domingo, 28 de fevereiro de 2010

Em busca de um amigo



II Tim 4:9

Jesus está em busca de um amigo. Assim iniciou a mensagem de domingo, dia 2 de agosto, a qual foi marcada pela real presença do Senhor Jesus, através da mensagem ministrada pelo Pastor Josias Ferreira, dirigente da congregação do Jd. Morenão/Setor 4. Enquanto ele ministrava, eu ficava a meditar na maravilhosa graça de Deus para com seus filhos.

Um tema que todos nós necessitamos ir em busca.

Sua mensagem dizia que Jesus quer ser nosso amigo. Em alguns momentos da vida de Cristo na terra ele ficou só. Paulo disse a Timóteo que todos haviam desamparado o Senhor. No momento em que Paulo encontrava-se preso, também ficou sem amigos, ele estava só.

Existem pessoas que não querem um centavo nosso, apenas nossa amizade, querem apenas um abraço, a nossa atenção.

Jesus está à procura de um amigo (Pv 18:24). Ele está conosco em todos os momentos de nossa vida, jamais nos abandona, ele sim é o nosso melhor amigo, nele podemos confiar, ele não nos decepciona.

Enoque era amigo íntimo de Deus, tanto é que Deus o tomou para si.

Moisés também era amigo de Deus, falava com ele cara a cara.

Davi um homem segundo o coração de Deus. Elias, João, Pedro, podemos explicitar vários. Todos nós precisamos de amigos. Jesus tinha vários amigos, entretanto, três eram mais chegados: Marta, Maria e Lázaro. Jesus dormia na casa dessa família. Quando somos amigos de Jesus ele faz milagres em nossa vida. Ele livrou seus amigos da morte no momento em que acalmou a tempestade. Jesus nosso amigo, passa por nossa casa quando a tempestade está se alastrando.Quando estava no Getsêmani, seu suor se transformando em gotas de sangue, não havia ali nenhum de seus amigos. Esse nosso amigo jamais nos vira as costas, ele nos diz em sua palavra: Não temas que eu vou te abençoar.

De seus amigos, um o traiu, três chegados dormiam, um o negou por três vezes, ele tinha doze amigos.

Judas traiu Jesus com o símbolo do amor, sua traição foi através de um beijo.

Quando estava na cruz, ao lado dele ele encontrou um amigo.

Precisamos entender que independente das lutas, devemos ser amigos dele. Ele entregou a vida pelos seus amigos. Um de seus amigos, chamado José de Arimatéia, emprestou o sepulcro para sepultar Jesus, ali ele foi sepultado mas no terceiro dia ressuscitou, tomou a chave do inferno e da morte, e veio hoje para ser nosso amigo, este homem quer resolver tudo por nós, solucionar todos os nossos problemas, ele é a saída.

Jesus está em busca de um amigo, sejamos amigos do nosso Senhor, que estejamos todos à disposição dele.



Francisca Ricarte – Especialista em RH, Pós-graduanda em Metodologia do Ensino Superior, Graduada em Gestão em Marketing.
Atualizado em ( 22-Set-2009 )

Sua família: um projeto de Deus – uma casa na Rocha




A palavra família é de origem latina e é usada para definir um vínculo doméstico, íntimo (Barnabés, 2009)*. Família é um grupo social formado por pessoas que, tipicamente, embora não necessariamente, estão sob uma ou mais destas condições: ligam-se por algum grau de parentesco ou afinidade, vivem sob o mesmo teto, compartilham um sobrenome.

Os propósitos dessa associação projetada e instituída por Deus, segundo Champlin (2001, pg. 4309)*, são:


1- Procriação da humanidade – Deus dá à primeira família a responsabilidade de promover o crescimento populacional (Gn. 1. 28). A reprodução humana fora do núcleo familiar tem trazido sérios problemas pessoais e sociais aos envolvidos e às suas famílias originárias.

2- Prazer sexual para o casal – o ideal do cristianismo (e de outras religiões e ordenamentos jurídicos de muitos países) é que a intimidade sexual seja desfrutada estritamente dentro do casamento, sendo por este limitada (Pv. 5. 15-20, 1 Co 7. 1-5) . Um relacionamento sexual satisfatório é o meio mais eficiente de prevenção contra a infidelidade (Bíblia da Mulher, 2003, pg. 789)*.

3- Subsistência (Gn 3. 19) – a necessidade de sustento da família leva seus membros economicamente capazes a unirem-se para empreender e buscar renda suficiente para sustentar o grupo todo com o máximo de segurança e conforto. Isso promove o desenvolvimento e especialização das profissões, que são elementos essenciais no desenvolvimento econômico de qualquer sociedade humana.

4- Educação – A educação começa no seio da família (Dt 6. 6, 7). A criança que desfrutar maior qualidade na educação doméstica entra no sistema escolar com maior vantagem.

5- Proteção – Os membros mais fortes da família protegem os mais fracos. Os pais e irmãos maiores normalmente são responsáveis por proteger as crianças menores; o homem protege a mulher (Ef. 5. 25) e a ela dá a preferência (1 Pe 3. 7).

6- Promoção do bem-estar afetivo e emocional (Sl 133) – ninguém vive bem sem o afeto da família. Pesquisas apontam que pessoas casadas são mais saudáveis (SCHOENBORN, pg. 11)* e vivem mais (GOLDANI, 1999, pg. 4)*. Crianças criadas em orfanatos ou sujeitas à negligência afetiva dos pais (ainda que as necessidades materiais sejam satisfeitas) são mais propensas a dificuldades de socialização e transtornos psiquiátricos (BALLONE, 2004)*. É obrigação do crente a demonstração de afeto à sua própria família (1 Tm 5. 4).
Além dessas funções, a família também é uma plataforma moral e espiritual para a pessoa servir a Deus, notadamente no estudo da Palavra (Dt 6. 4-9; Pv 22. 6), no serviço do Reino de Deus (Js 24. 15), na evangelização de seus membros ainda não salvos (RODRIGUES JÚNIOR, 2008, pg. 1)*.

A família tem necessidades econômicas, sociais, afetivas, cognitivas, biológicas e espirituais. A estrutura espiritual da família é o alicerce que definirá a sua integridade e a sustentará quando as estruturas econômicas, mentais e biológicas de seus membros forem afetadas pelos ventos e chuvas da vida.

A estrutura espiritual é ensinada por Jesus em Mt 7. 24-27: edificar a casa na Rocha. A Rocha é Cristo e os fundamentos dessa edificação são ouvir e praticar a Palavra de Deus (v. 24), ou seja, obedecer a Cristo. Jesus chama de prudente quem assim procede.

O insensato, quando inicia uma edificação, olha apenas para o aspecto superficial da areia (terreno nivelado, sem as irregularidades e dureza das rochas, como se já estivesse pronto para receber a construção) e sua aparência suave (Champlin, 2002, pg. 337)*. Olha também para a facilidade da construção sem um alicerce sólido, concentrando-se nas paredes e telhado, ou seja, na aparência, nas riquezas materiais, na capacidade individual, na inteligência humana.

Mesmo sendo a mais importante instituição social estabelecida por Deus, a cada dia, a família enfrenta violentos ataques. Esses ataques são inevitáveis e não dependem da vontade da família ou de seus membros. As chuvas, ventos e inundações virão para todas as famílias, atingirão a todos. A diferença é como cada família reage a esses eventos e o quanto sua estrutura pode suportar a mais abundante chuva, o mais forte vento e a mais pesada inundação.

As chuvas atingem o teto e a aparência exterior da construção. Representam, entre outras coisas, as aflições temporais, pequenas inseguranças do casal, discussões eventuais, insatisfações cotidianas, aborrecimentos familiares, desobediência dos filhos, doenças comuns, falhas de comunicação, interferências indesejáveis de terceiros.

Os ventos atingem as paredes e estruturas superiores da casa. Representam problemas tais como infertilidade em casais que desejam filhos, problemas sexuais definitivos ou persistentes, desemprego recorrente do provedor do lar, grandes perdas econômicas, perda de um membro da família, diferenças de valores morais fundamentais, doenças terminais ou incapacitantes, agressões físicas, objetivos de vida divergentes, e outros eventos que abalam significativamente e persistentemente os membros da família.

Os rios e enchentes atingem os alicerces da casa. Significam a ausência de fé, o distanciamento de Deus, a valorização excessiva da aparência, do dinheiro e da capacidade pessoal, a prioridade para as ambições pessoais em detrimento da vontade de Deus e dos interesses dos outros familiares. Os rios e enchentes são sempre acompanhados de chuvas e ventos.

Esses ataques atingem indistintamente todas as famílias e criam dificuldades para que a família cumpra as suas funções. Não existe família perfeita, em que tudo sempre está bem. Mesmo as famílias dos heróis da Bíblia eram imperfeitas, pois eram formadas por pessoas imperfeitas. Da mesma forma, as famílias dos cristãos, sejam ministros ou leigos, passam por dificuldades.
Para ter e manter a resistência diante dessas dificuldades, não devemos cometer o erro de tentar construir um lar com nossas próprias forças. Precisamos da graça e misericórdia de Deus para construir uma família saudável de acordo com o projeto que Deus estabelece: a obediência à sua Palavra. O sucesso e a felicidade da família, portanto, está em ter a Palavra de Deus como fundamento e orientação para suas funções. A casa bem sucedida é aquela edificada no Senhor (Sl. 127. 1). Reconhecer a soberania de Deus em nossas vidas e em nossas famílias é a chave para a solução dos problemas advindos das tempestades da vida (1 Pe 5. 6, 7).

A família será mais saudável e cumprirá melhor suas funções se seus membros estiverem na presença do Senhor fazendo sua vontade; a Igreja, formada por essas famílias, será mais saudável; a sociedade, por sua vez, será beneficiada, porque os cristãos cumprirão seu papel de sal da terra e luz do mundo e estarão melhor preparados para receber as pessoas e as famílias que entregam-se a Cristo e, também, desejam edificar sua casa na Rocha.

Que a Paz do Senhor e as Suas bênçãos sejam derramadas sobre todas as nossas famílias!
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Que vergonha, a midia precisa da enfase.




Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. Por que, então, silenciaram sobre a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família? O ossuário (urna funerária, foto abaixo) de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".

Estou lendo o ótimo livro O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.), que trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O prefácio é do próprio Lemaire, especialista em epigrafia semítica e autoridade incontestável no assunto. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.

O livro é bom, o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940), e eu estou fazendo minha parte, divulgando-o aqui. Vale a pena ler!

Michelson Borges


Postado por Michelson às 5:27 PM

35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (ROMANOS 8: 35 A 39)


Responder Responder a todos Encaminhar
Sua mensagem foi enviada.
Responder pr.marcelofarias para "Undisclosed-R., Manoel
mostrar detalhes 11:16 (0 minutos atrás)

O ossuário do irmão de Jesus e o silêncio da mídia Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. Por que, então, silenciaram sobre a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família? O ossuário (urna funerária, foto abaixo) de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".

Estou lendo o ótimo livro O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.), que trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O prefácio é do próprio Lemaire, especialista em epigrafia semítica e autoridade incontestável no assunto. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.

O livro é bom, o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940), e eu estou fazendo minha parte, divulgando-o aqui. Vale a pena ler!

Michelson Borges

Postado por Michelson às 5:27 PM
35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (ROMANOS 8: 35 A 39)


Agradeço ao irmão Basilio que é um grande pesquisador da fé cristã.