre que você está ali para apoiá-la. Se for necessário, procure um dos grupos de ajuda que estão na página "onde procurar ajuda". Eles também podem ajudar as famílias dos pacientes e dar maiores informações sobre a doença.

Voce realmente é um pastor?

Nos últimos quatro anos, tenho sido tremendamente impactado pelos escritos de um pastor presbiteriano chamado Eugene H. Peterson. Ele tem sido, para mim, uma espécie de mentor em minha jornada de descoberta da vocação pastoral, em meio a tantas outras vozes com suas idéias e propostas altamente sedutoras. Este texto é fruto de minhas anotações sobre algumas de suas idéias. Assim, achei que seria interessante compartilha-lo, tanto para reflexão de outros, como para provocar a discussão sobre o que realmente significa “ser pastor”. Em minha opinião, a discussão deste assunto é hoje uma questão de vida ou morte, não somente para aqueles que desempenham o ministério pastoral, como para as igrejas que são por eles pastoreadas.Entre Domingos:Aos domingos, a vida pastoral até que não parece ser tão difícil. Afinal, tudo está relativamente em ordem, da liturgia ao sermão, do boletim ao coral e todas as pessoas, bem arrumadas e assentadas, estão prontas para participar do momento de adoração e, aparentemente, dispostas para ouvir a pregação da Palavra de Deus.O problema é que, de segunda a sábado, as coisas não acontecem de forma tão organizada, ou mesmo, previsível. As pessoas não parecem tão arrumadas e prontas para a adoração a Deus, muito menos para ouvir Sua Palavra. Então, a ordem da adoração dominical dá lugar a realidade do caos cotidiano.Apesar do domingo ser um dia essencial no trabalho pastoral, a maior parte deste ministério se dá nos dias que separam um domingo do outro. Por isso, pastoralmente, precisamos dar a mesma atenção ao cotidiano, procurando desenvolver a arte de pastorear em meio ao caos, ou como Peterson coloca: “praticar a arte de orar em meio ao tráfico” [1]Curar Almas: A Arte EsquecidaHoje, existe certa distinção entre o que pastores fazem aos domingos e o que fazem entre os domingos. O que fazem aos domingos não mudou ao longo dos últimos séculos: pregar a Palavra, administrar os sacramentos e zelar pela disciplina. No entanto, a tarefa entre domingos foi drasticamente alterada no último século.Antigamente, o trabalho pastoral entre domingos era parte do que era feito aos domingos. Entre domingos, pastores estavam com indivíduos ou pequenos grupos para estudar a Bíblia e orar com e por eles. O cenário mudava mas o objetivo era o mesmo: descobrir o significado das Escrituras, desenvolver uma vida de oração, guiando pessoas à maturidade
.[2]Este trabalho pastoral era nomeado historicamente como o serviço de cura das almas. O sentido original da palavra latina “cura” é cuidado. Assim, como Peterson aponta, “a cura de almas, pois, é dirigido pelas Escrituras, moldado pelo cuidado na oração, dedicado a pessoas individualmente ou em grupos, em lugares sagrados e profanos. É uma determinação em trabalhar com o centro, em concentrar-se no essencial.”[3]Atualmente, o trabalho pastoral entre domingos é definido pelo trabalho de “tocar uma igreja” assim como um comerciante toca sua loja ou um empresário a sua empresa. O trabalho pastoral foi quase que inteiramente secularizado, exceção feita ao trabalho dominical. Os mentores dos pastores atuais não são os sábios mestres da antiguidade, mas os espertos consultores de liderança empresarial. A vocação pastoral não é orientada pela oração e sensibilidade, mas pela ação e esperteza para fazer uma igreja crescer e destacar-se.Com isso, não estamos querendo dizer que no trabalho pastoral não existem atividades administrativas necessárias para a vida da igreja com as quais o pastor acabe por se envolver. No entanto, como Peterson sabiamente compara, como homens casados precisamos “tocar a casa” com nossas esposas. Contas necessitam ser pagas, pequenas reformas feitas e decisões tomadas. No entanto, no casamento e em família, “tocar a casa” não é o que fazemos essencialmente. A avenida principal de nossa vida em família é caracterizada pela construção de um lar, pelo desenvolvimento de um relacionamento conjugal sólido, pela criação de filhos, pela alegria em receber amigos, etc.Áreas de tensão:Mas não quero ser tido por idealista e irreal nas expectativas. Tenho plena consciência de que o problema maior de pastores que desejam se tornar guias de almas hoje será o fato de que este ministério se dará no meio de pessoas que esperam que eles “toquem uma igreja”. A tensão entre a vocação de um pastor e a expectativa de uma congregação se dará, segundo Peterson, especialmente em três áreas: na iniciativa, na linguagem e nos problemas.A tarefa de “tocar uma igreja” exige muita iniciativa. Desde a concepção da idéia, da motivação do grupo, até o recrutamento, o treinamento e a supervisão do trabalho. Iniciativa é essencial e o combate a indolência imprescindível. Diferentemente, no trabalho da cura de almas, o pressuposto básico é de que Deus já tomou a iniciativa em todo lugar e a todo momento. Ele já está no controle da situação. Deus já está atuando diligente, redentiva e estrategicamente antes de eu aparecer em cena. Assim, enquanto as perguntas de alguém que “toca uma igreja” são: O que devemos nós fazer? Quais as providências que devemos nós tomar para melhorar esta comunidade? As perguntas de quem “cura almas” são: O que tem Deus feito na vida deste grupo de forma que possa eu participar? Como a graça de Deus tem se manifestado entre eles de forma que eu possa explicitar? O que Deus quer fazer deles de forma que eu possa contribuir?Assim, o trabalho pastoral de curar almas, no que se refere a organização e planejamento do grupo, se torna não necessariamente um trabalho de ter e vender idéias, mas de descobrir o que Deus já tem feito na história do grupo e o que ele ainda deseja fazer em suas vidas, vivendo o ministério de acordo com esta direção.Na tarefa de “tocar uma igreja” a linguagem básica usada é descritiva e motivacional. Descritiva por que quero que as pessoas estejam informadas acerca do que fazer. Motivacional por que então as pessoas se engajarão no que deve ser feito. Diferentemente, no trabalho de curar almas, o pastor esta muito mais interessado no que as pessoas são e no que estão se tornando em Jesus do que no que sabem e nas funções que podem desempenhar. É claro que, como pastores, temos muito o que ensinar e muito que desafiar a fazer. Mas nosso primeiro trabalho na vida das pessoas está relacionado não ao que sabem ou ao que fazem, mas ao que são. Ser pastor implica em descobrir e usar, primariamente a linguagem relacional que tem lugar na conversa com pessoas e na oração para com Deus.Na tarefa de “tocar uma igreja”, uma das atividades mais comuns está relacionada a resolver problemas. A grande dificuldade é que os problemas vão surgindo com tanta intensidade que a solução dos mesmos torna-se o trabalho integral do pastor. Diferentemente, na tarefa de curar almas, os problemas não são vistos como dificuldades a serem resolvidas, mas como mistérios a serem explorados. No entanto, na sociedade secularizada em que vivemos, nada gera mais desconforto nas pessoas do que as situações que não podem ser explicadas, controladas e direcionadas imediatamente. Se deixarmos que nossa tarefa pastoral se restrinja a solução simples e imediata de problemas, estaremos abrindo mão de uma das mais significativas experiências pastorais que é a de guiar as pessoas em meio ao caos e ensiná-las a orar no meio do tráfico do cotidiano.Sobre o autor: Ricardo Agreste é pastor da Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera e Professor no Seminário Servos de Cristo em São Paulo.
[1] Eugene H. Peterson, The Contemplative Pastor (Grand Rapids: Eerdmans, 1993), p. 54
.[2] Em seu outro livro, Working the Angles (Grand Rapids, Eerdmans, 1994), Peterson trabalha estes três elementos: Palavra, Oração e Orientação Espiritual, como sendo os três atos essenciais no ministério pastoral
.[3]Eugene H. Peterson, The Contemplative Pastor, p. 57

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

o Valor de uma mulher

Quando Deus fez a mulher já estava em seu sexto dia de trabalho fazendo horas extras.

Um anjo apareceu e Lhe disse: 'Por quê leva tanto tempo nisto?'
E o Senhor respondeu: 'Já viu a minha ficha de especificações para ela?'

Deve ser completamente lavável, mas sem ser de plástico, ter mais de 200 peças móveis e ser capaz de funcionar com uma dieta de qualquer coisa, até sobras, ter um colo que possa acomodar quatro crianças ao mesmo tempo, ter um beijo que possa curar desde um joelho arranhado até um coração partido e fará tudo isto somente com duas mãos.'

O anjo se maravilhou com as especificações.

'somente duas mãos....Impossível!'
e este é somente o modelo básico?
É muito trabalho para um dia...Espere até amanhã para terminá-la.'

Isso não, protestou o Senhor. Estou tão perto de terminar esta criação que é favorita de Meu próprio coração.

Ela se cura sozinha quando está doente e
pode trabalhar jornadas de 18 horas.' O anjo se aproximou mais e tocou a mulher.

'mas o Senhor a fez tão suave...'

'É suave', disse Deus, mas a fiz também forte. Você não tem idéia do que pode agüentar ou conseguir.
'Será capaz de pensar?' perguntou o anjo.
Deus respondeu:
'Não somente será capaz de pensar mas também que raciocinar e de negociar'

O anjo então notou algo e estendendo a mão tocou a bochecha da mulher....

'Senhor, parece que este modelo tem um vazamento...
Eu Lhe disse que estava colocando muita coisa nela...'
'Isso não é nenhum vazamento... é uma lágrima' corrigindo-o o Senhor..
'Para que serve a lágrima,' perguntou o anjo.

e Deus disse:

'As lágrimas são sua maneira de
expressar seu destino, sua pena, seu desengano, seu
amor, sua solidão, seu sofrimento, e seu orgulho.'
Isto impressionou muito ao anjo 'O Senhor é um gênio, pensou em tudo. A mulher é
verdadeiramente maravilhosa'
Sim é!

A mulher tem forças que maravilham aos homens.
Agüentam dificuldades, levam grandes cargas,
mas têm felicidade, amor e alegria.
Sorriem quando querem gritar.
Cantam quando querem chorar. choram quando
estão felizes e riem quando estão nervosas.

Lutam pelo que crêem.

Enfrentam à injustiça.
Não aceitam 'não' como resposta quando
elas crêem que há uma solução melhor.
Privam-se para que a sua família possa ter.
Vão ao médico com uma amiga que tem medo de ir.
Amam incondicionalmente.
Choram quando seus filhos triunfam e se alegram

quando seus amigos ganham prêmios.
Ficam felizes quando ouvem sobre um
nascimento ou um casamento.

Seu coração se parte quando morre uma amiga.

Sofrem com a perda de um ente querido, entretanto são fortes quando pensam que já não
há mais forças.
Sabem que um beijo e um abraço
podem ajudar a curar um coração partido.

Entretanto, há um defeito na mulher:
É que ela se esquece o quanto vale.
Email enviado Por :
Manuel Basilio

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

"E DISSE: ABBA, PAI, TODAS AS COISAS TE SÃO POSSÍVEIS; AFASTA DE MIM ESTA TAÇA;

"E DISSE: ABBA, PAI, TODAS AS COISAS TE SÃO POSSÍVEIS; AFASTA DE MIM ESTA TAÇA; NÃO SEJA, PORÉM, O QUE EU QUERO, MAS O QUE TU QUERES" (MARCOS, 14:36

O maior empenho de Jesus Cristo, quando da sua peregrinação pelas terras da antiga Judéia, foi para legar à posteridade um manancial de luz que pudesse projetar-se séculos afora, chegando até os nossos dias, quando receberia um novo bafejo do Espírito de Verdade, para então prosseguir, em progressão geométrica, até a consumação de tudo aquilo que é necessário para se completar o processo de REFORMA ÍNTIMA de toda ou, pelo menos, de grande parcela da Humanidade.O Mestre sofreu o ignominioso sacrifício do Calvário porque o seu martírio era imprescindível para que a sua mensagem calasse fundo nos endurecidos corações romanos. A crucificação representou a consolidação de todos os ensinamentos que viera trazer, pois, infelizmente, aqui entre nós quase todos os inovadores pagam alto preço pela implantação de suas idéias. Sócrates, a fim de disseminar as primícias da sua mensagem de libertação, que consagrava a lei das vidas sucessivas, foi condenado a tragar uma taça de cicuta, veneno que fulminou o seu corpo físico.
Um tribunal, composto de homens obstinados na defesa das tradições, não trepidou em obrigar o velho filósofo grego a beber a taça fatídica, julgando que, aniquilando um homem, abafaria as idéias, esquecidos que a semente, quando lançada, jamais deixará de germinar. Jesus Cristo também tragou a sua taça, por isso, pois antes da sua crucificação, em fervorosa prece dirigida a Deus, suplicou: "Abba, Pai, todas as coisas te são possíveis afasta de mim esta taça para que eu não a beba, não seja porém, o que quero, mas o que tu queres".Entretanto, a taça de Jesus também deveria tragada, e ele o fez, submetendo-se como manso cordeiro ao cruel sacrifício da cruz, ele que pouco antes havia dito a Pilatos: Meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus: mas agora o meu reino não é daqui. Sócrates trouxe apenas pequena amostra da grande Mensagem que Jesus traria mais tarde, porque a sua esfera de ação era limitada e a Humanidade ainda estava menos preparada.O estudioso que fizer uma análise comparativa vê similitude existente entre as doutrinas de Sócrates e de Jesus notando, de forma nítida, que o grande filósofo grego um autêntico precursor das idéias cristã e espírita, procurando lançar entre os seus discípulos algumas sementes que o Mestre Nazareno viria lançar mais tarde.Sócrates, como o Cristo, desencarnou como facínora, vítima do fanatismo, por haver-se insurgido com as crenças tradicionais e por ter situado a verdadeira virtude acima da hipocrisia e da ilusão dos formalismos, em outras palavras: por ter combatido os preconceitos religiosos mesma forma como o Cristo foi acusado pelos escribas fariseus de corromper o povo com os seus ensinamentos, também Sócrates foi acusado pelos seus detratores de corromper a juventude, proclamando, como o fez Jesus mais tarde, os postulados da imortalidade da alma, da unidade de Deus e da vida futura.
Afirma o Evangelho segundo João que, estando Jesus pregado no madeiro e vendo que todas as coisas já estavam cumpridas, exclamou: "Tenho sede". Um dos presentes tomou de uma esponja, embebeu-a num vaso cheio de vinagre, e pondo-a num hissope, chegou-a até a boca de Jesus. Quando o Mestre bebeu o vinagre, o que confirmou que a taça que ele havia solicitado ao Pai que fosse dele desviada tinha sido tragada, simplesmente disse: "Tudo está consumado e, inclinando a cabeça, entregou o seu Espírito".
Paulo A. Godoy

Lei do Caminhão de Lixo.


Lei do Caminhão de Lixo.



Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certaquando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nósnervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendoum sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigavel.
Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seucarro e nos manda para o hospital!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de :
"A Lei do Caminhão de Lixo."
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aicarregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e dedesapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisamde um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Nãotome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixode tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, emcasa, ou nas ruas. Fique tranquilo... respire e deixe o lixeiro passar

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixoestragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentosruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustações.Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira comovocê a recebe!
Tenha uma boa semana,Livre de lixo!
Reflitam e tenham uma semana abençoada!!!

domingo, 13 de setembro de 2009

Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro

Filipenses (1.20-24)
Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro
Filipenses (1,20-24)20 Meu ardente desejo e minha esperança são que em nada serei confundido, mas que, hoje como sempre, Cristo será glorificado no meu corpo (tenho toda a certeza disto), quer pela minha vida quer pela minha morte. 21 Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. 22 Mas, se o viver no corpo é útil para o meu trabalho, não sei então o que devo preferir. 23 Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor; 24 mas, de outra parte, continuar a viver é mais necessário, por causa de vós... Como se vê pelo versículo 23, o cristão fiel a Deus e à Sua Palavra, ao morrer, vai diretamente para o céu. Ou seja, não há estágio intermediário, nem purgatório (como boa parte do cristianismo prega e ensina) e nem reencarnação (como os espíritas também ensinam).
Quero iniciar a mensagem de reflexão a partir destas palavras de Paulo aos filipenses. Para refletir o desejo ardente daqueles que esperam ansiosamente a volta de Jesus e a gloria eterna.
Quando estamos acometidos de certas doenças terminais e que sofremos muito, um dos desejos é o descanso definitivo. Viver é bom desde que estejamos bem. Desde que possamos desfrutar da vida comsaúde física e psicológica. Se assim não for, a vida passa a ser um eterno sofrimento. Pois bem, aquele que acredita piamente na vida eterna nestes momentos (doença) morrer é a alegria da restauração davida.
Na carta aos Romanos ( 8, 18-23 ) Paulo diz que os sofrimentos do tempo presente não tem proporção com a gloria que deve ser revelada em nós, pois a criação espera com impaciência a revelação dos filhos de Deus. Estas palavras de Paulo se completam no texto iniciado na reflexão.
Pois bem, quando vemos o mundo como está, a falta de amor, a violência, a falta de humanidade certamente ficamos ansiosos para que a gloria de Deus se revele o quanto antes, para que realmente possamos transpassar por este estado de coisas.
Jesus também fala que quando vermos tantas coisas acontecendo é para que não nos assustássemos que ainda não era o fim, apenas o inicio dele. Frase esta que se partirmos das primícias que o sofrimento leva as pessoas ansiarem pela vinda de Jesus, o sofrimentocoletivo também serve para que os cristãos anseiem e clamam veemente para que Jesus volte logo.
O verdadeiro cristão é aquele que não olha apenas para si, mas se compadece com o sofrimento do outro. É aquele que não se compraz com a violência, com o desamor, a falta de respeito pelo próximo. Sente emsuas próprias entranhas o sofrimento de cristo no irmão, e desta forma, quando olha para frente e não consegue ver horizonte se coloca diante de Deus e pede onstantemente que Ele venha e possa então restaurar a humanidade.
Porem, enquanto Ele não vem continuamos nossa luta em favor da vida, profetizando e agindo através de obras motivadas pela fé, tendo o mesmo sentimento e certeza de Paulo. “Não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim.”
Pr. Ataíde Lemos
Matéria enviada pelo diácno: Manoel Basílio

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O homem no espelho


Mar-2008
TEXTO: 2 Sm. 12:1-15Você já experimentou a sensação de ser apanhado em falta? Em casa, no trabalho, no trânsito? O que mais importa é como você reage quando é apanhado em falta.Jesus assombrou a todos quando disse que se cometemos um pecado cometemos todos os pecados. Ele estava traçando uma linha na areia: inocente de um lado, culpado de outro. Há alguma esperança para saltar para o lado de inocente?
No fim desta mensagem você poderá dizer: Se Deus perdoou o rei Davi, também me perdoará. Eis o homem no espelho.
Davi é o único homem na Bíblia que viveu de tal maneira que se chama “segundo o coração de Deus.” Isso não é dito de Abraão, de Isaque, de José, de Moisés, de Paulo, Isaías. Somente de Davi.Todavia quando ele era um homem de meia idade, por volta dos 50 anos, teve um caso com uma mulher chamada Bate-Seba. Em vez de enfrentar a situação e confessar o que havia feita, Davi tenta esconder pecado. Para além disso ele comete o terrível crime de assassinato, fazer morrer Urias, porque sua esposa estava grávida. Ele não conseguiu fazer com que Urias se deitasse com sua esposa para encobrir o adultério, pelo que planejou sua morte. Através de 2 Sm. 12 você descobre que quase um ano se passara. Durante aquele período ninguém sabia. Ele havia cometido um perfeito crime. Mas achava que tudo estava bem. Ninguém dizia nada. Talvez até um teólogo pensasse que Deus havia passado por cima. É possível que desta vez Deus haja feito uma exceção. Afinal, Davi, tu és um homem segundo o meu coração e deste vez eu te darei passe livre.As coisas, porém não são sempre como aparentam, porque no fim de 2 Sm 11 há uma pequena nota: Mas isto que Davi fez desagradou(era mau aos olhos de) a Yahweh.Davi enganou todo mundo, mas não enganou a Deus.Podemos olhar para Davi de vários ângulos: Davi como soldado, como pastor, como soberano, mas hoje olharemos para Davi como um pecador.Não podemos ser muito duros com Davi, pois todos somos pecadores. Quantos apostariam que não há uma pessoa aqui que não haja cometido pelo menos um pecado nesta semana?Todos pecamos. Podemos ter feito algo que não deveríamos fazer, ou não fizemos algo que deveríamos ter feito. Podemos ter dito algo que não deveríamos ter dito; ido a algum lugar que não deveríamos ter ido; ouvido algo que não deveríamos ter ouvido... Deus sabe disso. Mas a questão é que quando pecamos e Deus nos confronta, como respondemos?Aqui está o ponto importante na vida de Davi. Quando se descobre que você é o homem no espelho, então?O capítulo 12 de Samuel lida como Deus nos trata quando pecamos e como reagimos para com Deus quando nosso pecado é descoberto.Davi nos ensina algumas coisas:1. EU DEVO PESSOALMENTE RECONHECER O FATO DO MEU PECADO. Este é o primeiro passo para nos endireitarmos com Deus.2 Sm 12. Yahweh, pois, enviou Natã a Davi. Deus mesmo enviou Natã. Não foi idéia de Natã. Nada interessante para ele.O texto diz “Então Yahweh, enviou Natã a Davi.”Há uma grande diference entre Deus, você e eu. Todos estamos preocupados com o tempo. Quanto tempo durará esta pregação? A que horas o culto vai terminar? Deus não liga para o tempo. Ele está sempre interessado no kairós. Por isso a Bíblia diz “Então Yahweh, enviou Natã a Davi.”Quando foi isso? Foi imediatamente após o adultério com Bate-Seba? Não! Foi imediatamente após descobrir que ia ter um filho com a esposa de outro homem? Não!Foi imediatamente após ter Urias assassinado? o assassinato? Não!Foi imediatamente após o nascimento da criança? Não!Quase um ano havia se passado, quando Deus diz: agora é o tempo.“Então Yahweh, enviou Natã a Davi.”Se você ler os Salmos 51 e 32 verificará que se refere a um tempo quando Davi nunca havia dito a Deus uma palavra sobre seu pecado. Por um ano Deus ficou na sua sem dizer uma coisa.Davi vivia miserável, consumido sob o peso da culpa e Deus deu um passo para trás por um ano inteiro. Davi vivia atormentado pela sua consciência, mas é como se Deus dissesse “nada direi no momento.”A despeito da culpa Davi pensava quem sabe vou conseguir sair dessa! Talvez Deus vai deixar isso passar e nada de grave vai acontecer.Se Davi houvesse lido Oséias 7:2 “Mas não consideram no seu coração que eu me lembro de toda a sua maldade. Agora os cercam as suas obras;diante da minha face estão.”Natã conta uma história muito interessante. (2 Sm 12:1-4). Quem é o homem rico da história? Davi.Quem é o homem pobre? Urias.Quem é a ovelha? Bate-Seba.Vamos imaginar Davi sentado em seu magnificente trono, Natã contando essa história. Davi vai ficando na ponta do trono. Ele pensa ser uma história verídica. Quanto mais ele escuta mais zangado fica. A pressão sanguínea sobe; o coração bate mais acelerado; Seu senso de justiça se desperta. Fica vermelho, quente! 5 Então a ira de Davi se acendeu em grande maneira contra aquele homem; e disse a Natã: Vive o Senhor, que digno de morte é o homem que fez isso.6 Pela cordeira restituirá o quádruplo, porque fez tal coisa, e não teve compaixão.Davi sabe que Natã sabe que ele não vai deixar esse homem sem punição. Ele está tão zangado que diz “Natã, quero saber o nome desse homem, o endereço onde ele vive. Ele tem que ser julgado e condenado segundo a lei.Natã prende Davi com 4 simples palavras. Ele olha para Davi e diz: “Tu és esse homem!” Davi, olha no espelho: Tu és esse homem.Mesmo que não esteja escrito, garanto o que aconteceu: No momento em que Natã disse aquilo o sangue fugiu do rosto de Davi. Lágrimas rolaram sobre seu rosto. Seus lábios começaram a apertar. Suas mãos começaram a tremer. A vergonha desce como manto sobre ele. Seu pecado viera à luz.É admirável como Davi foi tão veloz em ver-se a si e seu pecado em um homem imaginário, uma história imaginária. Como pôde ver a realidade do seu pecado e do que realmente havia acontecido. Você sabe qual o pecado mais difícil de ser ver? O nosso!Davi está consciente que a sentença contra ele já havia sido dada em suas próprias palavras: Foi tão rápido em ver o pecado na história.Quando ele emitiu o juízo.Vive o Senhor, que digno de morte é o homem que fez isso. Pela cordeira restituirá o quádruplo, porque fez tal coisa, e não teve compaixãoDavi era o homem no espelho.Quando Natã contava aquela história, Davi pensava que estava olhando pela janela, mas na realidade estava olhando no espelho. Ele ouvia Natã julgando estar contemplando através da janela o pecado de outro homem, quando contemplava num espelho o seu próprio pecado, diante de um tribunal.Davi não havia roubado uma ovelha.Davi havia roubado a esposa de outro homem.Davi não matara uma ovelha.Davi matara um homem.Quando Natã disse: Tu és esse homem! Davi descobriu: Eu sou o homem no espelhoEU DEVO PESSOALMENTE RECONHECER O FATO DO MEU PECADO2. EU DEVO RESPONDER DE FORMA APROPRIADA À MALDADE DO MEU PECADO.Não há para onde fugir. Davi é o homem!7 Então disse Natã a Davi: Esse homem és tu! Assim diz o Yahweh Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel, livrei-te da mão de Saul, 8 e te dei a casa de teu senhor, e as mulheres de teu senhor em teu seio; também te dei a casa de Israel e de Judá. E se isso fosse pouco, te acrescentaria outro tanto. Deus está dizendo: Davi, estás vendo quão abominável, hediondo foi o teu pecado? Davi, por que tinhas que roubar a esposa de outro homem? Davi, tens 8 esposas. Tens 10 concubinas. Tens mais dinheiro do que um homem possa gastar em toda a sua vida. Levas uma vida de luxo. Tinhas tudo. Por que no mundo explodirias tudo com um pecado como este?Você nunca tem que fazer o que é errado para conseguir o que é certo para você. E nunca tem que praticar o mal para conseguir o melhor para você.Satanás gosta de um atalho. Ele sempre nos apresenta um atalho. Cada vez que você busca um atalho, comprometendo um princípio, vai cair em maus lençóis.Davi teve de encarar quão mau era o seu pecado. Porque veja o que Deus disse para Davi: Davi, tu cometeste adultério e assassinato, mas teu pecado é muito pior do que isso. Ele queria dizer que quando você comete um pecado está fazendo mais do que simplesmente um ato de pecado. É mais profundo do que isso. Deus disse através de Natã três coisas que acontecem quando um pecado é cometido (1)v. 9 Por que desprezaste a palavra de Yahweh, fazendo o mal diante de seus olhos? (2) v. 10. tu me desprezaste (3) v. 14. Deste lugar a que os inimigos de Yahweh blasfememVocê sabe por que o pecado de Davi foi tão terrível, tão perverso, tão mau?Não é somente porque pecou contra Bate-Seba. Não é somente porque pecou contra Urias. Não é somente porque pecou contra a nação. Não é somente porque pecou contra sua família. Não é somente porque pecou contra seus filhos. DAVI PECOU CONTRA DEUS.v. 13 Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Yahweh. Davi, por que você não disse isso a um ano atrás? Você pouparia tanta dor de cabeça, porque você não sabe o que lhe vai acontecer. Você não sabe o que está para acontecer com sua família. Você não sabe o que está para acontecer com o seu reino.Davi era um grande pecador? Indubitavelmente.Também ele foi um grande arrependido.Veja sua atitute:Ele não se desculpou. Ele não jogou a culpa em outra pessoa. Ele não reclama. Ele não diz, eu sofri rejeição na infância. Eu não recebia atenção em minha infância. Bem isso foi apenas nos meus sonhos. É uma doença sou viciado em sexo. Graças a Deus Davi não fez nada disso. Ele disse: “Deus, Tu estás certo.” Nenhuma desculpa, nenhum álibi. Nenhuma acusação a outra pessoa.Ele não apenas admitiu o pecadoEle não apenas confessou o pecado.Ele se arrependeu do pecado.Ele disse “nunca mais cometerei tal pecado.”Quando ele fez isso Deus abriu suas chuvas.Davi nos ensina também a parte dura3. EU DEVO HUMILDEMENTE ACEITAR AS CONSEQUÊNCIAS DO MEU PACADO.No VT o castigo para adultério era a morte. Se alguém assassinava a pena era morte. “Olho por olho, dente por dente, vida por vida.” Davi esperava a morte. Mas veja como Deus age:v. 13 Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. Tornou Natã a Davi: Também o Senhor perdoou o teu pecado; não morrerás.Davi merecia morrer? Sem dúvida. A lei dizia que semelhante pecado merecia a morte. Mas o que vemos é uma linda figura da graça de Deus.Eu vou remover o teu pecado e não morrerás.Tudo que Davi conhecia em toda a Sua vida era a graça de Deus.Quando ele lutou contra Golias, venceu pela graça de Deus.Quando enfrentou o urso e o leão foi poupado pela graça de DeusQuando lutou contra o rei Saul, foi poupado pela graça de Deus.Todos os dias da sua vida ele provou a graça de Deus.Uma vez mais a graça veio. A culpa se foi. Mas o pesar estava na bem ali na esquina porque agora Davi tinha que ouvir as más notícias.10 Agora, pois, a espada jamais se apartará da tua casa, porquanto me desprezaste, e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para ser tua mulher. 11 Assim diz o Senhor: Eis que suscitarei da tua própria casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres à luz deste sol. 14 Todavia, porquanto com este feito deste lugar a que os inimigos do Senhor blasfemem, o filho que te nasceu certamente morrerá.Volte a fita.Davi estava no topo do terraço.Bate – Seba lá embaixo tomando banho.Davi, antes de se meter no que os teus desejos apelam, é melhor medir o custo.Pensei que você disse que Deus perdoou! Sim, Ele o fez. Mas embora o perdão remova a culpa do pecado, nem sempre remove o pesar do pecado.Existem conseqüências para o pecado. O perdão pode remover as conseqüências espirituais, mas não as conseqüências relacionais, ou as conseqüências sociais, ou as conseqüências físicas. Quando você peca Deus o perdoa. Mas você pode ainda perder seu casamento. Você ainda pode perder seu emprego. Você ainda pode perder seus filhos. Deus pode perdoá-lo, mas você ainda pode ter AIDS, ou doenças venéreas. Pode parecer duro. Você pergunta: “Por que tem que ser assim?” O pecado tem que ser punido por duas razões1) Deus é um Deus santo. Se o pecado não for punido, Ele não é um Deus santo. Deus não tem escolha. Por causa do Seu caráter e da lei moral do universo o pecado tem de ser punido.2) Deus usa as conseqüências do pecado para levar-nos de volta ao relacionamento que sempre tivemos com Ele e nos conservar ali.Salmo 119:67 “Antes de ser afligido (antes de me punires pelo erro que cometi) andava errado, mas agora guardo a Tua palavra.”Depois de tudo isso nunca mais se ouviu de Davi cometendo adultério.Bate-Seba não teve de se preocupar com Davi caminhando no terraço.Davi aprendeu sua lição. Aprenda a maior lição de sua vidaLeia outra vez o verso chave:v. 13 Também Yahweh perdoou o teu pecado; não morrerás. O Hebraico deste verso pode ser também traduzido por “Yahweh fez cair teu pecado sobre outro”Foi exatamente isso que Deus fez em relação a todos nós, em Jesus Cristo.Estou pregando a um grupo de pecadores. Todos aqui admitem pecar. Somos uma tropa de pecadores.Quem aqui nunca disse uma mentira, levante a mão?Quem aqui nunca pegou uma coisa que não lhe pertence? Um doce, um pedaço de bolo.Aqui está uma tropa de ladrões.Você sabe o que Deus fez com todos os nossos pecados? Colocou-os sobre Jesus Cristo.Ouça isto:Não importa o que você haja feito. Adultério? Davi certamente fez isso. Concebeu um filho fora da lei? Ele fez isso. Assassinou alguém? Ele fez isso também. Deus depositou teu pecado sobre outro.Diga Deus, eu pequei.Deus dirá tirarei teu pecado e o colocarei sobre outro; não morrerás.