quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A televisão, o incentivo ao sexo teen e a perda da virgindade.

Paraíba, 10/10/2008
A televisão, o incentivo ao sexo teen e a perda da virgindade.

Malhação é uma série teen brasileira produzida e exibida pela Rede Globo de Televisão desde 24 de abril de 1995. Em geral, a trama conta histórias do dia-a-dia dos adolescentes, na maioria da classe média alta carioca, com seus conflitos cotidianos, como por exemplo, escola, academia, família e, principalmente, suas relações amorosas, que ocupam o âmago de todos os enredos. Neste final de ano uma das tramas paralelas da série em questão gira em torno da sexualidade e perda da virgindade. Nos últimos episódios exibidos pela Vênus Platinada um grupo de adolescentes discutia entre si a melhor estratégia para que dois de seus amigos pudessem ter a sua primeira relação sexual. Durante alguns capítulos os jovens envolvidos na história, confabulavam entre si a melhor maneira de "ajudarem" seus parceiros a romperem com o mito da virgindade.
Complicado não é verdade? Pois é, vivemos dias difíceis em nosso país. Nossa sociedade encontra-se absolutamente deteriorada, nossas famílias perdidas e sem rumo, nossos adolescentes e jovens sem perspectivas e referências. Infelizmente a sociedade brasileira, encontra-se envolvida em um estilo de vida que se contrapõe aos princípios da lei de Deus. Os padrões de moralidade parecem não mais existir, a forma de se medir felicidade e sucesso difere daquela encontrada na Palavra de Deus. O objetivo de vida do ser humano não é a glorificação do nome do Senhor e sim a busca desenfreada pela satisfação pessoal, ainda que para isso seja necessário desconstruir conceitos e valores jogando-os definitivamente na lata do lixo.
Comportamentos como os incentivados pelas novelas afrontam os pressupostos bíblicos e cristãos. Deus não criou o homem para viver em um estado de libertinagem. Diante de tempos tão difíceis como os que vivemos torna-se indispensável que a igreja evangélica se posicione audaciosamente contra a promiscuidade que tanto nos apavora. Para tanto, é absolutamente necessário que regressemos a Santa Palavra de Deus, fazendo dela nosso referencial de vida, como também nosso baluarte de vida e santidade.
Como cristãos, não devemos nos curvar diante da imoralidade que tem destruído parte da sociedade brasileira. Como discípulos de Senhor, temos por missão anunciar a esta geração, Cristo, o qual é único capaz de satisfazer o vazio da alma humana.
Pense nisso!
Renato Vargens
Fonte:

terça-feira, 28 de outubro de 2008

SAUDITA MATA FILHA POR SE CONVERTER AO CRISTIANISMO

28 de Agosto de 2008

Recentemente, um membro da polícia religiosa cortou a língua da sua filha e a queimou viva por ter se convertido ao cristianismo.O pai, que trabalha para a Comissão de Promoção de Virtude e Prevenção ao Vício, matou sua própria filha por causa de um debate religioso, de acordo com uma reportagem de uma agência de notícias nos Emirados.As agências de notícias na Arábia Saudita informaram que a vítima escreveu um blog sob o nome "Rania" alguns dias antes de seu assassinato. De acordo com o website de notícia de Ukhdoud da Arábia Saudita, a vítima escreveu que sua vida tornou-se uma provação depois que membros de família desconfiavam que ela tinha convertido para o cristianismo. Disse que seu irmão achou alguns artigos cristãos escritos por ela assim como um sinal de cruz em sua tela de computador. Desde então começou insultá-la e culpou a Internet para ela mudar sua religião. O Gulfnews.com informou.Acadêmicos religiosos sauditas freqüentemente advertem contra os perigos dos sites cristãos na Internet e televisão via satélite, que levam muitos jovens muçulmanos de mudar sua fé. Eles (os acadêmicos muçulmanos) decretaram que assistindo estes canais ou navegando nestes sites que apelam a conversão ao cristianismo é contra os ensinos do islã."Nossos contatos contaram-nos de novos convertidos simplesmente desaparecendo quando as suas famílias tomaram conhecimento da sua conversão," disse Todd Nettleton, Diretor de Meios de Comunicação da Missão A Voz dos Mártires, "mas agora até os meios de comunicações Árabes confirmam a viloência de muçulmanos contra cristãos.Vamos orar para que algum dia este homem virá conhecer a Cristo, e ache perdão por ter tirado a vida de sua filha. Nossa esperança é que algum día ele verá sua filha outra vez, no céu".A Missão A Voz dos Mártires apoia os esforços de evangelismo de cristãos na Arábia Saudita, apesar do grande custo.“Convocamos todos os cristãos a orar para os cristãos que estão sofrendo perseguição intensa na Arábia Saudita por causa de sua fé” Ore a Deus para lhes dar coragem e firmeza em meio estas tribulações.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dicas do Pr. Marcelo Farias

Verifique esta coletânea de 48 inspiradoras resoluções românticas.


1. Eu quero surpreender meu cônjuge com mais freqüência – dentro e fora do quarto.
2. Eu vou me livrar da televisão do meu quarto ou, pelo menos, não ligá-la quando estivermos na cama.
3. Eu vou lembrar de tomar banho a dois (e não reclamar, dizendo que estou perdendo tempo ao compartilhar)
4. Eu vou aprender a fazer jantares à luz de vela.
5. Vou instituir “o beijo de boa-noite”
6. Vou aprender a beijar meu cônjuge, antes de beijar meu gato, quando entrar em casa.
7. Tentarei pensar no meu cônjuge do que em mim.
8. Serei honesto/a com meu cônjuge.
9. Começar a me amar, com os defeitos e tudo!
10. Parar de importunar meu cônjuge quando ele quiser ficar sozinho/a. Eu sei que ele precisa de espaço. Vou também parar de achar que tudo que ele faz é um sinal de que algo está errado na nossa relação.
11. Comunicar-me honesta e abertamente com meu cônjuge (e discutir as compras, antes de efetuá-las!)
12. Eu decido que vou sair, pelo menos, uma vez por semana, com o meu cônjuge.
13. Demonstrar mais afeição e me divertir prá valer com meu cônjuge.
14. Passar mais tempo juntos: só nós dois! –
15. Falar “eu te amo”.
16. Vou assumir um compromisso com meu cônjuge de amar incondicionalmente.
17. Eu quero fazer um grande e sério esforço de sempre lembrar de ouvir. Às vezes, me empolgo tanto ao me expressar que esqueço de ouvir.
18. Perceber quando está na hora de recuar no meio de uma briga.
19. Encontrar tempo um para o outro, não importar a situação.
20. Falar e ouvir de coração.
21. Dar as mãos quando tentarmos resolver algo difícil.
22. Dar mais flores e presentes ao meu cônjuge.
23. Vou ser mais tolerante.
24. Nunca dormir zangada.
25. Lembrar que as férias são um ótimo período para agradecermos por tudo que temos e não para nos lamuriarmos pelo que não podemos ter.
26. Não vou mais usar joguinhos sentimentais – se sentir vontade de telefonar pra meu cônjuge, eu vou.
27. Mostrar a ele meu melhor lado, não o pior.
28. Aprender a dar e saber receber apropriadamente.
29. Não ligar para os pequenos pontos negativos e, ao invés disto, concentrar-me nos positivos.
30. Aprender a elogiar.
31. Começar a trabalhar minhas habilidades anti-stress para que eu possa relaxar minha mente e o meu corpo e, assim, tornar-me um ser humano normal, ao invés de uma pessoa tão impaciente, rabugenta e deprimente o tempo todo.
32. Fortalecer minha relação com meu cônjuge, passando com ele mais tempo com qualidade.
33. Sempre me comunicar com as pessoas importantes da minha vida, elogiando, demonstrando o meu apreço, mostrando os problemas. Afinal de contas, ninguém lê a nossa mente.
34. Beijar meu cônjuge todos os dias, toda vez que ele sair de casa. Nunca sabemos quando Deus vai chamar alguém.
35. Vou passar, pelo menos, uma noite sem televisão com meu cônjuge.
36. Beijar meu marido todas as noites, quando ele chegar em casa. É uma ótima maneira de começar nossa noite, sem importar como tenha sido o dia dele.
37. Agendar, sem falhas, pelo menos uma ida com meu marido por mês. Pode ser só nós dois ou com amigos, mas sem as crianças, com tanto que estejamos juntos.
38. Pensar em alguma coisa, todos os dias, que me faça grata por ter meu marido. É a maneira infalível de eu me lembrar como ele é especial.
39. Passar mais tempo de qualidade com meu maridinho, mesmo que seja só compartilhar uma noite tranqüila em casa, com um delicioso jantar, música suave ou um bom filme.
40. Vou sempre tentar lembrar dos bons momentos que tivemos juntos e tentar criar mais momentos desses.
41. Vou usar mais palavras simpáticas, quando falar com meu marido.
42. Não vou ficar furiosa com meu marido quando ele não fizer alguma coisa que eu quero, quando eu não tiver falado explicitamente sobre o assunto com ele antes.
43. Vou dizer “por favor” e “obrigada” ao meu marido, pelo menos, 1 vez por dia.
44. Vou motivar meu marido a aprender a cozinhar, mesmo que isto signifique que eu vou comer espaguete ensopado e frango esturricado.
45. Eu vou tomar a iniciativa na cama com mais freqüência.
46. Vou tentar dizer “por favor” e “obrigada” ao meu cônjuge, mesmo que isto signifique simplesmente “obrigada por ter levado o lixo para fora”.
47. Vou tentar não remoer coisas velhas nas brigas novas.
48. Vou tentar não criticar o armário dele ou os sapatos dela.

Como é possível perceber, as causas que levam ao assédio sexual na vida do obreiro são muitas e se não forem tratadas com energia e decisão - ainda que o assunto seja tão difícil -, podem prejudicar não somente a vida e a família dele, mas destruir a congregação. Há muita coisa ainda a ser dita sobre o assunto, mas, primeiro, é preciso refletir e tratar do que já foi falado aqui.

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sábado, 25 de outubro de 2008

A Mulher Virtuosa de Provérbios

Mulher virtuosa, quem a pode achar? Pois o seu valor muito excede ao de jóias preciosas.O coração do seu marido confia nela, e não lhe haverá falta de lucro.Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.Ela busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com as mãos.É como os navios do negociante; de longe traz o seu pão.E quando ainda está escuro, ela se levanta, e dá mantimento à sua casa, e a tarefa às suas servas.Considera um campo, e compra-o; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.Prova e vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite. Estende as mãos ao fuso, e as suas mãos pegam na roca.Abre a mão para o pobre; sim, ao necessitado estende as suas mãos.Não tem medo da neve pela sua família; pois todos os da sua casa estão vestidos de escarlate.Faz para si cobertas; de linho fino e de púrpura é o seu vestido.Conhece-se o seu marido nas portas, quando se assenta entre os anciãos da terra.Faz vestidos de linho, e vende-os, e entrega cintas aos mercadores.A força e a dignidade são os seus vestidos; e ri-se do tempo vindouro.Abre a sua boca com sabedoria, e o ensino da benevolência está na sua língua.Olha pelo governo de sua casa, e não come o pão da preguiça.Levantam-se seus filhos, e lhe chamam bem-aventurada, como também seu marido, que a louva, dizendo:Muitas mulheres têm procedido virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas.Enganosa é a graça, e vã é a formosura; mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.Dai-lhe do fruto das suas mãos, e louvem-na nas portas as suas obras.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Ministrando para casais

No ultimo sábado, dia 18 de Outubro do ano em curso, o Pr. Marcelo Farias e sua esposa, a missionária Dulcinéa, estiveram ministrando a grande e valiosa palavra de Deus para os casais da Igreja evangélica Congregacional Central, presidida pelo mui digno pr. Samuel e sua esposa a missionária Edileuza. O irmão Alexandro e sua esposa Verônica estão a aferente desse departamento de importância relevante, apoiados por Damião e Neuma. Dulcinéa com muita propriedade mostrou a importância das igrejas investirem na família, sem a mesma não há uma sociedade equilibrada e saudável. É verdade que temos que dá atenção a todos os departamentos, no entanto não esquecendo a família, a qual é o nosso maior patrimônio. Estamos a cada dia vendo o estrago que as famílias vem sendo atingidas, a perda e os danos são imagináveis pois afeta toda a estrutura, Clamemos ao Deus Eterno para levantar pessoas que amem, lutem e protejam as nossas famílias, o inimigo investe pesado para destruir, roubar matar e separar casais, filhos e deixar somente a vergonha e tristeza. Mas tua família existe para servir a Deus, para ser feliz. Dizia em sua fala.

O pr. Marcelo Farias, ministrou, enaltecendo a Deus por sua grandeza e graça, parabenizando os idealizadores desata reunião, motivando-os a continuarem com esse projeto tão difícil e por muitos que não dão valor. Mas quando se trata de famílias surgem obstáculos aparentemente intrasponiveis, porque é uma área onde bate de frente com o diabo e seus aliados. Usando sempre a palavra baseada em Gn. 12.3, que temos a confia de termos as bênçãos e a proteção de Deus, profetizamos: abençoarei os que ti abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem e em ti serão abençoadas todas as famílias da terra.

Convivência e relacionamento, diálogo, fidelidade conjugal, atração pelo cônjuge, toques significativos, atenção aos filhos tempos para lazer, declaração de amor, em fim, ministrou o que Deus colocou em seu coração. No final, Deus tratou com as famílias trazendo seu amor e sua serenidade, o clima era de paz e de graça.
A Deus, toda honra, gloria, louvores e exaltações. Nossas famílias precisam esta com o sangue do Cordeiro nos umbrais de nossas casas, para a prostituição, a violência domestica os divórcios, traições, mentiras, brigas, não batam em nossas portas.
Agradeço pela oportunidade de cooperar um pouco nesse processo de abençoar famílias, fica aqui minhas considerações ao nobre casal que me convidou. Alessandro e Verônica, que Deus te abençoe e te faça prosperar com esse ministério.

Pr. Marcelo Farias “ O pastor da Família”

domingo, 19 de outubro de 2008

Violencia um Monstro que Precisa ser Exterminado

O que podemos fazer para superar a violência
Aconteceu, no dia 9 de maio, o Seminário de Segurança promovido pelo Fórum em Defesa da Vida. Desde a sua criação, temos dialogado sobre este tema e defendido a idéia de que a segurança está intimamente ligada à garantia dos direitos básicos, não podendo ser vista apenas sob a ótica das ações diretas dos órgãos de segurança. A segurança começa na qualidade da educação, do sistema de saúde, do transporte público, da moradia e do trabalho.
Nosso convidado, Paullo Santos, do Instituto São Paulo Contra a Violência, nos ajudou a aprofundar a reflexão sobre a “segurança cidadã”. Iniciou mostrando que temos facilidade de dizer que a polícia é violenta e muita dificuldade de nos percebermos violentos. A violência é inerente a todo ser humano. Paulo trouxe sua experiência de vida: “Minha mudança pessoal iniciou com uma conexão espiritual profunda, buscando tirar o ser violento que havia dentro de mim.” Falou da necessidade de trabalhar a prevenção e de ver a violência de forma ampliada, não apenas como uma questão de polícia. “Temos que ver o processo social de forma orgânica e tratar a violência como a homeopatia cuida da doença. A medicina alopática bate na doença para curar, assim como a polícia bate no ‘bandido’ para curá-lo. Ao contrário, a homeopatia se identifica com o doente e une-se a ele em busca da cura.”
Paullo Santos considera o FDV como uma experiência concreta de segurança cidadã. Diz que é preciso identificar que o problema da violência é nosso. Como fazer um diagnóstico aprofundado para identificar os tópicos da violência e iniciarmos o tratamento? Que responsabilidade temos em relação à violência? Até onde podemos ir? Até onde podemos ir além? O que significa segurança? Que segurança queremos? Como a queremos? Que política de segurança desejamos para a nossa região, para a nossa cidade?

O grupo, motivado a pensar a segurança da nossa região e cidade, formulou algumas propostas
De Políticas Públicas:1 – Construir uma política de segurança pública com a participação da sociedade civil, com a criação de conselhos de segurança deliberativos;2 – Qualificar e valorizar o trabalho policial com apoio psicológico, formação acadêmica, formação humana, piso salarial digno e instrumentalização adequada;3 – Fiscalizar e controlar o trabalho policial para que seja feito respeitando os direitos humanos, os anseios e necessidades locais;4 - Aplicar os princípios da polícia comunitária;5 – Descentralizar os serviços da justiça criminal (nos CICs, Defensoria, DDM, etc);6 - Ampliar a justiça restaurativa como política de estado;7 – Melhorar e ampliar o trabalho de prevenção nas instituições de ensino;De responsabilidades da sociedade civil:1 – Sentir-se co-responsável pela segurança, participando dos diálogos e propostas de melhoria, organizando grupos para pensar a superação da violência e fortalecendo redes de ação;2 – Qualificar sua atuação e instituir mecanismos de controle social;3 – Buscar a superação da violência pessoal e familiar e resgatar valores;4 – Fortalecer a atuação dos jovens nos espaços dos fóruns;5 –
Contribuir para a promoção de uma cultura de paz.6 - Promover a formação cidadã nas instituições

O QUARTO DO FILHO






Uma família feliz, um casal bem ajustado, filhos tranqüilos e obedientes, pais presentes e amorosos.Tudo caminha perfeitamente na família do psicanalista Giovani. Mas, como nada é perfeito neste nosso mundo, uma tragédia acontece...“O Quarto do Filho”, filme italiano do diretor Nanni Moretti, que atua como o pai da família, Giovani, foi lançado em 2002. Ainda tem em seu elenco Laura Morante, como Paola e os adolescentes Jasmine Trinca, como Irene e Giuseppe Sanfelice, como Andrea. Este não é um filme para menores de 15 anos. Há cenas fortes. O casal deve assisti-lo só e se houver filhos, boas e oportunas conversas devem acontecer a partir de tais cenas.Sem se convergir num dramalhão este filme nos toca o coração e ensina muitas coisas... “Você não é responsável por tudo o que acontece”, é o que diz o psicanalista Giovani a um de seus pacientes. Mas não é o que pensa e sente quando a morte de seu filho lhe corrói a alma. Durante muito tempo ele pensa que poderia ter protegido o filho o suficiente para livrá-lo da morte. Porém, quando coisas ruins acontecem em nossa família, não é possível voltar atrás. A dor consome e a tristeza é constante. É assim mesmo, é natural, dói. Como no filme, acontece também na vida real. Diante da morte de alguém querido, as pessoas reagem de maneiras diferentes.Giovani, sentindo-se culpado pela morte do filho, tenta continuar a vida fazendo-se de forte e tentando entender.Paola, como uma boa mãe, tenta agarrar-se a cada coisa e pessoa que fez parte da vida de seu filho.Irene, a irmã mais velha, acha que não tem o direito de ser feliz e se boicota das coisas que gosta.Assim, a morte de Andrea parte a união e o coração da família. E o nosso também.A morte de alguém tão jovem mexe com a estrutura da emoção humana porque os velhos é que devem morrer primeiro. Esta verdade mexe com nossos valores, muda nossas convicções e até mesmo nos faz sentir medo, porque nos traz a sensação de impotência diante da vida.O fato é que ninguém pode prever o futuro, nem evitar que coisas ruins e tristes aconteçam, nem fazer de conta que o sofrimento é só para os outros.“Se o dono da casa soubesse a que horas o ladrão viria, ele ficaria de guarda e não deixaria que a sua casa fosse arrombada” (Mateus 24.43). Estas foram as palavras do padre na missa para Andrea. Mas uma palavra que deveria servir de consolo, revolta aquele pai angustiado. É que ele não podia compreender a Palavra nem a vontade de Deus. Ele não tinha Deus. E tão certo como às vezes o sofrimento abate nossa família, vivenciá-los sem a presença, o conforto e a misericórdia de Deus é insuportável.Só mais uma coisa a aprender: as pessoas que amamos às vezes vão embora muito cedo.Hoje é dia de dizer

“Eu amo você”
Por: Psic. Elizabete Bifano
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Palavra: Riquezas virão quando o povo orar

Estudo do Instituto Mundial de Pesquisa sobre Desenvolvimento Econômico da Universidade das Nações Unidas que demonstra que 2% da população do mundo tem mais da metade da riqueza global serve de alerta, para os cristãos, a respeito da urgente necessidade de mais ações baseadas no conceito de missão integral da igreja e na luta pela justiça e igualdade. A análise de informações do patrimônio pessoal de uma amostra significativa do universo dos moradores do mundo, evidenciou a alta concentração de poder econômico nas mãos de poucos. A pesquisa, que foi divulgada dia 5/12, assegura ter uma cobertura em todos os países e cuja investigação se baseou em dados de 2000 (e não refletem a decolagem de economias emergentes como China, Índia e Brasil, entre outros fenômenos), constata que 1% dos adultos ricos, somente eles, são proprietários de 40% da riqueza, e que 10% possuem 85% de tudo. Em contraste, cerca da metade da população adulta mundial não chega a possuir 1% dos bens e recursos financeiros existentes no planeta. O relatório, intitulado "Distribuição da riqueza das famílias do mundo", leva em conta o tamanho populacional e variáveis como ativos e passivos financeiros e a posse de terra, edifícios e outras propriedades tangíveis.A riqueza também está concentrada regionalmente. Na América do Norte, que tem 6% de toda a população adulta do mundo, estão 34% dos recursos financeiros e materiais. Esta região do planeta, junto com Europa e alguns países da Ásia, reúnem 90% da riqueza global. De acordo com o estudo, quase todos os indivíduos mais ricos do mundo vivem na América do Norte, Europa e países mais fortes economicamente da Ásia. Os adultos mais ricos do planeta residem nos Estados Unidos, Japão, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Canadá, Holanda, Espanha, Suiça e Taiwan. A América do Norte detém 34% da riqueza mundial; a Europa, 30%; a área Ásia-Pacífico rica, 24%; a América Latina e o Caribe, 4%; o resto da Ásia-Pacífico, 3%; a China também 3%; e a África e a Índia, 1% cada um.Na parte mais alta dessa pirâmide social aparecem cerca de 15 mil afortunados que têm US$ 100 milhões e, já no topo, há quase 500 pessoas com ativos avaliados em US$ 1 bilhão. Entre os 10% dos adultos mais ricos, só quem tem um mínimo de US$ 61 mil em ativos; e para integrar o seleto clube do 1% mais rico são necessários US$ 500 mil. O relatório da ONU mostra uma tabela de milionários na qual estão 13,5 milhões de pessoas com US$ 1 milhão ou mais, e quase 452 mil que desfrutam de US$ 10 milhões ou mais.Outra pesquisa, de âmbito regional e intitulada Panorama Laboral 2006, relatório sobre o trabalho urbano na América Latina e no Caribe, divulgada em 6/12 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), apontou que o Brasil, aos poucos, caminha para a formalização do trabalho. De acordo com o documento, o emprego com carteira assinada, lentamente, supera o trabalho informal. Em 2005, o percentual de trabalhadores informais caiu de 50,6% para 49,1% nas seis principais regiões metropolitanas. Mas na comparação com outros países da América Latina, o Brasil registra informalidade maior que o Uruguai (46,9%), Argentina (43,6%), México (42,6%), Costa Rica (39,9%), Panamá (37,6%) e Chile (31,9%). Análise: Estes dados mostram que realmente há muita injustiça no sistema econômico desta terra, o que não nos surpreende, pois a Palavra diz: “O mundo jaz no maligno” I João 5:19. Mas a Palavra também nos promete que “se nos humilharmos e orarmos, o Senhor virá e sarará a terra” II Crônicas 7:14. O sistema econômico, seja qual for, sempre terá injustiças, pois Justiça perfeita só teremos no céu. Porém, Jesus nos chama a lutarmos pela justiça em Mateus 5:6, Ele disse: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos”. Cremos que toda melhora nos índices econômicos do Brasil não são mérito do Governo ou de governantes, mas de Deus, que interfere para o bem quando há um povo que ora, que suplica por sua nação. A verdade é que a visão e o movimento de oração pelo Brasil não é algo tão antigo nesta terra. Quem acompanhou o nascimento e o crescimento das Comunidades Evangélicas, principalmente na década de 90, se lembrará que este tema aparecia de maneira forte nos eventos e celebrações que organizavam. As Marchas Para Jesus também foram instrumentos nas mãos do Pai para levar ao povo de Deus este chamado à intercessão pela nação. Com certeza, antes destes eventos citados, muitas igrejas em várias partes desta nação se mobilizavam para orar pelo Brasil, pelos Governantes e pelos Políticos, porque o Senhor sempre tem o seu exército de intercessores. Porém, neste tempo, precisamos intensificar as orações, intensificar a visão que mostre a importância da intercessão, pois enquanto cresce a iniquidade, não podemos desanimar, mas lutar, para impregnar nesta terra brasilis a visão do Deus Vivo, nosso Amado e Salvador Jesus Cristo! O Governo, a mídia e o povo tem falado da importância do país crescer economicamente e cada um faz a sua previsão e dizem o que tem que fazer, que medidas tomar e etc, mas não se lembram que somente o Senhor poderá proporcionar este milagre. Bem, se eles não dizem, nós temos o dever de declarar no mundo espiritual e, se possível, no mundo físico também que Ele é o Único que pode abençoar esta terra amada. Não deixe de orar, de clamar por esta nação. Em Cristo, sem jamais desistir,Régina de Oliveira

A verdade sobre o Armagedom

No decorrer da história inúmeras batalhas, campanhas e guerras foram travadas por toda a terra. Algumas foram limitadas em abrangência, outras foram globais. Exércitos lutaram por causa de terra e líderes, amor e lealdade, por causas que foram justas e, na maioria das vezes, injustas. A dor, o sofrimento e a morte causados por estes conflitos e pelos que vivenciamos hoje não podem ser calculados.A Bíblia nos diz que o futuro também será cheio de guerras. Existe um grande conflito profético que tem chamado a atenção de crentes e incrédulos no decorrer dos séculos – Armagedom. Esta batalha é profetizada como o acontecimento mais catastrófico e devastador da história humana. Quer as pessoas acreditem que acontecerá ou não, elas logo se identificam com a magnitude do seu simbolismo. Isso é comentado direta e indiretamente na literatura, no cinema, na propaganda, nos debates políticos, sermões e comentários culturais. Parece que todo mundo tem alguma noção ou idéia a respeito. Algumas das idéias são bíblicas, muitas não.Só há um lugar onde se pode encontrar informações precisas sobre Armagedom – a Bíblia. Nas suas páginas proféticas lemos não só sobre Armagedom, mas também sobre os eventos que antecedem e seguem essa guerra final da história humana. Apesar de não termos todos os detalhes de Armagedom, recebemos um panorama geral dos planos de Deus para o futuro.Por que a Bíblia fala de Armagedom? Porque essa batalha afirma a soberania de Deus sobre a história e nos lembra que há um propósito e plano divino que não será frustrado. Um dia Deus acertará todas as contas, julgará todo mal e estabelecerá um reino universal de justiça. A esperança dos crentes no decorrer dos séculos será realizada com a Segunda Vinda de Jesus Cristo e a derrota daqueles que se opuseram a Ele em Armagedom. É por causa dessa esperança que estudamos as profecias, esperando o cumprimento das promessas de Deus.O Que a Bíblia Diz Sobre Armagedom?Lemos sobre Armagedom em Daniel 11.40-45; Joel 3.9-17; Zacarias 14.1-3; Apocalipse 16.14-16. Essa grande batalha acontecerá nos últimos dias da Tribulação. João nos fala que os reis do mundo se reunirão "...para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso. ...no lugar que em hebraico se chama Armagedom" (Apocalipse 16.14,16). O local da reunião dos exércitos é a planície de Esdraelom, ao redor da colina chamada Megido, que fica no norte de Israel, a cerca de 32 quilômetros a sudeste de Haifa.Segundo a Bíblia, grandes exércitos do Oriente e do Ocidente se reunirão nessa planície. O Anticristo reagirá a ameaças ao seu poder provenientes do sul. Ele também tentará destruir a Babilônia restabelecida no leste antes de finalmente voltar suas forças contra Jerusalém. (Durante centenas de anos a Babilônia, localizada no atual Iraque, foi uma das cidades mais importantes do mundo. Segundo Apocalipse 14.8; 16.9; e 17-18, ela será reconstruída novamente nos últimos dias como uma cidade religiosa, social, política e economicamente poderosa). Enquanto o Anticristo e seus exércitos atacarem Jerusalém, Deus intervirá e Jesus Cristo voltará. O Senhor destruirá os exércitos, capturará o Anticristo e o Falso Profeta e os lançará no lago de fogo (Apocalipse 19.11-21).Quando o Senhor voltar, o poder e o governo do Anticristo terminarão. O Dr. Charles Dyer escreve sobre esse evento:Daniel, Joel, Zacarias identificam Jerusalém como o local onde a batalha final entre o Anticristo e Cristo acontecerá. Todos os três prevêem que Deus intervirá na história para salvar Seu povo e destruir o exército do Anticristo em Jerusalém. Zacarias prevê que a batalha terminará quando o Messias voltar à terra e Seus pés tocarem o Monte das Oliveiras. Essa batalha termina com a Segunda Vinda de Jesus à terra... A batalha termina antes mesmo de começar.*A batalha de Armagedom – na verdade em Jerusalém – será o combate mais anticlimático da história. À medida em que João descreve os exércitos reunidos de ambos os lados, esperamos testemunhar um conflito épico entre o bem e o mal. Mas não importa quão poderoso alguém seja na terra, tal indivíduo não é páreo para o poder de Deus.O conflito de Armagedom será uma batalha real?A profecia de Armagedom não é uma alegoria literária ou um mito. Armagedom será um evento real de proporções trágicas para aqueles que desafiam a Deus. Será uma reunião de forças militares reais no Oriente Médio, numa das terras mais disputadas de todos os tempos – uma terra que nunca conheceu paz duradoura. Armagedom será também uma batalha espiritual entre as forças do bem e as do mal. Ela terá o seu desfecho com a intervenção divina e o retorno de Jesus Cristo. (Thomas Ice e Timothy Demy )
Que Deus nos abençoe
Thomas Ice

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Freqüência cardíaca: aprenda a medir a sua

Todo indivíduo que deseja iniciar atividades esportivas deve fazer um teste de esforço chamado teste ergoespirométrico. Esse teste é capaz de fazer uma análise médica da condição cardiovascular e também uma avaliação física que determina a capacidade aeróbia (dada pelo consumo de oxigênio máximo ou VO2 máximo) e dos limiares ventilatórios (faixas de batimentos cardíacos que servem de referência para treinamentos).
A capacidade máxima de oxigenação é medida pelo VO2 máximo. Ela indica o nível de aptidão física para a realização de atividades que exijam resistência cardiovascular como as corridas. Quanto maior o VO2 máximo, maior a resistência.É muito importante controlar a freqüência fardíaca (FC) durante os exercícios para que estes sejam executados de maneira segura e eficiente, melhorando o nível de condicionamento do indivíduo. A medição dos batimentos cardíacos pode ser feita manualmente ou através de pulsômetros ou freqüencímetros (relógios que possuem uma fita torácica com sensores e transmissores que indicam os batimentos cardíacos).
O controle da intensidade da atividade física, inclusive no meio de competições, é de extrema importância. A freqüência cardíaca máxima está relacionada também à idade da pessoa. Com o passar dos anos, o número de batimentos cardíacos máximo vai diminuindo (cerca de 10 batimentos por minuto por década).
Quem não tem um freqüencímetro pode improvisar medindo a freqüência cardíaca com as mãos. Basta colocar os dedos indicador e médio da mão esquerda na artéria radial (região do pulso direito, abaixo do dedão) que é o mais utilizado. Ou colocar os dedos indicador e médio na artéria carótida na região do pescoço e contar as pulsações durante 10 segundos e multiplicar por 6 ou contar as pulsações durante 15 segundos e multiplicar por 4, para indicar os batimentos cardíacos em 1 minuto.
A freqüência cardíaca abaixa rapidamente após o esforço, estabilizando-se em média depois de 3 minutos, tempo que pode variar de acordo com o grau de esforço e condicionamento.
Alguns fatores podem interferir na medição da FC:
Posição do corpo: deitado ou imerso na água a FC é mais baixa do que em pé.
Temperatura: quanto mais alta a temperatura, mais alta a FC.
Sexo: as mulheres tem a FC geralmente de 5 a 7 bpm mais elevada que os homens com o mesmo condicionamento físico.
Estado de ânimo: quanto mais tensão tiver o indivíduo, mais alta será a sua FC.
Quem fuma ou ingere bebida com cafeína tem a FC aumentada.
Assuntos relacionados:

DIGA NÃO AO PUXADINHO

Se um dia tivesse poderes para baixar algumas leis em favor das famílias a primeira delas seria: “A partir desta data fica proibido construir puxadinhos para a moradia de parentes até segundo grau”. “Puxada” ou “puxadinho” é aquela construção que se faz ao lado de uma casa para abrigar uma família, na maioria das vezes um casal recém-casado. Em alguns casos os puxadinhos vão aumentando de acordo com os casamentos dos filhos. Muitos casais de noivos no desejo de casarem logo não encontram uma outra alternativa e se rendem a tentação de morar numa puxada feita, nas melhores das intenções, pelos pais. Podemos, a princípio, achar muito bonito toda família ampliada morando num mesmo terreno, mas quando nos aproximamos um pouco mais e olhamos sob a ótica bíblica e da saúde familiar podemos afirmar que o puxadinho pode representar sérios problemas para a dinâmica da família e especialmente para os novos casais. Sempre digo que é melhor adiar um pouco o casamento e morar num outro lugar do que se render ao puxadinho. A Bíblia diz: “Deixará o homem o seu pai e sua mãe unir-se-á à
sua mulher e serão ambos uma só carne”. O “deixar” pai e mãe envolve o aspecto físico, emocional e financeiro. Faz parte do crescimento do indivíduo a ruptura da sua família de origem para edificar a sua própria família. Seria uma atitude salutar por parte dos pais não incentivarem a construção de puxadinhos. Isso pode ser difícil, mas é a melhor opção para o bem da família que se inicia. Agora, se você mora num puxadinho, o que poderia dizer? Em primeiro lugar, encare como um alvo de fé sair logo dessa situação. Você não estará abandonando seus pais, mas tomando uma decisão que terá uma influência positiva na sua família e no seu casamento. Enquanto for obrigado a morar nessas condições coloque limites nos seus vizinhos consangüíneos. Limites no acesso à sua casa, na educação dos filhos e nos próprios filhos e deixe claro para todos que seu cônjuge tem a prioridade nos relacionamentos familiares. Para ser bem prático: “Chegando do trabalho vá primeiro em sua casa e depois, se for o caso, na casa de seus pais”. Deixe claro para todos que seu cônjuge e filhos tem a preferência no seu coração. Com certeza surgirão conflitos, pois eles estão presentes quando pessoas convivem próximas uma das outras. Nessas situações jamais tome o lado oposto de seu cônjuge, mesmo que ele esteja errado. Em particular, externe sua opinião, mas jamais cometa o erro de jogar no time oposto de seu marido ou de sua esposa.Morar num puxadinho ou com os sogros não é nenhuma vergonha, mas não podemos afirmar que seja salutar e bíblico. Por isso, para o bem da sua família saia o quanto antes dessa situação. Mesmo que você não concorde comigo agora, um dia certamente concordará.

OMISSÃO MASCULINA

Ao longo da história cristã, Deus tem levantado homens e mulheres para liderarem movimentos e ministérios de grande relevância na Sua obra. No Brasil, um desses ministérios tem sido o "Desperta Débora". Um ministério que visa despertar as mulheres a orarem pelos filhos, seus ou de outras pessoas.O "Desperta Débora" tem atingido a todo o Brasil e tem levado milhares de mulheres a se comprometerem neste sentido. Um verdadeiro ministério que tem a nossa aprovação e apoio. Desperta Débora é um ministério que procura ajudar as famílias para que os filhos sejam tementes a Deus.Se, por um lado, nos alegra o ministério e o êxito do "Desperta Débora", muito nos preocupa a omissão dos homens em vários aspectos, principalmente no âmbito da família.Observando alguns comportamentos masculinos, podemos fazer a afirmação acima. Por exemplo, quando viajamos para ministrar às igrejas, temos disponibilizado livros para edificação das famílias. Em cada dez livros destinados ao fortalecimento do casamento e da família, oito são adquiridos por mulheres que querem melhorar o relacionamento conjugal e familiar.Na área de livros escritos para ajudarem os pais na educação dos filhos, quase cem por cento são comprados por mães. Outro dado: conversando com psicólogos e conselheiros matrimoniais, a percepção também é a mesma. Na procura de ajuda, numa crise conjugal e familiar, a iniciativa quase sempre é da esposa e mãe. As mães, na maioria das vezes, são aquelas que se preocupam em transmitir um legado espiritual aos filhos. Numa atividade que visa fortalecer o casamento e a família, seja um seminário para casais ou um congresso, muitos homens participam quase amarrados ou são empurrados literalmente por suas esposas.Em nossa caminhada pelas igrejas, eu e minha esposa temos ouvido relatos de mulheres que não recebem carinho de seus maridos. Temos ouvido história de egoísmo e brutalidade na área do relacionamento sexual. Temos ouvido mães preocupadas com a distância paterna.Devemos apoiar integralmente ministérios como o "Desperta Débora", mas não podemos deixar de chamar os homens, maridos, pais e avôs, a desempenharem o papel que lhes cabe na construção de famílias que sejam concretização do ideal de Deus.Precisamos exortar os maridos a amarem suas esposas como Cristo tem amado a Igreja. Precisamos exortar os pais a serem mais presentes na vida de seus filhos, como Deus tem sido para com seus filhos. Deus irá cobrar dos homens esta responsabilidade! Isto só será possível quando os próprios pastores, presbíteros, diáconos e líderes começarem em suas próprias casas. O que esperar dos maridos e pais de nossas igrejas, quando não vêem, muitas vezes, estas qualidades na vida de seus próprios líderes?Caminhando nesta direção, além do "Desperta Débora", teremos o "Desperta Jó", que levará os homens a orarem pelos filhos (Jó 1.5); o "Desperta Isaque", exemplo de amor, de fidelidade e monogamia conjugal (Gn 24.67).Que Deus levante homens para liderarem movimentos e ministérios neste sentido! Com certeza terão nosso apoio pessoal e do Ministério OIKOS.

COMO AS IGREJAS CASTRAM OS HOMENS

Já parou para pensar no motivo por que os homens cristãos estão como se tivessem sido capados? Ou por que a maioria dos homens másculos acha absolutamente impossível ter um bom relacionamento com a liderança cristã?
Você não está sozinho.
Eu costumava pensar que o problema estava comigo, que eu era antiquado ¯ pelo menos, era isso o que me diziam.
Mas então tive um encontro com Deus.
Deus não enviou homens efeminados para pregar o Evangelho, construir igrejas e reformar a sociedade na época da igreja primitiva. E certamente ele também não fará isso hoje.
Venho escrevendo uma pequena minissérie sobre o estado de nossa sociedade. Tenho declarado tudo numa estratégia: Se reformarmos e reavivarmos a igreja, veremos reforma e reavivamento na sociedade também.
Na semana passada senti-me tocado durante o momento de adoração. Nesta semana, o foco é a masculinidade. Como parte de uma estratégia para mudar a sociedade precisamos parar de castrar a masculinidade dos homens.
A solução é simples. Comece a incentivar os homens da igreja a serem homens ¯ não mulheres vestidas em roupas masculinas
Não sou o único a dizer isso.
O escritor David Murrow escreveu um livro muito importante sobre o assunto: “Why Men Hate Going to Church” (Por que os Homens Odeiam Ir para a Igreja). Ele confirma minha teoria. Os homens não se sentem bem-vindos mais nas igrejas, porque o Cristianismo vem sendo feminizado.
Murrow relata várias estatísticas importantes em seu livro:
Uma típica congregação americana atrai um público adulto que é 61 por cento de mulheres e 39 por cento de homens. Essa diferença entre homens e mulheres aparece em todas as categorias.
• Em qualquer dado domingo há 13 milhões de mulheres adultas a mais do que homens nas igrejas dos Estados Unidos.
• Neste domingo quase 25 por cento das mulheres evangélicas casadas irão ao culto sem o marido.
• As atividades de culto no meio da semana atraem de 70 a 80 por cento de participantes do sexo feminino.
• Noventa por cento dos meninos que estão sendo criados nas igrejas as abandonarão ao chegarem à idade de 20 anos. Muitos deles jamais voltarão.
• Mais de 90 por cento dos homens nos EUA acreditam em Deus, e cinco de cada seis homens se classificam como cristãos. Mas só dois de cada seis deles freqüentam uma igreja em qualquer domingo determinado. Geralmente, os homens aceitam a realidade de Jesus Cristo, mas não conseguem ver nenhum valor em ir para a igreja.
Essas são estatísticas absolutamente assustadoras, mas não são de surpreender.
J. Grant Dys argumenta em seu blog que dá para se ver os desdobramentos dessa realidade em nossas famílias (ou pelo menos no que restou delas), nossas escolas, nossos clubes e nas prisões de nossa sociedade. E ironicamente, com a morte da masculinidade verdadeira, um número crescente de rapazes está buscando recuperar na homossexualidade sua masculinidade.
Num nível cultural, nós todos sabemos que a idéia de um “homem real” foi quase que totalmente eliminada de nossa consciência social. Os homens são objetos de zombaria e difamação. Assista a qualquer comercial ou comédia de TV e você verá com os próprios olhos um fogo cerrado de ataques, todos designados para agredir a dignidade da masculinidade real e o papel modelo histórico do homem como provedor e protetor.
Não estou dizendo nenhuma novidade. Muitos já tocaram nesse assunto, alguns muito melhor do que eu. Mas o que me preocupa não é que a sociedade em geral tenha rejeitado a masculinidade. O que me preocupa é que as igrejas agem como cúmplices dos que promovem o conceito de se excluir a masculinidade. E não são apenas as igrejas liberais que são culpadas nesse negócio.
Na vasta maioria das vezes, o “papel modelo” pastoral nos círculos evangélicos reflete aquele personagem dos “Simpsons”, o Rev. Love Joy. Nossos pastores são tapados estranhos, esquisitos ou inofensivos, ou são tipos astutos de homens efeminados que conseguem literalmente derramar lágrimas ao som de uma moedinha, mas não têm absolutamente nenhuma coragem de assumir uma posição contra o mal ou ensinar a verdade inequívoca com autoridade.
Suprimiram a assertividade masculina santa, optando em vez disso por serem “bacanas”. Eles abdicaram do seu chamado de “falar a verdade”, por puros interesses politicamente corretos. E decidiram que manipular as pessoas com livros emocionais de auto-ajuda e pregações engraçadas é melhor como ponto principal do que treinar e ensinar os homens de suas congregações a serem líderes e guerreiros de Cristo. E como resultado, a igreja evangélica está sofrendo de escassez de homens de verdade.
A culpa é do feminismo?
Sem dúvida alguma o feminismo é uma força maligna na sociedade norte-americana. É maligna porque vem tentando estabelecer a igualdade. Mas a verdade é que é culpado de perpetrar uma fraude precisamente porque não estabeleceu a igualdade. O que o feminismo teve êxito em fazer é convencer ambos os sexos de que a única identidade masculina que é valiosa é um homem efeminado. Aliás, o único caminho para a igualdade existir é os homens serem como mulheres, ou simplesmente não existirem.
Agora, podemos culpar o movimento feminista por tudo o que quisermos ¯ mas nada mudará, porque no fim, os homens adotaram sua própria feminização. Conforme aponta Dys, os homens mesmos fizeram isso consigo porque se tornaram delicados e preguiçosos.
Os homens estão muito mais interessados em favorecer o movimento de mulheres do que em expressarem sua masculinidade. E quer seja porque queremos ser “populares com as garotas”, porque somos inseguros e incertos demais acerca de liderança, ou se é por pura exasperação (“Elas querem assumir a liderança? Vão em frente. Não vou mais discutir”), estamos abrindo mão de nossos papéis na família, igreja e Estado.
Mas vamos ser claros numa coisa: Não tínhamos nenhum direito de abdicar dessa responsabilidade.
A solução é bem simples: Os homens precisam ser homens de novo. Eles precisam assumir sua responsabilidade do jeito que Deus planejou que eles se conduzissem. E a igreja precisa reaprender como ajudá-los nisso de novo.
Traduzido e adaptado por Julio Severo

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CURE AS FERIDAS DE UM CASAMENTO ACABADO






quebra de um casamento é sempre algo traumático. O efeito cascata espalha por todas as direções atingindo outros membros da família e amigos que ficam na retaguarda e desesperados. No centro está o relacionamento entre marido e mulher. Se eles puderem resolver os problemas, então há uma forte tendência de que outros poderão lidar com a situação de maneira positiva.Para os pais separados que querem resolver um relacionamento difícil com seus ex-cônjuges, considerem estas sugestões:• Não use seus filhos como espiões, meios de manipulação, ou mensageiros de questões negativas. Isto é cruel para eles e apenas intensificam os atritos e desarmonia. O interesse das crianças deve ser a coisa mais importante na mente de ambos os pais.• Se acordos legais foram feitos, e quebrados, use os canais corretos para corrigir a situação. Raramente ex-cônjuges discutem coisas racionalmente e chegam a soluções consensuais em questões legais, particularmente quando uma situação adversa existe entre eles. Negocie através de meios legais onde as mudanças nos documentos originais podem ser providenciadas por um advogado.• Use um mediador se houver discordância entre ambos. Um pastor, um conselheiro cristão, ou um presbítero podem fazer o papel de mediador.• Frequentemente lembre seus filhos de que o divórcio não foi culpa deles (crianças). As crianças precisam ser encorajadas a falar dos seus sentimentos especialmente nos meses seguintes ao rompimento do casal e quebra da família. Uma questão comum entre as crianças é a crença de que eles causaram o divórcio por causa do comportamento deles, atitudes ou defeitos.• Aprenda a perdoar. Aí está o maior poder de cura, especialmente em situações onde existe discórdia, dissensão e inimizade. cultivar ira e amargura contribui muito mais para destruir a sua vida do que para remediar os erros que lhe foram causados.• Aceite seja qual for a sua responsabilidade na quebra do casamento. Refletir sobre seus defeitos pode ajudá-lo (a) a curar-se para que no futuro você possa ter relacionamentos mais saudáveis.• Viva um dia de cada vez. Você não pode mudar seu ex-cônjuge, mas você pode mudar a si mesmo (a), ou assumir responsabilidade pela sua própria atitude. Perceba que sua maior esperança é saber que você tem um Deus bondoso, amoroso e misericordioso que está sempre ao seu lado e lhe oferecerá a Sua Presença para sempre.• Lembre-se que um aconselhamento cristão profissional pode ser aconselhável nos estágios iniciais do divórcio. Parte desse aconselhamento deve focalizar nas ferramentas específicas para lidar com o ex-conjuge.• Freqüente workshops, seminários, ou leia materiais sobre auto-imagem positiva. Procurar discernir com sabedoria onde estão os lugares apropriados para buscar amor, companheirismo e auto-aceitação é de fundamental importância.***************

Bobbie Reed é escritora americana. Escreveu o livro "Life after divorce".

ASSÉDIO SEXUAL NO PASTORADO

Nos últimos tempos, é cada vez mais comum notícias sobre a vida sexual de pastores e líderes ganharem destaque na mídia. Nas próprias igrejas que conhecemos ou freqüentamos, invariavelmente, existe algum caso de assédio sexual que envolve a liderança. A questão sexual, que tanto marca a sociedade ocidental contemporânea, tornou-se uma preocupação sempre mais constante também dentro das igrejas. Diferente do restante da sociedade, que banaliza o sexo e até incentiva o prazer sem compromisso, quando o assédio sexual acontece no pastorado, marca para sempre a vida do obreiro e até o incapacita para o exercício de sua função.
A pergunta que costumam me fazer é: por que um líder, consagrado, conhecedor da Palavra de Deus, acaba caindo em adultério ou se envolvendo sexualmente com outra pessoa fora de seu relacionamento matrimonial?
Há diversas razões para isso e, dentre elas, é possível destacar algumas. Tenho percebido que muitos líderes, que caem em sua vida sexual, mantêm um viver mais orientado pela atividade ministerial que orientado por princípios norteadores da comunhão com Deus e respeito ao próximo, às ovelhas. Em outras palavras, o líder está muito ocupado com a obra do Senhor e pouco com o Senhor da obra; não tendo tempo para ouvir diariamente a sua voz, perde o temor a Ele e acaba avançando o sinal.
Em outro tipo de situação, o líder passa também a não dar tempo para sua família, para seu relacionamento matrimonial e vai se desligando afetivamente dos filhos e esposa a ponto de perder o referencial de lealdade “ao primeiro amor” e deslocar sua afetividade ao trabalho. No fundo, se torna um carente afetivo e fica vulnerável a qualquer situação de envolvimento sexual. Pessoas que lidam com este assunto afirmam que um marido e uma esposa que se cuidam afetiva e sexualmente são menos vulneráveis ao adultério.
Tenho conhecimento de colegas no ministério, que pouca ou nenhuma atenção dão à sua esposa e à sua família, se dedicam exclusivamente ao ministério achando que a Deus cabe suprir a sua ausência doméstica. Neste caso, não somente eles são vulneráveis, como também colocam a esposa na mesma situação. Paulo fala que os bispos - pastores - que não cuidam de sua casa, não devem cuidar da casa de Deus. Isso é grave.
Mas também há a fragilidade na formação estrutural ética do líder. Isto é, a pessoa pode até ter uma forte formação teológica e exegética, mas não tem uma sólida formação nos princípios éticos. As emoções e sensações falam mais alto e o líder termina por cair.
O senso de poder, presente naturalmente numa função de liderança, tem sido apontado como outro fator que pode causar esse desvio. O líder se acha tão poderoso, acreditando que pode tudo, inclusive se envolver afetiva e sexualmente com outra pessoa e se tornar impune.
Ainda temos a fragilidade na formação na área psíquica dos impulsos. O líder pode não ter recebido adequada estruturação nesta área e acabar caindo no que é conhecido como “compulsão sexual”, que é um vício. Vê a outra pessoa como um objeto sexual.
Como é possível perceber, as causas que levam ao assédio sexual na vida do obreiro são muitas e se não forem tratadas com energia e decisão - ainda que o assunto seja tão difícil -, podem prejudicar não somente a vida e a família dele, mas destruir a congregação. Há muita coisa ainda a ser dita sobre o assunto, mas, primeiro, é preciso refletir e tratar do que já foi falado aqui.

Por: Lourenço Stélio Regas

AUTO-ESTIMA

Preciso urgentemente de ajuda. Meu problema não é com homossexualismo, mas com sado-mazoquismo. Sinto vontade de ser escravo de mulheres, de serví-las, de adorá-las como deusas, de beijar seus pés. Me sinto repugnante e infiel. Já tive depressão e vontade de me matar, e tenho medo de que a culpa faça isso voltar.Preciso de aconselhamento e orientaçãoPor favor, me ajudem.T.

Prezado amigo:
Em primeiro lugar agradecemos a confiança em abrir conosco seu coração a respeito de seu problema com este desejo de ser escravo de mulheres e adorá-las.
Você chamou este problema de sado-masoquismo, porém eu não estou muito certo que o problema seja este mesmo, especialmente porque não fica claro que existe um desejo de ser ferido ou de ferir as mulheres na relação sexual, que é a essência do sado-masoquismo.
Também você não cita se é casado ou solteiro, mas vou tentar responder algumas coisas. O desejo de submeter-se incondicionalmente a uma mulher provém de um sentimento profundo de insegurança e auto-estima demasiado deteriorada.
Uma pessoa que reconhece seu próprio valor não coloca outra pessoa como “uma deusa” ou quer ser “escravo” de outro – seja uma mulher ou um homem. Então eu começaria perguntando a você: porque você não se gosta? O que faz com que você sinta os outros tão superiores e você mesmo a ponto de endeusá-los?
Seu problema não é sexual, mas de auto-estima. Aprenda a reconhecer e a valorizar a forma “maravilhosamente assombrosa” como Deus te criou (Salmo 139:14-17). Enquanto você não reconhecer o seu valor como criatura de Deus, todos os outros serão mais e melhores que você. Sexualizar isso é somente uma forma de encobrir esta insegurança e falta de amor próprio.
A Bíblia nos ensina a pensarmos equilibradamente sobre nós mesmos – nem demais, que se torna soberba; nem de menos, que é uma forma de desonrar a Deus que nos criou. Um bom exercício inicial seria escrever numa folha a resposta para a seguinte pergunta: O que leva as pessoas a gostarem de você? Que razões ou motivos as pessoas teriam para gostar de uma pessoa como você?
Se você conseguir responder esta questão já é um primeiro passo!
Finalizando eu quero relembrar que o seu e-mail foi bem curto e sem saber muitos detalhes o aconselhamento que eu posso oferecer fica bastante limitado, mas espero que o Espírito Santo use as palavras acima para lhe orientar.
Fraternalmente,

terça-feira, 7 de outubro de 2008

CASAMENTO E PORNOGRAFIA

Numa pesquisa realizada foi formulada seguinte pergunta para os internautas responderem: “O que você acha sobre um casal cristão assistir filmes pornográficos como parte da preparação para o ato sexual?”. Daqueles que responderam à pergunta, 64,8% opinaram como sendo uma prática pecaminosa. 5,4% afirmaram que não consideravam pecado a prática de ver filmes pornográficos como parte das preliminares para a relação sexual. Por outro lado, 29,8% foram de opinião que se os dois concordassem não haveria nenhum problema.Embora uma pesquisa feita pela internet tenha a possibilidade de conter várias falhas do ponto de vista estatístico, os resultados são preocupantes. 35,2% dos internautas, de alguma forma, estão deixando sérias brechas para tornarem seus casamentos num caos.Por que acreditamos na possibilidade de se instalar o caos num casamento complacente com a pornografia?A primeira delas é que a pornografia é uma prática imoral, seja como parte da vivência de um dos cônjuges ou do próprio casal. O apóstolo Paulo, em sua carta, escrevendo aos cristãos na cidade de Corinto orientou a todos os crentes daquela igreja primitiva que fugissem da imoralidade (1 Co 6.18).A segunda razão pelas quais um casal não deve se utilizar da pornografia para aquecer a relação sexual deve se ao fato, como afirma o psicólogo Paulo Roberto Ceccarelli, que a pornografia é o erotismo esvaziado de afeto.Naquelas cenas não há afeto entre as pessoas. Ali estão pessoas despidas de qualquer sentimento de ternura, amor e intimidade. Deus criou a sexualidade para que homem e mulher entregassem seus corpos como demonstração do amor conjugal (1 Co. 7.3,4).A terceira razão para os casais não usarem a pornografia como estimulo da vida sexual é que, durante o ato de ver as cenas obscenas, o adultério se torna uma realidade no coração dos cônjuges. Jesus disse que pelo simples fato de deseja ter uma relação sexual com uma outra pessoa que não fosse seu cônjuge estaria cometendo o adultério (Mt 5.27-30).A quarta razão para afirmarmos que a pornografia é prejudicial à pessoa e ao casamento é que cria uma dependência psíquica difícil de se libertar. Cada vez mais temos ouvido depoimentos de homens e mulheres que estão escravizados à pornografia. Ela tem sido chamada o crack da internet, tal é o seu poder de tornar uma pessoa dependente, viciada nela.A quinta razão: A pornografia defrauda o próximo. Defraudar é invadir o limites sexuais do outro. Isso é condenado pela Bíblia (1Ts. 4.3-8).A sexta razão: Fere a sensibilidade e agride a mulher. Sexo para a mulher está mais ligado a demonstrações de afeto por parte do marido, do que imagens visuais. Para o homem a visão desperta com mais intensidade sua libido, mas para a mulher é diferente. A maioria das esposas pode tolerar, mas as cenas pornográficas agridem sua sensibilidade e a sua formação
psicológica no que tange à sexualidade.A sétima razão que não aconselhamos os casais usarem o recurso da pornografia está no fato de que a mesma não apresenta um sexo romântico e leva os casais a não experimentar a beleza das descobertas que poderiam ser experimentadas ao longo da convivência conjugal.Poderíamos alistar mais razões mas fiquemos com as citadas acima.

EJACULAÇÃO PRECOCE

O que é ejaculação precoce? Fica uma situação tremendamente desconfortável quando o homem encanta a mulher com o seu jeitão másculo e ao mesmo tempo carinhoso e ela se enche de expectativas. Ela o aguarda por alguns anos e, de repente, na "hora H", ele faz a penetração vaginal e ejacula em 5 segundos, 10 segundos, 15 segundos...Isto é ejaculação precoce. É uma disfunção sexual masculina.
Quantos tem?Mais ou menos a metade da população de homens sofre de ejaculação precoce. E eu, que ouço muito as reclamações das mulheres, chego à conclusão que cerca da metade delas pode não alcançar o prazer sexual somente por este motivo (não estou incluindo nesta estimativa a probabilidade de outras dificuldades além desta).
Qual a causa?A teoria mais usada para se tentar explicar esta situação é a do adolescente masturbador. Ele pratica este ato de modo rápido para não deixar transparecer aos pais que está muito tempo no banheiro e assim vai condicionando em sua cabeça que isto se faz rápido, rápido, rápido... Agora ele vai se casar e, na orientação pré-nupcial, eu lhe digo que o homem bom é o lento, que faz o ato sexual devagar. Mas como, se ele “treinou” a vida inteira para ser rápido? Outros fatores psicológicos podem estar associados.
Quais as repercussões?Gostaria de sua análise sincera para esta situação. De 0 a 10, como vai a espiritualidade de uma mulher que sofre há 12 anos com um marido que apresenta ejaculação precoce, nunca teve prazer na relação, tem 2 filhos, mas o casamento está um bagaço segundo ela própria? O marido já procurou, sem sucesso, ajuda de todas as formas, com todos os profissionais que lhe indicavam. As outras mulheres falam de prazeres fantásticos, mas ela nunca teve um na relação. Como estará o humor e, conseqüentemente, a simpatia e o testemunho desta mulher cristã?
A superação é fácil?O profissional precisa estar habilitado a fazer terapia com casais. São passados alguns exercícios. O homem começa a fazer sozinho. Depois entra a parceira, participando ativamente dos exercícios. Com a progressão desta prática, a persistência e o desejo de conseguir, se chega à cura, com uma penetração normal e sem ejaculação imediata. Acontece que muitos homens não se aplicam como deveriam ao tratamento e o abandonam no meio.
Existem métodos mais práticos?Sim. Várias mulheres já me procuraram desesperadas porque os maridos largaram o tratamento e se dizendo condenadas a ter esposos ejaculadores precoces para o resto da vida.Aí, explico a elas como conviver com um ejaculador precoce sem qualquer problema. Faço com que entendam que o pênis fica duro um tempão mas, imediatamente após a penetração, ele ejacula e amolece. Então, o problema está na penetração. Oriento que o marido deva levar a mulher ao prazer artificialmente, estimulando o clitóris das mais variadas formas, usando de criatividade, porém sem penetrar.Quando a mulher chega ao orgasmo (prazer), os níveis de hormônios sexuais estão lá em cima e então começam a cair. Porém, se o marido continuar excitando, os hormônios dela voltam a subir provocando orgasmos (prazeres) múltiplos,o mesmo não acontece com o homem. Neste momento, se o homem lubrificar o seu pênis com a própria secreção da vagina, produzida pela excitação da mulher, e penetrar sem dor para ela, isto funciona como estímulo. O hormônio volta a subir e ela vai ter um novo orgasmo, agora com a penetração do seu marido ejaculador precoce. Dá para conviver perfeitamente assim. É só tentar, errar, tentar, errar, até conseguir. É um aprendizado que, ao se alcançar, não se esquece nunca mais.Aquela mulher do caso citado, dos 12 anos de ejaculação precoce, eu encontrei 1 ano após a palestra em que me ouviu e com a mão no meu ombro e os lábios tremendo de emoção me falou: “Cara, você salvou o meu casamento.” Eu imediatamente disse que não, que eu havia sido apenas um instrumento de Deus para orientá-los e interroguei: “Você acha que foi uma baita coincidência eu vir falar para vocês exatamente o que precisavam ouvir? Estas coincidências (?) são determinadas por Deus. Agradeça a Ele”. E a mulher passou a me contar que estava vivendo uma lua-de-mel nunca vivida e, agora, perfeitamente adaptada à ejaculação precoce do esposo. Como deve ter melhorado a espiritualidade dessa moça.
A ansiedade atrapalha?Quanto mais ansioso pela relação o homem estiver, mais facilmente ele será um ejaculador precoce. Com este raciocínio se conclui que a maioria dos noivos sofrerá deste problema no início de suas relações. Afinal, eles podem estar esperando uns 3 anos por este momento. Não que, obrigatoriamente, ele seja um ejaculador precoce “de carteirinha”, mas puramente por ansiedade, o que é natural. Depois a tendência é ele melhorar ou então continuar a ser um ejaculador precoce.Concluindo, como homens cristãos não somos diferentes dos outros neste particular e vários de nós podem sofrer deste problema. Porém, temos uma responsabilidade muito grande pelo prazer de nossas esposas. Se sabemos que a falta deste orgasmo pode ser tão importante para elas, que mexa até com a sua espiritualidade, precisamos nos interessar em melhorar nosso desempenho sexual para que elas possam também se satisfazer com este prazer tão especial que Deus nos deu.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

UM VOVÔ ESPECIAL

Dia 26 de julho é o Dia dos Avós. Um dia que deveria ser mais lembrado e comemorado em nossas famílias e pela sociedade de um modo geral.Quem não se lembra de vovós e vovôs que ficaram para sempre no imaginário de todos nós.Quando se fala nas avós, quem não se lembra de D. Benta, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, sentada numa cadeira, contando histórias para Pedrinho e Emília? Quem não gostaria de ter sido neto ou neta de uma vovó que morasse num sítio, com todo o tempo do mundo para nós e sempre pronta para entrar em nossas fantasias de criança?Quem viu o filme “O Menino Maluquinho”, personagem de Ziraldo, não se esquece do Vô Passarinho, interpretado pelo falecido ator Carlos Arutim. Ele era aquele tipo de avô que via a criança como criança e participava do seu mundo. São vovôs e vovós que nos recordam do valor que eles têm para os netos e para a família.Na Bíblia também encontramos histórias de muitos avós. Podemos nos lembrar de Labão, que desejou despedir-se de seus netinhos(Gn 31.22-28). De Noemi, que foi abençoada com o nascimento de seu neto Obede (Rt 4.15). Quando se fala de vovôs e vovós da Bíblia, podemos nos lembrar também de Lóide, vovó de Timóteo. Que bênção foi essa avó na vida do seu neto ! (2Tm 1.5).Mas, se há um exemplo positivo de avô nas páginas da Bíblia, esse é Jacó. Posso imaginar Jacó, bem velhinho, com a vista embaçada, pedindo a seu filho José para apresentar seus dois filhos: Efraim e Manassés. A história está registrada em Gênesis 48.8-21. Jacó, cansado pelos anos da idade, fez três coisas que todos os avós devem fazer a seus netos: dar bênção, beijos e abraços. A Bíblia diz: “levou seus filhos (de José) para perto dele, e seu pai (Jacó) os beijou e os abraçou” (Gn 48.10 NVI).Ao vivenciar essa cena Jacó reconheceu que aquela experiência era uma graça que Deus lhe estava concedendo (Gn 48.11). Ver os netos nascerem é uma demonstração da bondade e da misericórdia de Deus! Agradeça a Deus, caso seja o seu caso, pelos netos que Ele lhe deu!Os avós de hoje (e os de amanhã também) precisam aprender com Jacó. Podem e devem ser canais de bênção para os seus netos. Avôs e Avós podem, a exemplo do patriarca, abençoar os netos, ensinando-lhes as Sagradas Escrituras, transmitindo-lhes as tradições familiares, contando-lhes as lutas e vitórias concedidas por Deus ao longo da vida, sendo sábios conselheiros, companheiros e amigos.Os avós podem abençoar os netos com palavras encorajadoras, com orações de fé pelo futuro dos seus descendentes e, acima de tudo, como exemplos de homem e de mulher tementes a Deus (Hb 11.21).Os avós precisam redescobrir o valor do seu papel no contexto familiar. Há um verdadeiro ministério no seio da família, que cabe somente aos avós. São eles também transmissores da fé, (2Tm 1.5), dos valores morais, culturais e das tradições familiares.Atingindo essas metas, os avós de hoje e de amanhã, independentemente da idade que tenham e da cidade onde residam, estarão deixando para o mundo uma geração que, com certeza, há de ser usada por Deus para influenciar positivamente a sociedade com uma vida que honre o evangelho e que ajude na construção de um mundo melhor.Vovô e vovó, Deus os abençoe!

sábado, 4 de outubro de 2008

A OUTRA ENFERMIDADE

Meu professor de seminário, pr. João Falcão Sobrinho, em um artigo publicado no Jornal Batista enfatizou recentemente sobre o dever bíblico das igrejas cuidarem da saúde de seus pastores. Realmente temos tido muitos casos de pastores com enfermidades graves que sensibilizam a todos nós.Pr. Falcão Sobrinho fez bem em recomendar às igrejas para que estejam mais atentas à saúde do pastor e de sua família.Mas quero abordar nesse espaço sobre um outro tipo de enfermidade que tem acometido muitos pastores: a enfermidade dos relacionamentos familiares, e especialmente, do relacionamento conjugal.Relacionamentos familiares e conjugais também adoecem. Pena que não podemos visualizar com tanta facilidade como nos casos físicos. Hoje podemos enumerar vários colegas que estão lutando contra o câncer e outras doenças. Mas, pergunto, quantos colegas que estão com seus casamentos já na UTI e quase ninguém sabe? Quantos colegas pastores, já estão divorciados emocionalmente e não oramos por eles porque não sabemos?No último encontro da SEPAL, em Águas de Lindóia, conversei longamente com o pr. David Kornfield. Ele tem gasto suas energias para liderar líderes mentores de pastores e esposas. Em nossa conversa concordamos que muitos e muitos pastores já estão divorciados emocionalmente de suas esposas. Um outro bom número está seriamente insatisfeito em seus casamentos. Não temos dados oficiais, portanto não podemos fazer nenhuma afirmação categórica, mas a impressão que temos, nós que temos trabalhado com famílias é que a doença se alastra e deve ser motivo das nossas preocupações. Mesmo sentimento têm o pr. Jaime Kemp, do Ministério Lar Cristão, e Sergio Leoto, ministro também de famílias.No caso da saúde física é até mais fácil tratar do tema. O que deve ser feito com constância.Aventuro, a exemplo do pr. Falcão Sobrinho na área física, dar algumas sugestões do que pode ser feito na área do relacionamento conjugal.Igrejas que desejam ajudar seus pastores terem casamentos fortes devem incentivá-los a se envolver num sistema de mentoria. O ministério (www.mapi-sepal.org.br) liderado pelo pr. David Kornfield tem procurado desenvolver esse trabalho.Igrejas que desejam zelar pela saúde conjugal de seus pastores devem incentivá-los participar de retiros especialmente preparados para pastores. Existem alguns deles sendo oferecidos por ministério independentes, como por algumas Ordens de Pastores. Igrejas que desejam cuidar da saúde conjugal de seus pastores devem ajudá-los para que tenham, anualmente, uma viagem de lua-de-mel para celebração da data de casamento.Igrejas que estão preocupadas com a saúde conjugal de seus líderes reconhecem que pastores e esposas também merecem um dia da semana, nunca numa segunda-feira, para passearem, irem a um cinema ou teatro, para namorarem e cultivarem o romance.Igrejas que cuidam da saúde conjugal de seus pastores oram pelo casamento e pela família pastoral sistematicamente. Igrejas que cuidam da saúde do casamento de seus pastores incentivam os mesmos a procurarem ajuda terapeutica quando necessária.Não há Plano de Saúde Conjugal, mas deveria ter. Enquanto não existe, ficam aqui essas sugestões.

As Pressões da Mídia Sobre a Mulher

As Pressões da Mídia Sobre a Mulher

Wanda de Assumpção Ela se quedou por longos instantes à entrada do restaurante. Era uma mulher belíssima, mas o que mais chamava a atenção era o decote que revelava seios grandes e redondos quase totalmente à mostra. Não era a roupa mais adequada para uma simples noitada numa pizzaria. Depois de alguns instantes parada à porta, saboreando todos os olhares, aquela mulher caminhou até sua mesa, fazendo com que as outras mulheres presentes se sentissem murchas, pequenas, feias, insatisfeitas com a própria aparência. Se você pudesse penetrar na mente das mulheres sentadas diante de suas pizzas aquela noite, certamente ouviria coisas como: "Se ela pode comer pizza, eu também posso!" "Quem não está vendo que isso é silicone!" "Qualquer uma fica assim com plástica!" "Exibida!" "Pizza, só esta noite. Amanhã, vou começar um regime prá valer!" "Ah, de que adianta? Nunca vou ficar desse jeito, então é bom nem tentar."Embora aqui se trate de uma situação específica, o descontentamento das mulheres com relação à própria aparência é generalizado e hoje agudamente doloroso. Aproxime-se de um grupo de mulheres, de qualquer idade, raça ou crença religiosa, e ouvirá as mesmas coisas: Preciso fazer regime, estou fazendo regime, estou começando outro regime, meu bumbum é caído, é pequeno demais, é grande demais, meus seios são muito pequenos, muito grandes, flácidos, preciso fazer uma lipo na barriga, no culote, quero fazer uma plástica no nariz, nos lábios, nas orelhas, na papada, etc, etc, etc... Numa época em que tanto se apregoa a liberação feminina, tenho visto e sentido que as mulheres de nossos dias estão vivendo escravizadas por novo tipo de opressão — a opressão de se conformarem a padrões falsos e irrealistas, e a cultivarem a beleza física em todas as suas facetas como se a aparência fosse o fator determinante do seu valor.Nós, mulheres, por nossa própria maneira de ser, gostamos do que é belo e gostamos de agradar. Fomos criadas por um Deus que ama o belo e que nos colocou num mundo esplendoroso. É patente quanto Deus se preocupou com a beleza e variedade da sua criação. Por conseguinte, nós, suas criaturas, feitas à sua imagem e semelhança, temos uma apreciação inata pela beleza. Sabemos que o belo agrada aos outros assim como nos agrada, e, como queremos agradar, ser apreciadas, queremos ser belas. Entretanto, parece que há alguma coisa errada com esse nosso desejo natural quando a maioria de nós está sempre insatisfeita com a própria aparência. O que está produzindo essa insatisfação?Onde existe uma procura, aparecerá uma oferta, com certeza. É a lei do mercado. Por causa desse nosso desejo natural de apresentarmos uma boa aparência, somos alvo de cerradas campanhas para nos manter inseguras e insatisfeitas com a nossa aparência pois assim estaremos comprando sempre e pagando caro para nos encaixar num molde falso criado para tal fim. Folheie qualquer revista, feminina ou não, e observe todos os anúncios que buscam vender a idéia de que a beleza física só depende deste ou daquele produto. Vivemos confrontadas pelos resultados de truques fotográficos, muita maquilagem, horas e horas na academia de ginástica, nas mãos do cabelereiro, da modista. Nenhuma mulher normal tem condições de competir com toda essa máquina de produzir beleza. Além disso, a imagem que nos é apresentada como símbolo da beleza feminina, de corpos magérrimos e musculosos, é anti-feminina. As modelos que se mantêm nesse padrão fazem-no com grandes sacrifícios. Não podem comer normalmente, não podem viver vidas normais. Muitas delas pagam o preço de sérios problemas físicos e emocionais para manter o corpo deprivado de alimentos e exageradamente exercitado. Muitas delas, e muitas de nós, as mulheres comuns, que vivemos assediadas pela propaganda enganosa que se vale de um sem número de recursos tecnológicos para promover um padrão impossível para a maioria.Uma reportagem recente de importante revista nacional fala que o Brasil é o campeão mundial em cirurgias plásticas, à frente de outros países mais ricos e mais adiantados do que nós. A indústria de cosméticos é um negócio bilionário no mundo todo. Os numerosos produtos light e diet para regimes geram um lucro de bilhões de dólares por ano. Pense um instante no que aconteceria se, de repente, as mulheres parassem de se preocupar com sua aparência e de comprar todos esses produtos. Entretanto, há muita coisa boa que a mídia também nos mostra. Aprendemos sobre saúde, nutrição, a importância dos exercícios físicos e como cuidar bem dos nossos corpos, que são o templo do Espírito Santo. Não podemos nos esquecer de que Deus nos fez e que espera que cuidemos bem do corpo que nos deu.Como, então, discernir o que é bom e o que devemos reter do que não é bom e que devemos descartar?Uma pessoa treinada para reconhecer notas falsas não precisa estudar todas as notas falsas que poderão aparecer. Antes, estuda detalhadamente as verdadeiras. Ao se familiarizar com as verdadeiras, aprende a reconhecer as falsas. Assim, para podermos discernir entre o verdadeiro e o falso no mundo em que vivemos, e saber o que nos convém, temos de nos familiarizar totalmente com a verdade imutável da Palavra de Deus. É contra o padrão que ela nos apresenta que vamos medir o nosso valor, a nossa beleza física e quanto a sua busca deve pesar na nossa vida cotidiana em termos de tempo, dinheiro e esforço. O corpo da mulher é naturalmente mais arredondado porque, quando Deus nos fez, colocou uma camada subcutânea de gordura que tem a finalidade de nos tornar mais resistentes às temperaturas extremas. Ficamos também mais protegidas contra choques externos, o que é muito importante, principalmente durante a gravidez. Portanto, o corpo feminino normal tem linhas mais suaves, curvas mais pronunciadas. Lógico que há mulheres naturalmente magras, mas elas são as exceções, não a regra. E lógico também que, por causa dessa camadinha extra de gordura, nós mulheres temos maior tendência para engordar e mais dificuldade para emagrecer. Assim, o cuidado com o excesso de peso é uma preocupação legítima para nós, já que ele pode trazer sérios problemas de saúde, mas nosso alvo não pode ser uma magreza que não condiz com a maneira como Deus nos fez.A segunda verdade que encontramos na Palavra de Deus é que ele ama a variedade em toda a criação. Nenhuma pessoa é igual a outra. Distinção é a palavra de ordem, mesmo entre os gêmeos mais idênticos que possam nascer. "Que variedade, Senhor, nas tuas obras! todas com sabedoria as fizeste" (Salmo 104:24). Há beleza e sabedoria na variedade, nas diferenças. Assim, tentar impor um único molde a todas é uma nova forma de escravidão. Por exemplo, o nosso colorido é variado e cada mulher tem as cores que lhe ficam bem e as que não fazem muito por ela. No entanto, a cada nova estação, as companhias de cosméticos lançam "a" cor da moda, e muitas mulheres se enfeiam, usando uma cor imprópria para não parecerem desatualizadas.A moda tenta fazer a mesma coisa e encaixar todos os tipos e idades de mulheres em padrões muitas vezes totalmente inadequados à maioria delas. Mas a mulher verdadeiramente elegante é aquela que conhece o que lhe fica bem e desenvolve seu próprio estilo. Sabe o que condiz com sua pessoa, seu modo de vida, sua idade e não se deixa seduzir pela tirania da moda. Ela sabe que deve vestir-se com modéstia e bom senso, não com sensualidade, evitando fazer tropeçar através do olhar os homens com quem convive. Seus adornos são poucos e de bom gosto. Ela apresenta uma aparência sóbria, harmoniosa pois tudo que usa concorre para realçar a pessoa que é interiormente.O apóstolo Paulo nos ensina que todas as coisas são lícitas para aqueles que têm a mente de Cristo, que enxergam as coisas como elas realmente são e não se deixam enganar pelas mentiras que o mundo usa para tentar nos manter escravizadas aos seus padrões. Mas ele diz também que nem tudo convém. "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Coríntios 6:12). Assim, cada uma de nós terá de determinar para si, diante de Deus, o que convém. Tudo nos é lícito — cirurgia plástica, regimes, malhação, cosméticos, mas nem tudo convém. Se estivermos usando esses recursos porque precisamos do seu resultado para sentirmos que temos valor, estaremos sendo dominadas por eles e sempre insatisfeitas. Uma plástica levará a outra, um tratamento de beleza nunca será suficiente, ficaremos escravizadas aos exercícios físicos e aos regimes. Somente quando estivermos seguras do nosso valor por sermos quem somos, filhas amadas do Pai celeste, é que seremos livres para lançar mão de qualquer desses recursos. A verdadeira beleza, conforme mostra a Bíblia, é singular. É o conjunto de corpo, alma e espírito e é muito mais interior do que exterior. Não se apaga com os anos, antes aumenta e cada dia se torna mais radiosa. É por isso que o apóstolo Pedro, falando às mulheres de seus dias, adverte que seu melhor adorno é o que a pessoa é por dentro, unido ao incorruptível de um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus (1 Pedro 3:4).
Autora: Wanda de Assumpção

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O CAMINHO MAIS RÁPIDO PARA O PERDÃO

Eles estavam em meu gabinete quando a esposa falou:'Eu o perdoaria, bastaria que ele pedisse perdão'.Ele respondeu: 'Eu pedi'.'Não pediu'.'Falei para você que sentia muito', disse ele.'Isso não é pedir perdão', argumentou ela.Seus pedidos de desculpas têm caído no vazio? Os pedidos de perdão de seu cônjuge chegam ao seu coração e o motivam a perdoar? Ou você está casado com alguém que raramente pede perdão?Ainda na infância aprendemos o que significa pedir perdão. Joãozinho empurra Maria na escada e a mãe dele ensina: 'Peça desculpas'. Ele, então, fala: 'Desculpa', mesmo sem achar que precisava ser desculpado. Já adulto, o conceito dele sobre perdão será, provavelmente, dizer: 'desculpa'. No entanto, Julie, esposa dele, aprendeu a dizer: 'Eu estava errada. Você pode me perdoar?'. Para ela, é isso que significa pedir perdão. Assim, quando o marido fala o que está acostumado a dizer, ela não entende como um pedido de perdão. Talvez ele tenha sido sincero, mas a sinceridade dele não a atingiu. Depois de dois anos de pesquisa, eu e a Dra. Jennifer Thomas descobrimos que as pessoas têm linguagens diferentes para pedir perdão. Alguém pode ser sincero no pedido e, mesmo assim, não ser entendido como sincero, porque usou a linguagem errada. Descobrimos cinco linguagens diferentes para pedir perdão.• Expressando arrependimento: 'Sinto muito'. 'Sinto-me péssimo porque o que fiz lhe magoou tanto'. Essa linguagem se identifica com as emoções da parte ofendida.• Aceitando a responsabilidade: 'Eu estava errado. Identifique seu erro e reconheça sua culpa. Eu não devia ter feito isso. Não há desculpa. O que fiz foi muito errado'.• Fazendo a restituição: 'O que posso fazer para compensar meu erro? Como posso recompensá-lo? O que preciso fazer para você voltar a confiar em mim?'• Arrependimento genuíno: 'Vou tentar não fazer isso de novo'. O arrependimento não inclui promessas radicais como: 'Prometo que, se você me perdoar, nunca mais vou fazer isso'. Entretanto, o arrependimento expressa o desejo de mudar o comportamento. 'Não quero que isso continue acontecendo. Ajude-me a pensar em formas de mudar meu modo de agir'.• Pedindo perdão: 'Você pode, por favor, me perdoar?' Esta linguagem expressa humildade. 'Sei que não consigo restaurar sozinho nosso relacionamento. Vamos precisar que você seja misericordioso, mas meu desejo sincero é que você me perdoe e que nós possamos prosseguir com nosso relacionamento'.Analisando a maioria dos pedidos de perdão, percebe-se que quem fala usa apenas uma ou duas das linguagens do perdão. Caso não forem as mesmas usadas pela pessoa ofendida, o pedido soará vazio. Ela pode decidir perdoar, mas continuará com dúvidas quanto à sua sinceridade. Ser sincero não é suficiente. Para descobrir a linguagem que seu cônjuge mais usa, pergunte: 'Quando você pede a alguém, o que costuma dizer ou fazer? E quando alguém pede perdão a você, o que você gosta que a pessoa diga ou faça?'. As respostas a essas duas perguntas provavelmente revelarão a linguagem que ele costuma usar.Um marido contou: 'Eu e minha esposa usamos linguagens diferentes. Eu expresso arrependimento. E basta que ela diga que está arrependida e que se sente mal por ter me magoado. Só preciso ouvir isso para ficar pronto para perdoar. Mas não é isso que minha esposa deseja ouvir em um pedido de perdão. Ela quer que eu me mostre disposto a fazer a restituição. Para ela, quando digo: 'Como posso lhe compensar pelo que fiz?' é que realmente pedi perdão. Dizer 'sinto muito' não é suficiente para ela. Aprender a falar a linguagem do perdão que ela utiliza fez com que o nosso relacionamento melhorasse muito'.
Algumas advertênciasAdvertência: Você pode ter dificuldade para falar a linguagem do perdão de seu cônjuge. Pode ser que você não a tenha aprendido na infância. A notícia boa é que é possível aprender depois de adulto! Aprender a falar a linguagem do perdão que seu cônjuge utiliza é um tempo bem investido. As barreiras emocionais serão removidas com mais rapidez e de forma mais profunda.Advertência: Remova, dos pedidos de perdão, a palavra 'mas'. Dizer 'Sinto muito, mas se você não tivesse... eu não teria...' é negar o pedido de perdão. Você acaba jogando sobre o outro a culpa pelo seu comportamento errado. Agora, precisa pedir perdão de novo.Uma senhora me perguntou: 'Faz 42 anos que peço perdão a meu marido com a linguagem errada. Você acha que devo mudar agora?'.'Nunca é tarde demais para fazer o que é certo', sugeri.Um mês depois ela me contou: 'Comecei a pedir perdão na linguagem que ele utiliza e posso dizer que faz diferença mesmo. Ele tem sorrido mais, e sinto-me mais próxima dele'.'Valeu a pena se esforçar para aprender a falar uma nova linguagem do perdão?', perguntei.'Com certeza', disse ela. Nunca é tarde demais para aprender.Eu gostaria que todos os casais tivessem essa mesma atitude.
Gary D. Chapman é terapeuta familiar nos EUA e autor de "As cinco linguagens do amor"
(Ed. Mundo Cristão). é casado com Karolyn há 45 anos.
Extraído, com permissão, do site Cristianismo Hoje.

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