quinta-feira, 11 de março de 2010

OS JOVENS E A SOLIDÃO


Passam os dias trancados em casa, muitas vezes sozinhos, tendo por companhia a tela vendedora de ilusões, vão à escola, levadas e trazidas pelos pais, mas como já sabemos, esses pais estão alheios, estão centrados nos seus problemas, tanto financeiros, como profissionais. Se estão dirigindo precisam prestar atenção ao trânsito, não tem tempo para conversar com seus filhos, infelizmente.

Estamos vivendo um caos. As revistas, a televisão, incentivam a fantasia, a saída da realidade, a busca pela satisfação no outro, sem resolver seus próprios problemas, e é isto que as pessoas estão fazendo hoje, indo em busca de algo que não existe, querem viver um relacionamento perfeito, mas e a educação que estão tendo hoje em dia? Elas são capazes de proporcionar um relacionamento saudável? O que se vê, atualmente, é sexo, é tirar proveito de situações, é a mulher se colocando como um objeto, e o homem também, na pornografia cada vez mais presente no dia a dia.

Ouço as mães que tem filhos do sexo masculino dizerem, com orgulho, que percebem que eles só pensam em sexo, em arrumar uma namorada para transar. Agora, analisando toda a situação, se as moças e os rapazes não tem a mesma busca, como darem-se bem? Como manterem um relacionamento baseado em respeito? Se olharmos a situação à nossa volta é só isso que encontramos. Quase ninguém pensa em dar uma boa educação, tanto moral quanto espiritual, mostrar o respeito à outra pessoa, como ser humano, como espírito em evolução. Só o que está importando é o corpo físico. Quando os jovens começam a se dar conta de tudo isso, já deram boas cabeçadas e muitas vezes já prejudicaram outras pessoas com seus atos inconseqüentes. Há uma busca desenfreada para acabar com a solidão, o efeito produzido pelas grandes cidades, há tempos atrás, e agora generalizado devido ao instrumento de comunicação em massa chamado Televisão. A grande causa é a criação dos filhos muito sozinhos, pois esta geração atual convive demasiadamente com a solidão.

Seria interessante, alguns momentos, desligar a TV, ler algum livro, estudar, conversar, trocar idéias, contar o que se fez durante o dia, fazer um momento de descontração e de cumplicidade em família. Um momento onde cada um pode falar sobre o que tiver vontade e saberá que será ouvido e compreendido. Também seria bom se tivéssemos mais opções, quem sabe uma TV por assinatura, poderíamos escolher o nível dos programas, e assim não seria preciso assistir as baboseiras que colocam "goela abaixo" do telespectador, sem nenhum respeito. Mas é caro, e são coisas que vamos aprendendo a resolver, com calma, paciência.

O que ainda percebo é que tenho que preparar melhor as meninas para o mundo, tenho como dever alertá-las. Hoje iremos à uma biblioteca, sei que elas adoram. Sinto falta de não existir uma biblioteca somente com livros espiritualistas, que tratassem o ser humano como um todo, seria bem melhor, pois seriam leituras mais educativas, mais corretasA família tem um papel muito importante, fazer com que os jovens sintam-se bem em casa, tendo sua individualidade respeitada, seus direitos, e não serem vistos como seres destituídos de inteligência. Seria muito melhor se esses jovens não precisassem sair de casa antes de amadurecerem. E quantos pais vemos por aí que parecem fazer questão que seus filhos saiam de casa, praticamente os expulsam para que amadureçam.
Concluindo, percebe-se que os jovens estão em busca de romance, partem em busca de encontrar alguém que os satisfaçam de alguma forma, que os completem, enfim, saem em busca de uma ilusão pois é a busca da satisfação no outro e isto tem a ver com a televisão, com livros de romances, com livros de anjos e etc.

É só isso que os jovens que querem se afastar da solidão pensam, querem por toda força encontrar alguém que lhes faça companhia, satisfaça seus desejos, leia seus pensamentos e então partem para as festinhas, para as "badaladas"onde só se leva em conta a aparência física das pessoas e o dinheiro que possuem como se isto fizesse alguém feliz. Um outro engano é pensar que existe uma fórmula mágica para espantar a solidão em que se encontram, e a impressão que se tem é que as coisas pioraram nos últimos tempos, onde as famílias são menos numerosas, onde não existem brincadeiras inocentes e o assunto mais comentado é: encontrar alguém para não se sentir só, mas o que muitos não sabem é que não é a presença de alguém ao lado, fisicamente falando, que afasta a solidão, mas o sentimento que temos dentro de nós mesmos. Como estamos espiritualmente, enfim nosso eu verdadeiro, distantes dos que nos amam por falta de sintonia e atados a desafetos por mútuos ressentimentos.


"A familia é de fundamental importancia para o desenvolvimento dos jovens, só atravez do amor, compreeção é que eles terão forças em socidade que está a cada dia desagregando valores."


Pesquisados por Dulcinéa Ponte.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Vinicius de Moraes


A legião dos Úrias

Quando a meia-noite surge nas estradas vertiginosas das montanhas
Uns após os outros, beirando os grotões enluarados sobre cavalos lívidos
Passam os olhos brilhantes de rostos invisíveis na noite
Que fixam o vento gelado sem estremecimento.

São os prisioneiros da Lua. Às vezes, se a tempestade
Apaga no céu a languidez imóvel da grande princesa
Dizem os camponeses ouvir os uivos tétricos e distantes
Dos Cavaleiros Úrias que pingam sangue das partes amaldiçoadas.

São os escravos da Lua. Vieram também de ventos brancos e puros
Tiveram também olhos azuis e cachos louros sobre a fronte . . .
Mas um dia a grande princesa os fez enlouquecidos, e eles foram escurecendo
Em muitos ventres que eram também brancos mas que eram impuros.

E desde então nas noites claras eles aparecem
Sobre os cavalos lívidos que conhecem todos os caminhos
E vão pelas fazendas arrancando o sexo das meninas e das mães sozinhas
E das éguas e das vacas que dormem afastadas dos machos fortes.

Aos olhos das velhas paralíticas murchadas que esperam a morte noturna
Eles descobrem solenemente as netas e as filhas deliqüescentes
E com garras fortes arrancam do último pano os nervos flácidos e abertos
Que em suas unhas agudas vivem ainda longas palpitações de sangue.

Depois amontoam a presa sangrenta sob a luz pálida da deusa
E acendem fogueiras brancas de onde se erguem chamas desconhecidas e [fumos
Que vão ferir as narinas trêmulas dos adolescentes adormecidos
Que acordam inquietos nas cidades sentindo náuseas e convulsões mornas.

E então, após colherem as vibrações de leitos fremindo distantes
E os rinchos de animais seminando no solo endurecido
Eles erguem cantos à grande princesa crispada no alto
E voltam silenciosos para as regiões selvagens onde vagam.

Volta a Legião dos Úrias pelos caminhos enluarados
Uns após os outros, somente os olhos negros sobre cavalos lívidos
Deles foge o abutre que conhece todas as carniças
E a hiena que já provou de todos os cadáveres.



São eles que deixam dentro do espaço emocionado
O estranho fluido todo feito de plácidas lembranças
Que traz às donzelas imagens suaves de outras donzelas
Que traz aos meninos figuras formosas de outros meninos.

São eles que fazem penetrar nos lares adormecidos
Onde o novilúnio tomba como um olhar desatinado
O incenso perturbador das rubras vísceras queimadas
Que traz à irmã o corpo mais forte da outra irmã.

São eles que abrem os olhos inexperientes e inquietos
Das crianças apenas lançadas no regaço do mundo
Para o sangue misterioso esquecido em panos amontoados
Onde ainda brilha o rubro olhar implacável da grande princesa.

Não há anátema para a Legião dos Cavaleiros Úrias
Passa o inevitável onde passam os Cavaleiros Úrias
Por que a fatalidade dos Cavaleiros Úrias?
Por que, por que os Cavaleiros Úrias?

Oh, se a tempestade boiasse eternamente no céu trágico
Oh, se fossem apagados os raios da louca estéril
Oh, se o sangue pingado do desespero dos Cavaleiros Úrias
Afogasse toda a região amaldiçoada!

Seria talvez belo — seria apenas o sofrimento do amor puro
Seria o pranto correndo dos olhos de todos os jovens
Mas a legião dos Úrias está espiando a altura imóvel
Fechai as portas, fechai as janelas, fechai-vos meninas!

Eles virão, uns após os outros, os olhos brilhando no escuro
Fixando a lua gelada sem estremecimento
Chegarão os Úrias, beirando os grotões enluarados sobre cavalos lívidos
Quando a meia-noite surgir nas estradas vertiginosas das montanhas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O Homem e a Mulher



Dia Internacional da Mulher



O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono;
Para a mulher um altar.

O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é o gênio; a mulher o anjo.

O gênio é imensurável; o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória;
A aspiração da mulher, a virtude extrema.
A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade.

O homem tem a supremacia; a mulher a preferência.
A supremacia representa força.
A preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão; a mulher invencível pelas lágrimas.

A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; os martírios sublima.

O homem é o código; a mulher o evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é o templo; a mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos;

Ante o sacrário ajoelhamo-nos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;
Sonhar é ter na fronte uma auréola.

O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher o rouxinol que canta.

Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma.
O homem tem um fanal; a consciência;
A mulher tem uma estrela: a esperança.
O fanal guia, a esperança salva.

Enfim...
O homem está colocado onde termina a terra;
A mulher onde começa o céu...


Vitor Hugo

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Em busca de um amigo



II Tim 4:9

Jesus está em busca de um amigo. Assim iniciou a mensagem de domingo, dia 2 de agosto, a qual foi marcada pela real presença do Senhor Jesus, através da mensagem ministrada pelo Pastor Josias Ferreira, dirigente da congregação do Jd. Morenão/Setor 4. Enquanto ele ministrava, eu ficava a meditar na maravilhosa graça de Deus para com seus filhos.

Um tema que todos nós necessitamos ir em busca.

Sua mensagem dizia que Jesus quer ser nosso amigo. Em alguns momentos da vida de Cristo na terra ele ficou só. Paulo disse a Timóteo que todos haviam desamparado o Senhor. No momento em que Paulo encontrava-se preso, também ficou sem amigos, ele estava só.

Existem pessoas que não querem um centavo nosso, apenas nossa amizade, querem apenas um abraço, a nossa atenção.

Jesus está à procura de um amigo (Pv 18:24). Ele está conosco em todos os momentos de nossa vida, jamais nos abandona, ele sim é o nosso melhor amigo, nele podemos confiar, ele não nos decepciona.

Enoque era amigo íntimo de Deus, tanto é que Deus o tomou para si.

Moisés também era amigo de Deus, falava com ele cara a cara.

Davi um homem segundo o coração de Deus. Elias, João, Pedro, podemos explicitar vários. Todos nós precisamos de amigos. Jesus tinha vários amigos, entretanto, três eram mais chegados: Marta, Maria e Lázaro. Jesus dormia na casa dessa família. Quando somos amigos de Jesus ele faz milagres em nossa vida. Ele livrou seus amigos da morte no momento em que acalmou a tempestade. Jesus nosso amigo, passa por nossa casa quando a tempestade está se alastrando.Quando estava no Getsêmani, seu suor se transformando em gotas de sangue, não havia ali nenhum de seus amigos. Esse nosso amigo jamais nos vira as costas, ele nos diz em sua palavra: Não temas que eu vou te abençoar.

De seus amigos, um o traiu, três chegados dormiam, um o negou por três vezes, ele tinha doze amigos.

Judas traiu Jesus com o símbolo do amor, sua traição foi através de um beijo.

Quando estava na cruz, ao lado dele ele encontrou um amigo.

Precisamos entender que independente das lutas, devemos ser amigos dele. Ele entregou a vida pelos seus amigos. Um de seus amigos, chamado José de Arimatéia, emprestou o sepulcro para sepultar Jesus, ali ele foi sepultado mas no terceiro dia ressuscitou, tomou a chave do inferno e da morte, e veio hoje para ser nosso amigo, este homem quer resolver tudo por nós, solucionar todos os nossos problemas, ele é a saída.

Jesus está em busca de um amigo, sejamos amigos do nosso Senhor, que estejamos todos à disposição dele.



Francisca Ricarte – Especialista em RH, Pós-graduanda em Metodologia do Ensino Superior, Graduada em Gestão em Marketing.
Atualizado em ( 22-Set-2009 )

Sua família: um projeto de Deus – uma casa na Rocha




A palavra família é de origem latina e é usada para definir um vínculo doméstico, íntimo (Barnabés, 2009)*. Família é um grupo social formado por pessoas que, tipicamente, embora não necessariamente, estão sob uma ou mais destas condições: ligam-se por algum grau de parentesco ou afinidade, vivem sob o mesmo teto, compartilham um sobrenome.

Os propósitos dessa associação projetada e instituída por Deus, segundo Champlin (2001, pg. 4309)*, são:


1- Procriação da humanidade – Deus dá à primeira família a responsabilidade de promover o crescimento populacional (Gn. 1. 28). A reprodução humana fora do núcleo familiar tem trazido sérios problemas pessoais e sociais aos envolvidos e às suas famílias originárias.

2- Prazer sexual para o casal – o ideal do cristianismo (e de outras religiões e ordenamentos jurídicos de muitos países) é que a intimidade sexual seja desfrutada estritamente dentro do casamento, sendo por este limitada (Pv. 5. 15-20, 1 Co 7. 1-5) . Um relacionamento sexual satisfatório é o meio mais eficiente de prevenção contra a infidelidade (Bíblia da Mulher, 2003, pg. 789)*.

3- Subsistência (Gn 3. 19) – a necessidade de sustento da família leva seus membros economicamente capazes a unirem-se para empreender e buscar renda suficiente para sustentar o grupo todo com o máximo de segurança e conforto. Isso promove o desenvolvimento e especialização das profissões, que são elementos essenciais no desenvolvimento econômico de qualquer sociedade humana.

4- Educação – A educação começa no seio da família (Dt 6. 6, 7). A criança que desfrutar maior qualidade na educação doméstica entra no sistema escolar com maior vantagem.

5- Proteção – Os membros mais fortes da família protegem os mais fracos. Os pais e irmãos maiores normalmente são responsáveis por proteger as crianças menores; o homem protege a mulher (Ef. 5. 25) e a ela dá a preferência (1 Pe 3. 7).

6- Promoção do bem-estar afetivo e emocional (Sl 133) – ninguém vive bem sem o afeto da família. Pesquisas apontam que pessoas casadas são mais saudáveis (SCHOENBORN, pg. 11)* e vivem mais (GOLDANI, 1999, pg. 4)*. Crianças criadas em orfanatos ou sujeitas à negligência afetiva dos pais (ainda que as necessidades materiais sejam satisfeitas) são mais propensas a dificuldades de socialização e transtornos psiquiátricos (BALLONE, 2004)*. É obrigação do crente a demonstração de afeto à sua própria família (1 Tm 5. 4).
Além dessas funções, a família também é uma plataforma moral e espiritual para a pessoa servir a Deus, notadamente no estudo da Palavra (Dt 6. 4-9; Pv 22. 6), no serviço do Reino de Deus (Js 24. 15), na evangelização de seus membros ainda não salvos (RODRIGUES JÚNIOR, 2008, pg. 1)*.

A família tem necessidades econômicas, sociais, afetivas, cognitivas, biológicas e espirituais. A estrutura espiritual da família é o alicerce que definirá a sua integridade e a sustentará quando as estruturas econômicas, mentais e biológicas de seus membros forem afetadas pelos ventos e chuvas da vida.

A estrutura espiritual é ensinada por Jesus em Mt 7. 24-27: edificar a casa na Rocha. A Rocha é Cristo e os fundamentos dessa edificação são ouvir e praticar a Palavra de Deus (v. 24), ou seja, obedecer a Cristo. Jesus chama de prudente quem assim procede.

O insensato, quando inicia uma edificação, olha apenas para o aspecto superficial da areia (terreno nivelado, sem as irregularidades e dureza das rochas, como se já estivesse pronto para receber a construção) e sua aparência suave (Champlin, 2002, pg. 337)*. Olha também para a facilidade da construção sem um alicerce sólido, concentrando-se nas paredes e telhado, ou seja, na aparência, nas riquezas materiais, na capacidade individual, na inteligência humana.

Mesmo sendo a mais importante instituição social estabelecida por Deus, a cada dia, a família enfrenta violentos ataques. Esses ataques são inevitáveis e não dependem da vontade da família ou de seus membros. As chuvas, ventos e inundações virão para todas as famílias, atingirão a todos. A diferença é como cada família reage a esses eventos e o quanto sua estrutura pode suportar a mais abundante chuva, o mais forte vento e a mais pesada inundação.

As chuvas atingem o teto e a aparência exterior da construção. Representam, entre outras coisas, as aflições temporais, pequenas inseguranças do casal, discussões eventuais, insatisfações cotidianas, aborrecimentos familiares, desobediência dos filhos, doenças comuns, falhas de comunicação, interferências indesejáveis de terceiros.

Os ventos atingem as paredes e estruturas superiores da casa. Representam problemas tais como infertilidade em casais que desejam filhos, problemas sexuais definitivos ou persistentes, desemprego recorrente do provedor do lar, grandes perdas econômicas, perda de um membro da família, diferenças de valores morais fundamentais, doenças terminais ou incapacitantes, agressões físicas, objetivos de vida divergentes, e outros eventos que abalam significativamente e persistentemente os membros da família.

Os rios e enchentes atingem os alicerces da casa. Significam a ausência de fé, o distanciamento de Deus, a valorização excessiva da aparência, do dinheiro e da capacidade pessoal, a prioridade para as ambições pessoais em detrimento da vontade de Deus e dos interesses dos outros familiares. Os rios e enchentes são sempre acompanhados de chuvas e ventos.

Esses ataques atingem indistintamente todas as famílias e criam dificuldades para que a família cumpra as suas funções. Não existe família perfeita, em que tudo sempre está bem. Mesmo as famílias dos heróis da Bíblia eram imperfeitas, pois eram formadas por pessoas imperfeitas. Da mesma forma, as famílias dos cristãos, sejam ministros ou leigos, passam por dificuldades.
Para ter e manter a resistência diante dessas dificuldades, não devemos cometer o erro de tentar construir um lar com nossas próprias forças. Precisamos da graça e misericórdia de Deus para construir uma família saudável de acordo com o projeto que Deus estabelece: a obediência à sua Palavra. O sucesso e a felicidade da família, portanto, está em ter a Palavra de Deus como fundamento e orientação para suas funções. A casa bem sucedida é aquela edificada no Senhor (Sl. 127. 1). Reconhecer a soberania de Deus em nossas vidas e em nossas famílias é a chave para a solução dos problemas advindos das tempestades da vida (1 Pe 5. 6, 7).

A família será mais saudável e cumprirá melhor suas funções se seus membros estiverem na presença do Senhor fazendo sua vontade; a Igreja, formada por essas famílias, será mais saudável; a sociedade, por sua vez, será beneficiada, porque os cristãos cumprirão seu papel de sal da terra e luz do mundo e estarão melhor preparados para receber as pessoas e as famílias que entregam-se a Cristo e, também, desejam edificar sua casa na Rocha.

Que a Paz do Senhor e as Suas bênçãos sejam derramadas sobre todas as nossas famílias!
Deixe um coméntario.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Que vergonha, a midia precisa da enfase.




Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. Por que, então, silenciaram sobre a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família? O ossuário (urna funerária, foto abaixo) de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".

Estou lendo o ótimo livro O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.), que trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O prefácio é do próprio Lemaire, especialista em epigrafia semítica e autoridade incontestável no assunto. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.

O livro é bom, o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940), e eu estou fazendo minha parte, divulgando-o aqui. Vale a pena ler!

Michelson Borges


Postado por Michelson às 5:27 PM

35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (ROMANOS 8: 35 A 39)


Responder Responder a todos Encaminhar
Sua mensagem foi enviada.
Responder pr.marcelofarias para "Undisclosed-R., Manoel
mostrar detalhes 11:16 (0 minutos atrás)

O ossuário do irmão de Jesus e o silêncio da mídia Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. Por que, então, silenciaram sobre a primeira descoberta arqueológica referente a Jesus e Sua família? O ossuário (urna funerária, foto abaixo) de Tiago data do século 1 e traz a inscrição em aramaico "Tiago, filho de José, irmão de Jesus" (Ya'akov bar Yosef achui d'Yeshua). Oculto por séculos, o ossuário foi comprado muitos anos atrás por um colecionador judeu que não suspeitou da importância do artefato. Só quando o renomado estudioso francês André Lemaire viu na urna, em abril de 2002, a inscrição na língua falada por Jesus, foi que se descobriu sua importância. O ossuário foi submetido a testes pelo Geological Survey of State of Israel e declarado autêntico. Segundo o jornal The New York Times, "essa descoberta pode muito bem ser o mais antigo artefato relacionado à existência de Jesus".

Estou lendo o ótimo livro O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.), que trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe da Biblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O prefácio é do próprio Lemaire, especialista em epigrafia semítica e autoridade incontestável no assunto. Hershel conduz a história de maneira muito interessante, revelando os bastidores da descoberta e as reações a ela, afinal, o ossuário, além de autenticar materialmente o Jesus histórico, afirma que Ele tinha um irmão chamado Tiago, filho de José e, possivelmente, também de Maria. Segundo a revista Time, trata-se de "uma história de investigação científica com alta relevância para o cristianismo", talvez por isso mesmo deixada de lado por setores da mídia secular e antirreligiosa.

O livro é bom, o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940), e eu estou fazendo minha parte, divulgando-o aqui. Vale a pena ler!

Michelson Borges

Postado por Michelson às 5:27 PM
35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
39 Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (ROMANOS 8: 35 A 39)


Agradeço ao irmão Basilio que é um grande pesquisador da fé cristã.

Desprezado dentro do lar. Vivemos em uma sociedade que simplesmente ignora seu semelhante. Ignorar é como se o outro não existisse, n...