segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Não esquecendo o Livramento de Deus

Programa Familia obra Prima de Deus

Abençoando vidas

A PISCINA E A CRUZ

Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e
molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho...
Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão
daquele hábito.

O nadador sorriu e respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação de um grupo de homens.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco.

Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo
tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à Mente e
me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo.

Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim fui até à escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.

Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto.
Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,
confessei meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi
exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.

Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer,
sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar para
a água.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Conquistando o impossível

Se voce tem filhos pequenos, não esqueça de fortalece-los com imagens e musicas que os tornem vencedores. alimente a alma de uma criança e quando crescer será fprte com um vencedor.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Arrebatamento video impressionante 1

JESUS EM BREVE VEM. PREPARE - SE, LEIA A BIBLIA, PEQUISE, DEUS TEM UM PLANO PARA O MUNDO E PARA SUA VIDA.

Meu muito obrigado.

O Programa Família Obra Prima de Deus, na pessoa do

Pr. Marcelo Farias e sua esposa Dulcinea Pontes e equipe de apresentadores, vem agradecer por todo apoio, por esse motivo o projeto vem crescendo, levando com simplicidade e respeito às famílias campinense e Paraibana, palavras de motivação e vida, tendo como objetivo o bem esta do lar, respeitando suas diferenças étnicas, culturais e religiosas.

Sabemos que o mundo em que vivemos passa por uma crise moral que vem destruindo a sociedade.

Sem contar que nosso casamento, nossos filhos e as pessoas que amamos correm o risco de serem levados por uma enxurrada de informações negativas. Por isso a necessidade de termos pessoas envolvidas nessa área para defender princípios éticos, morais e espirituais. Você, sua empresa, sua casa faz parte dos que procuram e acreditam na família como projeto de Deus.

Obrigado é muito pouco pra vos agradecer por seu investimento, desprendimento de forma plena e despretensiosa nesse projeto.

Minha oração é que o Senhor nosso Deus, cubra de bênçãos, que teus projetos venham a crescer a cada dia, que tua empresa fique cada dia mais forte e prospera que tenhas saúde para desfrutar dos bens de Deus. Que todos quantos vocês amam e que estão pertos ou longe sejam alcançados pelo amor e carinho de JESUS.

Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.

Gênesis. Capitulo. 12.3

Um feliz Natal e prospero Ano novo

Desejos dos que fazem o Programa Família Obra prima de Deus

www.pastormarcelofarias.blogspot.com

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O vaga-lume e a serpente

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.

Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.

Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada ...

No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse a cobra:

-Posso lhe fazer três perguntas?

Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar ....

-Pertenço a sua cadeia alimentar?

-Não.

-Eu te fiz algum mal?

-Não.

-Então, por que você quer acabar comigo?

-Porque não suporto ver você brilhar ...

"Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar"

Essa crônica nos mostra o perigo que nos cerca, quando voce faz algo que começa a incomodar, coisas que Deus lhe deu condições de realizar, muitos não suportam ver seu crescimento e passa de alguma forma atrapalhar a sua vida. por isso não devemos compartilhar os nossos projetos, sonhos, pois isso pode causar frustrações, claro nem todos suportam ver seu brilho, existem aquelas que alem de se alegrar com seu sucesso, ainda o ajudam. são poucas, mas existem.


domingo, 5 de dezembro de 2010

Deus vai ao seu encontro, prepare-se

Marcos 2.1-12

Marcos não perde o gosto pela aventura descritiva em seu manuscrito. Na qualidade de "repórter", ele gosta especialmente de fazer a cobertura de eventos que reúnam muita gente. O episódio é propício a um registo desta natureza.
A oportunidade de encontro do povo de Cafarnaum com o Mestre não carecia de estímulos exteriores. A rua bem podia ter ficado com o nome "Avenida das multidões", pois eram muitos os que se agregavam junto à porta da habitação por não haver lugar nela. Lucas enriquece a reunião ao informar-nos que na casa do Mestre estavam presentes “fariseus e doutores da lei que tinham vindo de todas as aldeias da Galileia, Judeia e Jerusalém”. A representação era alargada e por isso não admira que a casa estivesse a apinhar. Tudo indica que no início do Seu Ministério Jesus se serviu mais da sua própria casa, cuja residência transfere estrategicamente de Nazaré para Cafarnaum (Mateus 4.13).
A população aguardava com ânsia o regresso do Mestre e o cansaço da viagem não O impedia de imediato apresentar-lhes a Palavra. É Jesus quem melhor nos ensina a escutar o coração dos outros. O Seu ministério está repleto de acontecimentos vivos que revelam o cuidado que manifestava a todos quantos O procuravam. Foi assim com Nicodemos, com Zaqueu, com Jairo e tantos outros. O respeito que sentia por todos significava ouvir-lhes o "bater do coração", o desejo da alma. Eram as necessidades dos outros que moviam o coração do Mestre e remetiam para mais tarde o Seu descanso merecido. Que tremenda lição!
Marcos é o único dos evangelistas que nos refere o pormenor dos quatro ajudantes do paralítico que jamais poderia ter ido a Jesus se não tivesse sido ajudado por estes. Esta é uma das tarefas para a qual os cristãos conscientes são motivados – levar outros a Jesus, a exemplo de André o qual encaminhou a seu irmão Pedro, o mesmo que narra a Marcos as façanhas do seu escrito. Ora furar por entre a multidão não era tarefa fácil, mas fazê-lo com um paralítico em maca era obra quase impossível. João Marcos reforça a narrativa com este notável indicador - "descobriram o eirado no ponto correspondente ao que Ele estava"; dá-nos a ideia de alguém que presenciou a cena in loco. Imagino quantos cálculos feitos sem régua, quantos passos dados sem medida, quantas opiniões e sugestões se trocaram entre os quatros homens encarregados da façanha. Para não falar nos cálculos dos estragos. Quem pagaria a conta? O paralítico? O fundo social do Templo? Terá a fé de todos eles calculado tudo isso? Na fé deles há um sentido apurado de oportunidade que não desejam perder. A fé fez disparar o indicador da razão e a combinação resultou em pleno num magistral plano que até ao Mestre causou surpresa.
O exercício da fé leva em conta a razão? É a fé irracional? Torna a fé a razão cega? Quem está ferido de fé pode tornar-se louco aos olhos dos cépticos mas nunca aos olhos de Deus. A fé não tem preço que se pague porque não tem produto que se compre. Mas enriquece aquele que dela se nutre!
Fica a pergunta: qual a verdadeira motivação do paralítico? Quer ele ir a Jesus para receber cura física ou espiritual? Ele não deve ter sabido bem o que desejava! Uma mescla de emoção se abateu sobre ele. Uma coisa, porém, o paralítico sabia – O Mestre tinha poder para curá-lo! Outros já haviam recebido os mesmos favores que ele ansiava e foram compensados da sua espera. O Mestre curou-o espiritual e fisicamente! Foi uma cura abrangente, atingindo o paralítico por inteiro: alma e vida. O que é resolvido primeiro? O problema do afastamento é resolvido primeiro –“Filho, perdoados são os teus pecados”; o problema da impossibilidade é resolvido em seguida – “a ti te digo, levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa”. A cura originada em Deus resolve sempre em primeiro lugar o problema do afastamento da Fonte da virtude para acertar contas, em seguida, com o efeito do mal. Com Deus a origem do pecado sofre o revês para que o poder do mal seja enfraquecido e vencido (muitos pregadores modernos não pregam esta ordem). Quando nos dirigimos a Jesus Cristo com honestidade sempre recebemos a dobrar e as nossas expectativas diante de Deus são sempre superadas. O Senhor não deixa os Seus créditos por mãos alheias! Foi o apóstolo Paulo que escreveu -“Ora Àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou esperamos, segundo o poder que em nós opera…” (Efésios 3.20).
Outro pormenor de Marcos é não deixar que o leitor se encarregue de rotular de aventureiros, desmiulados, irresponsáveis, os amigos do paralítico. Ele transfere para o registo a opinião do Mestre - "vendo-lhes a fé, Jesus disse...".Todos os evangelistas referem a frase – “vendo a fé deles…”. Ao fazê-lo, Marcos quer deixar aos seus leitores o grande contributo de que a fé tem mais alcance quando é vivida em grupo. Somos seres criados à semelhança de um Deus que nunca existiu isolado. Sempre houve relacionamento entre a Trindade e foi nesse contexto que fomos criados. E logo que a relação foi cortada com o ser criado por desvio deste, os meios de relacionamento ainda que limitados nunca foram bloqueados definitivamente. Deus nunca se desligou do homem caído sem que tivesse estabelecido “links” de aproximação, com regras bem definidas, sim, mas tornando sempre possível o relacionamento. Até que por fim “o véu se rasgou de alto a baixo”.
Deus valoriza e aprecia a fé manifestada em grupo. Foi um dos motores do avanço do Cristianismo na Igreja emergente (Igreja emergente só houve uma - a que está em Actos dos Apóstolos). O exercício dessa fé em conjunto, com o mesmo grau de intensidade, fez disparar as emoções do Espírito Santo O qual levou os apóstolos e discípulos a fazerem sinais e prodígios, surpreendendo os admirados que afirmaram: - “os deuses desceram à terra”. Diria mesmo, em opinião pessoal, que a fraqueza do Cristianismo reside aí – na incapacidade de vivermos uma fé em grupo. Israel perdeu porque preferiu uma monarquia em lugar de uma teocracia, a Igreja perde porque prefere o governo dos homens em vez da direcção do Espírito de Deus. E nestes contextos a fé do grupo enfraquece! A incapacidade de vivermos uma fé comum, de que Judas também fala, reside no facto de não termos um Líder comum. A fé da Igreja de Corinto já havia enfraquecido por essa mesma razão; em vez da direcção do Espírito havia os seguidores de “Paulo”, de "Apolo”, de “Cefas”, de "Cristo”…Nada mais relevante deve acontecer no planeta aos domingos que a proclamação saída da boca dos fiéis que em pequenos grupos espalhados por este mundo, dirigem os seus louvores a Um único Deus. O Mestre situou O Pai Clestial em qualquer lugar desde que fosse "adorado em espírito e em verdade", contudo, não deixou de abençoar com a Sua quântica presença aquele maravilhoso ajuntamento de 120 pessoas que iniciavam um hábito jamais terminado. A fé vivida e exercida em conjunto tem outro sabor, outro alcance, outro conforto!
Pela primeira vez o paralítico obtem a experiência de ver as pessoas a abrirem passagem para que ele passe. Pelo seu próprio pé! Não fora ele o único a pasmar-se. Uma multidão enorme admite - "Nunca vimos coisa semelhante".

Vaso de Alabastro - Legenda

Desprezado dentro do lar. Vivemos em uma sociedade que simplesmente ignora seu semelhante. Ignorar é como se o outro não existisse, n...