quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Nossa História



Conheça um pouco de Nossa História

A História da Assembléia de Deus em Belém tem origem no chamado de dois missionários suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren. Após receberem o batismo com o Espírito Santo – com evidência de falar em outras línguas – durante o avivamento em Los Angeles e Chicago no início do século 20, Deus os escolheu para juntos trazerem mensagem pentecostal para o Brasil.

O chamado aconteceu de forma sobrenatural: através de uma profecia, foi revelado que os dois deveriam ir ao Pará. Somente após procurar no mapa mundial os dois missionários tomaram conhecimento de que o local ficava no norte do Brasil. Em obediência à chamada divida, Daniel Berg e Gunnar Vingren chegaram a Belém no dia 19 de novembro de 1910.

Além da barreira do idioma, os dois missionários sofreram com a falta de recursos financeiros, pois, além de serem pobres, não eram mantidos por nenhuma junta missionária. No início, Berg e Vingren participavam de cultos em igrejas protestantes cantando hinos em sueco. Quando passaram a entender o idioma local, iniciaram a testificar de Jesus, enfatizando a salvação, o batismo com o Espírito Santo, a cura divina e o uso dos dons espirituais.

A doutrina pentecostal ministrada com a devida base bíblica foi assimilada por parte dos crentes, mas rejeitada por outros. Seis meses depois da chegada a Belém, Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração e falou da necessidade de o crente ser revestido do poder do alto. A maioria dos presentes alegrou-se com a mensagem e outras reuniões de oração foram realizadas em casas de crentes que queriam o batismo no Espírito Santo como uma realidade em suas vidas. No alvorecer do dia 8 de junho de 1911, a irmã Celina Albuquerque, orando em sua casa, juntamente com outros irmãos, teve o privilégio de ser a primeira evangélica brasileira a receber o cumprimento da promessa, falando em línguas, tal qual os primitivos cristãos no dia de Pentecostes. No dia seguinte, a irmã Maria de Nazaré de Araújo foi também batizada com o Espírito Santo.

A evidência da mensagem pentecostal levou a direção da Igreja Batista a uma tomada de posição. Em uma reunião extraordinária, foi solicitado que todos os que estivessem de acordo com a nova doutrina se manifestassem. Para surpresa geral, dezenove irmãos — a maioria, portanto — levantaram-se. Uns porque já eram batizados com o Espírito Santo, e os outros, porque criam que poderiam receber a promessa. O grupo alinhado ao ensino pentecostal foi ilegalmente excluído pela minoria presente, delineando as bases do movimento pentecostal no solo brasileiro. Os irmãos desligados da Igreja Batista passaram a reunir-se em um salão na Rua Siqueira Mendes, 79, Cidade Velha, residência do irmão Henrique de Albuquerque. Como a glória do Senhor se manifestava naquele lugar, houve a necessidade de organizar o movimento. No dia 18 de junho de 1911, por deliberação unânime, foi fundada a Missão de Fé Apostólica, posteriormente denominada de Assembléia de Deus. Supõe-se que o nome escolhido para a nova denominação esteja ligado às igrejas que na América do Norte professavam a mesma doutrina e foram denominados de Assembléia de Deus ou Igreja Pentecostal.

Estabelecida a Assembléia de Deus, os novos convertidos sentiram de imediato o impulso do Espírito Santo, saindo em busca das almas, seguindo os passos de Gunnar Vingren e Daniel Berg. Os resultados, testemunhados com salvação, batismo com o Espírito Santo e também com curas divinas, deram à igreja pentecostal a dimensão que hoje vemos. O rápido crescimento exigiu a consagração de pastores e norteou a expansão ministerial da nova igreja. Em Belém e aonde iam, aceitando a fé e comprovando a chamada divina, os obreiros separados saíam destemidamente anunciando a Palavra de Deus, sob a unção do Espírito Santo. O grande crescimento da obra levou os pastores consagrados a assumirem trabalhos em outras localidades e estados, ampliando as fronteiras da mensagem pentecostal no Brasil.

Atualmente o testemunho pentecostal da Igreja Assembléia de Deus está presente em todo o Brasil. Os templos e congregações da igreja são verdadeiras agências do Reino de Deus em qualquer cidade ou lugarejo desta nação, mesmo nos lugares de mais difícil acesso.

Através de um início simples, mas sob a bênção de Deus, a mensagem pentecostal chegou ao Brasil através de Belém do Pará, a "Casa do Pão" de todos os pentecostais brasileiros. Esta mensagem originada nos céus alcançou milhões de pessoas em todo o País, fazendo da Assembléia de Deus a maior igreja evangélica do Brasil, local onde Deus fez e continua a fazer coisas maravilhosas.

A compilação e a organização dos registros históricos constantes deste site foram baseadas nas informações dos livros já publicados e nas atualizações e correções cedidas pelos setores correspondentes da Igreja. Para conhecer de forma mais detalhada esta história, adquira o livro "A História da Igreja-Mãe das Assembléias de Deus no Brasil", disponível na loja virtual de nosso site.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Adultério: Pecado que assusta as igrejas e destrói famílias

Adultério, a infidelidade, não é um mal visto apenas no mundo. Entre o povo evangélico já é possível enumerar vários casais que viveram ou estão vivendo esse pecado. Uma pesquisa realizada em 10 países por uma escritora americana mostra que 12% da população do Brasil é infiel ao parceiro(a). A pesquisadora Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, traçou o perfil da sexualidade dos brasileiros e revelou que nada menos que 50% dos homens e 25% das mulheres já traíram pelo menos uma vez numa relação estável, de confiança.
Essa realidade de traição, infidelidade e até promiscuidade, assusta e atormenta inclusive casais cristãos, que cada vez mais têm se deparado com essas situações em suas vidas.
Mas o que leva uma pessoa casada a envolver-se com outra que não seja o seu cônjuge? As diferenças de pensamento, a insatisfação sexual, a falta de tempo para a família, as influências do mundo e, sobretudo, o esfriamento da dependência de Deus são algumas das causas apontadas. Vale destacar que homens e mulheres têm “fraquezas” diferentes: um é mais físico, o outro emocional. É nesse ponto que muitos casais não se entendem.
No livro “A Batalha de Toda Mulher”, a autora Shannon Ethridge aponta que os homens desejam intimidade física, dão amor para conseguir sexo, são estimulados pelo que vêem, o corpo pode desligar-se da mente, do coração e da alma, eles têm ciclos recorrentes de necessidades físicas e são vulneráveis à infidelidade na ausência de toque físico. Já as mulheres desejam intimidade emocional, fazem sexo para obter amor, são estimuladas pelo que ouvem, têm o corpo, mente, coração e alma interligados, têm ciclos recorrentes de necessidades emocionais e são vulneráveis à infidelidade na ausência de ligação emocional.

A pastora Norma Lucia Santos Raymundo, especializada em sexologia clínica, relata que no casamento é preciso sempre perguntar: “Estou fazendo meu marido/esposa feliz?”. “Este é o cuidado necessário. É preciso notar que há diferenças reais entre homens e mulheres. Para ela, a relação sexual é conseqüência de toda a vivência que envolve afetividade. Já o homem aprecia o envolvimento físico sexual, e a afetividade vem como conseqüência. Quando os cônjuges não suprem essas necessidades específicas, ficam vulneráveis a buscar este suprimento em outras pessoas, ou até mesmo em outros projetos de vida. Os casais precisam conversar sobre suas necessidades físicas e emocionais, assim como fazer investimentos para estarem mais juntos, criando afinidade e cumplicidade, afastando qualquer brecha para a quebra da aliança, como,por exemplo, a infidelidade”, relata.
Quando o limite é ultrapassado e uma traição é concretizada, os primeiros que sofrem são os membros da família. A relação entre marido e esposa piora, mesmo o pecado ainda não sendo revelado, e o trato com os filhos também é alterado. A mentira fica latente e cada vez mais freqüente. Os sentimentos de culpa e de desconfiança também são notados.

“Quando um casamento acaba por causa de um adultério, os filhos saem marcados, o cônjuge traído também. Se for cristão, o Evangelho é envergonhado e as perdas são irreparáveis. Nenhuma outra dor é maior. A traição é uma flecha que atravessa a alma”, declara o pastor Josué Gonçalves, terapeuta familiar e pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça, da Assembléia de Deus em Bragança Paulista, São Paulo.

Causas da Infidelidade
Afastamento de Deus, da sua palavra e da igreja.
Imaturidade emocional
Insatisfação na vida sexual ou emocional
Influência do mundo
Internet e televisão
Dificuldades financeiras
Falta de investimento na relação
Problemas de relacionamento

e-infidelidade, a internet a favor da traição

Nas revistas, nos jornais, nos programas de TV e nas novelas a gama de material sensual, de conteúdo promíscuo, de culto ao corpo, de supervalorização do sexo, abrem brechas enormes para os primeiros passos do pecado da infidelidade. Um vilão mais recente é a internet, que divulga imagens de sexo e proporciona conversas desinibidas em salas de bate-papo, propiciando que aquelas frustrações com o marido/esposa sejam deixadas de lado por uma ilusão de que tudo pode ser diferente com o amigo ou amiga virtual.
Numa das palestras proferidas pelo reverendo Nivaldo Schneider, da Congregação Evangélica Luterana Paz, no Ibes, em Vila Velha, ele fala justamente sobre a “e-infidelidade” (a infidelidade que usa a internet como canal) e destaca uma frase que hoje já é muito ouvida: “Trair e teclar é só começar”. Para o pastor, a internet criou uma nova forma de infidelidade. “Começa com a troca de mensagens eletrônicas, o envolvimento vai crescendo e estabelece-se um vínculo íntimo. Tem todos os ingredientes de um caso extraconjugal. Em 60% dos casos a infidelidade sexual virtual termina em sexo real”, alerta.

Para o pastor Ashbell Simonton, “quem busca erotismo na internet maltrata o casamento, pois compara injustamente o cônjuge com aquele apresentado no material pornográfico, produzindo o desinteresse sexual dentro do casamento, levando conseqüentemente à traição.
Tenho ouvido muitas histórias reais de pessoas fiéis que destruíram o casamento por causa de uma sala de bate-papo, orkut e sites de relacionamentos”, relata.
Já o pastor Sandro Santoro, da Primeira Igreja Batista de Vila Batista, em Vila Velha, afirma que muitas vezes a simples pergunta “Como foi o seu dia?” pode fazer surgir um interesse na pessoa que inicia uma conversa em um chat quando em casa esse cônjuge não recebe a atenção que queria. “O conteúdo online traz à realidade sonhos virtuais e mentiras, e isso pode virar uma compulsão”, disse Santoro, que é mestrando em Terapia de Família.

Como a igreja aborda o assunto
Falar sobre traição nas igrejas é ainda um tabu e, enquanto casais destróem seus casamentos, líderes muitas vezes preferem fingir que nada está acontecendo. Muitas das vezes, por total falta de instrução. Faltam pastores e líderes de casais com maturidade espiritual e até conjugal para falar sobre o assunto. Essa é a análise do pastor americano Jaime Kemp, diretor da Sociedade Religiosa Lar Cristão, e um dos pioneiros no trabalho com casais e famílias no Brasil.

O pastor tem que ser um detetive nesses problemas de casais. Ele precisa identificar a dificuldade, mas o grande mal é que não sabe fazer isso, porque no seminário aprendeu apenas a realizar casamento, mensagem, funeral. Quando se fala sobre traição, o pastor passa creme em cima do câncer, quando é preciso cirurgia para extirpar a doença. A falta de instrução impede a solução dos problemas, aliada ao fato de 50% dos pastores terem sérios problemas conjugais ou com os filhos. Infelizmente, essa é uma realidade, e estamos vivendo uma epidemia de divórcios nos púlpitos. Se os pastores estão com problemas graves, não são exemplo. E como a igreja vai caminhar?”, revela e questiona Jaime Kemp.
Ele contou que recebe dezenas de casais por semana em seu escritório, em São Paulo, e nas crises conjugais a infidelidade é um dos maiores problemas. Mas, buscando ajuda em um pastor, em um conselheiro familiar ou algum casal com casamento firme é possível conciliar. “Já recebi a esposa de um pastor que chegou desesperada contando que durante uma madrugada acordou e não viu o marido na cama. Ao procurá-lo pela casa, viu que ele estava na internet assistindo a vídeos pornográficos. Isso é realidade e, mesmo que não tenha ocorrido contato físico, já é traição. A Bíblia diz ‘que qualquer que olhar com mente impura para uma mulher, já em seu coração cometeu adultério com ela’ (Mateus 5:28). A infidelidade é um problema terrível”, disse Kemp.

A igreja, em casos de traição, precisa ser um ponto de apoio, e não de inquisição. Assim como entre os cônjuges, a igreja deve tratar o assunto com carinho, diálogo, conciliação e perdão. A mulher e o homem precisam ser ajudados, e não rotulados, incluídos e não excluídos, amados e não discriminados. Segundo o reverendo Simonton, atualmente em apenas 27% das igrejas evangélicas há ministério específico para divorciados, solteiros e viúvos. “São necessárias ações mais profundas, que restaurem a dignidade humana e a capacidade de servir ao Senhor”, destacou.

Conseqüências da infidelidade
Sentimento de vingança
Baixa auto-estima
Culpa
Esfriamento sexual
Depressão
Dificuldades na criação dos filhos
Vergonha
Mentiras
Cobrança da igreja e da sociedade
Desespero
Inércia diante da situação
Perda da confiança nas pessoas
Problemas financeiros
Doenças sexualmente transmissíveis

Existe saída: o perdão, o amor e o diálogo
É pensando no perdão e na restauração do casamento que trabalha o Ministério Casados Para Sempre, que no Espírito Santo tem como coordenadores regionais o casal Ubiracy e Luzia Arnulfo da Fonseca, da Igreja Evangélica Batista de Vitória. São oferecidos cursos até mesmo para noivos, para mostrar a realidade vivida em um casamento e como enfrentar as dificuldades.
“Hoje a liberalidade da pornografia lida, vista e falada; a promiscuidade nos relacionamentos; e a televisão, a internet, as revistas, oferecendo condições, circunstâncias e oportunidades para a libertinagem, contribuem para a degradação do bem mais precioso para Deus, que é a família. Tem-se visto muitos casais, mesmo estando no meio cristão, praticando a traição. Dessa forma, o inimigo de Deus tem atacado muito ferozmente os casamentos e, por conseqüência, há muitas separações. Entretanto, nosso Senhor não desiste do homem, e tem dado ferramentas para utilização das igrejas. Satanás sabe que famílias fortes significam igrejas fortes e por isso tenta destruí-las”, afirma Ubiracy.
“O maior problema dos casamentos que terminam em divórcio é que não levaram em conta o que Deus fala sobre o assunto. O plano original de Deus para o casamento não incluía separação ou divórcio. Deus quer as famílias estruturadas”, destaca Luzia.

A pastora Norma, que é da Igreja Apostólica Brasileira, em Jardim Camburi, Vitória, aponta alguns passos para a restauração dos laços conjugais após um caso de infidelidade. É preciso primeiro perdoar, e o cônjuge que caiu em pecado deve pedir perdão a Deus, perdão ao companheiro(a) e a si mesmo. Em seguida, precisam decidir se há disposição para permanecer juntos e quais os investimentos necessários para a restauração deste casamento.


Além dessas análises e decisões, é preciso mudança de comportamento. O pecado confessado é perdoado, mas haverá as conseqüências deste erro, e o casal vai necessitar de acompanhamento, que pode ser realizado por seus líderes, ou por profissionais idôneos.
“O diálogo é imprescindível, por isso o casal não pode excluir Jesus do centro deste relacionamento. A rotina também não pode tomar conta. Casal precisa sair sozinho para passear, conversar. É claro que, mesmo havendo uma reconciliação, houve pecado, e Deus diz que há conseqüências. Cada caso deve ser analisado separadamente, mas a pessoa que traiu vai ser movida pelo Espírito Santo para expor a situação. Se não fizer, vai viver sob tensão, sob a sombra de um fantasma, sem paz”, afirma a sexóloga.
Ninguém deve se iludir achando que Deus vai deixar de lado esse pecado. Todo pecado tem conseqüência, assim como está escrito em Gálatas 5:19-21: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.”

O pastor Jaime Kemp destaca a importância do acompanhamento de líderes de casais no momento da reconciliação, e diz que reconquistar a confiança da pessoa traída é o grande trabalho a ser feito. “Isso pode demorar de um a dois anos, por isso deve haver na igreja um ministério bem estruturado para casais, que se baseie profundamente no perdão e no relacionamento com Deus”, disse.
Mas o que acontece com uma pessoa que não consegue perdoar o cônjuge que a traiu? O perdão não é obrigatório, e muitos maridos e esposas não vão conseguir conviver com o outro sabendo de uma traição no passado. Nesses casos, é preciso avaliar a questão da separação, do divórcio. Segundo o pastor Sandro Santoro, a pessoa traída, se não exercer o perdão, pode sofrer conseqüências emocionais, além de espirituais.
“Ela vai ter complexo de inferioridade, porque, muitas vezes, acaba colocando a culpa em si própria, e será atacada por uma confusão de sentimentos, não mais conseguindo discernir o que é amor, carinho. Vai achar que todo mundo agora vai traí-la e por isso vai ter dificuldades em confiar novamente em alguém. O perdão é voluntário e a Bíblia diz que aquilo que você perdoar será perdoado”, disse o pastor.
Como é maravilhoso ver problemas que até então pareciam sem solução serem transformados e resolvidos, mas isso só é possível com a graça do Pai. Deus exige fidelidade no casamento e a colocou na lista dos frutos do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, mansidão, domínio próprio e fidelidade. Há deveres conjugais a serem cumpridos, conforme o apóstolo Paulo descreve em Efésios capítulo 5, mas há também a promessa de que “o amor cobrirá a multidão de pecados” (I Pedro 4:8). Deus quer famílias firmes, casais que amem e saibam perdoar.
O diálogo, a constante doação, o respeito, o investimento no relacionamento, a confiança no Pai e a busca de forças para vencer as tentações, orando e estudando a Palavra de Deus, são ações preventivas que os casais devem adotar para evitar o pecado da infidelidade. É preciso lutar pelo casamento e terapeutas de casais já afirmam: “Casamento não é coisa para preguiçosos”. É um doar-se diário, buscando sempre a sua alegria na alegria do outro e exercendo o amor a todo tempo, como orienta a Bíblia.

Números da infidelidade no Brasil
Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo mostra que um dos menores índices de infidelidade é o do Paraná, mas é onde 43% dos homens já traíram. Em São Paulo, 44%. Em Minas Gerais, 52%. No Rio Grande do Sul, 60%. No Ceará, 61%. Os baianos são os campeões: 64% dos homens se dizem infiéis.
Freqüência de relacionamento extra (“caso”) entre 3.106 mulheres de diferentes estados brasileiros:
Paraná: 19,3%
Pará: 20,3%
Santa Catarina: 23,3%
Mato Grosso do Sul: 23,6%
São Paulo: 24,1%
Bahia: 25,2%
Pernambuco: 26,5%
Ceará: 26,7%
Goiás: 27,7%
Minas Gerais: 29,5%
Rio Grande do Norte: 30,2%
Rio Grande do Sul: 31,7%
Rio de Janeiro: 34,8%

Prevalência de “caso sexual” entre 6.846 participantes da pesquisa:
Homens que admitiram ter “caso sexual”: 50,6%
Mulheres que admitiram ter “caso sexual”: 25,7%

Fonte: “Descobrimento Sexual do Brasil – Para curiosos e estudiosos”, da Professora doutora Carmita Abdo, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Revista Comunhão / Portal Padom




terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nossas Igrejas em Campina Grande - PB

1 - Alto Branco
Rua: Ver. Benedito Mota - 343-A - Alto Branco
2 - Alto Branco II
3 - Belo monte
Rua: Papa João Paulo I - 90 - Nova Brasilia
4 - Belo Monte II
Augusto Moreira Caldas - 254 A -Belo Monte
5 - Bairro das Cidades
Rua: Tv. Paulista - 50 - Bairro das Cidades
6 - Bairro das Nações
7 - Bodocongó I
Rua: Prof. João Rodrigues - 271 - Bodocongó
8 - Bodocongó II
Rua: Eng. Jose Henerson A. Barreto - 232 - Malvinas
9 - Bodocongó III
Rua: Germiniano de A. Melo - 350 - Malvinas
10 - Bodocongó IV
Rua: Rubens Dutra Segundo - 331 - Bodocongó
11 - Bodocongó V
12 - Brito
Rua: Custódio Miranda - 60 - Universitário
13 - Cachoeira
Rua: Sebastião Vieira - 177 - José Pinheiro
14 - Catingueira I
Rua: Severino Aurélio de Souza - 358 - Catingueira
15 - Catingueira II
Rua: Tv. Manoel Batista - 110A - Catingueira (Bairro das Cidades)
16 - Catingueira III
Rua: Maria Candida - Catingueira
Catingueira IV
Rua: Maria Belmiro - Catingueira
17 - Catolé I
Rua: Pref. Elpidio de Almeida - 1660 - Catolé
18 - Catolé II
Rua: Pe. Anchieta - 177 - Catolé
19 - Catolé III
Rua: Aprigio Ferreira Leite - 543 - Catolé
20 - Catolé IV
Rua: João Crispin de Araújo - 19 - Itararé
21 - Catolé V
22 - Catolé de Zé Ferreira
Rua: Antonio Vicente - 33A - Catolé de Zé Ferreira
23 - Ceasa
Rua: Salvino da Costa Agra - Alto Branco
24 - Centenário
Rua: Francisco Lopes - 358 - Centenário
25 - Centenário II
26 - Cinza
Rua: Alíce Araújo Cruz - 141 - João Agripino
27 - Conceição
Rua: Siqueira Campos -
28 - Cruzeiro
Rua: Irisvania A. Cunha - 390 - Cruzeiro
29 - Cuités
Rua: Av. Bruxelas - s/n - Cuités
30 - Cuités II
Rua: Luxemburgo, nº 191
31 - Dinamérica I
Rua: Iara Amaral - 143-F - Santa Cruz
32 - Dinamérica II
Rua: Tranquilino C. Lemos, nº 518
33 - Dinamérica III
Rua: São Mateus - 46 - Dinamérica I - II - III
34 - Distrito dos Mecânicos
Rua: Laurindo Pereira - 03 - Travessa
35 - IPEP
Rua: Maceió - 451 - Ana Amelia
36 - Jardim América
Rua: Moises Quirino Pereira - Nova Brasilia
37 - Jardim Borborema
Rua: Gen. Eurico Gaspar Dutra - 340 - Jardim Borborema
38 - Jardim Europa
Rua: João Francisco de Souza - 46 - Nova Brasilia
39 - Jardim Continental
Rua: Antonio Alves de Lima - 308 - Jardim Continental
40 - Jardim Panorâmico
Rua: Maria de F. L. de Queiroz - 60 - Serrotão / São Januário
41 - Jardim Paulistano
Rua: Isaac Catão - 468 - Liberdade
42 - Jardim Quarenta
Rua: Enfermeira Maria de Lourdes da Silva - 378 - Quarenta
43 - Jardim Serrotão
Rua: José Soares de Oliveira - 370 - Ramadinha I / Serrotão
44 - Jardim Verdejante
Rua: Antonio Correa da Silva - 68 c - JD. Verdejante
45 - J.Tavares
Rua: Clementino Siqueira, Nº 192
46 - J.Vitória
Rua: Josefa P. da Costa
47 - Jeremias
Rua: São Cosme - 133 - Jeremias
48 - José Pinheiro
Rua: Campos Sales - 847 - José Pinheiro
49 - Liberdade
Rua: Sergipe - 334 - Liberdade
50 - Liberdade II
51 - Lucas
Rua: Pedro Acácio Galvão - 1564 - Lucas
52 - Loteamento Gr. Campina
53 - Marinho
54 - Malvinas I
Rua: Das Coroas de Frade - 5 - Malvinas
55 - Malvinas II
Rua: Floripedes Coutinho - 1075 - Bodocongó
56 - Malvinas III
Rua: Floriano Peixoto - 4060 - Malvinas
57 - Monte Castelo
Rua: Mamedes Moises Raia - 435 - José Pinheiro
58 - Monte Santo I
Rua: João Suassuna - 1853 - Monte santo
59 - Monte Santo II
Rua: Av. Canal - 284 - Araxa
60 - Monte Santo III
Rua: Cel. Eufrásio Camara - 456 - Monte Santo
61 - Mirante
Rua: Prof Miron - 189
62 - Mutirão
Rua: Elias Gomes Moura - 13 - Mutirão
63 - Mutirão II
64 - Mutirão III
65 - Novo Bodocongó
Rua: Assembléia - 76 - Novo Bodocongó
66 - Novo Horizonte
Rua: José Vieira de Souza - 801 - Novo horizonte (Casa Anexa)
67 - Novo Horizonte II
68 - Nova Brasília
69 - Novo Cruzeiro
Rua: Absalão Emereciano - 600
70 - Pedregal I
Rua: Assembléia de Deus - 570 - Pedregal
71 - Pedregal II
Rua: São Francisco - 11 - Pedregal
72 - Pedregal III
73 - Presidente Medici
Rua: José Araújo - 217
74 - Palmeira
75 - Promorar
Rua: Vicente T. Barbosa - 147 - Jeremias
76 - Quarenta
Rua: Do Sol - 300 C - Quarenta
77 - Ramada I
Rua: Bonifácio G. De Araújo - 92 - Ramadinha II
78 - Ramada II
Rua: Manoel F. Mendes - 178 - Ramadinha II
79 - Raul Córdula
80 - Ressurreição
Rua: Marcelino P. da Rocha - 300 - Ressurreição II
81 - Rosa Mistica
Rua: Tv. São Jacinto - 133 - Conceição
82 - Rosa Cruz
Rua: Francisco Ernesto do Rêgo - 2825 - Rosa Cruz
83 - Santa Rosa
Rua: Pe. Oscar Yoyo Cavalcante - 515 - Santa Rosa (atual)
84 - Santo Antonio
Rua: Lino Gomes Filho - 355 - Santo Antonio
85 - Santo Antonio II
86 - Serra da Borborema
Rua: Maurilio Pachêco de Brito
87 - Severino Cabral
Rua: Antônio Vieira a Rocha - 790
88 - Lucas
Rua: Pedro Acácio Galvão - 18 1564 - Lucas
89 - Templo Central
90 - Tambor
Rua: Orlando C. de Oliveira - 59 - Tambor
91 - Três Irmãs
Rua: Pe. Cornélio - 91 - Três Irmãs
92 - Varzea Grande
Rua: Amélio Aranha Montenegro - 2486 - Varzea Grande
93 - Vila Cabral Santa Rosa
Rua: José Martins de Andrade
94 - Santa Rosa
94 - Jardim Atalaia
Rua: Abdisio Militão P. De Santos - 45 - V. C. Sta. Teresinha
95 - Vila Castelo Branco
Rua: Maciel Malheiros - 8 - Castelo Branco
96 - Vila dos Teimosos
Rua: Juvencio Arruda - 229 - Bodocongó
97 - Vinte e Quatro de Maio
Rua: Vinte e Quatro de Maio - 118 - Liberdade
98 - Volta de Zé leal
Rua: Silva Barbosa, N: - Bodocongó

sábado, 15 de janeiro de 2011

A marca do Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.

Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás. Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por que daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...

A turma estava em silencio atenta a tudo .

O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.

Silêncio total em sala.

-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente... Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:

- "Minha filhinha está lá dentro!" Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha..

Foi aí que decidi. Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito... Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...

A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada, então o menino continuou: Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ. Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..
Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.

Nunca se esqueça disso!