sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O POVO É MASSA DE MANOBRA



Quando se fala de povo, a palavra massa exprime grande quantidade de pessoas, assim o povo é uma massa e é visto como massa de manobra quando se deixa levar pela opinião de um lider ou de um pequeno grupo que tem o poder de persuasão para fazer com que o povo aceite aquilo que eles querem. Os canais de TV usa sempre o povo como massa de manobra, pois mal ela abre o bico o povo já está apoiando, se colocar por exemplo, uma barata na novela das oito, todo mundo vai andar com uma barata pendurada ao pescoço.


Se ela disser que um politico é corrupto ninguem ouse dizer o contrario, pois as pessoas aceitam o que eles dizem. se deu na TV que o Zé matou o Manoel o povo sai dizendo até que viu a hora que o Manoel deu o tiro, as vezes a morte foi por envenenamento, A TV é quem menos tem moral para chamar o povo de massa de manobra. não obstante ele se prestar para isto. Os políticos quando querem levantar uma bandeira para arrumar votos inventam alguma coisa que é de interesse do povo, e este em massa vai para as ruas bater palmas para este politico, o povo faz passeata manifestação para provar que é massa de manobra. Qualquer manifestação que vc ver em sua cidade, é o interesse de alguem que está predominando e ele não faz o povo massa de manobra, o povo é que se deixa levar, vai porque quer.
Moral da estória, todos somos manipulados de alguma forma, principalmente após exercermos o nosso voto nas urnas. Quem manda é os poderes que emanam do governo, pior, não tão nem ai para o povo que o elegeu. Moradia, saúde, segurança, se tornam coisa do passado, os partidos só se interessam em seus propios interesses, dane- se o povo. Você sabia que os corruptos iram se eleger de novo? Sim pois o povo é massa de manobra, nós deixamos levar por discursos programados, imagens que nos sensibiliza, que gera amor, alegria, paixão, nós faz tremular a bandeira de um, amar um e odiar o outro. Nada mais que vãs palavras elaboradas por maketeiros.
Homens insensíveis, que vivem do sofrimento, desvio de verbas publicam que amam seu ventre, verdadeiros psicopatas, alheios a dor e ao sofrimento do povo que elegeu.




Pr. Marcelo Farias.

domingo, 14 de agosto de 2011

Que tipo de Pais nos temos sido?

Exator - Faz cobranças minuciosas de tudo
Xerox - o filho tem que ser sua cópia perfeita
Expositor = exibe o filho como um produto numa feira

Autocrata - em casa, quem decide, sou eu
Frustrador - corta, pela raiz, qualquer iniciativa
Caxias - se a lei existe, é para ser cumprida

Chantagista - se não fizer isto, é porque não me ama
Irresponsável - resolva isto com sua mãe
Comerciante - só te dou isto, em troca daquilo

Desligado - ignora tudo o que diz respeito ao filho
Inseguro - quem sabe, pode dar tudo errado
Provedor - tranqüiliza-se dando coisas ao filho

Permissivo - o filho pode fazer tudo o que quiser
Proprietário - o filho é meu e faço dele e com ele o que quero.
Promotor - sempre encontra algo para acusar o filho

Educador - ajuda a desabrochar o adulto que está na criança
Formador - leva a sério a formação integral do filho
Democrata - dialoga para chegara um consenso

Disponível - reserva um tempo precioso para o filho
Observador - acompanha atento as etapas do desenvolvimento do filho
Previdente - prepara o filho para aprender com os fracassos porvir

Agradecido - reconhece no filho um presente de Deus, aos seus cuidados
Libertador - alerta que a verdadeira liberdade é um bem que se conquista

Responsável - paga o preço de nunca ser omisso
Religioso - revela que a vida não se limita aos horizontes terrenos.

Paciente - ensina que a maturidade não acontece sem tropeços
Esperançoso - acena para a luz, que está sempre no fim do túnel
Corajoso - enfrenta os combates pelo sentido da vida

Prudente - orienta afazer os passos, de acordo comas pernas
Realista - prepara o filho para viver muito além dos limites da família


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Enchertados na Figueira verdadeira.

“Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto” Jo 15:2


Este versículo é utilizado mais das vezes para fundamentar a crença popular que um crente pode vir a perder sua salvação adquirida. Entretanto, por se tratar de uma parábola, devemos interpretar o texto de acordo com a principal regra de interpretação de textos deste gênero: notar principalmente a lição geral, sem forçar demais nos detalhes. Se pudermos sintetizar a lição da parábola numa frase é nesta: aquele que está em Cristo, produz frutos.


Jesus começa dizendo “Eu sou a videira verdadeira” (Jo 15:1). Israel era a videira plantada pelo Senhor, mas que não apresentou os frutos esperados. “Eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel; como, pois, te tornaste para mim uma planta degenerada como vide estranha?” (Jr 2:21). Ao dizer-se videira verdadeira, Jesus declarava vã a presunção do povo de que pertencendo a Israel seriam por isso aceitos por Deus.


Sendo Jesus a videira verdadeira, podia afirmar “quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto” (Jo 15:5a). Os frutos não são produzidos com o objetivo de estar na videira, mas como resultado de estarem ligados a ela. Tão certo como a união com Cristo produz frutos, é o fato de que fora dele nenhum fruto é produzido: “sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15:5b). Por isso, a ordem de Jesus não é “produzam frutos” e sim “estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim” (Jo 15:4).


Se o texto deixa absolutamente claro que todo aquele que está unido a Cristo produz fruto, como entender a sentença “toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira” (Jo 15:2a)? A explicação é que embora no aspecto exterior os ramos estivessem ligados à videira, não havia união orgânica de fato. A seiva não fluía do tronco para os ramos. Embora aderidos à árvore, não estavam ligados intimamente.


Sempre houve, e sempre haverá, aqueles que fazem parte da igreja visível, conformando-se externamente à conduta esperada dos cristãos, porém sem nunca terem se ligado a Cristo de fato. Esses tais são ramos que não produzem frutos, e não produzem porque não tem uma ligação real com o Senhor. Que essa ligação é apenas aparente fica claro logo adiante: “se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará” (Jo 15:6). O problema de tais pessoas não é primariamente não produzir frutos, e sim não estar em Cristo, pois se estivessem os frutos surgiriam naturalmente.


Em claro contraste com eles estão os discípulos verdadeiros. Logo após dizer que o Pai “limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto" (Jo 15:2b), Jesus completa “vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado” (Jo 15:3). Destes, Jesus testemunha: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” (Jo 15:16). Pelo que concluímos que os que foram escolhidos por Jesus, permanecerão Nele e serão frutíferos. E que concluir que um verdadeiro crente que está em Cristo e Cristo está nele pode vir a perder a salvação é perder de vista a lição que Jesus está ensinando.