quinta-feira, 16 de abril de 2009

EPIDEMIA DE DIVÓRCIOS




Uma epidemia se abateu sobre o Brasil nos últimos 23 anos. É a epidemia de divórcio.A taxa de divórcios no Brasil subiu 200% entre 1984 e 2007, segundo dados da pesquisa "Estatísticas do Registro Civil 2007", divulgada, no dia 4 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE). No período, o índice passou de 0,46 divórcio para cada grupo de mil habitantes para 1,49 divórcio por mil habitantes.
isso significa que para cada quatro casamentos acontece um divórcio.Estamos em plena epidemia de divórcio e não nos damos conta dos prejuízos para a família e para a sociedade de um modo geral.Estudos mostram que o divórcio traz impactos negativos sobre as pessoas diretamente envolvidas. Crianças de 5 a 8 anos geralmente demonstram uma tristeza pelo divórcio dos pais e freqüentemente experimentam um declínio do rendimento escolar, só para citar um prejuízo.
Adolescentes que vivenciem o divórcio dos pais são mais propensos a depressão, raiva intensa ou com comportamentos rebeldes e desorganizados.
O divórcio, já que a natureza, para muitos, é mais importante que a família, também causa prejuízo ao meio ambiente. Com o aumento de separações aumenta também no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água.Não existe, o que chamam de “ bom divórcio”.
Divórcio é sempre prejudicial para as pessoas, famílias e sociedade.
A igreja, como mordoma das coisas criadas por Deus, não pode se omitir frente a epidemia de divórcio.Que atitudes, então, a igreja deve adotar?Primeiro, deixar claro que o divórcio contraria o plano de Deus para a família. Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, autoridade máxima sobre nossa vida, temos que pregar sobre a indissolubilidade do casamento. Precisamos, como igreja, impregnar os crentes com princípios bíbli

Segundo, preparar as pessoas, que ainda não se casaram, para uma vida conjugal feliz, sem pensarem na possibilidade de divórcio. Muitos jovens crentes já estão se casando com a idéia de divórcio, quando o primeiro conflito surgir. Precisamos trabalhar mais com jovens preparando-os para o casamento. Isso sem mencionar um trabalho sério com noivos.Terceiro, precisamos ajudar os casais nos seus conflitos, especialmente nas áreas financeira, relacionamento com a família de origem e sexualidade.
Essas três áreas do casamento são mais sensíveis a problemas de relacionamento.
Como igreja, precisamos capacitar os casais resolverem os conflitos que cotidianamente aparecem na relação conjugal.Quarto, precisamos estar mais atentos ao aconselhamento preventivo. Se sabemos que o nascimento do primeiro filho causa um impacto na relação do casal, devemos nos antecipar na ajuda dos pais de primeira viagem. Muitos divórcios acontecem após o nascimento do primeiro filho.
Quinto, a igreja precisa trabalhar mais a idéia da prática da mentoria e do discipulado conjugal. Sexto, os advogados crentes, como membros do corpo de Cristo, devem exercer um papel mais cristão no exercício da profissão.Sétimo, a igreja deve se cercar e apoiar-se em profissionais da psicologia que realmente crêem que um casamento à beira do divórcio, pode ser recuperado.

Aconselhamento e terapia de casal são ações distintas. Muitas outras ações poderiam ser lembradas, mas se começarmos com as alistadas acima já estaremos cooperando com Deus na estabilidade e no fortalecimento da família.

terça-feira, 7 de abril de 2009

SE EU FOSSE VOCÊ

Se eu fosse você” é um filme simples, mas com um enredo muito interessante, que aborda de forma leve e descontraída temas que dizem respeito a realidade do dia-a-dia do casamento. Parabéns para o cinema brasileiro!O objetivo deste texto não é o de fazer uma análise crítica do filme, mas tomá-lo como ponto de partida para traçarmos algumas considerações quanto a dinâmica da vida a dois.Por que as pessoas se casam? As pessoas se casam por vários motivos. Em geral dizem que é por conta do amor. O amor é lindo! Mas quando observamos alguns que na época do namoro e noivado viviam como dois pombinhos e que depois, no casamento, vivem entre “tapas e beijos”, nos perguntamos: Que amor é esse? Misericórdia!Na época do namoro e do noivado o amor tende a anular as diferenças e realçar as semelhanças. É comum ouvirmos de alguns casais de noivos, pombinhos apaixonados, prontinhos e doidos para chegar a noite de núpcias, a expressão: “Nós nos completamos! Nascemos um para outro!” Que romântico!A idéia da complementaridade no casamento tem sua raiz no mito Aristofânico. Mito este que diz que no início homem e mulher formavam um único corpo com os membros duplicados, e com os rostos e as genitálias em posições opostas. A divisão surge em conseqüência de um castigo imposto por
Zeus que se sentiu ofendido ou ameaçado com a visita inesperada deste ser perfeito, mas muito esquisito. Assim, homem e mulher foram separados de uma união mais do que perfeita. Além de terem sido separados foram colocados em lugares distantes. Desta maneira estavam fadados a passar o resto da vida procurando um pelo outro. Que Deus é esse? Como dizem alguns crentes: “Tá amarrado!”.Mas não é assim que alguns entendem o casamento, como uma unidade de partes diferentes? Será que é isso mesmo? O que diz a Bíblia?O texto bíblico deixa claro que Deus criou o homem e depois a mulher – não se tratando, portanto, de uma divisão, mas de uma união. Deus criou a mulher e disse que ela seria ajudadora, “... como se fosse a sua outra metade.” (Gen. 2: 18 - NTLH).
Essa tradução nos remete ao mito aristofânico da complementaridade. Afinal de contas, o casamento é ou não é uma relação de complementaridade? Digo: não é!Aceitar a posição de complementaridade no casamento implica em aceitar o mito do casamento perfeito. Por outro lado, o entendimento da complementaridade no casamento legitima a argumentação daqueles que buscam o divórcio dizendo: “Não nos encaixamos!” Tal atitude é como devolver uma peça hidráulica, por exemplo, dizendo que ele não se encaixou na pia. Essa é uma visão utilitarista do casamento. Lamentavelmente esta tem sido a visão de alguns hoje, bem exemplificada na piada que diz: “sabe por que ele se separou da esposa? É que ele trocou uma de quarenta por duas de vinte!”.
A primeira mulher, Eva, foi formada a partir de uma porção que Deus tirou de um dos lados de Adão, na altura da costela. Depois que Deus formou Eva, com todos os contornos e curvas, Adão desperta do sono. Imagina a cena. Ele abre os olhos e leva um susto com o que vê. Esfrega os olhos como forma de certificar-se que não está dormindo e vê aquela mulher formosa, cheia de graça, na sua frente. Logo sente-se atraído por ela. O coração bate mais forte. Os hormônios agitam o seu corpo e ele faz a primeira declaração de amor que encontramos na Bíblia, dizendo: “... Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada.” (Gen. 2: 23).
Há quem diga que no caso de Adão era pegar ou largar. Ainda bem que ele pegou! Aqui estamos nós!Respeitando-se as devidas proporções podemos dizer que a história do encontro desse primeiro casal tem uma certa semelhança com a história de muitos encontros hoje. De repente os olhares se cruzam, surge uma atração que é mais do que física, o coração bate mais forte e a química acontece. Uma campainha toca lá dentro e a convicção e logo vem a confirmação: “é ele!”, “é ela!” “Achei minha princesa!”, “Encontrei o meu príncipe!” Logo os dois acabam se casando sob o manto imaginário do conto de fadas que diz: “e viveram felizes para sempre!”.Já dizia a minha avó que para conhecer uma pessoa só comendo um quilo de sal com ela. Quanto tempo um casal precisa para consumir um quilo de sal? Levando-se em consideração o fato de que no início do casamento são apenas duas pessoas para comer, e acrescentando a isso a dificuldade natural em acertar o tempero da comida, o que os levará a recorrer ao restaurante ou aos pratos semiprontos. Então acho coerente dizer que para gastar um quilo de sal o casal vai precisar de mais ou menos uns seis meses. Quantos casamentos terminam antes do primeiro ano?No casamento a rotina do dia-a-dia, o stress de trabalhar muito e ganhar pouco, o cuidado com os filhos, a divisão nada igual das tarefas da casa acabam colocando em xeque a tão propalada semelhança de antes. Esse é o momento em que as semelhanças cedem espaço para as diferenças. É quando o desencanto vai aos poucos quebrando o encanto, e o ambiente vai ficando pesado, repleto de queixas, ressentimentos, mágoas, discussões e acusações.
Mas tem que ser assim: sair de um extremo e ir para o outro? Sem dúvida que não!No livro “Os opostos se atraem”, John Drescher diz que: “Quase sem exceção as pessoas se casam com seus opostos em matéria de temperamento e estrutura psicológica”. Acrescenta, citando o Dr. Joseph Wheelright, que “as pessoas se casam com outras pessoas que jamais sonhariam ter como amigos.”. Drescher conclui que as diferenças psicológicas oferecem o sentimento de um pertencer ao outro, promove a união mais íntima, e mostra que precisamos do outro para sermos completos.
O problema é que o outro não nos completa. Imagina uma pessoa completa! O nosso entendimento sobre o casamento não é o da união de duas metades diferentes, mas o de uma construção diária. A construção do casamento não se dá tão somente pela semelhança, mas de uma forma muito especial pela dessemelhança constitutiva que há entre marido e mulher, dois sujeitos, duas pessoas com temperamentos diferentes, modos de ver diferentes, manias diferentes, reações diferentes frente aos problemas da vida.
No filme o autor pontua essas diferenças valendo-se da expressão “Os homens são de Marte, mulheres são de Vênus”, título do famoso livro de John Gray, um ex-monge, casado e fino observador do relacionamento humano.No texto “O par e o ímpar na conjugalidade”, Medeiros diz que: “Faz parte de uma certa temática dos casais o ‘formar um’. Este ‘formar um’, contrariamente ao que se possa pensar, não é desde uma complementaridade, no sentido das duas metades que se juntam, conforme o mito aristofânico. Esse ‘formar um’ coloca-se na direção da construção de um Um ...”.Casamento é isso, os dois trabalhando e investindo na construção de UM casamento.Construção difícil. Muito difícil! Mas não impossível. Dentre tantos recursos que temos para essa difícil tarefa de construirmos UM casamento a partir das diferenças citamos a fé em Deus.O salmista expressa isso quando diz: “Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; ...” (Sl. 127: 1)
A fé em Deus é um recurso valioso para vários aspectos da vida, em especial para a construção de um casamento sob um terreno firme, que não cede frente as tempestades, que supera os ciclos e as fases que todo casamento comporta. A não aceitação da singularidade do casamento, a partir da diferença estrutural entre o homem e a mulher, somado as características pertinentes a cada um enquanto sujeitos, acaba promovendo a ação de desqualificação e anulação do outro. O casamento então passa a ser uma “Batalha de dois, num ringue de arroz”. Casamento não é isso!Entendo que a proposta do filme é a de mostrar a incoerência que há quando no casamento um tenta mudar o outro.
A maneira criativa que o autor encontrou para demonstrar isso foi através da inversão de papéis. No último diálogo do filme os protagonistas riem de tudo o que aconteceu com eles, da idiotice de um querer mudar o outro, e concluem: - “ Esse é um problema que nunca vai ser resolvido” - “É porque não é um problema que tenha solução. Porque na verdade não é nem mesmo um problema.” – Dizem juntos: “É a vida!”Então, como cantava o poeta Gonzaguinha: “Viver, e não ter a vergonha de ser feliz / Cantar e cantar e cantar / A beleza de ser um eterno aprendiz / Ah meu Deus eu sei, eu sei / Que a vida devia ser bem melhor e será / Mas isso não impede que eu repita / É bonita, é bonita e é bonita
Por: Pr. Ailton Desidério.

quinta-feira, 2 de abril de 2009









Amados irmãos! Graça e paz no nome de Jesus,
Deus abre portas aonde não há portas, esta é uma verdade que tenho vivido a cada dia desde que sai do interior da Paraíba atendendo ao chamado de Deus para me preparar para trabalhar como missionária entre mulheres muçulmanas.
Estou em São Paulo a 3 anos, neste tempo tive a oportunidade de fazer a faculdade de pedagogia, o seminário teológico e vários cursos na área de estética e agora em março darei inicio ao curso de inglês. Todo este preparo é necessário como estratégica para eu poder entrar em um país muçulmano, onde é proibida a pregação do evangelho.
Este mês de Fevereiro estive visitando o Paraná com a intenção de apresentar meu projeto a algumas igrejas para que estas possam fazer parceria com minha igreja e juntas possam me enviar ao campo.
Deus também me deu a oportunidade de pregar para um grupo de crianças em uma das igrejas, confesso que foi uma experiência gratificante, porque muitas se entregaram a Jesus.

Louvo a Deus por todo apoio em oração que vocês tem me dado e rogo que vocês sigam comigo neste processo com o objetivo de levar o evangelho aos confins da terra.
Motivos de Oração:
· Igrejas parceiras para o meu sustento;
· Pela agencia PMI, para uma possível parceria;
· Pelo meu aprendizado do Inglês;
· Pelos meus estudos na faculdade e no seminário;
· Por minha família que esta na Paraíba;
· Por força, animo e sabedoria.
Deus os abençoe,
Paula Cristiane.
Vamos apoiar essa jovem que esta apredendendo para ir ganhar almas em lugar hostil, simplismente por amor a Jesus. o que vc puder abençoala, Deus te recompensará em dobro.
Caixa economica Ag: 2928 - Op: 013 - Conta Poupanca: 7434-1

Eis o Cordeiro de Deus! Ele é a nossa Páscoa...







João Batista disse: “Eis O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”
Deus falou a Moisés: "E Eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde homens até animais e sobre todos os deuses do Egito farei juízos: Eu o Senhor. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra Egito. E este dia vos será por memória e celebra-lo-eis por festa ao Senhor, em todas as vossas gerações: este é um estatuto perpétuo". Êxodo 12:12 a 14.
Essa foi a ordenança de Deus a Seu povo, por ocasião da saída do Egito. O sangue do cordeiro livrou os filhos de Deus da morte. O anjo da morte passou e onde havia o sangue no umbral da porta ele não feriu ninguém.
Depois de 1300 anos, na Páscoa, Jesus se entregou para ser morto e como o Cordeiro Pascal, derramou o seu sangue para livrar da morte todos os que através Dele viessem a Deus. Aquela era a mais importante de todas as comemorações da Páscoa. Houve trevas sobre a terra, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram e mortos ressuscitaram (Mat. 27: 52 e 53).
E o mais importante da Páscoa, é que nela Jesus ressuscitou dos mortos. Ele não ficou na sepultura, mas saiu dela trazendo as chaves do inferno e da morte. "Pela morte Ele aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, (aniquilou) o diabo"(Heb.2:14). Ele entrou na sepultura como Cordeiro Pascal e saiu como “Leão da Tribo de Judá”!, Ressurrecto!, Vitorioso!, Triunfante!.


Anjos, Arcanjos e Querubins e o próprio Deus , todos esperavam por aquele momento!. Foi a maior festa no mundo espiritual.
É na páscoa que recebemos nossa maior vitória como filhos de Deus!
Muitos líderes religiosos morreram e seus restos mortais continuam no túmulo; mas o túmulo de Jesus está vazio. Aleluia!
"Porque Cristo, a nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa,...com os pães ázimos da sinceridade e da verdade". I Coríntios:5:7. Comemoremos pois, a verdadeira Páscoa.
Que todos tenham uma Feliz Páscoa!, com o Senhor Jesus, o Cordeiro Pascal!

Com carinho de seus irmãos e amigos,
Maurício Picarelli e Magali Picarelli.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Relacionamento familiar


Tenho aprendido que dentro da família existem papéis a serem desempenhados: Pai, Mãe e Filho. Esses papéis devem ser bem definidos e desenvolvidos para que contribuam na formação de pessoas maduras, capazes de formar famílias estruturadas.Com a evolução dos tempos e o pecado, esses papéis estão confusos e, cada vez mais, as pessoas não sabem o que fazer, invertendo os valores dentro da família, na sociedade. Isso gera infantilidade nos pais e os filhos assumem responsabilidades que não cabem a eles, sendo pais de seus próprios pais. O resultado disso é filhos que ficam com medo de se casar e formar uma nova família. O que é preciso para que cada um entenda o seu papel, construindo uma base emocional e afetiva para que as famílias que se originarem sejam saudáveis?
Comunicação:

É fundamental haver uma comunicação clara, sem ruídos, onde pais e filhos falem o que é necessário, sem ofender e causar feridas uns aos outros. Como isso é possível? Esperando o tempo certo para falar. Quem grita não é ouvido! Esteja sempre pronto a ouvir. Pense em tudo o que for falar para não causar feridas. E, se isso acontecer, peça perdão. Você pode falar tudo, se souber como falar. Comunicamos, também com gestos e atitudes, portanto, não fale uma coisa e faça outra.
Respeito:
Respeite a vontade de seus pais. A casa é deles! Pais dêem o respeito a seus filhos e eles te respeitarão. Respeitem os papéis. Os pais devem ter o cuidado do que falam um do outro para seus filhos. Mães que falam mal dos pais afastam seus filhos da figura paterna de Deus. Filhos não mandam nos pais, não resolvem o casamento deles. Afeto: Construa pontes! Enquanto se está na casa dos pais, aproveite para tirar o melhor da convivência com eles. Ouça o que eles têm a ensinar.

Demonstre carinho, afeto. (Rom 12:9-10). O seu bom relacionamento familiar vai ser a base para a família que você irá formar. Por exemplo: os rapazes devem agradecer a suas irmãs, que passam horas no banheiro se penteando. Isso é um treinamento para vocês serem pacientes com suas esposas. As moças devem agradecer os irmãos por eles serem “manhosos” , isso ajuda a desenvolver seu lado materno, sua paciência porque eles são manhosos mesmo.
Valorize seus relacionamentos familiares. Valorize seus pais e irmãos e Deus te dará a melhor família.
Por Bispa Lúcia Rodovalho

domingo, 22 de março de 2009

VOCÊ CONHECE O SEU CÔNJUGE? FAÇA O TESTE.



Conhecer o mapa afetivo do cônjuge é um fator determinante para o ajustamento na vida conjugal. O amor, o respeito a compreensão crescem na medida que um buscar conhecer melhor o mapa afetivo do outro. Sugiro a você que reserve um tempo para que junto com o seu companheiro(a) façam o teste, são 60 perguntas. Esse tempo deve ser um momento de alegria, humor, descontração e aprendizagem e não de conflitos, muito cuidado... Vamos às perguntas. Um deve perguntar para o outro. O número no final de cada pergunta é quantos pontos vale cada resposta certa.
1. Diga o nome de dois dos meus amigos mais chegados. (2)

2. Qual é o meu grupo musical, compositor ou instrumento preferido? (2

)3. Como eu estava(a) quando estava vestido(a) quando nos encontramos pela pri-meira vez? (2)4. Cite um dos meus hobbies. (3)

5. Em que cidade nasci? (1)

6. Qual é o texto bíblico que mais gosto? (2)

7. Qual é o personagem bíblico que mais admiro? (2)

8. Quais as tensões que estou vivendo nesse momento? (4)

9. Descreva em detalhes o que fiz hoje ou ontem? (4)

10. Quando é o meu aniversário? (1)

11. Qual é a data do nosso aniversário de casamento? (1)

12. Qual é o meu parente preferido? (2)

13. Qual é o sonho que mais desejo realizar? (5)

14. Qual é a minha flor preferida? (2)

15. Qual é a situação de pavor e desastre que mais temo? (3)

16. Em que hora do dia prefiro fazer amor? (3)

17. Em que assunto me sinto mais competente? (4)

18. O que me excita sexualmente? (3)

19. Qual é o meu prato preferido? (2)

20. Qual é o meu programa preferido no fim do dia? (2)

21. Qual é a minha cor favorita? (1)

22. Que aperfeiçoamento pessoal quero fazer na vida? (4)

23. Que tipo de presente gosto mais de receber? (2)

24. Qual foi a minha melhor experiência na infância? (4)

25. Quais foram as minhas melhores férias? (2)

26. De que forma prefiro ser acalmado(a)? (4)

27. Quem é a pessoa que me dá maior apoio (além de você)? (3)

28. Qual é o meu esporte preferido? (2)

29. O que gosto mais de fazer quando tenho tempo? (2)

30. Qual é a minha atividade preferida nos fins de semana? (2)

31. Para onde gosto de ir quando posso? (3)

32. Qual é o meu filme favorito? (2)

33. Quais são os próximos acontecimentos importantes em minha vida? Como me sinto em relação a eles? (4)

34. Quem foi o(a) melhor amigo(a) de infância? (4)

35. Qual é a minha revista preferida? (2)

36. Diga o nome de um(a) dos(as) meus maiores rivais ou "inimigos". (3)

37. Qual seria minha ocupação ideal? (4)

38. Qual é o meu maior medo? (4)

39. De quem menos me simpatizo em minha família? (3)

40. Qual é o meu feriado favorito? (2)

41. Quais são os tipos de livros que mais gosto de ler? (2)

42. Qual é o meu programa de TV preferido? (2)

43. Que lado da cama prefiro? (2)44. O que mais me causa tristeza? (4)

45. Diga uma coisa que me interessa ou me preocupa. (4)

46. Quais são os problemas de saúde que me preocupam? (2)

47. Qual foi o momento mais constrangedor que vivi? (3)

48. Qual foi a minha pior experiência de infância? (4)

49. Mencione as duas pessoas que mais admiro. (4)

50. Diga o nome do meu(minha) maior rival ou inimigo(a). (3)

51. Dentre todos os nossos conhecidos(as), de quem eu gosto menos? (3)

52. Qual é minha sobremesa preferida? (2)

53. Qual é o meu número de previdência social? (2)

54. Diga o nome do meu romance preferido? (3)

55. Qual é o meu restaurante preferido? (2)

56. Cite duas de minhas ambições e esperanças. (4)

57. Quais são alguns dos alimentos que detesto? (2)

58. Qual é o meu animal favorito? (2)

59. Qual é meu hino preferido? (2)

60. Qual é o meu time? (2)

2. Se o resultado não foi o esperado, os dois podem a partir de hoje desenvolver meios para conhecer melhor o mapa afetivo um do outro. Com certeza esse exercício irá resul-tar em amadurecimento. Casar é conhecer e quanto mais nos conhecemos, melhor pode ser a relação conjugal. Que o Senhor Deus continue abençoando.


Coméntario Particular.

Precisamos realmente conhecer os gostos e tudo mais da pessoas que amamos, porém não devemos esquecer que melhor do que conhecer e vivenciar o nosso conjuge dentro da medida do possivel.

Pr. Marcelo Farias "O Pastor da Familia"

sexta-feira, 20 de março de 2009

Propósito de Deus para a Família


"A família esta morta" dizem alguns. Mas apesar das estatísticas, apesar das crises, apesar de tudo que ouvimos pelo contrário, Deus ainda não assinou o óbito familiar. O plano que Ele implementou no Jardim do Éden, e que foi resgatado na cruz do Calvário, continua em pé hoje. Mas precisamos renovar uma perspectiva realmente bíblica do propósito de Deus para a família se veremos um reavivamento em nossos dias.
Dos muitos propósitos que poderíamos alistar para a existência da família, creio que dois englobam a maioria dos demais. Sem sabermos o por quê da família, dificilmente vamos acertar no "o quê" e "como" de vida famíliar. Para este fim, gostaria de sugerir que Deus criou a família com dois propósitos em mente:
Espelhar a Imagem de Deus
Espalhar o Reino de Deus

1. A família existe para ESPELHAR a imagem de Deus.
Deus criou o homem e a mulher criou cada um à sua imagem. Representam algo sobre a Pessoa de Deus como indivíduos (por exemplo, personalidade, intelecto, emoção, vontade, espírito, etc.). Mas Deus também criou os dois à imagem de Deus: "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gn 1:27). "Homem e mulher os criou" (à imagem de Deus) significa que o casal como casal revela aspectos profundos sobre a Pessoa de Deus. Este foi o primeiro propósito de Deus para a união conjugal, e revela a centralidade do relacionamento marido-esposa no plano de Deus. Mas exatamente o que o casal reflete que o indivíduo não?

Em primeiro lugar, o casal reflete unidade em diversidade, assim como vemos na Santa Trindade, onde há três pessoas distintas, com funções diferentes, mas com harmonia total. Assim Deus criou o casal para existir em duas pessoas distintas, numa união tão completa que se tornam "uma só carne" (Gn 2:24), com intimidade, harmonia e unidade. Imagine! O casal casado pode ser uma ilustração na terra da natureza divina! Por isso o casal precisa proteger o relacionamento a dois a qualquer custo, valorizando as diferenças e vivendo em harmonia.
Em segundo lugar, o casal reflete a imagem de Deus através de qualidades de relacionamento. Há aspectos da personalidade de Deus, seus atributos, que somente se vêem em comunidade, tais como amor incondicional, bondade, longanimidade e misericórdia. Deus criou a família como o lugar ideal para ver estes atributos na terra.
Em terceiro lugar, descobrimos que esta imagem de Deus no casal inclui o aspecto de procriação de novas imagens. Em Gênesis 5:1-3 descobrimos que "No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez; homem e mulher os criou, e os abençoou . . . Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete." Os filhos são fruto do amor dos pais, e pela graça de Deus também são novas imagens não somente de Deus mas também são pequenos espelhos do amor dos pais.

Para explicar a importância do espelho do casal, autor Bob George imagina uma cena em que um marciano chega no Jardim do Éden, querendo saber mais sobre o Criador. Ele pergunta para um papagaio como poderia aprender algo sobre Deus. O papagaio responde, "Veja o casal, veja o casal!" E foi assim. Para espalhar o conhecimento e a glória de Deus no mundo inteiro, Deus plantou uma família no Jardim e deu-lhes a ordem "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a . . ." (Gn. 1:28). Esta é a primeira forma da "Grande Comissão", e a primeira ordem na Bíblia! Deus queria que o conhecimento dele através do casal fosse espelhado no mundo inteiro. Não fosse a queda, Adão e Eva teriam multiplicado a imagem de Deus ao redor do globo, através de pequenas representações da Santa Trindade e do Amor de Deus.

Infelizmente o pecado estragou a festa. Desde a queda, a imagem de Deus no ser humano foi ofuscada (não apagada!). O pecado injetou conflito no relacionamento antes harmonioso entre marido e esposa, que não mais refletem tão claramente a imagem de Deus. Surtiu acusação e atrito no lugar de amor e perdão. Por isso a imagem de Deus na família precisava ser resgatada, conforme a promessa que Deus fizera no próprio Jardim (Gn 3:15). Jesus pagou o preço do resgate com seu sangue, para que o homem em Cristo fosse "nova criatura (imagem)" (2 Co 5:17). Agora, em Cristo, a família pode novamente refletir a imagem de Deus na Terra. Ainda não o faz de forma perfeita, pois não existem famílias perfeitas deste lado do céu, somente famílias perdoadas e perdoadoras. Mas pelo menos há chance de refletir unidade em diversidade e amor incondicional com perdão. Esta imagem ainda precisa ser espalhada ao redor do mundo através de famílias verdadeiramente "cristãs", em que a vida de Cristo está sendo vivida através da família.

Baseado nestas observações sobre o primeiro propósito de Deus para a família, podemos sugerir alguns princípios:

1) O relacionamento à dois tem de ser protegido a qualquer custo contra a invasão de terceiros, seja eles os sogros, os filhos, a televisão, os amigos, uma secretária, ou o telefone

2) O testemunho da família tem de ser vigiado a qualquer custo, pois a família é o primeiro lugar onde pessoas vão olhar para ver a presença de Deus na terra

3) Os pais devem se dedicar "de corpo e alma" à tarefa de resgatar seus filhos das trevas, trazendo-os para Cristo e educando-os nos caminhos do Senhor

4) Filhos não ocupam o centro da família, mas que são membros bem-vindos ao círculo familiar. O relacionamento marido-esposa constitui o centro de uma família estável. Os pais precisam aprender valorizar e priorizar seu relacionamento em primeiro lugar.

5) Relacionamentos de namoro e noivado devem proteger contra intimidades físicas que Deus reservou para a união conjugal (Hb 13:4). "O que Deus não ajuntou, não junte o homem!" Intimidade precoce suja a imagem de Deus no casal antes de ser completamente formada.
Apesar de todas as crises familiares em nossos dias, a família não está morta. Mas para não morrer, a família precisa voltar a sua primeira razão de existir: espelhar a imagem de Deus. A família precisa ser protegida a qualquer custo, pois revela Deus para o mundo.
Pr. Davi Merkh
Hoje com o ativismo, precisamos está preparados e atentos com as mudanças que ocorrem de forma acelerada. devemos ter em mente que apesar do ativismo, Deus continua o mesmo, querendo se relacionar com a família. somos desejados do Senhor e de seus propósitos, que são os melhores. Portanto busquemos ao Senhor e ele se revelará a nos, nos dando forças, graça para superarmos as adversidades.
Pr. Marcelo Farias.

Desprezado dentro do lar. Vivemos em uma sociedade que simplesmente ignora seu semelhante. Ignorar é como se o outro não existisse, n...