sexta-feira, 27 de março de 2009

Relacionamento familiar


Tenho aprendido que dentro da família existem papéis a serem desempenhados: Pai, Mãe e Filho. Esses papéis devem ser bem definidos e desenvolvidos para que contribuam na formação de pessoas maduras, capazes de formar famílias estruturadas.Com a evolução dos tempos e o pecado, esses papéis estão confusos e, cada vez mais, as pessoas não sabem o que fazer, invertendo os valores dentro da família, na sociedade. Isso gera infantilidade nos pais e os filhos assumem responsabilidades que não cabem a eles, sendo pais de seus próprios pais. O resultado disso é filhos que ficam com medo de se casar e formar uma nova família. O que é preciso para que cada um entenda o seu papel, construindo uma base emocional e afetiva para que as famílias que se originarem sejam saudáveis?
Comunicação:

É fundamental haver uma comunicação clara, sem ruídos, onde pais e filhos falem o que é necessário, sem ofender e causar feridas uns aos outros. Como isso é possível? Esperando o tempo certo para falar. Quem grita não é ouvido! Esteja sempre pronto a ouvir. Pense em tudo o que for falar para não causar feridas. E, se isso acontecer, peça perdão. Você pode falar tudo, se souber como falar. Comunicamos, também com gestos e atitudes, portanto, não fale uma coisa e faça outra.
Respeito:
Respeite a vontade de seus pais. A casa é deles! Pais dêem o respeito a seus filhos e eles te respeitarão. Respeitem os papéis. Os pais devem ter o cuidado do que falam um do outro para seus filhos. Mães que falam mal dos pais afastam seus filhos da figura paterna de Deus. Filhos não mandam nos pais, não resolvem o casamento deles. Afeto: Construa pontes! Enquanto se está na casa dos pais, aproveite para tirar o melhor da convivência com eles. Ouça o que eles têm a ensinar.

Demonstre carinho, afeto. (Rom 12:9-10). O seu bom relacionamento familiar vai ser a base para a família que você irá formar. Por exemplo: os rapazes devem agradecer a suas irmãs, que passam horas no banheiro se penteando. Isso é um treinamento para vocês serem pacientes com suas esposas. As moças devem agradecer os irmãos por eles serem “manhosos” , isso ajuda a desenvolver seu lado materno, sua paciência porque eles são manhosos mesmo.
Valorize seus relacionamentos familiares. Valorize seus pais e irmãos e Deus te dará a melhor família.
Por Bispa Lúcia Rodovalho

domingo, 22 de março de 2009

VOCÊ CONHECE O SEU CÔNJUGE? FAÇA O TESTE.



Conhecer o mapa afetivo do cônjuge é um fator determinante para o ajustamento na vida conjugal. O amor, o respeito a compreensão crescem na medida que um buscar conhecer melhor o mapa afetivo do outro. Sugiro a você que reserve um tempo para que junto com o seu companheiro(a) façam o teste, são 60 perguntas. Esse tempo deve ser um momento de alegria, humor, descontração e aprendizagem e não de conflitos, muito cuidado... Vamos às perguntas. Um deve perguntar para o outro. O número no final de cada pergunta é quantos pontos vale cada resposta certa.
1. Diga o nome de dois dos meus amigos mais chegados. (2)

2. Qual é o meu grupo musical, compositor ou instrumento preferido? (2

)3. Como eu estava(a) quando estava vestido(a) quando nos encontramos pela pri-meira vez? (2)4. Cite um dos meus hobbies. (3)

5. Em que cidade nasci? (1)

6. Qual é o texto bíblico que mais gosto? (2)

7. Qual é o personagem bíblico que mais admiro? (2)

8. Quais as tensões que estou vivendo nesse momento? (4)

9. Descreva em detalhes o que fiz hoje ou ontem? (4)

10. Quando é o meu aniversário? (1)

11. Qual é a data do nosso aniversário de casamento? (1)

12. Qual é o meu parente preferido? (2)

13. Qual é o sonho que mais desejo realizar? (5)

14. Qual é a minha flor preferida? (2)

15. Qual é a situação de pavor e desastre que mais temo? (3)

16. Em que hora do dia prefiro fazer amor? (3)

17. Em que assunto me sinto mais competente? (4)

18. O que me excita sexualmente? (3)

19. Qual é o meu prato preferido? (2)

20. Qual é o meu programa preferido no fim do dia? (2)

21. Qual é a minha cor favorita? (1)

22. Que aperfeiçoamento pessoal quero fazer na vida? (4)

23. Que tipo de presente gosto mais de receber? (2)

24. Qual foi a minha melhor experiência na infância? (4)

25. Quais foram as minhas melhores férias? (2)

26. De que forma prefiro ser acalmado(a)? (4)

27. Quem é a pessoa que me dá maior apoio (além de você)? (3)

28. Qual é o meu esporte preferido? (2)

29. O que gosto mais de fazer quando tenho tempo? (2)

30. Qual é a minha atividade preferida nos fins de semana? (2)

31. Para onde gosto de ir quando posso? (3)

32. Qual é o meu filme favorito? (2)

33. Quais são os próximos acontecimentos importantes em minha vida? Como me sinto em relação a eles? (4)

34. Quem foi o(a) melhor amigo(a) de infância? (4)

35. Qual é a minha revista preferida? (2)

36. Diga o nome de um(a) dos(as) meus maiores rivais ou "inimigos". (3)

37. Qual seria minha ocupação ideal? (4)

38. Qual é o meu maior medo? (4)

39. De quem menos me simpatizo em minha família? (3)

40. Qual é o meu feriado favorito? (2)

41. Quais são os tipos de livros que mais gosto de ler? (2)

42. Qual é o meu programa de TV preferido? (2)

43. Que lado da cama prefiro? (2)44. O que mais me causa tristeza? (4)

45. Diga uma coisa que me interessa ou me preocupa. (4)

46. Quais são os problemas de saúde que me preocupam? (2)

47. Qual foi o momento mais constrangedor que vivi? (3)

48. Qual foi a minha pior experiência de infância? (4)

49. Mencione as duas pessoas que mais admiro. (4)

50. Diga o nome do meu(minha) maior rival ou inimigo(a). (3)

51. Dentre todos os nossos conhecidos(as), de quem eu gosto menos? (3)

52. Qual é minha sobremesa preferida? (2)

53. Qual é o meu número de previdência social? (2)

54. Diga o nome do meu romance preferido? (3)

55. Qual é o meu restaurante preferido? (2)

56. Cite duas de minhas ambições e esperanças. (4)

57. Quais são alguns dos alimentos que detesto? (2)

58. Qual é o meu animal favorito? (2)

59. Qual é meu hino preferido? (2)

60. Qual é o meu time? (2)

2. Se o resultado não foi o esperado, os dois podem a partir de hoje desenvolver meios para conhecer melhor o mapa afetivo um do outro. Com certeza esse exercício irá resul-tar em amadurecimento. Casar é conhecer e quanto mais nos conhecemos, melhor pode ser a relação conjugal. Que o Senhor Deus continue abençoando.


Coméntario Particular.

Precisamos realmente conhecer os gostos e tudo mais da pessoas que amamos, porém não devemos esquecer que melhor do que conhecer e vivenciar o nosso conjuge dentro da medida do possivel.

Pr. Marcelo Farias "O Pastor da Familia"

sexta-feira, 20 de março de 2009

Propósito de Deus para a Família


"A família esta morta" dizem alguns. Mas apesar das estatísticas, apesar das crises, apesar de tudo que ouvimos pelo contrário, Deus ainda não assinou o óbito familiar. O plano que Ele implementou no Jardim do Éden, e que foi resgatado na cruz do Calvário, continua em pé hoje. Mas precisamos renovar uma perspectiva realmente bíblica do propósito de Deus para a família se veremos um reavivamento em nossos dias.
Dos muitos propósitos que poderíamos alistar para a existência da família, creio que dois englobam a maioria dos demais. Sem sabermos o por quê da família, dificilmente vamos acertar no "o quê" e "como" de vida famíliar. Para este fim, gostaria de sugerir que Deus criou a família com dois propósitos em mente:
Espelhar a Imagem de Deus
Espalhar o Reino de Deus

1. A família existe para ESPELHAR a imagem de Deus.
Deus criou o homem e a mulher criou cada um à sua imagem. Representam algo sobre a Pessoa de Deus como indivíduos (por exemplo, personalidade, intelecto, emoção, vontade, espírito, etc.). Mas Deus também criou os dois à imagem de Deus: "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gn 1:27). "Homem e mulher os criou" (à imagem de Deus) significa que o casal como casal revela aspectos profundos sobre a Pessoa de Deus. Este foi o primeiro propósito de Deus para a união conjugal, e revela a centralidade do relacionamento marido-esposa no plano de Deus. Mas exatamente o que o casal reflete que o indivíduo não?

Em primeiro lugar, o casal reflete unidade em diversidade, assim como vemos na Santa Trindade, onde há três pessoas distintas, com funções diferentes, mas com harmonia total. Assim Deus criou o casal para existir em duas pessoas distintas, numa união tão completa que se tornam "uma só carne" (Gn 2:24), com intimidade, harmonia e unidade. Imagine! O casal casado pode ser uma ilustração na terra da natureza divina! Por isso o casal precisa proteger o relacionamento a dois a qualquer custo, valorizando as diferenças e vivendo em harmonia.
Em segundo lugar, o casal reflete a imagem de Deus através de qualidades de relacionamento. Há aspectos da personalidade de Deus, seus atributos, que somente se vêem em comunidade, tais como amor incondicional, bondade, longanimidade e misericórdia. Deus criou a família como o lugar ideal para ver estes atributos na terra.
Em terceiro lugar, descobrimos que esta imagem de Deus no casal inclui o aspecto de procriação de novas imagens. Em Gênesis 5:1-3 descobrimos que "No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez; homem e mulher os criou, e os abençoou . . . Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete." Os filhos são fruto do amor dos pais, e pela graça de Deus também são novas imagens não somente de Deus mas também são pequenos espelhos do amor dos pais.

Para explicar a importância do espelho do casal, autor Bob George imagina uma cena em que um marciano chega no Jardim do Éden, querendo saber mais sobre o Criador. Ele pergunta para um papagaio como poderia aprender algo sobre Deus. O papagaio responde, "Veja o casal, veja o casal!" E foi assim. Para espalhar o conhecimento e a glória de Deus no mundo inteiro, Deus plantou uma família no Jardim e deu-lhes a ordem "Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a . . ." (Gn. 1:28). Esta é a primeira forma da "Grande Comissão", e a primeira ordem na Bíblia! Deus queria que o conhecimento dele através do casal fosse espelhado no mundo inteiro. Não fosse a queda, Adão e Eva teriam multiplicado a imagem de Deus ao redor do globo, através de pequenas representações da Santa Trindade e do Amor de Deus.

Infelizmente o pecado estragou a festa. Desde a queda, a imagem de Deus no ser humano foi ofuscada (não apagada!). O pecado injetou conflito no relacionamento antes harmonioso entre marido e esposa, que não mais refletem tão claramente a imagem de Deus. Surtiu acusação e atrito no lugar de amor e perdão. Por isso a imagem de Deus na família precisava ser resgatada, conforme a promessa que Deus fizera no próprio Jardim (Gn 3:15). Jesus pagou o preço do resgate com seu sangue, para que o homem em Cristo fosse "nova criatura (imagem)" (2 Co 5:17). Agora, em Cristo, a família pode novamente refletir a imagem de Deus na Terra. Ainda não o faz de forma perfeita, pois não existem famílias perfeitas deste lado do céu, somente famílias perdoadas e perdoadoras. Mas pelo menos há chance de refletir unidade em diversidade e amor incondicional com perdão. Esta imagem ainda precisa ser espalhada ao redor do mundo através de famílias verdadeiramente "cristãs", em que a vida de Cristo está sendo vivida através da família.

Baseado nestas observações sobre o primeiro propósito de Deus para a família, podemos sugerir alguns princípios:

1) O relacionamento à dois tem de ser protegido a qualquer custo contra a invasão de terceiros, seja eles os sogros, os filhos, a televisão, os amigos, uma secretária, ou o telefone

2) O testemunho da família tem de ser vigiado a qualquer custo, pois a família é o primeiro lugar onde pessoas vão olhar para ver a presença de Deus na terra

3) Os pais devem se dedicar "de corpo e alma" à tarefa de resgatar seus filhos das trevas, trazendo-os para Cristo e educando-os nos caminhos do Senhor

4) Filhos não ocupam o centro da família, mas que são membros bem-vindos ao círculo familiar. O relacionamento marido-esposa constitui o centro de uma família estável. Os pais precisam aprender valorizar e priorizar seu relacionamento em primeiro lugar.

5) Relacionamentos de namoro e noivado devem proteger contra intimidades físicas que Deus reservou para a união conjugal (Hb 13:4). "O que Deus não ajuntou, não junte o homem!" Intimidade precoce suja a imagem de Deus no casal antes de ser completamente formada.
Apesar de todas as crises familiares em nossos dias, a família não está morta. Mas para não morrer, a família precisa voltar a sua primeira razão de existir: espelhar a imagem de Deus. A família precisa ser protegida a qualquer custo, pois revela Deus para o mundo.
Pr. Davi Merkh
Hoje com o ativismo, precisamos está preparados e atentos com as mudanças que ocorrem de forma acelerada. devemos ter em mente que apesar do ativismo, Deus continua o mesmo, querendo se relacionar com a família. somos desejados do Senhor e de seus propósitos, que são os melhores. Portanto busquemos ao Senhor e ele se revelará a nos, nos dando forças, graça para superarmos as adversidades.
Pr. Marcelo Farias.

terça-feira, 17 de março de 2009

O MUNDO COMPROVA O QUE A BÍBLIA AFIRMA: “DINHEIRO NÃO TRAZ FELICIDADE!”





http://www.youtube.com/watch?v=RXmhuF6tesQ

“ Um bilionário de Seatle(cidade de Washington - USA), para quem trabalhei uma vez enfrentou dificuldades financeiras há cerca de dois anos. Seus negócios começaram a ir mal e ele foi obrigado a vender sua ilha particular e seu iate(que era um dos maiores do mundo). Ele foi excluído da lista dos homens mais ricos do planeta elaborada pela revista Forbes(uma das mais respeitadas revistas de economia norte-americana), e agora luta para se manter com as poucas centenas de milhões que ainda lhe restam, mas não é um homem feliz.
Parece que o dinheiro nunca consegue oferecer serenidade aos bilionários.

Os mais ricos sabem que, por mais dinheiro que tenham, podem perder tudo rapidamente. Isso os faz se perguntar todo o tempo: “Por que o suficiente nunca é o bastante?” Até os herdeiros de grandes fortunas se fazem essa pergunta. Um consultor que trabalhou para Nelson Rockefeller( foi o líder de uma das famílias mais ricas do mundo) lembra-se de tê-lo ouvido reclamar diversas vezes de sua própria insegurança. A fortuna pessoal de Rockefeller chegava a US$ 3 bilhões de dólares(algo em torno de 6 bilhões de reais). Uma vez, perguntado sobre quanto dinheiro precisaria para ter tranqüilidade, ele parou, pensou e respondeu: US$ 4 bilhões devem ser suficientes”. Desconfio que( para a humanidade) não exista algum dinheiro suficiente. Na verdade, muitos dos super ricos concordam que, quanto mais se tem, mais preocupado se fica. Certamente ser um milionário não é suficiente. A equipe da revista Forbes diz que existem mais de 8 milhões de americanos na lista de milionários, e que, por isso, a relação que realmente “importa” é a dos bilionários. Alguns se divertem ao ver Bill Gates(dono da Microsoft), sendo excluído do topo da lista e superado por nomes como Warren Buffett(investidor de ações) dono de 62 bilhões de dólares ou pelo mexicano Carlos Slim, 60 bilhões(dono da maior operadora de telefonia celular da América Latina, que no Brasil é dona da Claro).

Gates, agora, aparece em terceiro lugar com “apenas” 58 bilhões de dólares de fortuna pessoal(Forbes 2008). Mas, ao lado das grandes fortunas, caminham também o desconforto, de acordo com pesquisadores que estudaram a psicologia da riqueza. O problema mais grave é o sentimento de culpa provocada pelo abismo existente em muitos ricos e o restante da humanidade. Uma segunda armadilha é a compulsão para continuar acumulando cada vez mais. O professor de psicologia do City College e City Graduate Center de Nova York Paul Wachtel examinou o problema em trabalho publicado pelo American Journal of Psychoanalysis. O professor Wachtel reconheceu que o dinheiro pode ser um símbolo de sucesso, mas identificou que a inveja e a ganância são os reais motivadores do anseio de acumular cada vez mais dinheiro. Os estudos mostraram que o dinheiro tem papel relativamente pequeno na felicidade ou no bem-estar do individuo.

Na verdade a intimidade e a vida familiar são sacrificadas pela busca de dinheiro, que teria inicialmente a função de apenas prover o sustento dessa mesma família. O professor Wachtel diz que as pessoas cuja a faixa de renda está em torno dos seis dígitos têm problemas para controlar a ânsia por ter cada vez mais. Essas pessoas se tornam escravas do dinheiro porque vivem para manter o elevado nível de acúmulo de bens materiais que conquistaram”.
Todo crente bem instruído na palavra sabe através do Espírito, sem mesmo nunca ter sido rico, que a felicidade só pode ser alcançada por Jesus Cristo, e este em nós. Sabe que as coisas mais importantes da vida não estão á venda, portanto neste caso, muito ou pouco dinheiro não podem resolver o problema do homem quanto a sua felicidade.
O mundo inteiro acredita numa mentira repetida de pai para filho desde adão até hoje, não necessariamente descrita dessa forma: Dinheiro e hora são as coisas mais importantes na vida e carregam em si a fonte da felicidade. Todo homem no fundo acredita que se fosse rico, todos os seus problemas sumiriam imediatamente como em um truque de mágica. Restaria a ele somente então viver o resto dos seus dias num paraíso que se transformaria a sua vida, desfrutando das infindáveis benesses que julga ele, a fartura traria. Mesmo sem a experiência prática, o desabafo dos milionários não é desconhecido por aqueles que seguem á Cristo sinceramente. Instruídos pelas santas letras, esse pequeno grupo de “tolos”, aprenderam a desprezar as riquezas deste mundo por entenderem que a causa da angustia de todo homem é o pecado que ele carrega dentro de si, e este, não sede nem diante de todo o dinheiro do mundo.
Sabem que só existe uma maneira de se livrar desse estigma que os atormenta, que é rendendo á Cristo todo o controle de suas vidas; sem fingimento, barganha ou reserva. É lastimável que nestes últimos dias que antecedem a volta de Cristo, apesar de farta advertência das escrituras, os crentes estejam se deixando seduzir cada vez mais pelo deus desse século, que intensifica seu trabalho no “desejo dos olhos”, usando como ferramenta o apelo do mundo que sugestiona a toda alma a que se transforme num consumo-dependente. Faz-se oportuno lembrar o exemplo deixado por Moisés que, “ …Sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa futura.” Hebreus 11:24,25,26. O culto a Mamon(ídolo pagão citado no novo testamento para descrever o culto a riqueza, e ao apego as coisas materiais) está mais vivo do que nunca.
Que só Deus nos influencie!
Roberto Aguiar

“Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade”. Ecl 5:10
“Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura”. Isa 55:2

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. 1Ti 6:10
Se no ouro pus a minha esperança, ou disse ao ouro fino: Tu és a minha confiança; Se me alegrei de que era muita a minha riqueza, e de que a minha mão tinha alcançado muito; Também isto seria delito à punição de juízes; pois assim negaria a Deus que está lá em cima. JÓ31: 24,25,28
Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume. Pro 30:8
Fonte: Jornal Internacional Herald Tribune, o mais importante jornal inglês. Artigo assinado por Michael Johnson. Título original: O preço de se estar no topo da pirâmide social é alto demais.


“TUDO ESTÁ ERRADO ATÉ QUE DEUS ENDIREITE" www.discernimentocristao.wordpress.com Orkut: Discernimento Cristão
Discernimento Cristão כריסטיאן טעם Christian διορατικότητα Христианский проницательность Christian phân biệt
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sexta-feira, 13 de março de 2009

INFIDELIDADE CONJUGAL



Tive o privilégio de prefaciar o livro “Vencendo os traumas da infidelidade”, lançado no Brasil pela Editora Palavra. Tenho a certeza de que será uma bênção para os casais evangélicos brasileiros
De que o adultério está presente entre muitos membros de igrejas evangélicas, todos nós sabemos. Mas que existem casais dispostos a compartilharem com outros irmãos na fé suas dores, lutas, feridas e vitórias é uma surpresa agradável e saudável.
É o que casal Gary e Mona Shriver, com ousadia fizerem ao escrever o livro prefaciado por mim para a edição brasileira.
Ao ler o livro “Vencendo os traumas da infidelidade”, percebi, mais uma vez, que o mesmo Deus que restaurou a integridade de Davi é o mesmo que curou e tratou da dor causada pelo adultério no casal Shriver e está disposto a tratar, curar e restaurar muitos casamentos em nosso país.
A leitura do livro falou ao meu coração. É um livro não somente para os casais que experimentaram ou estão vivenciando a dor causada pela infidelidade de um dos cônjuges, mas para todos aqueles que desejam manter um casamento sem a nódoa causada pelo adultério e para aqueles que desejam usados por Deus para ajudarem os que estão lutando pelos seus casamentos.
Quando terminei de ler o livro pensei em muitos casais do meu conhecimento que experimentaram a dor da infidelidade e não tiveram uma ajuda para superarem o trauma da traição conjugal. Mas agora, com “Vencendo os traumas da infidelidade” poderão ser ajudados na difícil, mas plenamente possível tarefa de reconstruírem seus casamentos.
Gary e Mona não são nomes conhecidos em nossa cultura. Mas fico pensando em casais como João e Maria, Márcio e Marta, Pedro e Adriana, Paulo e Cristina (nomes fictícios) que vivenciam ou vivenciaram essa realidade em nossas igrejas e ao lerem o livro “Vencendo os traumas da infidelidade” poderão se encher de esperança e acreditarem que é possível restaurar um casamento.
Depois de ler o texto em português, extraí as seguintes lições para minha vida.
A primeira, é que ninguém está imune ao adultério (1 Co 10.12).
São pessoas de carne e osso. Gente como Elias, Davi, você e eu (Tg 5.17). Gente que só pode resistir às tentações sexuais confiando única e exclusivamente na graça de Deus (2 Tm 2.1).
Também me lembrou de que Deus não deseja que o divórcio seja a primeira opção para casais que experimentam essa triste realidade. Lembrou-me que o ministério da reconciliação deve ser sempre buscado (2 Co 5.18).
Deus falou ao meu coração também no sentido de que uma relação sexual ilícita, embora seja perdoada e curada por Deus, deixa uma cicatriz profunda na história de um casamento e que só é possível continuar nele com muito diálogo, ajuda, lágrimas, perdão e, acima de tudo, com a graça de Deus.
O livro poderá ser uma bênção para a igreja evangélica brasileira pois poderá servir de apoio para casais que enfrentam a dor da infidelidade. Se, como igreja de Cristo, desejamos ser com um verdadeiro exército, não podemos mais abandonar e deixar pelo caminhos os casais feridos pelo adultério. Gary e Mona tinham tudo para terminarem sua história com uma certidão de divórcio, mas Deus trabalhou em suas vidas e deram inicio ao ministério Esperança e Cura.
É Deus transformando mais uma vez a maldição em bênção (Dt 23.5).

Por: Gilson Bifano

quarta-feira, 11 de março de 2009

Diga Não À Erotização Infantil





O Silêncio é a alma das Agressões Sexuais”Anna Salter
Não se pode falar em pedofilia sem se fazer uma breve referência aos desvios da sexualidade, ou seja às parafilias, perturbações da sexualidade que podem ser constantes ou episódicas, que se manifestam através de fantasias ou de comportamentos recorrentes e que são sentidas pelo próprio como sexualmente excitantes.
As parafilias específicas mais conhecidas são o exibicionismo (exposição dos genitais); o fetichismo (uso de objectos inanimados); o frotteurismo (tocar ou roçar-se numa pessoa que não consente); a pedofilia (foco em crianças prépubertárias); masochismo sexual (ser objecto de humilhação ou sofrimento); o sadismo sexual (infligir dor); o fetichismo travestido (traves-tir-se); e o voyeurismo (observar actividade sexual).

Temos de estar alerta para o facto de que os indivíduos com desvios da sexualidade estão muito atentos ao mundo que os rodeia e, sempre que possível, procuram trabalho em locais ou junto de pessoas que, sem o saberem, lhes proporcionam gratificação sexual.
As perturbações da sexualidade são normalmente crónicas, embora se saiba que podem diminuir com a idade avançada. Supõe-se que algumas fantasias associadas às parafilias, podem iniciar-se na infância ou no princípio da adolescência, mas têm uma expressão mais acentuada durante a adolescência e na vida adulta.
O tratamento das parafilias tem apresentado limitações e muitas resistências. É de salientar que a tão falada “castração química” não é um tratamento propriamente dito, mas sim uma contenção social.
Como já ficou dito, a pedofilia é uma parafilia específica, mas não se sabe ao certo o porquê desta perturbada orientação sexual, conforme não se sabe porque é que há quem prefira pessoas mais velhas.
Sabe-se, sim, que nem todas as crianças que foram vítimas de abuso sexual se tornam adultos abusadores, mas que muitos adultos abusadores foram vítimas de abuso sexual durante a infância.
O termo pedofilia, que há muitos anos é descrito nos manuais de psicopatologia e que só agora entra no vocabulário de todos nós, é, por definição, o acto ou a fantasia de ter contactos sexuais com crianças em idade pré-pubertária (13 anos ou menos) e que o pedófilo tem de ter mais de 16 anos e ser cinco anos mais velho que a vítima. Quem recorre a material pornográfico com crianças deve também ser inserido neste conceito.
Os pedófilos repetem com frequência os seus comportamentos, e tentam justificar os seus actos dizendo que os mesmos têm valor educativo para a criança; que a criança tem prazer sexual, e que são elas quem os provoca ou, ainda, que com crianças não contraem tão facilmente doenças. Os pedófilos, por regra, não sentem remorsos ou mal-estar pela prática dos seus actos.
Os pedófilos podem ser homossexuais, heterossexuais ou bissexuais; casados ou solteiros; homens ou mulheres, e pertencer a todas as profissões e classes sociais.
Os indivíduos que só mantêm práticas sexuais com crianças em idade pré-pubertária são chamados pedófilos exclusivos. Os que, para além dos seus contactos sexuais ditos normais, recorrem ainda a práticas sexuais com crianças em idade pré-pubertária, são denominados pedófilos não exclusivos.
Os pedófilos que sentem uma predileção por crianças do sexo feminino preferem habitualmente meninas com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos, enquanto os que têm preferências por meninos procuram crianças ligeiramente mais velhas.
É comum ouvir-se alguns pedófilos justificarem as suas práticas fazendo referência ao momento em que, eles próprios, foram vítimas. Dizem que, nessa altura, o adulto representava o medo, a angústia, o terror e que nunca mais se conseguiriam libertar dessa imagem ameaçadora. Por isso hoje, nos seus contactos sexuais, preferem as crianças, para não se sentirem postos em causa; é uma questão de poder. Estes indivíduos são por regra imputáveis (responsáveis pelos seus atos) e sabem disso, por isso praticam os seus actos às escondidas.
Tal como acontece em outros desvios de sexualidade, também a pedofilia tem uma evolução crónica, com comportamentos que vão do despir as crianças, a observá-las, ao toque, ao sexo oral, à masturbação, até à penetração.

O traumatismo causado à criança depende não só do tipo de ato a que foi sujeita, mas também da idade que tinha no momento em que foi vítima, e do apoio que na altura lhe foi prestado.
Lembro que, normalmente, o pedófilo procura uma vítima indefesa que, por coação, é por ele silenciada, vítima essa que lhe está normalmente muito próxima, embora possa também pertencer a um espaço exterior à família ou ao seu meio natural (padres, professores, médicos).
Não existe uma definição única do conceito de abuso sexual infantil, no entanto todas subescrevem que se trata de uma das piores formas de violência sobre as crianças.
A maioria das definições de abuso sexual infantil fazem referência a uma multiplicidade de atividades sexuais, incluindo situações em que não existem contactos físicos, propriamente ditos. Deve considerar-se abuso sexual quando se utilizam crianças e/ou adolescentes para a satisfação do desejo sexual de pessoas mais velhas.
São ainda consideradas situações de abuso sexual todas as que vão do telefonema obsceno, até a penetração.
Neste contexto devemos relembrar ainda a questão da Exploração Sexual de Crianças, que está presente quando há uma das seguintes situações: assédio sexual, intra ou extra familiar; prostituição infantil; pornografia infantil; turismo sexual e tráfico de crianças.
Não nos podemos esquecer que um pedófilo é sempre um abusador sexual; mas um abusador sexual pode não ser um pedófilo.
No meu entender, sempre que um adulto utiliza um menor para satisfazer os seus desejos sexuais deve, preferencialmente, ser considerado abusador sexual, e não pedófilo, porque o abusador sexual infantil, vitima crianças de qualquer idade, enquanto o pedófilo abusa de crianças em idade prépubertária.

MANUEL COUTINHO.

Psicólogo clínico

O PORQUÊ DO SILÊNCIO…São inúmeros os factores que levam a criança a ocultar o abuso a que foi sujeito, mas destacamos: medo de represálias por parte do agressor; sentimentos de vergonha, culpa, vergonha, e insegurança ou protecção (irmão mais novos); medo dos interrogatórios e da devassa da sua intimidade ou família; exposição pública; estigma social.
Contudo, este silêncio permite que o abuso se perpetue, convertendo-se no pior inimigo do menor e no maior aliado do agressor.
Leva a criança a experienciar um sentimento de culpabilidade que o impede de confiar, de amar e de estabelecer uma relação saudável como futuro adulto.
Assim, é indispensável que os adultos tenham consciência dos sinais e sintomas que podem indicar que o menor está a ser vítima de abuso sexual.

SINAIS E SINTOMAS.


A presença de sinais e sintomas, se muito intensos e combinados, devemos alertar para a possibilidade de abuso sexual:
– Mudança súbita de comportamento na escola, incapacidade de concentração, diminuição do rendimento escolar.
– Mudança na personalidade, insegurança e necessidade cons-tante de ser estimulada.
– Falta de confiança num familiar adulto, ou não querer ficar sozinha ou com determinado adulto.
– Isolamento de amigos, familiares ou das actividades usais.
– Medo a algumas pessoas e lugares.
– Excesso de limpeza ou total despreocupação com a higiene.
– Incontinência para a urina ou fezes ou alterações dos hábitos intestinais.
– Pesadelos ou perturbações do sono.
– Interesse especial pelo sexo, inapropriado à idade da criança.
– Retorno à infância, inclusive a comportamentos típicos dos bebés.
– Depressão, ansiedade, afastamento, tristeza, indiferença.
– Auto-mutilação
– Tentativa de suicídio.
– Fuga.
– Problemas de álcool e/ou drogas.
– Problemas de disciplina ou actos delinquentes.
– Actividade sexual precoce (simulações, vocabulário, masturbação, desenho).
– Problemas médicos como infecções urinárias, leucorreias, rectorragias, dor pélvica ou hemorragia vaginal inexplicáveis e recorrentes.
– Dores, inchaços, fissuras ou irritações na boca, vagina e ânus.
Pode gerar a cura ou repetir a exploração e traição. Assim devemos acautelar as seguintes condições:
– Criar um clima de confiança e abertura para com as crianças e seus problemas.
– Mostar que acreditamos. Devemos dizer e mostrar à criança que acreditamos no que está a contar, mesmo que nos pareça estar a fantasiar ou a ocultar informação, sobretudo porque, em muitos casos, a criança procura proteger o seu agressor.
– Apelar à livre narrativa da criança. Procurar observar sinais e sintomas; fazer perguntas abertas, se a narrativa da criança não forneceu suficiente informação (“podes contar-me mais sobre o que aconteceu?”); aceitar a ignorância e o esquecimento da criança sobre o sucedido, é normal acontecer; apelar à importância da verdade; assegurar apoio e discrição.
– Providenciar avaliação médica (centro de saúde/hospital).

UMA PALAVRA DE ATENÇÃO AOS CASOS INTRA-FAMILIARES.


Frequentemente, na relação entre abusado e abusador, além de ser poderosa, a figura provedora de cuidados da criança pode estar mais presente e ser mais carinhosa e amorosa do que qualquer outra pessoa na vida da criança. A criança pode assim convencer-se de que se contar o segredo, o seu relacionamento com o abusador e a única pessoa que ama pode ser ameaçado.
Muitas vezes, a criança não consegue tolerar a “maldade” no membro parental e defende -se psiquicamente procurando assimilar a “maldade” e incorpora-a como arte de si mesma. Isto permite à criança ver o familiar abusador como “bom”, e a revelação do segredo pode ferir uma parte de si própria.

ALEXANDRA SIMÕES.

Psicóloga clínica e de aconselhamento.
Art. 70. É dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente. (Estatuto da Criança e do Adolescente - LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.)

domingo, 8 de março de 2009




O homem é a mais elevada das criaturas.
A mulher é o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem um trono;
Para a mulher um altar.
O trono exalta; o altar santifica.
O homem é o cérebro; a mulher o coração, o amor.
A luz fecunda; o amor ressuscita.
O homem é o gênio; a mulher o anjo.
O gênio é imensurável; o anjo indefinível.
A aspiração do homem é a suprema glória;
A aspiração da mulher, a virtude extrema.
A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade.
O homem tem a supremacia; a mulher a preferência.
A supremacia representa força
A preferência representa o direito.
O homem é forte pela razão; a mulher invencível pelas lágrimas.
A razão convence; a lágrima comove.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher de todos os martírios.
O heroísmo enobrece; os martírios sublimam.
O homem é o código; a mulher o evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é o templo; a mulher, um sacrário.
Ante o templo, nos descobrimos;
Ante o sacrário ajoelhamo-nos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter cérebro;
Sonhar é ter na fronte uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher um lago.
O oceano tem a pérola que embeleza;
O lago tem a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa; a mulher o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma.
O homem tem um fanal; a consciência;
A mulher tem uma estrela : a esperança.
O fanal guia, a esperança salva.
Enfim ...
O homem está colocado onde termina a terra;
A mulher onde começa o céu ...
Autor: Victor hugo ( Imortal da Academia Francesa de Letras.

sexta-feira, 6 de março de 2009

A Mulher Ideal







A Mulher ideal


...É aquela que é maravilhosa acima de tudo.Que pode com um sorriso provocar amor e felicidade.


A Mulher ideal ...É aquela que é simples por natureza.Que pode explanar com simples gestos toda a sua feminilidade e grandeza.


A Mulher ideal ...É aquela que sabe como ninguém entender os sinais do amado antevendolhe os movimentos estando sempre ao seu lado.


A Mulher ideal ...É aquela que não seja perfeita, pois somente Deus o é, mas que busque aperfeição em todos os seus gestos.


Mulher ideal ...É aquela que mostra a sua beleza todos os dias, como no primeiro encontro .Fazendo dos momentos com o seu amado um eterno reencontro.


A Mulher ideal ...É aquela que mesmo com o passar dos anos, tenha sempre o sorriso demenina, pois o enrugar da pele é ínfimo perante a alma feminina.


A Mulher ideal ...É aquela que se apresenta perante a sociedade como a mais formosa dama.Mas quando na intimidade partilhe todos os segredos..Enfim, a Mulher ideal ...É aquela que mesmo não sendo Deusa, sabe como ninguém trazer umpedacinho do céu.

do céu.

terça-feira, 3 de março de 2009

CONSAGRAÇÃO DE PASTORES




Nos últimos tempos estive em dois concílios de consagração de pastores.
Acho que é um momento muito especial na vida do futuro pastor, da igreja e da denominação.No último concílio de que participei, embora não tenha ficado todo o tempo, devido a um outro compromisso assumido para aquele mesmo dia, confesso que saí um pouco preocupado.
Fiquei preocupado com o colega que estava sendo examinado e com a próprio concílio.O examinador de teologia começou a dizer que tinha, num caderno, cerca de setecentas perguntas na área teológica. Uma das perguntas foi em relação aos tipos de teologia.

O candidado falou da teologia moral, da teologia sistemática. O examinador, com um timbre de voz muito interessante, então disse: “o irmão está esquecendo da teologia genética, isso mesmo, da teologia genética”. Como afirmei, não fiquei até o final e nem conversei ainda com meu colega consagrado ao ministério. Fui até a internet e pesquisei o termo “teologia genética”. Encontrei muitas referências sobre “teologia e genética” e apenas uma citação “teologia genética”. Eu acho muito importante o estudo da teologia. Precisamos de teológos comprometidos com a Palavra de Deus e creio também que precisamos zelar pelos concíclios, mas vi naquele concíclio um interesse maior do examinador em mostrar todo seu conhecimento do que verificar os pensamentos teológicos do candidato ao ministério.

Devemos, nos concíclios, continuar perguntando aos candidatos sobre sua experiência de conversão, de chamada para o ministério, dos seus pensamentos na área da eclesiologia e da teologia. Mas, quando leio 1 Timóteo 3.1-7, confesso que fico um pouco preocupado com as ênfases dadas nos nossos concílios.Por exemplo, nunca vi, em um concílio, alguém pedir a esposa do candidato, sendo casado, a se levantar e dar um testemunho sobre sua vida enquanto marido. Eu perguntaria à esposa se seu marido é amoroso, gentil, cavalheiro, se é um líder piedoso em sua casa, se é moderado, respeitável, se gosta de receber pessoas em casa, se gosta de contribuir financeiramente, se é manso, sensato. Essas são algumas das condições bíblicas para exercer o ministério. Se um marido cuida bem da esposa, haverá uma grande possibilidade, desse homem, que será pastor, de cuidar bem da Noiva de Cristo.Não perguntamos aos filhos para que digam, caso sejam jovens, por exemplo, se seu pai, futuro pastor, é um pai que tem exercido a paternidade com autoridade e dignidade.
Se um homem cuida bem da sua família, dos seus filhos, podemos afirmar que cuidará bem da família e dos filhos de Deus.Por que em nossos concílios não se convida alguém, que não seja pastor, que conheça profundamente o candidato para dar um testemunho sobre sua vida? Fazer perguntas do tipo: “Ele é um bom pagador das suas contas?”, “Tem demonstrado integridade moral?”.
Eu acho que a partir de agora, nos concílios que eu participar, se o candidato for casado, vou pedir um depoimento da esposa. E se tiver filhos crescido e estiverem presentes, a mesma coisa.Às vezes criamos tantas normas para os concílios, que a essência bíblica fica esquecida
Por: Gilson Bifano

10 CONSELHOS PARA NOIVOS




1. Planejem-seCasamento dá trabalho; por mais simples que seja. Fazer um planejamento irá ajudar muito.Coloquem tudo que precisa ser feito no papel como lista de convidados ou pessoas que irão ajudar nos preparativos; anote até os pequenos detalhes, pois assim não correrão o risco de esquecer alguma coisa. Vale até mesmo um cronograma, pois alguns itens do planejamento podem ser providenciados meses antes e outros nos dias que antecedem o casamento.

2. Preparem um orçamentoQuanto custa um bolo de casamento ou um penteado no cabeleireiro? O que fica mais em conta um buquê de noiva de flores artificiais ou naturais? Sim , tudo envolve gastos e mesmo que vocês estejam pensando em fazer uma cerimônia simples, com certeza terão de gastar algum dinheiro. É importante fazer um orçamento para não ter surpresas depois.

3. Mantenham os pés no chãoTemos visto hoje muita preocupação em torno das festas de casamento. Vivemos numa sociedade de consumo e muitos casais de noivos deixam-se levar pelo pensamento “o que os outros vão dizer” e se esquecem do que é essencial.Não caiam no erro de preparar um grande banquete para os convidados comerem e ficar com dívidas por muitos meses. O início da vida de casados também vai precisar de investimento financeiro. Não haverá mais o papai ou mamãe para pagar a conta do supermercado, da luz ou do gás. Gastem aquilo que cabe em seu orçamento e não deixe que as pressões sociais lhes envolvam.É muito mais importante, por exemplo, que o casal viaje em lua-de-mel para curtir seus primeiros dias como marido e mulher e tenham um início de vida conjugal tranqüilo.


4. Controlem seus sentimentosOs últimos meses e dias que antecedem o casamento comumente deixam os noivos bastante estressados. Alguns sentem medo do passo que estão dando, outros ficam tão nervosos que brigam com seus noivos por qualquer coisa e há até quem pensa em desistir de tudo.Calma! Isso é natural de sentir, afinal não é todo dia que a gente se casa. É uma decisão importante, que vai modificar a vida de vocês e trazer responsabilidades. Quando esses sentimentos aparecerem, experimente pensar no amor que você tem por ele/a, relembrar o dia em que se conheceram, imaginar o quanto será bom estarem juntos todos os dias e sonhar com um futuro feliz.


5. Levem tudo a Deus em oraçãoTodos os preparativos, as necessidades financeiras, a cerimônia de casamento, o início da vida em comum, a adaptação sexual, tudo precisa ser levado a Deus em oração.Orem todos os dias e todas as vezes que estiverem juntos. Peçam a Deus que esteja no controle de todos os detalhes dos preparativos e da vida de vocês; que Ele confirme em seus corações o amor e o propósito de terem um casamento abençoado.


6. Prefiram um cerimonial como expressão de culto a DeusA cerimônia de casamento é um ritual de passagem. Para nós, os crentes em Jesus, deve ser uma cerimônia feita na presença de Deus, como reconhecimento de que Ele está unindo e abençoando os noivos.Pompas e circunstâncias só tornam o cerimonial bonito, não são requisitos para a felicidade dos noivos. A presença de Jesus em seus corações e a bênção de Deus sim.

7. Façam aconselhamento pré-nupcialAlguns princípios básicos sobre a vida conjugal precisam ser aprendidos; serão essenciais para vocês.Seu pastor, um conselheiro conjugal ou um casal (bem casado, ajustado e espiritual) da igreja poderá conversar com vocês sobre orçamento, sexo, comunicação, etc. e ajudá-los a se conhecer melhor antes do casamento. Procurem ler livros que ajudem vocês a compreenderem aspectos importantes da vida conjugal.


8. Consultem o médicoÉ importante estar saudável para o início da vida conjugal. O médico recomendará alguns exames básicos para constatar a boa saúde ou para detectar algo que precisa ser tratado.Problemas de saúde podem ser prejudiciais para o início da vida a dois.

9. Tracem um perfil sobre que tipo de esposa/o planeja ser e que tipo de esposo/a espera que ele/a seja.Conversem muito sobre o perfil que cada um traçar. Todas as pessoas se casam cheias de expectativas sobre o parceiro. Essas expectativas são construídas a partir dos modelos de família. Há uma tendência muito grande de imaginar o outro como alguém perfeito, maravilhoso, que fará de tudo para não desgostá-lo ou magoá-lo.Ou de que os “defeitos” do outro poderão ser consertados depois do casamento. Isto não é verdade. Todas as pessoas tem sua própria personalidade e jeito de ser. Não podemos mudar essa essência em ninguém. É fundamental conhecer o outro como ele é e aceitá-lo. O princípio de Deus para o homem e a mulher é que eles se complementem; então, as diferenças entre vocês deverão ser bênção e não maldição.


10. Encarem o casamento como uma aliança.Muitos se casam hoje já pensando numa possível separação amanhã. Algumas noivas até preferem não colocar o sobrenome do futuro esposo pensando nas possíveis despesas de um divórcio. Atitudes como estas minam as resistências conjugais.Procurem ver o casamento como uma instituição divina e que o que Deus faz é sempre bom para nós. Não se deixem enganar com os conceitos do mundo moderno que advoga a idéia de que o casamento é uma invenção de alguém que não tinha nada para fazer.